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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Oito Direitos que o Consumidor NÃO tem

Os consumidores possuem direitos garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor. Porém, há alguns deles que são conhecidos popularmente como direitos dos clientes mas, na verdade, não são procedentes. O Jurídico Correspondentes, maior plataforma para contratação de correspondentes jurídicos, fez uma lista de oito desses pontos, e nós reproduzimos aqui:

Trocas
As substituições de itens não são garantidas em todas as ocasiões, apenas quando o produto comprado conter algum defeito. Desta forma, quando você for adquirir algum presente, é recomendado já firmar uma negociação com o estabelecimento comercial prevendo alguma troca.

Formas de pagamento
O estabelecimento comercial não precisa aceitar cheque ou cartão, mas tem a obrigação de deixar essa determinação em um lugar que o consumidor tenha acesso e bastante visibilidade.

Cobrança indevida
Quando ocorre alguma cobrança irregular, o consumidor possui o direito de receber o que pagou em dobro. Mas, essa devolução em dobro tem relação apenas com a taxa que foi cobrada de forma irregular e não se refere ao preço do item.

Contas antigas
As contas antigas não somem com o tempo, como muitos brasileiros podem pensar erroneamente. As contas podem ser colocadas no cadastro de inadimplentes por cinco anos. No entanto, ainda podem ser cobradas dos devedores sem nenhum problema. Além disso, ter o nome no cadastro de mal pagadores pode complicar bastante a sua rotina.

Planos de saúde
Os planos de saúde têm a obrigação de disponibilizar aos seus usuários todos os itens que constam no contrato. Nem a mais e nem a menos. Por isso, é fundamental checar a cobertura do contrato e todos os requisitos antes de fechar o negócio.

Compra na promoção
Se você adquiriu um item durante uma promoção e esse produto tinha alguma falha técnica, o direito de troca é garantido. Mas, você pode exigir a substituição apenas pelo preço que a loja lhe forneceu e não pelo valor total que o produto teria fora do período de promoção.

Cobrança de couvert artístico
Bares e boates podem exigir colocar na sua conta uma taxa com relação ao couvert artístico desde que aconteça, de fato, alguma apresentação artística no estabelecimento e que essa cobrança extra tenha sido avisada com antecedência.

Problemas com o carro e a seguradora
Eventualmente, se o seu carro apresentar algum problema, a maneira adequada de agir é informar a sua seguradora, que vai adotar os seus procedimentos padrões. Não vale a pena solicitar o serviço de um guincho para realizar as primeiras providências, já que isso pode acabar complicando todo o seu entendimento com a seguradora.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Acerte sua cor para 2016, saia do vermelho e fique no azul

Fim de ano é tempo de ganhos e gastos extras. A euforia das comemorações, o desejo de presentear parentes e amigos e o sonho de viajar para o merecido descanso podem ser comprometidos quando falta planejamento financeiro para essas despesas e para aquelas que chegam junto com o ano novo – IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, entre outras.

Por isso, esse é o período ideal para promover uma “faxina” financeira no orçamento, com o objetivo de diagnosticar a atual situação das contas e decidir o que fazer com o décimo terceiro salário.
O ideal é que esse benefício chegasse como um bônus para realização de satisfações pessoais, como um presente. No entanto, desde 1962, quando foi criado esse benefício extra, muita gente o aguarda ansiosamente para cobrir o desequilíbrio financeiro. Há quem recorra aos bancos que oferecem antecipação desse recurso como uma forma de empréstimo para quitar dívidas ou amenizá-las.

Pagar dívida com o 13º salário é combater o efeito do problema financeiro. Com essa atitude, só estará mascarando o real e verdadeiro problema - a ausência de educação financeira em toda família. O endividamento é um problema que tem de ser resolvido com o próprio salário. Ou seja, com a redução nos gastos. É muito provável que pessoas que estejam nessa situação não estejam respeitando o próprio padrão de vida.

Só sabe quanto pode gastar, sem ficar no vermelho, quem sabe exatamente quanto entra e quanto sai do bolso mensalmente. E, com base nisso, define quanto e com o que pode gastar. Mesmo quando é necessário entrar em um financiamento para a realização de determinados sonhos que não são acessíveis de outra forma, é importante avaliar se as parcelas, de fato, caberão no orçamento, levando em conta todas as outras despesas e demais sonhos de curto, médio e longo prazos.

Portanto, antes de ir compulsivamente às compras de fim de ano, faça um diagnóstico da sua situação financeira. Relacione todas as despesas fixas e variáveis para descobrir o comprometimento dos seus ganhos com as dívidas. Investigue para onde está indo cada centavo dos seus ganhos. Só assim conseguirá saber quais são os gastos supérfluos que podem ser eliminados. Verifique se está endividado, ou seja, se já tem mais despesas do que seu bolso suporta. Certifique-se de que, mesmo estando no azul, de que vai conseguir pagar as compras que pretende fazer nesse final de ano, cujas parcelas que se arrastarão pelo ano seguinte, somando-se aos gastos extras com impostos e escola.

Faça escolhas que estejam dentro do seu padrão de vida. Se as condições não permitem, procure outras opções mais prazerosas e de menor valor. O ideal é não se endividar com compras e viagens de final de ano. Pesquise os melhores preços de presentes e itens da ceia e das festas, e experimente estipular um valor máximo a gastar com cada item e peça desconto, sempre.

Felizmente, nem todos estão endividados. Quem está numa situação mais confortável, de equilíbrio financeiro, mas ainda não tem o hábito de poupar pode aproveitar o décimo terceiro para iniciar uma reserva e manter essa prática de poupar.

Para quem já tem perfil investidor, o décimo terceiro é oportunidade para incrementar o investimento. 50% pode ser destinado para alguma aplicação que a pessoa já possua e outros 50% pode servir para planejar um salto em direção à sua independência financeira, investindo, por exemplo, em previdência privada.

E lembre-se: fim de ano também é tempo de fazer planos para o futuro. Aproveite para reunir a família, inclusive as crianças, para conversar sobre o que querem realizar nos próximos anos. Definam três sonhos prioritários que tenham diferentes prazos a serem realizados - curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo (acima de dez anos). Esse será um fator de motivação para ajustar e conduzir o orçamento familiar.

Seja qual for o perfil do leitor, desejo que 2016 seja azul para todos.

Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP, autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


13 orientações para fazer de 2016 o ano da educação financeira

Ano novo com muito dinheiro no bolso, saúde financeira para dar e vender! O maior desafio para milhões de brasileiros é começar o ano sem problemas financeiros. Mas, como fazer de forma diferente? Para responder a esta pergunta, Reinaldo Domingos, autor do best-seller Terapia Financeira (Editora DSOP), desenvolveu algumas orientações práticas para você e sua família:

1. Registre mês a mês numa agenda, caderno ou de forma eletrônica os compromissos que ocorrerão em 2016 (aniversários, datas comemorativas como: Dia das Mães, Dos Namorados, Dos Pais, Das Crianças, além de compromissos como IPVA, IPTU, matrícula e material , etc.);

2. Para cada evento é preciso registrar o valor de intenção do investimento e gasto;

3. Se tiver prestações já assumidas, você deverá registrar, também, nos respectivos meses;

4. No começo do ano faça reuniões com a família, inclusive as crianças e converse sobre os sonhos realizados e os sonhos que querem realizar neste novo ano e também nos próximos;

5. Para cada sonho e desejo é preciso que seja registrado o quanto custa, o quanto será guardado e em quanto tempo será realizado;

6. Ter no mínimo três sonhos para cada membro da família (curto até um ano, médio até dez anos e de longo, acima de dez anos). Para as crianças sonhos têm o tempo diferente: curto até um mês, médio até seis meses e longo, até umano;

7. Nas famílias brasileiras, em pesquisas já realizadas, foi constatado que existem excessos de despesas em média de 20% (energia elétrica, água, alimentação, telefone, etc.), é preciso realizar um diagnóstico financeiro minucioso por categoria de despesa pelo período de 30 dias, incluindo até mesmo o cafezinho e as gorjetas. É desse forma que você descobrirá para onde está indo cada centavo de  seu dinheiro;

8. Elabore um orçamento financeiro diferente dos últimos anos, este deverá ter a seguinte composição: Ganho (-), Sonhos e (-) Despesas, priorizar os sonhos antes das despesas é o segredo para realizá-los;

9. Para que a realização dos sonhos seja possível, é preciso poupar (guardar dinheiro)para cada um, respeitando o tempo estipulado;

10. Tenha bem claro aonde investir o dinheiro para a realização dos sonhos (curto prazo -  na caderneta de poupança; médio prazo - CDB, Tesouro Direto, fundos de investimentos, e longo prazo -  Tesouro Direto, previdência privada e ações);

11. Aprenda a comprar apenas o que é realmente necessário, o consumo consciente é importante para todos, eliminando desperdícios;

12. Ajuste sua vida financeira ao seu real padrão de vida, de nada adianta ter muitas coisas para ostentar se o resultado destas serão dívidas e um futuro incerto. ë preciso ter uma visão clara do que se pode ou não;

13. Se estiver endividado é hora de fazer uma grande faxina financeira e buscar a causa do problema, nada de sair renegociando com credor sem antes descobrir  porque você gasta mais do que recebe, retomar as rédeas de sua vida financeira por meio da reeducação financeira é o grande segredo para iniciar um novo anosustentável financeiramente.


Comece 2016 conhecendo o número para a aposentadoria sustentável financeiramente

Na nova edição do best-seller Terapia Financeira (Editora DSOP), o educador financeiro Reinaldo Domingos responde uma pergunta que muda a vida das pessoas - qual o número da sua independência financeira?

Isso porque a maioria das pessoas nunca parou para pensar em relação a esse tema, e quando conseguem poupar, fazem isso desordenadamente, ficando com um futuro um tanto quanto incerto. Já outras pessoas estabelecem um número qualquer que acreditam ser o ideal e buscam sem nenhuma lógica.

Para reverter esta situação o autor colocou na obra, a Fórmula DSOP de Educação Financeira. "Na visão que defendo primeiro se deve encontrar o número que se pretende atingir e a data desejada se tornar independente, isto é, a partir desse momento a pessoa trabalhará apenas por prazer, pois seus rendimentos são o bastante para manter o padrão de vida e ainda continuará rendendo", explica o criador da Metodologia DSOP, ReinaldoDomingos.

Para ele o número que a pessoa deverá ter guardado mensalmente terá que proporcionar um ganho mensal do dobro do seu atual padrão de vida, podendo sacar apenas 50% destes juros mensalmente e guardando o restante como reserva acumulada.

Assim, a Fórmula DSOP consiste em obter dados pessoais como a idade desejadapara se aposentar e o ganho atual – fatores imprescindíveis para encontrar o númerodesejado, acumulando uma reserva financeira de, no mínimo, duas vezes o padrão de vida.

Assim se multiplica a idade do sonho da aposentadoria com o ganho no últimoano, de posse do resultado deverá multiplicá-lo por 40%, obtendo o valor que deverá ter paraaposentadoria, em uma aplicação com rendimento mensal com juros de 0,65% ao mês.

Para chegar a esse valor utilizei um percentual na conta de 40%, conforme mostrei acima, mas, alerto que nos casos em que as taxas de juros mensais praticadas no mercado forem menores de 50%, o percentual de 40% deverá ser aumentado. Parapreencher mais facilmente essa Fórmula a DSOP disponibiliza gratuitamente uma planilha no site www.dsop.com.br.

Simples? Pode ser no papel, mas na prática as pessoas tem que ter muito claro este objetivo e se preocupar com outras questões dentre as quais os investimentos devem estar em uma aplicação que nunca tenham rentabilidade de menos de 0,5% ao mês.

"Disponibilizei esta fórmula para que com isso possamos atingir nossa missão que é disseminar a educação financeira no Brasil e no mundo, assim, nada mais justo do que possibilitar às pessoas o acesso a essas informações", complementa Domingos, que acrescenta que a utilização dessa Fórmula já possibilitou a muitas pessoas a oportunidade de mudar suas realizadas e serem muito mais felizes.


Como controlar as finanças em 2016

Para ter dinheiro no bolso e se preparar para realizar os objetivos definidos para 2016, planejamento financeiro ainda é mais garantido do que simpatia. O educador financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro Terapia Financeira (Editora DSOP), preparou orientações aos brasileiros que querem passar longe da onda de endividamento. São orientações para quem quer quitar dívidas, curtir as férias sem comprometer os recursos para as despesas típicas do início doano – IPVA, IPTU, matrícula e material escolar - e ainda poupar.

•  Para não extrapolar as despesas e garantir recursos para 2016
Evitar compras por impulso: os consumidores devem se fazer algumas perguntas antes de comprar - Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima? Se não comprar isso hoje, o que acontecerá? Tenho dinheiro para comprar à vista? Se comprar a prazo, terei o valor das parcelas? O acúmulo de parcelas coloca em risco a realização dos sonhos que foram priorizados com a família?

Planejamento financeiro de 2016: é fundamental evitar parcelamentos das compras. Porém, se for inevitável, faça uma planilha em que o valor já comprometido esteja previsto nos meses correspondentes. Sem esse controle, é certo o acúmulo de dívidas e o risco da inadimplência. É assim que inicia-se o ciclo de endividamento que afasta a realização daquilo que realmente traz satisfação e agrega valor à vida das pessoas. Por isso, reúna-se com a família para definir os desejos de curto (um anos), médio (até cinco anos) e longo (mais de 10 anos) prazos  ou aqueles que se pretende em realizar em 2016 e incorpore o valor mensal necessário para a realização dos mesmos no orçamento mensal do próximo ano. Subtraia o valor desses sonhos da receita. O saldo restante é o orçamento para as demais despesas mensais.

•  Para economizar e poupar sempre
Pesquisar preço e comprar à vista: Tudo que se compra em prestações paga-se mais caro. Já quem pesquisa o melhor preço paga menos e aumenta a chance de comprar à vista e obter desconto.

