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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Por um 2017 sem procrastinação! É agora ou nunca!

Achei por bem abrir o ano deste blog com este post, com um artigo do José Roberto Marques que só de ler dá vontade de se mexer e fazer o que é necessário para as coisas começarem a acontecer. Como eu costumo dizer, para que 2017 seja melhor, #sódependedenós. Aproveite:

Já se passaram alguns dias de 2017, e eu quero saber: o que você já fez até aqui? Quais daqueles sonhos e planos que você colocou na lista de desejos para 2017 já estão saindo do papel? O que você tem feito para transformar estes sonhos em realidade? Muitos reclamaram de 2016, mas eu te pergunto: quem é você em 2017? Você é alguém novo para este ano novo ou é o mesmo do ano passado?

Estamos chegando ao final do primeiro mês de 2017. Você já parou para pensar no tempo que você já viveu neste período? Foi um tempo bem vivido, bem aproveitado? E antes que você pense em sair por aí fazendo algo pelo calor da emoção, quero te dizer que aproveitar o tempo que temos não é agir sem cautela ou sem planejamento.

Como fazer valer cada instante de nossas vidas? Aproveitar o tempo que temos significa ter atitude, perseverança, determinação. Significa ainda ter sonhos, ter fé em si próprio, acreditar no poder da luz que você tem dentro de si. A falta de fé é amiga íntima da procrastinação.

Talvez ao ler este texto, você pense que é exagero falar em procrastinação em pleno começo de ano. As energias estão renovadas, o astral está alto, a procrastinação passa bem longe. O problema é que, muitas vezes, estes objetivos se perdem com o passar dos meses. Boa parte desse astral que começa em janeiro não chega em dezembro.

Pensando nisso, quero compartilhar com você algumas dicas para te ajudar a fugir do desânimo e da procrastinação.

1- Liste as suas metas
Coloque aqui tudo o que você quer realizar em 2017. Se você não fez isso na virada do ano, não tem problema. Aproveite e faça agora!

2- Defina o grau de prioridade de cada meta
Isso te ajudará a identificar o que é mais importante e necessário para você.

3- Divida a meta em etapas
Metas definidas, o próximo passo é estabelecer as ações que deverão ser feitas para cumprir estes objetivos.

4- Se parabenize pelas conquistas ao longo do ano
Quem disse que é preciso chegar em dezembro para celebrar as vitórias do ano? A cada passo dado, a cada superação alcançada, a cada meta cumprida, parabenize a pessoa responsável por cada conquista: você!

Mantenha o foco em seus objetivos, acredite no seu potencial e não desanime. Tenho certeza que 2017 será um ano extraordinário para você e para quem te cerca.

Artigo de José Roberto Marques - Master Coach Senior e Presidente da maior escola de coaching do Brasil, o IBC.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Até emagrecer é questão de foco de organização

Como a bagunça do armário pode interferir na dieta? Diferentemente do que se pensa, a desorganização à nossa volta também pode influenciar diretamente na saúde. Para conquistar uma qualidade de vida, o primeiro passo é o gerenciamento do tempo, que tem relação direta na maneira como se lida com o corpo. Uma limpeza geral , por exemplo, para eliminar a bagunça, não se trata apenas de jogar coisas fora, mas da busca pela vida que você quer -  e merece - desfrutar. Veja esse artigo do canal OZ que trago para vocês.

Confira cinco situações que mostram como a desorganização pessoal reflete diretamente na balança:

1 – Organize seu tempo: Pular refeições? Engorda! Comer de forma apressada também. Comer na frente da TV, adivinha? Também faz você engordar!  Comer “junk food” por “falta de tempo”, pedir pizza à noite porque não se organizou para o supermercado, manter a despensa desorganizada e até manter roupas “largas” no armário são situações que resultam no ganho de peso.  Então, o passo número um é gerenciar o tempo dedicado a essas ações.

2 - Motive-se pela ordem: A desorganização também pode dificultar a respiração, a locomoção e a forma como você enxerga seu foco. Organizar ajuda a se manter motivado.

3 – Foque na qualidade: Quando você se dispõe a uma nova dieta, não adianta colocar nela todas as expectativas com a balança. Não são as dietas que nunca dão certo, talvez seja o modo como você às organiza e se prepara – física e mentalmente – para elas e como a qualidade daquilo que se come dá sentido às suas refeições.

4 - Abandone as desculpas: É preciso estar consciente quanto à forma que quer viver e o corpo que deseja para tomar decisões coerentes. Dizer que não tem tempo de fazer exercícios, mas passar diariamente 2 horas na frente da TV ou navegando nas redes sociais não é uma atitude coerente.

5 - Mantenha mente e corpo leves: A relação existente entre consumo, bagunça e quilinhos a mais vai além. Quando consumimos (e gastamos) demais, acumulamos coisas e comemos - também - demais. Assim como quando mesmo com falta de espaço nos armários a pessoa continua a comprar itens, acontece com a comida. Organizar a mente para organizar o corpo é a principal lição para fazer as pazes com a balança.

Conteúdo retirado de "OZ! Organize Sua Vida", um canal de conteúdo sobre organização pessoal e profissional e conta com cursos e treinamentos voltados para a formação de Personal Organizers, além de uma loja virtual de produtos organizadores.

terça-feira, 22 de março de 2016

10 atitudes para enfrentar o desemprego

Na hora em que as pessoas estão desempregadas, bate o desespero e a sensação de que não há mais nenhuma opção na sua vida. É necessário serenidade e tranquilidade nesse momento para enxergar as oportunidades, e criar alternativas para enfrentar a má fase (às vezes nem é má, é apenas nova), e partir para ações objetivas e práticas. Confira dez dicas valiosas do educador financeiro Reinaldo Domingos:

Pagar dívidas imediatamente? – caso perca o emprego, qual deve ser a primeira ação? Se estiver endividado, por mais que pareça correto querer quitá-las com o dinheiro do fundo de garantia, isso pode ser um erro, pois, se usar muito deste dinheiro, estará sob o risco de ficar sem receitas para cobrir gastos à frente. Então, planeje-se melhor em relação a esses valores antes de qualquer medida.

Crie uma reserva emergencial – o desempregado tem de ter dinheiro guardado, para as despesas, mas, eventualmente, para investir também num curso e retomar a carreira. A primeira medida a ser tomada é reter os valores ganhos de fundo de garantia, seguro desemprego e férias vencidas. Esse dinheiro só deverá ser mexido após ser estabelecida uma estratégia.

Analise sua realidade – é fundamental que tenha total domínio de seus números nesse momento, portanto, se deve saber o valor que possui guardado e somar com o que será ganho. Também deverá fazer um levantamento de todos os gastos mensais, minuciosamente, desde cafezinho até parcela da casa própria, nada deve passar despercebido. Em caso de dívidas e parcelamentos, esses devem ser também somados.

Congele ferramentas de crédito – cartões de crédito, cheque especial, cartão de lojas e outras ferramentas de crédito fácil devem ser prioritariamente esquecidas de sua vida; evite mesmo em caso de emergência, pois, caso não consiga pagar esses valores, os juros serão exorbitantes, criando um caminho de difícil volta.

Faça uma faxina financeira – o que realmente é prioridade para a sua vida? Pense muito bem nessa questão, pois chegou a hora de cortar muitos gastos que não agregam à vida. Gastos que devem ser repensados pode ser de TV a cabo, celulares e smartphones, balada e ida a restaurantes, água e energia e outros pequenos gastos. Priorize o que é realmente é fundamental nesse período.

Mude seu padrão de vida – sei que pode parecer difícil, pois já se acostumou com um monte de regalias, mas é hora de reestruturação, e não de manter a pose. Nos momentos de dificuldade, a humildade é um diferencial. Então, o primeiro passo para mudar sua realidade é aceitar que seu padrão de vida mudou, e não viver de aparências.

Negocie as dívidas – ainda falando de humildade, chegou a hora de buscar os credores e ser o mais franco possível, mostrar que não quer se tornar inadimplente, mas que também não possui condições de pagamento, buscando assim diminuir os juros e esticar os débitos. Lembrando sempre de priorizar dívidas com juros mais altos e com bens de valor como garantia.

Fuja dos exploradores – infelizmente, por mais que seu momento seja de desespero, existem pessoas mal-intencionadas prontas para se aproveitarem dos seus temores. Não permita abusos; muitos tentarão tirar proveito de sua fraqueza para tentar obter vantagens. Evite promessas e garantias descabidas. Às vezes, é melhor estar com o nome sujo do que ser explorado pelas pessoas.

Busque fazer bicos – por mais que não seja em sua área de atuação, busque fontes alternativas de ganhos. Chegou a hora de deixar o orgulho de lado e buscar garantir um mínimo de renda, por mais que não seja em sua área de atuação.

Levanta e sacode a poeira – agora é hora de buscar o mais rápido possível a recolocação profissional. Use seu network, se posicione como alguém que está à espera de oportunidades no mercado. Lembre-se, as oportunidades geralmente aparecem para quem está atrás dela. Esqueça o desânimo, levante a cabeça e olhe para o futuro.

Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor do best-seller Terapia Financeira, do lançamento Mesada não é só dinheiro, e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil.

terça-feira, 15 de março de 2016

Os Sete erros mais comuns no CV


Você sabe o que pode e o que não pode ter no seu currículo? Pode colocar foto? Quantas páginas o CV deve ter? Eu devo ser detalhista na descrição de todas as minhas atividades? reproduzo aqui algumas questões levantadas pelo diretor de recrutamento da STATO, Paulo Dias, que listou os erros mais comuns de quem faz e apresenta seus currículos e nos passa dicas sobre como evitá-los. Confira:

1. Falta ou excesso de dados pessoais
Um entrevistador perde muito tempo e consequentemente o interesse quando recebe um currículo e não encontra de primeira, informações importantes como idade, contatos e endereço residencial. “Um bom currículo sempre tem essas informações claras e logo no início”. Agora, o que realmente deve ser evitado é colocar fotos e o número do CPF ou RG, por exemplo. “Esses dados são totalmente desnecessários, a não ser que seja solicitado pelo recrutador”, avalia Dias.

2 Mentir? Nunca!
Mentir no currículo é a pior coisa a ser feita. Se você não fala inglês fluentemente, não escreva isso. Seja transparente, pois se seu currículo for selecionado, a mentira pode cair por terra na entrevista. E será muito pior, acredite.

3 Atenção à gramática
Todo cuidado é pouco. O currículo será a primeira impressão que ficará sobre você. Passar o corretor ortográfico é fundamental, mas fique atento ao que você escreve. “Evite passar a imagem de descuidado, revisando seu currículo antes de enviá-lo”. Pedir ajuda a um colega nesse momento também é válido. “Outra pessoa pode perceber erros e te dar dicas de coisas que você não havia se atentado”.

4 Formatação – Não exagere
Formatações criativas e extravagantes podem confundir o recrutador. Opte pelas fontes clássicas como Times New Roman e Arial, em tamanho legível e na cor preta. “Usar negrito, itálico ou sublinhado também é permitido, principalmente para destacar títulos, empresas e cargos ocupados”.

5 Informações claras e objetivas
Deixe claro o objetivo profissional, o nível de experiência e a área em que deseja atuar. Não se esqueça de inserir uma breve descrição de suas experiências e de mencionar todos os cargos ocupados em cada passagem profissional. No entanto, não se prolongue demais para descrever suas funções exercidas. “O entrevistador avaliará sua capacidade de sintetizar sua experiência em poucas linhas”.

6 Discutir remuneração na hora certa
Incluir a pretensão salarial no currículo também não pega bem. A remuneração é assunto para ser discutido em entrevista e não para ser estampado no currículo. Coloque apenas se for solicitado pelo recrutador. Ainda assim, procure colocar sua última remuneração (caso tenha) como referência.

7 Tamanho exagerado
O currículo com uma página é o suficiente para um candidato em início de carreira. No caso de profissionais mais experientes, o ideal seria entre duas a três páginas. Currículos muito longos e prolixos dificultam a localização de informações importantes.

                                                         
Sobre a STATO

A STATO  é uma consultoria especializada em recrutamento de executivos, desenvolvimento organizacional e transição de carreira/outplacement. A STATO atua em todas as etapas do ciclo dos profissionais nas empresas identificando, desenvolvendo e apoiando pessoas para o sucesso dos profissionais e das organizações. A empresa conta com especialistas em assuntos relacionados à carreira, seja do ponto de vista das organizações ou dos indivíduos. 
Mais informações: http://www.statobr.com/ 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Bater panela na janela pode resolver os problemas de um país do tamanho do Brasil?

Compartilho o oportuno artigo de Marc Tawil (@marctawil), sobre os costumeiros panelaços no Brasil, incluindo o mais recente, dessa terça-feira à noite. Confira:

Aconteceu de novo. Durante o programa partidário do Partido dos Trabalhadores, ontem, por volta das 20h30, uma multidão indignada foi à janela bater panelas e gritar palavras de ordem contra Dilma Rousseff, seu predecessor Luiz Inácio Lula da Silva, e o PT. A queixa ruidosa, legítima e democrática, aconteceu em dezenas de bairros, nos quatro cantos do País.

Era, é bem verdade, a crônica de um barulho anunciado.

Assim que se soube que Lula participaria do programa, a internet se encarregou de organizar o protesto, fosse pelas redes sociais, WhatsApp ou e-mails.

Na zona oeste paulistana, nessa mesma hora, tentando fazer a minha filha de dois anos dormir, me questionei – como fiz em outros panelaços – se este tipo de manifestação realmente tem algum efeito prático.

Como essa bateção de panelas ecoa nos corredores do Palácio do Planalto? Algum político se sensibiliza realmente com este tipo de sinal? Qual a consequência efetiva desse movimento todo?

Quem protesta diz que a manifestação é pacífica e, embora seja individual, contagia e leva à ação coletiva no médio e no longo prazo.

Quem critica os paneleiros ressalta a comodidade de quem não se dá ao trabalho de sair às ruas e uma elitização ou “gourmetização” dos protestos.

O panelaço, que ganhou força em 8 de março do ano passado, Dia Internacional da Mulher, quando Dilma Rousseff foi à TV, em rede nacional, fez pelo menos uma vítima: a própria presidente, que desde então decidiu aparecer bem menos – e basicamente tem-se pronunciado à massa via internet.

Aumentou, ainda, o engajamento de personalidades às causas da oposição.

Ontem, diga-se, Dilma também foi ausência sentida no programa do PT. Mas isso é outra conversa.

É inegável que estamos diante de um novo fenômeno social e, como tal, não se pode dimensionar hoje como vão reverberar os protestos no futuro.

Meu ponto, como está no título, é: bater panela na janela pode resolver os problemas de um país do tamanho do Brasil? Apesar de não ter ajudado a eleger o governo que aí está, acredito que, da forma como o panelaço acontece, não. Bater panela ainda é menos efetivo que fiscalizar vereadores, denunciar desvios em órgãos competentes, entrar com representações na Justiça, ajudar uma ONG e, claro, resolver essa questão nas urnas.

Porém, como também disse lá em cima, é legítimo e democrático.

Há três anos, quando milhões de brasileiros estiveram nas ruas no histórico junho 2013, a chama da mudança estava altíssima. O “gigante despertara”. Mas...

Além de uma recessão profunda, desemprego em alta, embates políticos, 23 fases da Lava-Jato, um Eduardo Cunha incaível no Congresso, e uma inflação de dois dígitos, o que mudou de lá para cá? Nosso lampejo de Primavera Árabe resultou em quê?

Paneladas históricas

Embora nossa memória insista em nos sugerir que as panelas estridentes nasceram nos cacerolazos argentinos, a partir de 1996, a bateção começou bem antes, em 1971, no Chile, com a Marcha das Panelas Vazias, realizada contra Salvador Allende.

Radicado em Buenos Aires, Ariel Palácios, correspondente de O Estado de S. Paulo e do canal GloboNews, viu de perto os cacerolazos.

Lá, diz ele, também existe a modalidade “panelaço de varanda”, mas há maior politização por parte dos envolvidos. “As pessoas sabem exatamente por que estão protestando. Não tem oba-oba”, diz o jornalista.

Já aqui...

Artigo de Marc Tawil - Creative Director and General Manager at Dialoog Comunicação

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Adaptar-se às pessoas é chave de sucesso para motivar

Um dos aspectos essenciais para se alcançar o sucesso é a motivação. Esse termo, que se aplica em diversas esferas, necessita ser compreendido para tornar-se um trunfo nas relações sociais e profissionais. Mas, afinal, como realmente motivar pessoas dentro das organizações?

A resposta não é tão simples quanto parece, mas o que posso afirmar é que por trás de uma equipe motivada existe um líder adaptágil. A Liderança AdaptÁgil consiste em compreender os diferentes perfis dos membros da equipe, conseguindo se adequar e extraindo a melhor performance de cada um deles. Além disso, esse tipo de liderança entende que o mundo e o ambiente estão em constante transformação, por isso, é tão importante adaptar a visão e a comunicação de acordo com a personalidade de cada pessoa.

A motivação (motivo + ação) tem um combustível próprio e ele se chama “emoções”. Em alguns casos, o que sentimos em relação a determinado fato, nos move ou nos paralisa. Devido estar diante de pessoas com perfis comportamentais diferentes, necessita-se saber como emocionar os funcionários para transformar os sentimentos em ação, o que levaria a mobilizá-los. Um líder mais próximo de sua equipe pode despertar um conhecimento maior sobre seus liderados, permitindo identificar qual a melhor forma de motivar cada um.

O colaborar com perfil de dominância, por exemplo, é estimulado por: ter controle dos projetos, receber instruções gerais (sem muitas explicações), encarar atividades desafiadoras e por ter autoridade sobre o time quando se é delegado alguma demanda em grupo.

Já aquele mais influente é motivado quando o líder o permite trabalhar em seu próprio ritmo ou quando ouve frases motivadoras. Além disso, proporcionar ocasiões em que ele possa utilizar suas habilidades verbais é uma ótima maneira de agradá-lo, assim como concedendo incentivos financeiros.

O perfil de “estabilidade” requer uma posição mais cautelosa. Para motivá-lo, seja gentil, dê instruções claras sobre o que precisa ser feito e elogie a sua forma de trabalho. Proporcione bastante tempo para que ele cumpra suas tarefas e o coloque para trabalhar em pequenos times.
Existem também pessoas mais regradas, na qual chamo de perfil de “conformidade”. São várias as maneiras de motivar esse perfil como: falando de forma mais moderada e ressaltando a importância de suas habilidades na realização de projetos bem-sucedidos. Mostre a esse tipo de personalidade o que se espera dele e, sempre que puder, envie instruções antecipadas e detalhadas sobre atividades a serem desempenhadas.

A motivação é peça chave para a gestão do líder ou, até mesmo, de quem almeja atingir essa posição. No livro “Flaps! 6 passos para acelerar resultados e decolar sua carreira com a Liderança AdaptÁgil”, eu ensino muito mais sobre aspectos motivacionais e sobre o desafio de motivar pessoas com diferentes perfis, histórias e sonhos.

Ter pessoas motivadas ao seu lado significa ter um time produtivo e um ambiente harmônico. Portanto, motivar o time a partir da Liderança Adaptágil não é uma escolha, mas sim uma regra para líderes de sucesso, que desejam garantir o equilíbrio e a alta performance da sua equipe.

João Marcelo Furlan é presidente da Enora Leaders, empresa de educação corporativa especializada em aceleração de resultados e diretor de regionais da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). Autor do livro Flaps! 6 passos para acelerar resultados e decolar sua  carreira com a Liderança AdaptÁgil, da DVS Editora, Furlan já formou mais de 3 mil líderes ao longo dos últimos anos.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Acerte sua cor para 2016, saia do vermelho e fique no azul

Fim de ano é tempo de ganhos e gastos extras. A euforia das comemorações, o desejo de presentear parentes e amigos e o sonho de viajar para o merecido descanso podem ser comprometidos quando falta planejamento financeiro para essas despesas e para aquelas que chegam junto com o ano novo – IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, entre outras.

Por isso, esse é o período ideal para promover uma “faxina” financeira no orçamento, com o objetivo de diagnosticar a atual situação das contas e decidir o que fazer com o décimo terceiro salário.
O ideal é que esse benefício chegasse como um bônus para realização de satisfações pessoais, como um presente. No entanto, desde 1962, quando foi criado esse benefício extra, muita gente o aguarda ansiosamente para cobrir o desequilíbrio financeiro. Há quem recorra aos bancos que oferecem antecipação desse recurso como uma forma de empréstimo para quitar dívidas ou amenizá-las.