Pedir desconto: Se um produto custa mil reais e pode ser parcelado em 10 vezes de 100 reais, certamente à vista custará de 10% a 20% menos.

Reter 10% dos rendimentos: para começar a construir a independência financeira, deve-se guardar 10% do que ganha. Com o tempo, pode-se partir para um plano de previdência privada para complementar o INSS.

Para ficar livre das dívidas

Qualquer que seja a dívida, o consumidor deve investigar o que está levando ele a gastar mais do que ganha, somando dívidas que não consegue pagar e que roubam recursos que deveriam ser destinados para a realização de sonhos. Fazer acordos para pagamentos de dívidas sem antes saber qual é a real capacidade de pagamento, sem cortar excessos, sem ajustar o orçamento ao verdadeiro padrão de vida é um grande risco, além de uma medida paliativa que apenas adia a solução da causa do problema.

Abaixo, algumas medidas para ajudar a quitar dívidas e reequilibrar as finanças.

Cheque especial – cheque especial é uma das mais altas taxas de juros praticadas no mundo. Procure o gerente da conta e proponha imediato cancelamento dessa linha de crédito, mesmo que esteja utilizando. Proponha troca por uma linha de crédito que não ultrapasse 3% de juros mensais. Caso esteja pagando 100 reais de juros ao mês, proponha um parcelamento do mesmo valor, com prazo alongado. Isto fará com que não tenha mais que pagar juros mensais de 10% - isso faz sua dívida dobrar a cada 7 meses. Caso o gerente não aceite, o melhor a fazer é poupar para uma futura negociação.

Cartão de crédito – busque negociação com operadora do cartão ou banco. Proponha um parcelamento com juros que não ultrapassem 3% ao mês, e que estas prestações caibam no orçamento financeiro mensal. Caso a operadora ou banco não aceitem, não faça acordos que não conseguirá cumprir. Mesmo que o nome seja negativado, guarde dinheiro mensalmente para uma futura negociação. Outra estratégia é buscar crédito com taxas mais baixas como, por exemplo, o crédito consignado. Mas atenção: não resolve trocar um credor por outro, é preciso resolver e atacar a verdadeira causa do desequilíbrio financeiro.

Financiamento de casa – Para a maioria dos brasileiros a compra da casa própria é um sonho que só é possível realizar adquirindo uma dívida – o financiamento imobiliário. Em boa parte dos casos, o que impede o pagamento das prestações da casa são os gastos supérfluos. Se está difícil pagar as prestações, o melhor a fazer, além de cortar excessos de gastos, é procurar a financiadora e propor um alongamento da dívida, adequando a prestação à real capacidade de pagamento. Caso não consiga a renegociação, estude a possibilidade de trocar esse imóvel por um de preço inferior.

Carro  -  um veículo não é investimento e, sim, um bem de consumo. A prestação em si nem sempre é o motivo da dificuldade de custear esse bem - embora aofinal do financiamento a pessoa tenha pagado por dois veículos e levado apenas um. O verdadeiro problema está na manutenção do veículo, cujo custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro. A manutenção de um veículo de 20 mil reais, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais - gasolina, seguro, licenciamento, IPVA, entre outros. Portanto, é importante analisar o custo-benefício da compra do veículo. Se tê-lo é uma necessidade e está difícil pagar é melhor rever o orçamento e tentar renegociar o prazo da dívida com prestações que realmente caibam no bolso, considerando todas as demais despesas já assumidas. Se a renegociação também não for possível, o melhor é buscar um advogado e providenciar a devolução do veículo.

Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Presidente da Abefin (Associação Brasileira dos Educadores Financeiros), autor dos livros Terapia Financeira, Eu Mereço Ter Dinheiro, Livre-se das Dívidas, Ter Dinheiro Não Tem Segredo, das coleções infantis O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro, além da coleção didática de educação financeira para o Ensino Básico, adotada em diversas escolas do país.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Latino-americano deve gastar em média R$ 815 com presentes de Natal em 2015

Entre os dias 8 e 12 de novembro, o Groupon realizou uma pesquisa com 6.800 pessoas dentro de sua base de usuários, na Argentina, no Brasil, no Chile, na Colômbia e no México, com o intuito de compreender quais são as expectativas para o próximo Natal e os gostos dos latino-americanos quando o assunto é dar e receber presentes.

“No Brasil e na América Latina, o e-commerce vem crescendo como uma alternativa de compras, especialmente em datas movimentadas, já que o usuário pode comprar online com facilidade evitando filas e deslocamentos. Por isso, com esse estudo, nosso objetivo foi entender um pouco mais sobre o hábito de presentear em toda a região para oferecer promoções assertivas para nossos usuários”, explicou João Pedro Serra, vice-presidente do Groupon no Brasil.

Em média, o latino-americano deve gastar R$ 815* em presentes neste natal e dar cerca de dez presentes. Para 60% dos entrevistados, o presente mais desejado é uma viagem - um final de semana em um hotel bacana - seguido por roupas (45%) e uma experiência diferenciada com amigos e/ou familiares (41%). Os presentes mais marcantes são aqueles em que o presenteado ganhou exatamente aquilo que queria, para 75%; mas, por outro lado, 85% dos entrevistados afirmam que não compartilham nenhuma lista com o que gostariam de ganhar. Os presentes tidos como os mais memoráveis são aqueles dados pelo parceiro(a), com 85% dos votos.

Os brasileiros pretendem gastar em média R$ 58 em cada presente e, no total, planejam desembolsar algo em torno de R$ 462, comprando cerca de oito presentes neste Natal. No Brasil, assim com nos outros países pesquisados, um Natal perfeito é composto por atividades familiares, para 75% do total de entrevistados, e também por uma grande ceia, afirmam 72% das pessoas que participaram do estudo.

* A pesquisa completa conduzida pelo Groupon envolveu 19.262 pessoas em 16 países, realizada entre os dias 8 e 12 de novembro. Para fins de comparação, foram utilizados aqui apenas dados referentes à América Latina. No Brasil, a amostra compreendeu 1.025 pessoas, com idade entre 18 e 65 anos. 

** Cotação do dia 17/11. US$ 214 e US$ 22. 

Sobre o Groupon:

Groupon é líder global em comércio local e o primeiro lugar onde o consumidor procura quando quer comprar qualquer coisa, a qualquer hora e em qualquer lugar. Com escala global, o Groupon consegue oferecer aos consumidores um vasto marketplace de ofertas imbatíveis em todo o mundo. Nele, os consumidores descobrem tanto pela web como pelo celular o melhor que sua cidade tem a oferecer, desfrutam de ótimas opções de férias com Groupon Viagens e encontram uma seleção de ofertas de qualidade relacionadas à moda, artigos de decoração e muito mais com o Groupon Shopping. O Groupon está reinventado o modo como pequenas empresas atraem, retêm e interagem com seus clientes, fornecendo um pacote de produtos e serviços digitais que incluem campanhas de negócio personalizadas, opções de pagamentos com cartão de crédito e débito e soluções de ponto de venda que ajudam empresas a crescer e operar de forma mais eficaz. Para saber mais, visite www.groupon.com.br. 