Pagar dívida com o 13º salário é combater o efeito do problema financeiro. Com essa atitude, só estará mascarando o real e verdadeiro problema - a ausência de educação financeira em toda família. O endividamento é um problema que tem de ser resolvido com o próprio salário. Ou seja, com a redução nos gastos. É muito provável que pessoas que estejam nessa situação não estejam respeitando o próprio padrão de vida.

Só sabe quanto pode gastar, sem ficar no vermelho, quem sabe exatamente quanto entra e quanto sai do bolso mensalmente. E, com base nisso, define quanto e com o que pode gastar. Mesmo quando é necessário entrar em um financiamento para a realização de determinados sonhos que não são acessíveis de outra forma, é importante avaliar se as parcelas, de fato, caberão no orçamento, levando em conta todas as outras despesas e demais sonhos de curto, médio e longo prazos.

Portanto, antes de ir compulsivamente às compras de fim de ano, faça um diagnóstico da sua situação financeira. Relacione todas as despesas fixas e variáveis para descobrir o comprometimento dos seus ganhos com as dívidas. Investigue para onde está indo cada centavo dos seus ganhos. Só assim conseguirá saber quais são os gastos supérfluos que podem ser eliminados. Verifique se está endividado, ou seja, se já tem mais despesas do que seu bolso suporta. Certifique-se de que, mesmo estando no azul, de que vai conseguir pagar as compras que pretende fazer nesse final de ano, cujas parcelas que se arrastarão pelo ano seguinte, somando-se aos gastos extras com impostos e escola.

Faça escolhas que estejam dentro do seu padrão de vida. Se as condições não permitem, procure outras opções mais prazerosas e de menor valor. O ideal é não se endividar com compras e viagens de final de ano. Pesquise os melhores preços de presentes e itens da ceia e das festas, e experimente estipular um valor máximo a gastar com cada item e peça desconto, sempre.

Felizmente, nem todos estão endividados. Quem está numa situação mais confortável, de equilíbrio financeiro, mas ainda não tem o hábito de poupar pode aproveitar o décimo terceiro para iniciar uma reserva e manter essa prática de poupar.

Para quem já tem perfil investidor, o décimo terceiro é oportunidade para incrementar o investimento. 50% pode ser destinado para alguma aplicação que a pessoa já possua e outros 50% pode servir para planejar um salto em direção à sua independência financeira, investindo, por exemplo, em previdência privada.

E lembre-se: fim de ano também é tempo de fazer planos para o futuro. Aproveite para reunir a família, inclusive as crianças, para conversar sobre o que querem realizar nos próximos anos. Definam três sonhos prioritários que tenham diferentes prazos a serem realizados - curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo (acima de dez anos). Esse será um fator de motivação para ajustar e conduzir o orçamento familiar.

Seja qual for o perfil do leitor, desejo que 2016 seja azul para todos.

Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP, autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


13 orientações para fazer de 2016 o ano da educação financeira

Ano novo com muito dinheiro no bolso, saúde financeira para dar e vender! O maior desafio para milhões de brasileiros é começar o ano sem problemas financeiros. Mas, como fazer de forma diferente? Para responder a esta pergunta, Reinaldo Domingos, autor do best-seller Terapia Financeira (Editora DSOP), desenvolveu algumas orientações práticas para você e sua família:

1. Registre mês a mês numa agenda, caderno ou de forma eletrônica os compromissos que ocorrerão em 2016 (aniversários, datas comemorativas como: Dia das Mães, Dos Namorados, Dos Pais, Das Crianças, além de compromissos como IPVA, IPTU, matrícula e material , etc.);

2. Para cada evento é preciso registrar o valor de intenção do investimento e gasto;

3. Se tiver prestações já assumidas, você deverá registrar, também, nos respectivos meses;

4. No começo do ano faça reuniões com a família, inclusive as crianças e converse sobre os sonhos realizados e os sonhos que querem realizar neste novo ano e também nos próximos;

5. Para cada sonho e desejo é preciso que seja registrado o quanto custa, o quanto será guardado e em quanto tempo será realizado;

6. Ter no mínimo três sonhos para cada membro da família (curto até um ano, médio até dez anos e de longo, acima de dez anos). Para as crianças sonhos têm o tempo diferente: curto até um mês, médio até seis meses e longo, até umano;

7. Nas famílias brasileiras, em pesquisas já realizadas, foi constatado que existem excessos de despesas em média de 20% (energia elétrica, água, alimentação, telefone, etc.), é preciso realizar um diagnóstico financeiro minucioso por categoria de despesa pelo período de 30 dias, incluindo até mesmo o cafezinho e as gorjetas. É desse forma que você descobrirá para onde está indo cada centavo de  seu dinheiro;

8. Elabore um orçamento financeiro diferente dos últimos anos, este deverá ter a seguinte composição: Ganho (-), Sonhos e (-) Despesas, priorizar os sonhos antes das despesas é o segredo para realizá-los;

9. Para que a realização dos sonhos seja possível, é preciso poupar (guardar dinheiro)para cada um, respeitando o tempo estipulado;

10. Tenha bem claro aonde investir o dinheiro para a realização dos sonhos (curto prazo -  na caderneta de poupança; médio prazo - CDB, Tesouro Direto, fundos de investimentos, e longo prazo -  Tesouro Direto, previdência privada e ações);

11. Aprenda a comprar apenas o que é realmente necessário, o consumo consciente é importante para todos, eliminando desperdícios;

12. Ajuste sua vida financeira ao seu real padrão de vida, de nada adianta ter muitas coisas para ostentar se o resultado destas serão dívidas e um futuro incerto. ë preciso ter uma visão clara do que se pode ou não;

13. Se estiver endividado é hora de fazer uma grande faxina financeira e buscar a causa do problema, nada de sair renegociando com credor sem antes descobrir  porque você gasta mais do que recebe, retomar as rédeas de sua vida financeira por meio da reeducação financeira é o grande segredo para iniciar um novo anosustentável financeiramente.


Comece 2016 conhecendo o número para a aposentadoria sustentável financeiramente

Na nova edição do best-seller Terapia Financeira (Editora DSOP), o educador financeiro Reinaldo Domingos responde uma pergunta que muda a vida das pessoas - qual o número da sua independência financeira?

Isso porque a maioria das pessoas nunca parou para pensar em relação a esse tema, e quando conseguem poupar, fazem isso desordenadamente, ficando com um futuro um tanto quanto incerto. Já outras pessoas estabelecem um número qualquer que acreditam ser o ideal e buscam sem nenhuma lógica.

Para reverter esta situação o autor colocou na obra, a Fórmula DSOP de Educação Financeira. "Na visão que defendo primeiro se deve encontrar o número que se pretende atingir e a data desejada se tornar independente, isto é, a partir desse momento a pessoa trabalhará apenas por prazer, pois seus rendimentos são o bastante para manter o padrão de vida e ainda continuará rendendo", explica o criador da Metodologia DSOP, ReinaldoDomingos.

Para ele o número que a pessoa deverá ter guardado mensalmente terá que proporcionar um ganho mensal do dobro do seu atual padrão de vida, podendo sacar apenas 50% destes juros mensalmente e guardando o restante como reserva acumulada.

Assim, a Fórmula DSOP consiste em obter dados pessoais como a idade desejadapara se aposentar e o ganho atual – fatores imprescindíveis para encontrar o númerodesejado, acumulando uma reserva financeira de, no mínimo, duas vezes o padrão de vida.

Assim se multiplica a idade do sonho da aposentadoria com o ganho no últimoano, de posse do resultado deverá multiplicá-lo por 40%, obtendo o valor que deverá ter paraaposentadoria, em uma aplicação com rendimento mensal com juros de 0,65% ao mês.

Para chegar a esse valor utilizei um percentual na conta de 40%, conforme mostrei acima, mas, alerto que nos casos em que as taxas de juros mensais praticadas no mercado forem menores de 50%, o percentual de 40% deverá ser aumentado. Parapreencher mais facilmente essa Fórmula a DSOP disponibiliza gratuitamente uma planilha no site www.dsop.com.br.

Simples? Pode ser no papel, mas na prática as pessoas tem que ter muito claro este objetivo e se preocupar com outras questões dentre as quais os investimentos devem estar em uma aplicação que nunca tenham rentabilidade de menos de 0,5% ao mês.

"Disponibilizei esta fórmula para que com isso possamos atingir nossa missão que é disseminar a educação financeira no Brasil e no mundo, assim, nada mais justo do que possibilitar às pessoas o acesso a essas informações", complementa Domingos, que acrescenta que a utilização dessa Fórmula já possibilitou a muitas pessoas a oportunidade de mudar suas realizadas e serem muito mais felizes.


Como controlar as finanças em 2016

Para ter dinheiro no bolso e se preparar para realizar os objetivos definidos para 2016, planejamento financeiro ainda é mais garantido do que simpatia. O educador financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro Terapia Financeira (Editora DSOP), preparou orientações aos brasileiros que querem passar longe da onda de endividamento. São orientações para quem quer quitar dívidas, curtir as férias sem comprometer os recursos para as despesas típicas do início doano – IPVA, IPTU, matrícula e material escolar - e ainda poupar.

•  Para não extrapolar as despesas e garantir recursos para 2016
Evitar compras por impulso: os consumidores devem se fazer algumas perguntas antes de comprar - Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima? Se não comprar isso hoje, o que acontecerá? Tenho dinheiro para comprar à vista? Se comprar a prazo, terei o valor das parcelas? O acúmulo de parcelas coloca em risco a realização dos sonhos que foram priorizados com a família?

Planejamento financeiro de 2016: é fundamental evitar parcelamentos das compras. Porém, se for inevitável, faça uma planilha em que o valor já comprometido esteja previsto nos meses correspondentes. Sem esse controle, é certo o acúmulo de dívidas e o risco da inadimplência. É assim que inicia-se o ciclo de endividamento que afasta a realização daquilo que realmente traz satisfação e agrega valor à vida das pessoas. Por isso, reúna-se com a família para definir os desejos de curto (um anos), médio (até cinco anos) e longo (mais de 10 anos) prazos  ou aqueles que se pretende em realizar em 2016 e incorpore o valor mensal necessário para a realização dos mesmos no orçamento mensal do próximo ano. Subtraia o valor desses sonhos da receita. O saldo restante é o orçamento para as demais despesas mensais.

•  Para economizar e poupar sempre
Pesquisar preço e comprar à vista: Tudo que se compra em prestações paga-se mais caro. Já quem pesquisa o melhor preço paga menos e aumenta a chance de comprar à vista e obter desconto.

Pedir desconto: Se um produto custa mil reais e pode ser parcelado em 10 vezes de 100 reais, certamente à vista custará de 10% a 20% menos.

Reter 10% dos rendimentos: para começar a construir a independência financeira, deve-se guardar 10% do que ganha. Com o tempo, pode-se partir para um plano de previdência privada para complementar o INSS.

Para ficar livre das dívidas

Qualquer que seja a dívida, o consumidor deve investigar o que está levando ele a gastar mais do que ganha, somando dívidas que não consegue pagar e que roubam recursos que deveriam ser destinados para a realização de sonhos. Fazer acordos para pagamentos de dívidas sem antes saber qual é a real capacidade de pagamento, sem cortar excessos, sem ajustar o orçamento ao verdadeiro padrão de vida é um grande risco, além de uma medida paliativa que apenas adia a solução da causa do problema.

Abaixo, algumas medidas para ajudar a quitar dívidas e reequilibrar as finanças.

Cheque especial – cheque especial é uma das mais altas taxas de juros praticadas no mundo. Procure o gerente da conta e proponha imediato cancelamento dessa linha de crédito, mesmo que esteja utilizando. Proponha troca por uma linha de crédito que não ultrapasse 3% de juros mensais. Caso esteja pagando 100 reais de juros ao mês, proponha um parcelamento do mesmo valor, com prazo alongado. Isto fará com que não tenha mais que pagar juros mensais de 10% - isso faz sua dívida dobrar a cada 7 meses. Caso o gerente não aceite, o melhor a fazer é poupar para uma futura negociação.

Cartão de crédito – busque negociação com operadora do cartão ou banco. Proponha um parcelamento com juros que não ultrapassem 3% ao mês, e que estas prestações caibam no orçamento financeiro mensal. Caso a operadora ou banco não aceitem, não faça acordos que não conseguirá cumprir. Mesmo que o nome seja negativado, guarde dinheiro mensalmente para uma futura negociação. Outra estratégia é buscar crédito com taxas mais baixas como, por exemplo, o crédito consignado. Mas atenção: não resolve trocar um credor por outro, é preciso resolver e atacar a verdadeira causa do desequilíbrio financeiro.

Financiamento de casa – Para a maioria dos brasileiros a compra da casa própria é um sonho que só é possível realizar adquirindo uma dívida – o financiamento imobiliário. Em boa parte dos casos, o que impede o pagamento das prestações da casa são os gastos supérfluos. Se está difícil pagar as prestações, o melhor a fazer, além de cortar excessos de gastos, é procurar a financiadora e propor um alongamento da dívida, adequando a prestação à real capacidade de pagamento. Caso não consiga a renegociação, estude a possibilidade de trocar esse imóvel por um de preço inferior.

Carro  -  um veículo não é investimento e, sim, um bem de consumo. A prestação em si nem sempre é o motivo da dificuldade de custear esse bem - embora aofinal do financiamento a pessoa tenha pagado por dois veículos e levado apenas um. O verdadeiro problema está na manutenção do veículo, cujo custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro. A manutenção de um veículo de 20 mil reais, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais - gasolina, seguro, licenciamento, IPVA, entre outros. Portanto, é importante analisar o custo-benefício da compra do veículo. Se tê-lo é uma necessidade e está difícil pagar é melhor rever o orçamento e tentar renegociar o prazo da dívida com prestações que realmente caibam no bolso, considerando todas as demais despesas já assumidas. Se a renegociação também não for possível, o melhor é buscar um advogado e providenciar a devolução do veículo.

Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Presidente da Abefin (Associação Brasileira dos Educadores Financeiros), autor dos livros Terapia Financeira, Eu Mereço Ter Dinheiro, Livre-se das Dívidas, Ter Dinheiro Não Tem Segredo, das coleções infantis O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro, além da coleção didática de educação financeira para o Ensino Básico, adotada em diversas escolas do país.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

A nossa imagem nas Redes Sociais

Muito se fala no poder de destruição e desconstrução da imagem de alguém nas redes sociais. Na
verdade, até antes, na Internet, a identidade de alguém poderia ser atingida e/ou arruinada por hackers e/ou pela própria mídia. Com a inserção das redes sociais, o uso para esses fins está ao acesso também dos usuários, que não precisam ser profissionais de tecnologia ou comunicação para expor alguém, ou a si próprio, seja para causar prejuízos ou benefícios.

Mas existe o outro lado da moeda: a capacidade de promoção ou autopromoção proporcionada pelas redes sociais. Esse é um exercício de observação e que conduz a uma experiência que permite associar a sedução da visibilidade às características comportamentais e psicossomáticas. Nas redes sociais, podemos criar um “avatar” de nós mesmos, um personagem, assumir outra personalidade, mudar ou criar outra face de identidade.

Magicamente todos somos lindos, respiramos generosidade, pregamos justiça, somos guardiões da moral, odiamos hipocrisia e afloramos nosso senso de cidadania ao extremos. Puro amor e lealdade. Repudiamos a corrupção, abolimos o preconceito e estampamos mensagens motivacionais e de autoestima. Exemplo de respeito ao próximo. Somos a caricatura da perfeição, do nosso melhor fomentado por curtidas e compartilhamentos.

Nos recriamos e temos vida própria nas redes sociais. Podemos usar as tecnologias a nosso favor, sendo nosso maior trunfo. Ou nossa maior cilada. E nessa hora, podemos notar que jornalismo e marketing são áreas que dialogam no cenário das redes sociais, esse resultado de tecnologias digitais, de relacionamento e de conteúdo. Espaço adequado e promissor para o marketing pessoal. Independente da categorização de Marketing, lembramos um dos conceitos do “pai” do Marketing, Phillip Kottler, “Marketing é o conjunto de atividades humanas que tem por objetivo facilitar e consumar relações de troca.”. Já Raimar Richer caracteriza Marketing como “as atividades sistemáticas de uma organização humana, voltada para a busca e realização de trocas com seu meio ambiente, visando benefícios específicos.”. Importante destacar que, no caso das redes sociais, os benefícios principais são o capital social e humano entendidos como investimento nas relações pessoais e profissionais.

 Produtores de conteúdo

 Na nossa página ou redes, somos (re)produtores de notícias e/ou fatos. Podemos fazer uma alusão à realidade do usuário de redes sociais ao trabalho dos jornalistas no que tange ao processo de busca e construção de notícias.  O internauta compartilha o conteúdo que considera importante conforme os próprios valores e que se afine com o seu senso de razão (nesse caso, diante da variedade de assuntos, atua como produtor selecionando temas para a pauta. A origem desse conteúdo, seja uma amostra do campo pessoal ou um link oriundo de outro portal, também é uma escolha estabelecida pelo proprietário da conta (no papel de editor classificando os temas e as abordagens, numa ação que remete a distribuição em editorias). Ao divulgar, opinião, imagens, links emite o conteúdo que gerou para a sua rede de conexões. Esse conceito de redes sociais permite compreender que cada conta ou página é uma mídia portadora de informações produzidas pelo dono/usuário/administrador. Nesse cenário, podemos relacionar a aplicação da Teoria do Gatekeeper, que pressupõe que as notícias são como são porque os jornalistas assim as determinam, ou seja, nas redes sociais as notícias ou conteúdos são como são porque o proprietário determinou, atuando como editor na definição e posterior apresentação da pauta.

É possível verificar a mudança do público, que migra de um comportamento passivo, que consumia mídias profissionais, para um comportamento ativo que, além de decidir o que quer, cria conteúdo através da sua percepção.

Outro fator que contribui para essa mudança de perfil é a inserção dos novos mecanismos digitais resultantes das conquistas tecnológicas, como por exemplo, o celular e sua evolução. Com a possibilidade de acessar à internet pelos dispositivos móveis, além dos recursos de foto e vídeo que permitem lançamento instantâneo nas redes sociais, muitas vezes o internauta acaba divulgando antes mesmo dos profissionais da mídia um fato de relevância social devido à capacitação tecnológica em equipamentos e sistemas. O cidadão, ao presenciar um fato, pode registrar por um dispositivo móvel e colocar na sua mídia, acaba informando antes da emissora de jornalismo que não estava no momento e que acaba utilizando imagens ou vídeos capturados pelo internauta. Esse é o um novo conceito da mobilidade que denomina o “consumidor sem limites”, onde ele pode acessar as redes sociais de qualquer lugar pelos dispositivos mobiles e ser um produtor de notícias ao captar em tempo real e compartilhar na rede.

No livro Redes Sociais na Internet, de Raquel Recuero, ela afirma que “ Como as redes sociais na Internet ampliaram as possibilidades de conexões, aumentaram também a capacidade de difusão de informações que esses grupos tinham. No espaço offline, uma notícia ou informação só se propaga na rede através das conversas entre as pessoas. Nas redes sociais online, essas informações são muito mais amplificadas, reverberadas, discutidas e repassadas.”, reforça o que foi dito acima sobre o novo lugar do consumidor a partir da instantaneidade das redes.

Dessa forma, constatamos o imediatismo do Marketing Digital que é praticado pelo consumidor sem uma noção clara de que ao compartilhar imagens, preferências e opiniões está transmitindo um conceito de si mesmo construído por ele. É o que fica claro na afirmação de Claudio Torres, no livro A Bíblia do Marketing Digital : “O Marketing Digital está se tornando cada dia mais importante para os negócios e para as empresas”. Não é uma questão de tecnologia, mas uma mudança no comportamento do consumidor, que está utilizando cada vez mais a Internet como meio de comunicação, relacionamento e entretenimento.”