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

A economia colaborativa do Uber e tantos outros

Como funcionam aplicativos como Uber, Airbnb e MonkeyParking? Quais são as suas vantagens? Esse interessante artigo do blog SOFTONIC esclarece um pouco mais sobre a economia colaborativa, confira:

Você tem uma entrevista de emprego, mas o despertador não tocou e você está atrasado. O ônibus não passa, não há táxis ao redor e é preciso economizar 40 reais porque este mês você não tem dinheiro. Por que não descolar um carro com o Uber?

Ou ainda: você trabalha como freelancer e está numa fase de vacas magras. As contas e o aluguel, no entanto, continuam o mesmo. Em casa, você tem um quarto disponível com uma cama agradável que você nunca usa, a não ser quando recebe convidados.

Gostaria de alugá-lo por um fim de semana para voltar a ter uma graninha? Você já pensou em usar o Airbnb?

Uber, Airbnb, MonkeyParking, BlaBlaCar, TaskRabbit, EatWith e muitos outros constituem um novo sistema chamado sharing economy (economia colaborativa), baseado em dividir os bens e serviços entre os usuários.

Mas vamos começar direito. Vejamos como estes serviços funcionam, quais são as vantagens e os riscos que você corre.

A roda do consumo colaborativo

Além das definições que podem ser encontradas no Wikipedia, a sharing economy, ou consumo colaborativo em português, é um sistema de troca de bens ou serviços.

Há muitos jeitos diferentes e estruturas, que podem ser com ou sem fins lucrativos, mas os serviços que fazem parte disso têm em comum a troca entre pessoas, por isso falamos em economia peer-to-peer.

Embora seja um fenômeno recente, a coluna de Schumpeter na revista da The Economist remete ao famoso programa de compartilhamento de arquivos, Napster, que inspirou a economia colaborativa, onde um sistema intermedia o contato entre estranhos para partilhar e trocar as coisas.

Como funcionam os apps de economia colaborativa?

Os serviços que compõem a sharing economy são muitos. Os mais famosos são, provavelmente, Uber [Android | iPhone], que com o serviço UberPOP permite aos proprietários de um carro improvisarem como taxistas, e Airbnb [Android | iPhone], que conecta os donos de apartamentos ou locatários com turistas interessados em estadias curtas.

Na verdade, existem muitos outros. Somente para dividir o carro, nós selecionamos oito deles, apenas os mais famosos. Você provavelmente já ouviu falar de BlaBlaCar [Android | iPhone], o aplicativo para viajar em um carro com outras pessoas e dividir as despesas.

O MobyPark serve para alugar o seu estacionamento enquanto você não está usando. O MonkeyParking, no entanto, é um app para vender aquele estacionamento na rua no centro que você lutou para encontrar ou para comprar um debaixo de casa ao voltar do trabalho.

Mas estes serviços não estão limitados à circulação. O TaskRabbit [Android | iPhone] é uma espécie de classificados, que permite colocar seu conhecimento à disposição ou comprar pequenos serviços de seus vizinhos. O Couchsurfing [Android | iPhone] não possui fins lucrativos e serve para oferecer o seu sofá a viajantes de todo o mundo para dormir.

O Fon [Android | iPhone] é uma plataforma para compartilhar sua rede Wi-Fi com os assinantes do serviço e para usar a conexão deles quando, por exemplo, você está viajando e não tem 3G. Com o EatWith você pode acomodar as pessoas em casa para jantar ou sair para comer na casa deles, enquanto no Yerdle você pode se livrar de coisas desnecessárias.

Estes serviços continuam proliferando e a lista pode ser muito longa e atualizada a cada semana. Mas o mais interessante é saber se você deve usá-los e por quê.

Vantagens e desvantagens dos serviços

A essência dos serviços da economia colaborativa é a possibilidade do cidadão comum poupar dinheiro por meio da divisão de gastos e ganhar dinheiro adicional investindo um pouco do tempo ou algumas propriedades.

Como sugere o Country Manager para a Itália do Airbnb, Matteo Stiffanelli, se você tem uma casa que fica vazia por muitos meses, o melhor negócio é alugá-la aos turistas para cobrir os seus custos. E para quem aluga, a vantagem é dormir em outra cidade, a um preço mais barato que um hotel ou uma residência.

Airbnb é uma saída para aumentar a rendaTela do serviço Airbnb

Mas os benefícios não se limitam a uma carteira mais cheia. Segundo Stiffinelli, a economia colaborativa é melhora a eficiência do acesso a bens e serviços, diminui desperdícios e possui valor social. Viajar com Airbnb aumenta a chance de visitar lugares únicos que talvez você não pudesse pagar.

Além de ganhar ou poupar em termos puramente econômicos, você pode até fazer novos amigos em uma viagem no carro com BlaBlaCar, conhecer o seu futuro parceiro enquanto dorme no sofá de uma casa no Couchsurfing, ser introduzido na vida local de Istambul com o Airbnb ou aumentar o seu conhecimento nos cursos da Coursera.

Mas há também os riscos legais que dependem da legislação local. Por exemplo, usar UberPOP como motorista em Milão, Barcelona e outras cidades é ilegal, mas não há problema se você for o passageiro.

Alugar uma casa para menos de 30 dias sem que o proprietário esteja presente é ilegal em Nova Iorque e São Francisco, tanto como não pagar os impostos sobre a propriedade alugada em outros lugares. Mas também com o Airbnb não existem problemas para os consumidores do serviço.

Em alguns casos, a lei se adaptou as novas necessidades criadas pelo consumo colaborativo, como aconteceu em Amsterdã e Hamburgo, onde o aluguel de curto prazo era ilegal, mas agora não é mais.

Você não pode nem subestimar os riscos de fraude inerentes à economia colaborativa. "Um dos problemas fundamentais da sharing economy é a segurança e também é um dos desafios para nós, mas trabalhamos duro para isso", diz Matteo Stiffanelli.

O Airbnb, por exemplo, não tira fotos se a casa é desordenada e, se você receber feedback negativo dos usuários, o serviço dá dicas para melhorar. Mas também existem métodos para se proteger de fraudes.

"As avaliações dos usuários são o fator mais importante", diz Matthew Stiffanelli, "Eu mesmo sou muito seletivo e não reservo se o anfitrião não ter pelo menos 4 estrelas (de 5 estrelas disponíveis)". O mesmo se aplica a todos os serviços da sharing economy.

No entanto, estes serviços têm uma segurança maior que, por exemplo, os clandestinos. "Com o EatWith - diz o Ravi, usuário em San Francisco - existem garantias para os anfitriões que os clientes realmente pagarão quando eles vêm para o jantar, e que o hóspede pode esperar uma refeição de qualidade, já que chef passou pela seleção de candidatos".