Uma versão editada de nós mesmos

Templo de felicidade. Benevolência à flor da pele. Todos amam os  animais e são defensores da sustentabilidade.  Eventos badalados. Churrascos de picanha. Brindes ao amor. Temos e somos os melhores amigos. Beleza é requisito básico: se não a tenho, a combinação entre a maquiagem, o filtro e o ângulo vão colaborar.  Selfie em frente ao espelho com roupa colada para exibir o corpo que a sociedade venera. Selfie com gente para socializar, o verbo da moda. Selfie em lugares lindos, loucos, inusitados para passar versatilidade. Selfie para mostrar, dizer, transmitir, confundir, elucidar. Selfie para ostentar em várias óticas.

Minha rede, meu conteúdo, minha realidade. Coloco o que quero ser, como quero ser. Eu me crio, recrio, invento, reinvento. Sou o meu melhor. Meus pensamentos são divinos. Ser do bem é legal. Na minha solidão, me transmuto no personagem que julgo ser perfeito. Ou sou aquele com todas imperfeições que a realidade me obriga a guardar nos escombros do meu eu.

Engraçado e paranoico. Positivo e negativo. Verdadeiro e falso. Ilusão e realidade. Dois polos. Dois pesos. Duas medidas. A escolha de como decidimos nos revelar vai contribuir para selar a identidade online e transcender para a offline. Ou vice-versa.

Quantas vezes conhecemos as pessoas que tem uma personalidade e um jeito de ser e verificamos que nas redes se mostram com outro jeito de ser. E aí reside o problema: isso pode ser um aliado ou um tiro no pé, melhor, uma saraivada de tiros pelo corpo todo.

Eis que o Marketing Pessoal que queremos fazer ou fazemos involuntariamente pode nos destacar diante de um grupo, ou conhecidos, nos aferindo poder e reconhecimento dentro de um nicho ou conquistando o lugar de bestialidade humana sendo alvo de risos dos “amigos” do face. Sejam quais forem as intenções e os parâmetros de medida que consideramos importantes, sejam curtidas, compartilhamentos e comentários, alguém vai ser e dar audiência para a sua página, ou para a sua vida virtual.

Podemos alavancar nossa carreira e passar ilesos, não 100%, pois a unanimidade é rara raridade, ou afetar a nossa reputação e imagem por descuidos e excessos de exposição e intimidade que poderiam ser mais bem utilizados se ficassem restritos aos momentos reais e não compartilhados com o mundo. Logo, o que for ser inserido no contexto digital precisa ser pensado antes porque pode refletir negativamente na sua vida pessoal e/ou profissional. Eu não estou fazendo apologia inversa à liberdade de expressão, pois acredito que o espaço deve ser usado conforme o autor deseja, desde que não utilize para ofender, agredir ou promover ações prejudiciais para a sociedade, pois nestes casos já entra uma questão de lei. O cuidado é sempre importante nas relações que construímos, pois muitas vezes, somos os responsáveis pela forma como somos vistos e as consequências podem ser irremediáveis.

Taís Garcia Teixeira é jornalista, professora e mestre em Comunicação e Informação

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

A economia colaborativa do Uber e tantos outros

Como funcionam aplicativos como Uber, Airbnb e MonkeyParking? Quais são as suas vantagens? Esse interessante artigo do blog SOFTONIC esclarece um pouco mais sobre a economia colaborativa, confira:

Você tem uma entrevista de emprego, mas o despertador não tocou e você está atrasado. O ônibus não passa, não há táxis ao redor e é preciso economizar 40 reais porque este mês você não tem dinheiro. Por que não descolar um carro com o Uber?

Ou ainda: você trabalha como freelancer e está numa fase de vacas magras. As contas e o aluguel, no entanto, continuam o mesmo. Em casa, você tem um quarto disponível com uma cama agradável que você nunca usa, a não ser quando recebe convidados.

Gostaria de alugá-lo por um fim de semana para voltar a ter uma graninha? Você já pensou em usar o Airbnb?

Uber, Airbnb, MonkeyParking, BlaBlaCar, TaskRabbit, EatWith e muitos outros constituem um novo sistema chamado sharing economy (economia colaborativa), baseado em dividir os bens e serviços entre os usuários.

Mas vamos começar direito. Vejamos como estes serviços funcionam, quais são as vantagens e os riscos que você corre.

A roda do consumo colaborativo

Além das definições que podem ser encontradas no Wikipedia, a sharing economy, ou consumo colaborativo em português, é um sistema de troca de bens ou serviços.

Há muitos jeitos diferentes e estruturas, que podem ser com ou sem fins lucrativos, mas os serviços que fazem parte disso têm em comum a troca entre pessoas, por isso falamos em economia peer-to-peer.

Embora seja um fenômeno recente, a coluna de Schumpeter na revista da The Economist remete ao famoso programa de compartilhamento de arquivos, Napster, que inspirou a economia colaborativa, onde um sistema intermedia o contato entre estranhos para partilhar e trocar as coisas.

Como funcionam os apps de economia colaborativa?

Os serviços que compõem a sharing economy são muitos. Os mais famosos são, provavelmente, Uber [Android | iPhone], que com o serviço UberPOP permite aos proprietários de um carro improvisarem como taxistas, e Airbnb [Android | iPhone], que conecta os donos de apartamentos ou locatários com turistas interessados em estadias curtas.

Na verdade, existem muitos outros. Somente para dividir o carro, nós selecionamos oito deles, apenas os mais famosos. Você provavelmente já ouviu falar de BlaBlaCar [Android | iPhone], o aplicativo para viajar em um carro com outras pessoas e dividir as despesas.

O MobyPark serve para alugar o seu estacionamento enquanto você não está usando. O MonkeyParking, no entanto, é um app para vender aquele estacionamento na rua no centro que você lutou para encontrar ou para comprar um debaixo de casa ao voltar do trabalho.

Mas estes serviços não estão limitados à circulação. O TaskRabbit [Android | iPhone] é uma espécie de classificados, que permite colocar seu conhecimento à disposição ou comprar pequenos serviços de seus vizinhos. O Couchsurfing [Android | iPhone] não possui fins lucrativos e serve para oferecer o seu sofá a viajantes de todo o mundo para dormir.

O Fon [Android | iPhone] é uma plataforma para compartilhar sua rede Wi-Fi com os assinantes do serviço e para usar a conexão deles quando, por exemplo, você está viajando e não tem 3G. Com o EatWith você pode acomodar as pessoas em casa para jantar ou sair para comer na casa deles, enquanto no Yerdle você pode se livrar de coisas desnecessárias.

Estes serviços continuam proliferando e a lista pode ser muito longa e atualizada a cada semana. Mas o mais interessante é saber se você deve usá-los e por quê.

Vantagens e desvantagens dos serviços

A essência dos serviços da economia colaborativa é a possibilidade do cidadão comum poupar dinheiro por meio da divisão de gastos e ganhar dinheiro adicional investindo um pouco do tempo ou algumas propriedades.

Como sugere o Country Manager para a Itália do Airbnb, Matteo Stiffanelli, se você tem uma casa que fica vazia por muitos meses, o melhor negócio é alugá-la aos turistas para cobrir os seus custos. E para quem aluga, a vantagem é dormir em outra cidade, a um preço mais barato que um hotel ou uma residência.

Airbnb é uma saída para aumentar a rendaTela do serviço Airbnb

Mas os benefícios não se limitam a uma carteira mais cheia. Segundo Stiffinelli, a economia colaborativa é melhora a eficiência do acesso a bens e serviços, diminui desperdícios e possui valor social. Viajar com Airbnb aumenta a chance de visitar lugares únicos que talvez você não pudesse pagar.

Além de ganhar ou poupar em termos puramente econômicos, você pode até fazer novos amigos em uma viagem no carro com BlaBlaCar, conhecer o seu futuro parceiro enquanto dorme no sofá de uma casa no Couchsurfing, ser introduzido na vida local de Istambul com o Airbnb ou aumentar o seu conhecimento nos cursos da Coursera.

Mas há também os riscos legais que dependem da legislação local. Por exemplo, usar UberPOP como motorista em Milão, Barcelona e outras cidades é ilegal, mas não há problema se você for o passageiro.

Alugar uma casa para menos de 30 dias sem que o proprietário esteja presente é ilegal em Nova Iorque e São Francisco, tanto como não pagar os impostos sobre a propriedade alugada em outros lugares. Mas também com o Airbnb não existem problemas para os consumidores do serviço.

Em alguns casos, a lei se adaptou as novas necessidades criadas pelo consumo colaborativo, como aconteceu em Amsterdã e Hamburgo, onde o aluguel de curto prazo era ilegal, mas agora não é mais.

Você não pode nem subestimar os riscos de fraude inerentes à economia colaborativa. "Um dos problemas fundamentais da sharing economy é a segurança e também é um dos desafios para nós, mas trabalhamos duro para isso", diz Matteo Stiffanelli.

O Airbnb, por exemplo, não tira fotos se a casa é desordenada e, se você receber feedback negativo dos usuários, o serviço dá dicas para melhorar. Mas também existem métodos para se proteger de fraudes.

"As avaliações dos usuários são o fator mais importante", diz Matthew Stiffanelli, "Eu mesmo sou muito seletivo e não reservo se o anfitrião não ter pelo menos 4 estrelas (de 5 estrelas disponíveis)". O mesmo se aplica a todos os serviços da sharing economy.

No entanto, estes serviços têm uma segurança maior que, por exemplo, os clandestinos. "Com o EatWith - diz o Ravi, usuário em San Francisco - existem garantias para os anfitriões que os clientes realmente pagarão quando eles vêm para o jantar, e que o hóspede pode esperar uma refeição de qualidade, já que chef passou pela seleção de candidatos".

Economia alternativa e interativa

Uma das principais diferenças com o consumismo clássico é o fato destes serviços serem baseados em comunidades onlines que interagem e trocam opiniões. O Airbnb não é um site de anúncios e não é um supermercado, é uma comunidade em que a conversa entre as pessoas é essencial, e esta é a sua força.

Assim, além de buscar informações sobre o serviço na rede e sobre as leis do país a respeito dele, o melhor conselho a ter em mente quando você está usando esses aplicativos é de interagir com os membros desta comunidade e criar uma ideia do que você vai encontrar. O resto depende de você também!