Economia alternativa e interativa

Uma das principais diferenças com o consumismo clássico é o fato destes serviços serem baseados em comunidades onlines que interagem e trocam opiniões. O Airbnb não é um site de anúncios e não é um supermercado, é uma comunidade em que a conversa entre as pessoas é essencial, e esta é a sua força.

Assim, além de buscar informações sobre o serviço na rede e sobre as leis do país a respeito dele, o melhor conselho a ter em mente quando você está usando esses aplicativos é de interagir com os membros desta comunidade e criar uma ideia do que você vai encontrar. O resto depende de você também!

Fonte: site SOFTONIC (veja post original aqui)

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

História: Inflação no Brasil

Para muitos estudantes que hoje ingressam nos ensinos fundamental e médio, a discussão sobre a questão inflacionária no Brasil parece um tema distante ou, até mesmo, estranho. Entretanto, a economia do nosso país, ao adentrar os ditames do capitalismo industrial e financeiro, passou a conviver com as contradições de um país economicamente dependente que deveria encontrar soluções para valorizar sua moeda e desenvolver sua economia.

No entanto, promover esse desenvolvimento exigia dos nossos governos a contração de empréstimos a serem empregados na contratação de funcionários e no financiamento de obras que, muitas vezes, acabavam deixando nosso país completamente endividado. Uma solução usual adotada pelo Estado para sanar este problema era fabricar o dinheiro necessário para que tivesse condições de honrar uma considerável parte de seus compromissos financeiros.

A solução parecia ser prática e viável, mas, infelizmente, a circulação de papel-moeda em uma economia que não tem riquezas correspondentes àquele total de dinheiro disponível acaba desvalorizando a moeda. Conseqüentemente, o preço das mercadorias sobe e os trabalhadores – que tem sua renda fixada em uma determinada faixa salarial – têm o seu poder de compra reduzido, o que acaba aumentando o já tão penoso custo de vida.

Até aqui, podemos perceber que um dos fatores responsáveis pela crise inflacionária está intimamente ligado à contração de dívidas. No Brasil essa contração de dívidas tem longa data e veio se desenhando desde o período colonial, quando diversos exploradores requeriam da Coroa Portuguesa empréstimos para financiar suas atividades. Passando para a monarquia, temos o governo de Dom Pedro I inaugurado por uma dívida de dois milhões de libras esterlinas, usadas na “compra” efetiva de nossa independência.

No período republicano a questão inflacionária ganhou uma importância ainda maior, tendo em vista as novas condições da economia mundial. O Brasil, em pleno auge de desenvolvimento do capitalismo industrial, se via diante o dilema de preservar o traço agro-exportador da economia nacional ou promover a modernização da economia. No primeiro governo republicano surgiu a figura de um proeminente intelectual chamado Rui Barbosa, que ocupou o cargo de Ministro da Fazenda.

Em sua gestão, Rui Barbosa procurou modernizar a economia nacional permitindo que os bancos fabricassem papel-moeda e facilitando a contração de empréstimos para a criação de empresas. A medida, apesar de bem intencionada, gerou uma enorme crise especulativa que promoveu uma onda de empréstimos seguida pela injeção massiva de papel-moeda na economia. Com isso, o país não conseguiu remodelar sua política de desenvolvimento econômico e, ainda por cima, causou uma grande crise inflacionária.

Apesar desse episódio de dimensões trágicas, nas primeiras décadas do século XX, o Brasil teve uma considerável reação econômica causada pela crise do mercado europeu. A partir de 1914, o Velho Continente tornou-se palco de uma série de conflitos civis e grandes guerras que desestabilizaram sua própria economia. Nesse momento, o Brasil, tão dependente dos produtos industrializados europeus, iniciou a arrancada de sua indústria e a diversificação de sua economia.

Esse primeiro fôlego dado à economia gerou uma contenção do problema inflacionário no Brasil. Contudo, o país inaugurava sua industrialização em um momento que diversas potências industriais já estavam plenamente consolidadas no mercado internacional. Por isso, o país necessitava de contrair empréstimos para que fosse possível tornar nossa economia consideravelmente competitiva em relação aos seus concorrentes comerciais.

Nos governos de Vargas e JK, o dilema do desenvolvimento foi sensivelmente marcado entre a opção de proteger a economia e promover um desenvolvimento autônomo e gradual, ou permitir que investidores estrangeiros pudessem injetar seus recursos para que o país pudesse recuperar os anos de atraso da economia. Ambas as opções requeriam projetos econômicos muito bem elaborados que, apesar de demandarem de empréstimos, deveriam ter o cuidado de não desvalorizar a moeda nacional.

Todavia, as oscilações do mercado internacional, a corrupção política e nosso atraso econômico acabavam possibilitando a deflagração de diversos processos inflacionários. No governo militar, principalmente entre os anos de 1969 e 1973, a economia experimentou uma onda de crescimento propiciado pelo chamado “milagre econômico”. Esse teve curto período de vida, principalmente em razão da crise que se abateu sobre a economia mundial e o modelo de desenvolvimento artificial gerado do tal “milagre”.

Na década de 1980, o problema da recessão econômica acabou transformando a inflação em um companheiro presente na mesa de todos os brasileiros. A desvalorização da moeda chegou a tal ponto que os produtos do supermercado, por exemplo, eram reajustados mais de uma vez ao dia. Nessa mesma época, a criação de diferentes moedas era tentada para se conter o caos da inflação e diversos planos econômicos tentavam dar uma solução definitiva para a questão.

No ano de 1994, o “Plano Real” propôs um projeto de reestruturação da economia nacional baseado em uma nova moeda que levava o mesmo nome do plano. A partir de então, os níveis inflacionários de nossa economia, excetuado alguns momentos de crise momentânea, passaram a alcançar níveis suportáveis ao desenvolvimento e o custo de vida de uma considerável parcela dos trabalhadores. Desde então, a economia nacional deu sinas de amadurecimento, a inflação se transformou em uma fera domável e o Brasil hoje busca a condição de “nação emergente”.
Histórico realizado por Rainer Sousa, Graduado em História - Equipe Brasil Escola

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Pesquisa Fecomércio: Pessimismo entre os empresários do comércio gaúcho se mantém há nove meses

Os empresários do comércio gaúcho mantêm a expectativa pessimista em relação à economia
brasileira como um todo. A pesquisa Índice de Confiança do Empresário do Comércio do Rio Grande do Sul (ICEC-RS), realizada pela Fecomércio-RS, registrou em setembro uma queda de 24,4% em relação ao mesmo período do ano passado, aos 80,9 pontos. Na média de 12 meses, o indicador caiu de 92,5 pontos em agosto/2015 para 90,3 pontos em setembro/2015. Com o resultado, o ICEC permanece nove meses consecutivos com dados negativos.

Os dados evidenciam um agravamento na tendência de redução da confiança dos empresários do comércio em relação ao cenário econômico do Brasil. O pessimismo está disseminado em todos os componentes que dizem respeito às condições atuais e investimentos, mas se mostra mais acentuado quando se refere à percepção dos empresários em relação à economia, especialmente em função da combinação de fatores como inflação alta, aumento de juros, atividade econômica em tendência de queda, resultados negativos das contas públicas e forte depreciação cambial.

Os dados de setembro que medem as condições atuais (ICAEC) e refletem a percepção do empresário quanto ao momento econômico presente, ao setor e à própria empresa registrou em setembro/2015 queda de 43,0% na comparação com o mesmo período de 2014. “É interessante notar que, apesar da percepção extremamente pessimista dos empresários em relação às condições atuais, as expectativas em relação ao futuro persistem no campo otimista”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. Segundo o dirigente, o que sustenta esse otimismo é a expectativa do empresariado em relação a sua própria empresa e, em menor medida, ao comércio como um todo.

Os outros componentes desse mesmo indicador – percepção quanto ao comércio e à própria empresa – apresentaram quedas intensas em relação a setembro/2014, com recuo de 39,9% e de 32,0%, respectivamente.

O índice de expectativas quanto ao futuro (IEEC) atingiu 114,6 pontos em setembro, registrando uma redução de 18,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nesse caso, contribuiu fortemente no comportamento do indicador a deterioração das expectativas em relação à economia brasileira, cujo índice caiu de 26,9%, atingindo 91,7 pontos.
No que se refere aos investimentos do empresário do comércio (IIEC), o indicador atingiu 84,5 pontos em setembro/2015, redução de 19,0% na comparação com o mesmo mês de 2014. Em relação a 2014, foram determinantes para a queda do indicador as reduções das perspectivas de contratação de funcionários (-28,2%) e de realização de investimentos (-25,2), que permanece em nível pessimista deste agosto do ano passado.

O indicador de percepção em relação à adequação do nível de estoques, por sua vez, teve recuo de 2,5%, em patamar pessimista. “Permanece em destaque nesta pesquisa o comportamento do índice que contratação de funcionários, que desde o mês de março ingressou, pela primeira vez desde 2011, no patamar pessimista”, destacou Luiz Carlos Bohn, que mantém a previsão de cenário de redução da força de trabalho nos próximos meses.

A análise completa pode ser acessada em: http://links.fecomercio-rs.org.br/ascom/analiseICECset15.pdf

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

O que fazer com o dinheiro da restituição

A Secretaria da Receita Federal deposita hoje (17 de agosto), nas contas dos contribuintes, os valores
para quem está no terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2015, ano-base 2014 nos próximos dias. Mas o que fazer com esse dinheiro se você for um dos beneficiados? Para se ter uma ideia da importância do tema, o crédito bancário será para 1.827.118 contribuintes, que receberão R$ 2,4 bilhões.

É comum, por ser um ganho extra, muitas pessoas utilizem esse dinheiro de forma desordenada, apenas saciando os impulsos consumistas, contudo, para o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos, autor do best-seller Terapia Financeira (Editora DSOP), é importante ficar atento para não desperdiçar essa chance de ajustar sua vida financeira.

“A primeira preocupação das pessoas devem ser com as dívidas, quem estiver com financiamentos ou dívidas no cheque especial ou no cartão de crédito deve estabelecer uma estratégia para eliminar o problema. Essas dívidas devem ser as primeiras a serem combatidas, já que as taxas de juros são mais altas do que a lucratividade de qualquer aplicação segura”.

Entretanto, Domingos alerta que é fundamental negociar essas contas antes de pagar, reduzindo ao máximo os juros e as multas. “O contribuinte também deve ter em mente que é hora de combater as causas das dívidas e não o efeito, e isso só de faz com educação financeira”

Já para os contribuintes que não têm dívidas o ideal é investir o dinheiro, segundo Domingos nessa hora existem diversos tipos de investidores. “É importante que o investimento esteja atrelado aos objetivos das famílias que devem ser de curto, médio e longo prazo. Caso contrário o retorno poderá não ser tão interessante, causando até prejuízos”, relata Domingos, que é presidente da DSOP Educação Financeira.

Veja orientações de Reinaldo Domingos de onde investir

Por mais que os números mostrem um tipo de investimento como vantajoso, vários fatores devem ser avaliados antes dessa decisão, dentre os quais estão o comportamento do mercado, que pode mudar de rumo como correr dos tempos e, principalmente, os sonhos e objetivos que se quer atingir com o dinheiro investido.

Investir apenas na linha que aparentemente tem a maior rentabilidade pode ser uma armadilha, levando até mesmo a prejuízos. Além disto, o dinheiro poupado deverá ser dividido em investimentos direcionados aos objetivos e sonhos de curto, médio e longo prazos.

Sonhos de curto prazo são aqueles que se pretende realizar em até um ano. Para esses, é interessante aplicar em CDB, Títulos do Tesouro ou, até mesmo, caderneta de poupança, pois, quando necessitar terá a disponibilidade de retirar sem pagar taxas, imposto de renda ou perder rendimentos, por mais que esses estejam bem abaixo da inflação.

Já os sonhos de médio prazo abrangem um período de um à dez anos. São aqueles que não ocorrem imediatamente, mas conseguimos visualizar a realização em um período não tão longo, para estes são interessantes linhas que tenham prazos pré-estabelecidos no período do sonho a ser realizado. Dentre as opções recomendo CDB, Fundo de Investimentos, Título do Tesouro e ouro. Neste caso, o melhor é pesquisar em pelo menos três instituições financeiras de grande porte.

Já os sonhos de longo prazo, são aqueles que a maioria das pessoas acreditam que não irão realizar, por representar algo muito distante. O tempo destes sonhos é acima de dez anos, o que faz com que muitos desanimem antes mesmo de começar. Afirmo, seja qual for o seu sonho ele é factível de ser realizado, mas, é preciso perseverança e começar imediatamente. Para estes sonhos recomendo investir em Tesouro Direto, previdência privada, e ações. No caso de investimento em ações, o melhor é investir no máximo 20% do dinheiro total com essa finalidade, isto porque existe grande risco por depender do desempenho da empresa na qual investe.

É importante manter a calma e não tomar decisões por impulso, também recomendo que se  tenha uma reserva financeira extra para os imprevistos (para este a poupança também é recomendada), geralmente problemas acabam desviando o dinheiro dos sonhos de médio e longo prazo. Por fim, por mais que as informações direcionem para mudanças de aplicações, uma das premissas da educação financeira é manter a calma e ter objetivos, o que fará com que a realização de seus objetivos se torne mais simples. 

quinta-feira, 5 de março de 2015

O segredo para economizar pode estar em ações dentro de casa

Em tempos de crise, o negócio é economizar. E ao invés de depender do governo, dos especialistas, das autoridades e do comércio em geral, os cortes podem começar em casa. Leiam esse artigo bem interessante e prático de Reinaldo Domingos, educador financeiro, autor do best seller Terapia Financeira e dos livros como Eu mereço ter dinheiro, Livre-se das Dívidas e Ter Dinheiro Não Tem Segredo, todos lançados pela Editora DSOP: 

A história é a mesma, quem não conseguem poupar sempre afirmam que isso acontece porque não tem mais de onde cortar os gastos, que já estão no limite do orçamento. Contudo, sabia que existem pesquisas apontando que, nos gastos domésticos, 25% em média são desperdícios? Assim, faço um desafio a você leitor: comece a colocar em prática pequenas ações de economia e veja quanto conseguirá poupar ao fim de um ano.