Fonte: site SOFTONIC (veja post original aqui)

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Três dicas para manter seu ciclo de caixa no azul

Se eu não consigo receber antes de gastar para produzir, como posso manter um bom ciclo de caixa?
A gestão do ciclo de caixa é fundamental para que as empresas sejam competitivas e garantam a sua sobrevivência. Para que os negócios continuem produzindo e vendendo, é necessário realizar compras de insumos, pagamentos de custos envolvidos nas atividades de produção e prestação de serviços e despesas operacionais e gerais do negócio. Logo, é preciso gerir o fluxo de caixa de forma que sempre haja recursos para que a empresa realize esses pagamentos e garanta a continuidade da operação, isto é, a entrega dos produtos e serviços ofertados aos seus clientes. No mundo de hoje, em que as empresas estão inseridas em um cenário altamente competitivo e que os clientes têm acesso a diversas opções de fornecedores, se torna cada vez mais necessário, para não perder vendas ou para aumentar as suas vendas, que as empresas ofereçam prazo de pagamentos ao mercado. Caso contrário, o cliente irá comprar de seus concorrentes.

Diante deste cenário surge a questão “Como financiar a minha produção e  manter um bom ciclo de caixa se o cliente me paga a prazo?”

O primeiro passo é realizar o planejamento das contas a pagar e das contas a receber com base em projeções dos volumes de vendas, compras, custos de produção, despesas operacionais e, principalmente, os prazos de recebimentos e pagamentos. Após essa etapa, será possível ter conhecimento da necessidade de capital de giro gerada pelo ciclo de caixa do negócio.

A necessidade do capital de giro gerada pelo ciclo de caixa será definida pelo tempo decorrido entre o pagamento aos fornecedores e o recebimento das vendas. Com isso, uma das metas principais será reduzir a diferença entre as datas do ciclo de caixa ou até mesmo receber de seus clientes, mesmo com vendas a prazo, antes de pagar os seus fornecedores. Como conseguir isso?

1) Reduza o prazo do seu estoque

As iniciativas de otimização do ciclo de caixa devem começar com a redução do prazo médio de estoque. Para tal, é necessário realizar melhorias nos processos de compras e produção, com objetivos de determinar volumes adequados fazendo uma melhor previsão de demanda e, consequentemente, reduzir o nível de estoque. Com isso, é possível reduzir o volume de pagamentos dos fornecedores e escoar mais rápido o que foi produzido, de modo antecipar o fluxo de recebimentos.

2) Negocie com fornecedores

Aumentar o prazo médio de pagamento junto aos fornecedores também é de extrema importância para viabilizar prazos mais dilatados nas vendas. Isso será obtido com negociações de prazos de pagamentos com seus fornecedores, por isso é fundamental ter processos bem estruturados e eficiente de cotações e tomada de decisões de compras. Entre as principais práticas para aumentar o poder de barganha, destaco:

– Ter mais um fornecedor para cada insumo com planejamento de volumes por fornecedor, que possibilite condicionar as compras em cada fornecedor com a maiores prazos de pagamento

– Ter equilíbrio na negociação das condições comerciais entre preços e prazos, já que um maior prazo poderá ser mais vantajoso do que um desconto

– Treinamento da equipe de compras de técnicas de negociações e relacionamento com fornecedores.

3) Antecipe seus ganhos

A terceira frente de ação é reduzir o prazo médio de recebimento através de antecipação de recebíveis. Nesse caso, é importante considerar o impacto das despesas financeiras na rentabilidade do negócio e a gestão de relacionamentos junto as instituições financeiras para disponibilidade e aprovação das operações de crédito.

Outras ações recomendadas para de reduzir o prazo de recebimento são: realizar de forma eficiente as atividades de cobranças com o objetivo de diminuir atrasos de pagamentos por parte de clientes e análise de crédito eficiente para evitar perdas por inadimplência.

É muito importante destacar que as ações necessárias para administrar o ciclo de caixa não são de responsabilidade somente da área financeira. As soluções envolverão praticamente todas as áreas da empresa, entre elas Compras, Logística, Produção, Comercial, Recursos Humanos e o Financeiro. Em resumo, para que a sua empresa possa oferecer prazo aos seus clientes sem colocar em risco a sua sobrevivência, destaco as seguintes ações: Planejamento de compras e produção, planejamento de vendas, negociação de prazo com fornecedores, acesso a linhas de antecipação de recebíveis e política de crédito e cobrança.

Fonte: Linkedin

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Entenda o que a baixa auto estima pode fazer com você

Baixa autoestima é muito mais do que insatisfação com você mesmo. É na verdade um sentimento
mais profundo que vai além de não estar bem com seu peso ou sua imagem em algum momento.
BuzzFeed Brasil entrevistou o psiquiatra Fernando Fernandes, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP que afirmou que “a baixa autoestima é um sentimento de menos valia” e que está sempre associada ao sentimento de insegurança. “Quem sofre de baixa autoestima tende a interpretar fatos e sinais de uma maneira ruim e tem uma visão extremamente negativa de si mesmo o tempo todo”, diz.

Baixa autoestima não é uma doença e sim um sentimento, por isso não existe um diagnóstico específico.

Existem indícios de que uma pessoa sofra de baixa autoestima e é muito importante que se fique atento a eles. “É possível identificar por algumas características como atitudes autodepreciativas, comportamentos inseguros, ações que denotem insegurança, principalmente nos relacionamentos interpessoais”, afirma Fernando.

Resumindo, a pessoa que sofre de baixa autoestima dá sinais disso, principalmente quando se vê em meio a outras pessoas, como em um relacionamento afetivo ou trabalho.

A baixa autoestima se torna um problema quando impede qualquer pessoa de fazer algo.

O sentimento passa a ser um problema quando o indivíduo deixar de sair, socializar, namorar e até trabalhar. Para Roberto Rosas Fernandes, da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica, a questão da baixa autoestima é muito mais importante do que as pessoas pensam.

“Em geral usam o termo para falar sobre mudanças físicas, como alterações de peso ou um corte de cabelo”, como se a autoestima fosse uma questão apenas externa. “Mas a pessoa que sofre de baixa autoestima se sente insegura em embarcar em projetos emocionais e profissionais, se tornando incapaz de se lançar para vida”, diz Roberto, em entrevista ao BuzzFeed Brasil.
Segundo ele, evitar ir a uma festa ou não conseguir se aproximar de alguém que te interessa são problemas recorrentes na vida de quem sofre com a baixa autoestima.

Problemas de baixa autoestima podem começar já na infância.

Isso é estudado pela Psicologia do Narcisismo, a área que observa a autoestima, e que conta com diversos estudos. “Alguns deles apontam que uma criança que foi ouvida, teve exemplos positivos e contou com pais que foram empáticos e que entenderam as necessidades dessa criança, provavelmente não se tornou um adulto com questões de baixa autoestima, ou como chamamos, feridas narcísicas”, diz Roberto.

Essa é uma das possibilidades de origem de problemas de baixa autoestima e pode ser resolvida em acompanhamento com psicólogos e psicanalistas.

A baixa autoestima também pode surgir na adolescência e até na vida adulta por conta de padrões inalcançáveis de vida.

Segundo a professora do Instituto de Psicologia da USP, Leila Tardivo, “a autoestima é sim algo que se constrói desde cedo, porém não se pode culpar apenas os pais”. “Durante a adolescência é muito característica a necessidade de pertencimento e na vida adulta também temos que entender que não adianta você tentar seguir padrões estéticos e sociais inalcançáveis”, diz Leila, em entrevista ao BuzzFeed Brasil.

Como um bola de neve de problemas, ela pode virar um quadro de depressão.

Nem todo mundo que sofre de baixa autoestima tem depressão, porém ela pode ser um dos componentes da doença e deve ser observada independente de qual seja o caso.

“As pessoas confundem baixa autoestima com um sentimento de insatisfação. Quando esse descontentamento não está associado a uma coisa específica, como um nariz que incomoda, ou um pequeno sobrepeso, passa a ser um problema grave e pode ser sinal de um quadro depressivo”, diz Fernando.

Leila completa afirmando que “é possível entender a baixa autoestima como um sintoma de depressão quando a pessoa se sente constantemente derrotada, infeliz, e insatisfeita. Esses sentimentos vão piorando a situação porque favorecem ainda mais o fracasso individual”.
Nestes casos, os três profissionais ouvidos pelo BuzzFeed Brasil indicam a busca de auxílio profissional como psicólogos e psiquiatras.

O primeiro passo para melhorar a autoestima é buscar o autoconhecimento.

“Todo investimento que a pessoa fizer em si é muito importante. O indivíduo pode criar sua própria autoestima através de investimentos como o cuidado com corpo, com a alimentação, investimento em educação e bons trabalhos”, aponta Roberto.
É preciso lembrar porém que a baixa autoestima é também uma questão interna. “Não é só uma questão de aparência. Se mudanças como peso e maquiagem ajudarem você a se organizar internamente, ótimo, do contrário só as transformações físicas não vão ajudar”, diz Leila.

Pequenas metas são ideias para melhorar a autoestima.

“Estabelecendo pequenas metas a pessoa passa a desenvolver segurança a medida que consegue ver o desenvolvimento delas. Se por exemplo alguém quer fazer exercícios físicos, pode começar andando uma quadra, na semana seguinte duas, depois de alguns meses começar a correr e assim vai. Cumprir pequenas metas vai gerando um ciclo virtuoso”, afirma Fernando.

Não tem problema se afastar de quem não está te ajudando (ou te puxa para baixo).

Fernando diz ainda que “se cercar de pessoas positivas que veem o lado bom das situações e da sua personalidade é essencial para a melhora da autoestima. E não tem problema bloquear quem te deprecia, que te coloca pra baixo”. E o mesmo vale para ambientes. “Isso não quer dizer ficar recluso, mas sim escolher quem ajuda e não quem critica”, diz.

Caso você conheça alguém que aparenta sofrer de baixa autoestima, seja companheiro e compreensivo.

Leila diz que “não adianta ficar apontando as falhas e defeitos em quem tem baixa autoestima”. Roberto complementa que “um bom vínculo, seja namoro, casamento ou amizade, é essencial para promover o ser humano, portanto é interessante que quem sofra de baixa autoestima tenha suporte de quem está próximo”.

Fernando indica que esse suporte pode ser feito por meio de conselhos e convites. “Se você percebe que um amigo sofre de baixa auto-estima, convide ele para fazer atividades. Se ele quer emagrecer, proponha caminhadas divertidas, se ele quer ganhar mais conhecimento, proponha cursos”, diz. Não pressione, vá junto e dê apoio de forma objetiva. “As pessoas precisam de um estímulo amigo e de um exemplo, muito mais do que falar, é legal ir junto!”, diz Fernando.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Cinco grandes tendências do Marketing Digital

Uma pesquisa realizada pelo IAB Brasil, com a colaboração das principais empresas que compõem o
mercado digital, concluiu que a publicidade online no país deverá crescer 14% e o marketing digital movimentará cerca de R$ 9,5 bilhões este ano.