Em casa, é preciso que todos estejam envolvidos e motivados a realizarem seus sonhos, assim, todos terão estímulos para reduzirem os gastos mensais. É preciso fazer um diagnóstico financeiro e descobrir para onde está indo cada centavo do dinheiro. Com esse número em mão é hora de sentar com a família para inserir a educação financeira no cotidiano, lembrando que não se trata de matemática, planilhas e cálculos, mas sim hábitos e costumes.

Assim, não deve ser uma reunião de corte de gastos, mas sim de projeções de ganhos e objetivos realizados. Também é importante que se mostre que na maioria das vezes a economia se dá em pequenos gastos, que na maioria das vezes nem se percebe que existe excessos. Veja exemplos de como é possível economizar:
 
Na compra de alimentos, evite excessos e otimize a utilização do que se comprou. Prefira comprar no horário final das feiras ou varejões. É possível encontrar produtos bons. Com isso, se pode reduzir em média por mês, no mínimo, R$108,00;
Ao levar as crianças para escola, busque revezamento de pais; se associe com pais de colegas de seus filhos que moram próximos a sua casa. Um responsável leva uma semana, na outra, outro busca e assim por diante, o que pode gerar uma economia, por mês, de R$ 150,00;
Em relação a planos de telefonia celular, fixo e internet ou TV por assinatura, veja se tudo o que possui é necessário. Além disso, negocie com operadoras por descontos. Com isso, se pode garantir uma economia de até R$ 150,00 por mês;
Economia na energia elétrica, gás e água podem garantir bons retornos financeiros. São gestos simples como desligar os aparelhos quando não estão sendo utilizados, apagar as luzes, banhos mais curtos, não deixar a torneira aberta para lavar louça e evitar torneira de água quente, podem gerar economia de mais de R$66,00 mensais;
Nos passeios de fim de semana, pode trocar passeios caros por mais baratos, como trocar shopping, cinema e restaurantes, por passeios no parque, visitas a museus e refeições em casa. Isso pode garantir uma economia mensal de até R$200,00.

Esses são apenas alguns exemplos, mas, com essas simples ações, consegue-se fazer uma economia de, aproximadamente, R$ 671,00 por mês, o que em um ano resulta em uma economia de R$ 8.052,00 sem investimento. Agora, se aplicar esse dinheiro em uma aplicação a 0,6% ao mês, em cinco anos, se terá um total de R$ 48.288,34. Vale a pena ou não tentar?

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Comércio e Serviços amenizam perdas na economia gaúcha

Hoje compareci ao tradicional almoço de final de ano de mais uma Federação em Porto Alegre, a Federasul - Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul. O presidente Ricardo Russowsky salientou que o setor tem amenizado as perdas da economia e a  educação e inovação são pilares importantes para o crescimento sustentável do Estado. Os números apresentados pelo economista André Azevedo não foram muito animadores. O RS ficou na lanterna, segundo o IBGE, no levantamento do PIB entre todos os estados brasileiros. E as previsões para 2013 são incertas. Confira o release:
 
Ao fazer um balanço do desempenho da economia em 2012, o presidente da Federasul, Ricardo Russowsky, afirmou que apesar do quadro desfavorável para o Rio Grande do Sul, o setor de serviços e, especialmente, o comércio tem evitado um desempenho ainda pior. Com base na retrospectiva elaborada pelo economista da Federasul, André Azevedo, ele mostrou que o Rio Grande do Sul é o estado brasileiro que apresentou o menor crescimento na última década, entre 2002 e 2010.

Enquanto o crescimento do Brasil foi, em média, 4% anualmente, o Estado cresceu apenas 2,8% ao ano. Russowsky salientou que se apenas tivesse mantido a sua participação no PIB brasileiro (crescendo a mesma taxa do país), o Estado teria produzido R$ 22 bilhões a mais em 2010. O cenário fica ainda pior se forem considerados os últimos dois anos (2011-2012), já que o crescimento médio gaúcho foi de apenas 2,5% ao ano.

“Estamos crescendo menos não só que o País, mas menos do que o mundo. Nessa última década, a economia global expandiu-se 3,5% em média ao ano. Portanto, continuamos perdendo espaço no cenário nacional e internacional”. A boa notícia vem do setor de serviços. Em 2012, enquanto a economia gaúcha deve encolher cerca de 2%, o setor de comércio deverá registrar uma expansão de 8%. O comércio gaúcho também apresenta evolução acima da média nacional, crescendo 8,1% no acumulado dos últimos 12 meses, até outubro. Nesse mesmo período, o volume de vendas do País aumentou 7,6%.  

O desempenho de setores que dependem da renda e do emprego, como os bens de consumo não duráveis, tem se mostrado melhor no período recente. Alimentos, bebidas e fumo já estão acima do pico de vendas anterior, registrado em fevereiro de 2011. Nos últimos 12 meses, as vendas do setor elevaram-se em 14% no Estado, acima da média nacional, de 8,1%, e quase o dobro em relação a fevereiro de 2011. Já os bens de consumo duráveis, que dependem mais do crédito, estão mostrando uma recuperação mais lenta, resultado da própria desaceleração do crescimento do crédito.

Apesar do alento trazido pelo setor de serviços, Russowsky enfatizou que é preciso tomar providências para evitar que o Estado continue a perder espaço no cenário nacional. “Não podemos ficar dependendo de um clima ameno, de uma taxa de câmbio desvalorizada e das benesses do governo federal”. Ele acrescentou que é preciso agir para estimular novos investimentos, especialmente em setores intensivos em tecnologia, mais propensos à inovação e, portanto, capazes de gerar um ciclo virtuoso e sustentável de desenvolvimento.

EDUCAÇÃO

É nesse aspecto que Russowsky reforçou a posição adotada desde que assumiu a presidência da Federasul elegendo a educação e a inovação como pilares importantes para o crescimento do Estado. Ele alertou, por exemplo, que o Brasil investe pouco em P&D, apenas 1,16% do PIB em 2012, enquanto a maioria dos países desenvolvidos e emergentes investe acima de 2% do PIB.

O presidente da Federasul lembrou ainda que o Brasil apresenta uma das menores médias de anos de escolaridade entre os países emergentes, chegando a apenas 7,2 anos em 2010. Nos Estados Unidos a média é de 12,4 anos, na Argentina fica em 9,3 anos e no Chile é de 9,7 anos. Além disso, a qualidade da educação deixa a desejar e o País, em 2009, ocupava a 53ª posição entre 65 países analisados no PISA – teste que mede conhecimento e qualificação de alunos de 15 anos.