O que podemos perceber é que mesmo com a economia em crise, com falta de investimento e receita, esse crescimento fortalece ainda mais as empresas pioneiras do setor. Por outro lado, aquelas que ainda buscam investir nessa área acabam enfrentando dificuldades em encontrar o melhor caminho para ter sucesso. Pensando nisso, elaborei esse artigo com cinco tendências do marketing digital que irão fazer com que seu negócio decole:

Humanização do branding: com a ascensão das mídias sociais, as empresas irão perceber que seus clientes desejam interagir com outras pessoas e não com marcas ou empresas. Portanto, aquelas que investirem na humanização de seu atendimento, tendem a desfrutar de maiores taxas de conversão, fidelização, rápido crescimento da audiência e a garantia de clientes mais satisfeitos.

Inbound Marketing: a cada ano esse conceito se torna cada vez mais significativo para as empresas que atuam no segmento online. Este ano, em especial, a tendência é investir ainda mais no inbound marketing pois é uma vertente que permite a personalização, posicionamento e fidelização de forma eficaz. Os blogs corporativos, por exemplo, tendem a elevar sua produção de conteúdo, buscando ser representativos em relação à necessidade de seus consumidores e o reflexo de seus concorrentes.

Links patrocinados: apesar do aumento do inbound e da execução de SEO para o tráfego orgânico, a publicidade paga continuará tendo grande atuação no marketing digital. Os links patrocinados servirão cada vez mais como suporte para a divulgação dos conteúdos publicados nas plataformas, tendo menos expressão como formas principais, mas grande significado quando aplicados paralelos ao marketing de conteúdo.

Vídeos online: considerado uma grande tendência nesses últimos anos, utilizar os vídeos online pode ser uma das melhores estratégias para ter resultados de conversão. Segundo pesquisa da Accenture, o Brasil é o segundo país do mundo com o maior número de visualizações em plataformas de vídeos, com mais de 11 bilhões de views mensais e cerca de 96% de usuários na web que consomem conteúdo em vídeo.

E-mail Marketing: é uma das formas mais tradicionais e eficazes de marketing online. Pesquisa feita pela Forrester Research afirma que usuários que compram produtos por e-mail, gastam 138% a mais do que as pessoas que não recebem esse tipo de oferta. O e-mail marketing é uma das grandes tendências de investimento em formação de listas, construção de páginas e produção de iscas, garantindo altas taxas de conversão de vendas, leads e propects.

Essas foram apenas algumas dicas de como aproveitar as principais tendências do marketing digital de forma eficiente para gerar engajamento e, consequentemente, aumentar a identidade da sua marca. Procure investir e aplicar essas estratégias em seu negócio e aumentar a conversão de vendas.

Artigo de Eric Hayashi, Head of Marketing da SambaAds, empresa focada em publicidade e na disseminação de conteúdo em vídeos online.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Todo profissional precisa vender seu peixe. Mas com limite!

Em um cenário de constantes mudanças no mercado de trabalho, adquirir visibilidade e,
consequentemente, uma oportunidade não é tarefa fácil. Muitos profissionais se acomodam em suas tarefas e esquecem que para serem vistos e lembrados pelos seus chefes é preciso ousar e se utilizar da autopromoção. Mas até onde essa prática pode chegar sem se tornar irritante?

Para Dan Schawbel, colunista das revistas Forbes e Time e autor do livro "Promova-se", existe uma clara distinção entre autopromoção e fanfarronice no ambiente de trabalho. "Autopromoção significa fazer estrategicamente com que as pessoas saibam o que você pode fazer, quais são suas habilidades e o que você já realizou - de uma maneira que mantenha o foco no modo como tudo isso favorece sua equipe e sua empresa. Já a fanfarronice é quando você se vangloria e diz respeito ao que é interno: você, você, você - como você é magnífico e como você é melhor do que todo mundo", explica.

Para você não se tornar apenas mais uma pessoa irritante dentro da empresa, separamos algumas dicas de Schawbel para realizar sua autopromoção e não parecer um idiota enquanto isso. Confira:

1. Faça com que as pessoas entendam que vale a pena falar ao seu respeito. Para isso, execute seu trabalho com precisão e se torne conhecido por uma coisa ou área em específico. "Se você for especialista em alguma coisa e executar um trabalho de alta qualidade, se você se der bem com os outros e trabalhar bem em equipe, as pessoas naturalmente falarão a seu respeito e das coisas que você faz", diz Schawbel.

2. Faça com que os outros tenham uma boa imagem, especialmente o seu gerente. Esteja sempre ao lado do seu gerente e colegas, sempre disposto a ajudar. "Quando seu gerente for promovido e começar a montar sua nova equipe, ele naturalmente escolherá pessoas que se revelaram leais e com quem ele pode contar para continuar a promover uma boa imagem", sugere o autor.

3. Consiga pessoas que divulguem seu trabalho. "No local de trabalho, um elogio do seu supervisor ou de um colega de trabalho que se destaque tem um peso maior do que se você dissesse a mesma coisa", aconselha Dan.

4. Demonstre estar entusiasmado com o trabalho e o progresso que está fazendo no seu mais recente projeto.

5. Elogie seus colegas de trabalho que estão fazendo coisas excelentes. Dessa forma, os outros também vão querer aclamá-lo quando você for bem sucedido.

O livro de Schawbel está disponível na Amazon.

Originalmente publicado no site www.administradores.com.br


domingo, 11 de outubro de 2015

Dia das Crianças: a importância da mesada

Há muitos artigos defendendo a mesada, como forma de ajudar na educação financeira das crianças. Por ocasião do dia das crianças, recupero o texto do João Kepler do site www.administradores.com.br, que contraria um pouco do que se prega. Ele não dá mesadas aos seus filhos, e trabalha bastante com negociação e meritocracia, algo que também pratico bastante na minha casa. Confira o artigo:

Tenho lido bastante sobre o tema MESADA, mas infelizmente a maioria dos artigos e livros falam deste assunto dando ênfase a importância da mesada e do controle dela na educação financeira dos filhos. Inclusive um artigo sobre uma Tabela bem interessante para calcular Mesada, é um dos artigos mais lidos aqui no Portal Administradores.

Por isso, resolvi mostrar de forma simples o outro lado, o meu lado, o lado prático de quem educa três filhos (15, 13 e 10 anos) SEM dar mesada, desde que nasceram.

O que me motivou a ter feito isso foi prepará-los para a vida e a mostrar como é não ter “nada garantido” mensalmente; Muitos amigos, especialistas e educadores me dizem: “Mas João, o hábito da mesada ensina as crianças coisas interessantes como organização, controle e disciplina”, é verdade, a mesada tem seus lados positivos, mas olhando pelo “outro lado” ou pelo meu lado, passam uma sensação equivocada de segurança, de poder e principalmente, da garantia de ter um fixo garantido todo mês independente de qualquer coisa.

Na prática sempre dei o suficiente para o lanche na escola e abro uma negociação com eles a cada solicitação, necessidade ou pedido especial. Mas não se trata de moeda de troca, de chantagem ou controle demasiado. Se eu tiver condições financeiras eu condiciono a liberação sempre amparado em alguma métrica ou resultado esperado em um prazo combinado; Se não tiver condições, eu digo NÃO e explico claramente a situação, os motivos e os porquês. Nunca escondi deles as oscilações, as emoções da Montanha Russa ou o sobe e desce da Roda Gigante da vida.

Em resumo, fazendo isso, estou promovendo e nutrindo valores como: Conquista, competição, realização, gratidão, respeito, humildade, resiliência, tenacidade, liderança, interdependência e empreendedorismo. Quem conhece meus filhos, sabem que eles carregam e praticam esses valores aqui mencionados.

Os meus filhos Empreendem desde pequenos e ganham o seu dinheiro “extra”, por conta do resultado apenas do esforço individual de cada um, o que de alguma forma, substitui também a mesada. Meu papel neste caso, é ajudar a organizar, controlar e a disciplinar os gastos e investimentos, ou seja, dar noções de responsabilidade, planejamento, o uso consciente do dinheiro e limites, que são ferramentas essenciais para viver em sociedade.

Foi só por causa da falta da MESADA? Não posso afirmar isso, mas a acredito pela minha prática que a Educação Doméstica sem a “proteção tradicional”, que mostre a realidade da vida e que valorize o Capital Intangível, seja a base para transformar as crianças de hoje em adultos mais preparados para enfrentar a vida.

Uma coisa eu tenho convicção, SE meus filhos não conseguirem empregos formais daqui a 5 anos, certamente não estarão na fila dos desempregados, pois estarão bem preparados e fortes psicologicamente para enfrentar a competição no novo mundo, buscarão seus próprios negócios, terão comportamento empreendedor e serão os protagonistas do seus próprios destinos. E óbvio, não será porque eu os “protejo”, por uma suposta herança ou porque eles têm algo garantido!

Antes que me critiquem, quero deixar claro que não sou contra os pais que dão mesada aos seus filhos, apenas estou mostrando meus porquês e que a mesada não é a única ferramenta existente para Educação financeira.

Fonte: João Kepler, do site Administradores

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Planejamento e Comunicação em tempos de recessão

Não deixe o dia-a-dia engolir você, principalmente neste momento de crise. Atividades operacionais
são importantes, pois garantem o resultado no final do dia. Mas quando dedicamos 100% de nossos dias a atividades operacionais, estamos deixando escapar oportunidades e, pior, deixamos de ver as ameaças que começam a tomar vulto logo à frente.

Muitas empresas se encontram em meio a uma violenta competição baseada apenas em preço, ou seja, só conseguem vender aviltando seu preço cada vez mais. Se olharmos apenas o operacional, o dia-a-dia, a ação mais imediata vai ser reduzir custos, reduzir preço, reduzir pessoal, reduzir, reduzir e reduzir, até o ponto em que a própria produção se torna inviável.

Parar, respirar, olhar ao redor, analisar e planejar pode mostrar que modificações no produto ou ações de inovação permitirão restabelecer a lucratividade anterior. Mas, para fazer isso, é importante conhecer o cenário todo, suas forças e fraquezas, as virtudes e defeitos dos concorrentes e, finalmente, as oportunidades de crescimento e ganho.

Mas um ótimo planejamento de marketing é apenas o ponto de partida. Além de aspectos importantes relativos à produção ou prestação de serviço, você vai precisar informar o mercado sobre suas atividades através de técnicas de comunicação inovadoras, que não representem riscos ao seu orçamento.

Planejar e comunicar são ainda partes de uma equação maior que leva ao sucesso, pois você precisará ter uma estrutura tecnológica simples, prática, eficiente, que permita colher os resultados que você está articulando através de um bom plano de marketing e de uma comunicação mais efetiva.

Como você vê, o sucesso se sustenta em diferentes iniciativas que estão ao alcance até mesmo de pequenas e médias empresas, desde que articuladas em conjunto e com inteligência. Saiba que não é pecado nenhum se sua empresa não detém esse conhecimento, pois esse é um aprendizado que pode ser conseguido no mercado. E, nesse sentido, o primeiro passo a dar é reconhecer que precisamos de ajuda e buscar esse apoio.

Menos guerra de preço, mais diferenciação.

Você não diferencia sua empresa fazendo exatamente o mesmo que seus concorrentes. Quer diferenciar seu negócio e sair da guerra de preço? Pense de modo diferente e para de fazer as mesmas coisas. Há três pilares importantes para diferenciar seu negócio: planejamento estratégico de marketing, comunicação e tecnologia.

O ponto de partida para o planejamento estratégico de marketing é o autoconhecimento empresarial. Você precisa conhecer seu mercado, seus clientes, as forças e fraquezas de seu negócio, bem como o potencial de produtos e serviços em operação ou ainda em gestação.

Concluída essa etapa, você precisa definir as tecnologias de informação e comunicação que podem ajudar sua empresa a implementar o planejamento estratégico com sucesso, avaliando, inclusive, aspectos como a terceirização da área de TI em função da constante dinâmica de mudança desse segmento.

Por fim, você precisará planejar a comunicação com seus públicos de interesse, lembrando-se de que comunicação não é apenas site, folders, anúncios ou catálogos, mas também interagir com seus clientes através das redes sociais, ouvindo-os, relacionando-se e usando os inputs dos clientes para melhorar produtos e serviços.

Bons negócios.

Publicado originalmente em https://www.mundodomarketing.com.br/blogs/marketing-para-pme/34530/planejamento-e-comunicacao-em-tempos-de-recessao.html

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Onde começa o Turn Over?

Interessante esta reflexão: grande número das demissões nas empresas está ligado a falhas no método de recrutamento e seleção de funcionários, e não necessariamente na necessidade no corte na hora da crise. Obviamente que os tempos atuais estão levando muitas organizações a reduzirem custos e cortarem pessoal, mas quando você precisa trocar pessoas, é porque a raiz pode ser realmente a falta ou a falha na hora da contratação. Vejam esse report do grupo CAPC:
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Demissões em massa dentro das corporações já estão ficando comuns nos dias de hoje. Com a justificativa pronta da crise econômica, um dos motivos mais apontados é redução do quadro de funcionários da empresa para retenção de custos. Contudo, o presidente do Grupo CAPC, Cesar Pancinha, que possui um núcleo focado para recrutamento e seleção explica que o erro muitas vezes está no momento da contratação do funcionário.

Segundo Cesar, cada vez aumenta mais a rotatividade de pessoal, ou seja, trocas de colaboradores em determinado período de tempo: “O turnover começa na contratação, é ali o ponto de partida, se a empresa não contratar o profissional alinhado com as suas diretrizes, com os seus princípios e valores, essa renovação de pessoal não vai parar”. O presidente afirma ainda que essa rotação de profissionais acaba saindo caro para as empresas, fazendo das demissões um dos grandes problemas do mercado.

De acordo com Pancinha, a falha não está somente na escolha do profissional errado, ele afirma que os métodos de recrutamento e seleção geralmente são feitos de modo mais econômico, uma indicação, um anúncio no jornal, um informativo na vitrine, entre outras formas. Contudo, o presidente alerta que o barato acaba saindo caro: “Existem técnicas muito valiosas que devem ser aplicadas na hora da contratação de um profissional, e isso tem que ser feito por pessoas competentes, que saibam identificar se o profissional tem o perfil da vaga e da empresa, reduzindo assim o número de demissões e admissões” - explica.

O presidente explica que após a contratação do profissional adequado, o desafio é conseguir reter o talento e a empresa também deve oferecer um ambiente adequado de trabalho ao novo funcionário “a empresa tem que ser atrativa, ter plano de carreira, investir no seu profissional, os profissionais de hoje querem ter mais liberdade para exporem suas ideias e opiniões”. Cesar afirma ainda que as empresas precisam se preparar mais para essa realidade, onde os colaboradores também desejam contribuir para o planejamento da empresa, ajudar nas definições de metas e sentirem-se realmente parte do time, com boas perspectivas no futuro.

Fonte: Grupo CAPC

O Grupo CAPC é uma holding brasileira especializada há 25 anos em gerar conhecimento e resultados satisfatórios ao mercado corporativo. Tem como princípio a Inteligência de Gestão para o desenvolvimento de metas. Implementa programas de Planejamento Estratégico, Recursos Humanos, Produtividade, Marketing e Vendas nas empresas que atende. Ainda, utiliza e aplica conhecimentos de Neuromaketing. Em 2010, ingressou no mercado internacional com atendimentos em Portugal e países do Mercosul. Entre os clientes estão TW, Copagra , Brasília Guaíba, Sicredi, Sesc, Senac. Ainda, uma diversidade de empresários e executivos foi atendida pelos programas de coaching da empresa.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Desemprego: 7 orientações para o reposicionamento no mercado

O IAEmp (Indicador Antecedente de Emprego) recuou 2,6% em agosto ante julho, na série com Segundo a instituição, o resultado sinaliza que a tendência negativa para o nível de emprego nos próximos três a seis meses permanece. "O IAEmp confirma que a indústria deve continuar demitindo devido à recessão econômica atual. O setor de serviços também preocupa, em função da piora acentuada da situação de negócios, indicando continuidade de demissões no setor nos próximos meses", avaliou o economista Rodrigo Leandro de Moura, pesquisador da FGV, em nota.O crescimento do desemprego e, também, da insatisfação dos profissionais por motivos variados cria uma crescente busca por um reposicionamento no mercado no trabalho. Para se ter ideia, o índice de pessoas sem emprego foi a 6,9% em junho (o maior para junho desde 2010), crescendo 2,1 pontos em 12 meses.

Por isso, nosso blog posta hoje algumas dicas de recolocação no mercado. Se é o caso de trocar de emprego ou carreira, ou para quem foi desligado. No primeiro caso, alguns cuidados devem ser tomados antes de qualquer ação de mudança de emprego. É importante ter claro que, em momentos de incertezas na economia e nos resultados das empresas, o surgimento de novas oportunidades fica comprometido, com isso, buscar uma recolocação no mercado de trabalho tende a ser mais dificultoso. Mas, isso não torna impossível uma boa recolocação para quem está empregado ou desempregado.
ajuste sazonal, informou nesta terça 8 a FGV (Fundação Getulio Vargas). Com isso, o índice atingiu 64,2 pontos, o menor nível desde janeiro de 2009, quando estava em 62,8 pontos. Em julho, o IAEmp havia subido 0,3%.

Estou empregado, mas insatisfeito!

O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades. Porém, aconselho que primeiramente se busque quais os motivos que estão levando a condição de desmotivação, criando oportunidades de mudança do ambiente e tornando-o mais atraente.

Após essas ações e análises, concluindo-se que realmente é momento, recomendo que busque novas oportunidades, contudo, antes de deixar a colocação atual, aguarde o melhor momento e uma boa proposta para tomar a decisão em definitivo.

Enquanto isso não ocorrer, busque motivação para contribuir com a empresa, atitude que considero no mínimo profissional e que dará respeito e consideração futura. Lembrando que deixar um legado positivo em resultados e em atitudes pode consolidar sua imagem em seu campo profissional.

Desemprego é motivo de desespero?

Com o desemprego crescente, como deve agir quem perdeu o emprego? É hora de desespero? Lógico que não. Pode parecer difícil, mas, nesse momento manter a tranquilidade e equilíbrio torna-se um fator essencial para seu reposicionamento.

Considero uma das melhores ações de um profissional, pois a ansiedade e o desespero tende a dificultar ainda mais o raciocínio e apresentação de suas habilidades técnicas e comportamentais, além de induzi-lo a decidir por uma oportunidade qualquer, que não agregará em sua vida profissional, criando novo ciclo de desmotivação e ai o problema será o profissional.  

Passos para se reposicionar

A busca por reposicionamento não é tão simples, porém também não é impossível, sendo necessário planejamento e preparo em suas ações e construções de novas oportunidades. Cito sete passos que julgo importantes para que essa busca tenha êxito:

1.    Amplie sua rede de relacionamentos a cada momento, isto é trabalhe o seu network, lembrando que esse não deve ser utilizado somente nas necessidades. Assim, esteja pronto também para ajudar e nunca deixar de ser lembrado;

2.    Defina a estratégia para que possa desenvolver sua autoapresentação, de forma transparente, segura e que demonstre preparo;

3.    Crie interesse por parte do entrevistador, através de um Curriculum Vitae bem elaborado, com ordem e clareza na apresentação descrita e verbal, apresentando quais seus objetivos e seu potencial;

4.    Cuidar da imagem pessoal é tão importante quantos os demais itens, demonstram autoestima e amor próprio, pois, primeiro temos que gostar de nós mesmos para depois gostar do que fazemos;

5.    Busque conhecimento e informações além de sua formação, a fim de manter-se atualizado diante das mudanças de mercado;

6.    Conheça as empresas que tem interessem em buscar oportunidades, analisando seus produtos ou serviços, estrutura e sua colocação de mercado.

7.    Tenha transparência e autenticidade, esses pontos que atraem as empresas, portanto, não queira construir um personagem, seja você mesmo, demonstre o quanto tem valor nas competências técnicas e comportamentais.

Fonte: Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZEstratégia e Operação de RH.