A escassez de investimentos tem como consequência, entre outros fatores, um baixo número de pedidos de patentes, um dos limitadores da expansão da produtividade da economia. Para compensar essas carências, Russowsky considerou que é preciso adotar uma estratégia ativa, compensando a escassez de investimentos públicos estaduais em educação, infraestrutura e etc. com investimentos privados por meio de parcerias, utilizando os poucos recursos disponíveis para estimular setores-chave da nova economia (intensivos em tecnologia).

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Pesquisa mostra mais pessimismo no varejo

Apesar de ainda otimistas em relação ao futuro, os empresários do comércio no Rio Grande do Sul estão mais pessimistas em relação ao momento atual, tanto no que diz respeito à economia brasileira, à dinâmica do setor ou ao seu próprio negócio. Esses são os principais resultados da edição de julho da pesquisa promovida pela Fecomércio-RS, divulgada nesta segunda-feira (16), e que apura o Índice de Confiança do Empresário do Comércio – Icec – no Rio Grande do Sul.

Em julho, o Icec-RS apresentou uma queda de 12,1% frente a junho e de 13,6% em relação ao mesmo mês de 2011. Todos os indicadores que compõem o Icec-RS - condições atuais, expectativas e investimentos - apresentaram queda tanto na comparação mensal quanto interanual.apresentaram queda tanto na comparação mensal quanto interanual.

O indicador referente à situação atual, contudo, registrou a retração mais acentuada, atingindo o índice negativo de 20,7%, enquanto os aspectos referentes às expectativas para o futuro e aos investimentos do empresário do comércio apresentaram queda de 12,4% e 3,6% em relação ao mês anterior, respectivamente. “Quanto às expectativas, ainda que menos otimistas do que as manifestadas no mês de junho, os empresários permanecem otimistas em relação a pontos como contratação de funcionários e realização de investimentos”, ressalta Zildo De Marchi, presidente do Sistema Fecomércio-RS.

Na análise por porte, a queda do Índice de Confiança do Empresário do Comércio foi mais acentuada para as empresas com até 50 funcionários (-12,1%). Para as empresas com mais de 50 funcionários, o índice registrou queda de 6,1% em julho.

Na avaliação por segmentos, todos os grupos analisados apresentaram queda tanto na comparação mensal quanto na interanual. Na comparação mensal, a maior queda foi verificada no grupamento de semiduráveis (-13,2%). Já, a maior queda interanual foi a dos bens duráveis (-18,3%). “Esse último resultado de certa forma surpreende, dado que atualmente permanecem os cortes de IPI para a linha branca, o que não existia no mesmo período do ano passado”, pondera Zildo De Marchi.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

84% dos brasileiros têm medo comprar pela internet

O e-commerce brasileiro deve movimentar até 2017 o equivalente a 25 bilhões de dólares, mais que o dobro da projeção para este ano, de 12,2 bilhões de dólares, feita pela Forrester Research. Este crescimento mostra que os brasileiros aderiram de vez às compras online e têm como grande aliado o cartão de crédito. No entanto, uma pesquisa global realizada pela F-Secure com usuários de banda larga em 14 países revelou que 84% dos internautas brasileiros se preocupam com a segurança ao efetuar compras pela web utilizando o cartão, com receio de sofrer algum tipo de ataque hacker e ter os dados roubados. Apenas 5% das pessoas não têm essa preocupação e outros 2% afirmaram que nunca fizeram compras pela web com o cartão de crédito.

A Espanha é o segundo país no qual a preocupação com as compras pela internet também é grande, isso para 79% dos entrevistados, seguido da Índia (77%), EUA (63%) e Inglaterra (62%). Por outro lado, os usuários de cartão de crédito que mais confiam nas compras online são os finlandeses (38%), acompanhados pelos suecos (34%) e os franceses (32%).

“A insegurança aumenta na medida em que as pessoas estão cada vez mais realizando pagamentos por meio de dispositivos móveis mas, ao mesmo tempo, não possuem em seu tablet ou smartphone o mesmo nível de proteção que mantêm em seu PC”, explica Ascold Szymanskyj, vice-presidente de vendas e operações da F-Secure para a América Latina.

Sobre a F-Secure

A F-Secure desenvolve soluções de segurança em software e serviços com o objetivo de proteger conteúdos que trafegam em computadores e dispositivos móveis de empresas e usuários finais. Comercializadas no modelo SaaS, as soluções da F-Secure são utilizadas por mais de 200 operadoras de telefonia em 40 países, totalizando um mercado potencial de 250 milhões de clientes de banda larga fixa e móvel. Fundada em 1988 e com sede em Helsinque, na Finlândia, a F-Secure conta com mais de 990 profissionais espalhados em 20 países, incluindo o Brasil. A empresa está listada na NASDAQ OMX Helsinki Ltd. Website: www.f-secure.com.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Para as empresas aéreas, espaço é luxo pra quem paga

Não é um absurdo? As empresas aéreas estão oferecendo lugares e corredores cada vez mais apertados, pouco espaço para as pernas (apesar do ex-Ministro Jobim ter feito um escarcel e reclamar que ele mesmo tinha pernas compridas, mas não adiantou nada), os obesos são obrigados a comprar duas poltronas, e mais recentemente começaram a oferecer um lugar "conforto" bem na frente (aquele que as pernas podem se esticar mais), por dez Reais a mais na passagem. Como se não bastasse, a GOL lança mais essa "promoção" que reproduzo abaixo. Como são bonzinhos, não é? Aliás, sabem porque temos que subir e travar as mesinhas quando o avião aterrisa e decola? Não é somente por segurança, é porque o espaço é tão apertado que se ocorrer alguma emergência a mesinha tem que estar fechada para as pessoas do meio e da janela saírem rapidamente. Se houvesse mais espaço, tudo seria diferente. Bom, tiraram serviço de bordo e ofereceram comida paga através de um cardápio caríssimo, então é de se esperar qualquer coisa mesmo.

A promoção:

Clientes GOL da Ponte Aérea poderão comprar Assentos Especiais

Companhia irá bloquear poltronas do meio para oferecer maior conforto e privacidade

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes, maior companhia aérea de baixo custo e baixa tarifa da América Latina, está lançando os Assentos Especiais nos voos entre Congonhas/São Paulo e Santos Dumont/Rio de Janeiro.  Clientes da companhia poderão adquirir, a partir de R$ 25, os assentos da janela e do corredor localizados entre as fileiras 2 e 7 do lado direito da aeronave, e 3 e 7 do lado esquerdo. Nessas fileiras, as poltronas do meio estarão bloqueadas, garantindo assim mais espaço para viajar.

Recentemente a companhia iniciou também a comercialização dos assentos localizados nas saídas de emergência. Para ocupar esses lugares, os passageiros devem estar aptos a seguir as instruções de segurança, ler as regras, que estão divulgadas no website da empresa, e concordar com elas. 

Para quem voa com Tarifa Flexível ou Smiles Any Day os novos produtos estão disponíveis sem custos adicionais. É a GOL oferecendo mais opções de conforto para a sua viagem.
  

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Pousadas de Canela são sustentáveis

Os proprietários das pousadas canelenses (de Canela, município da serra gaúcha) Blumenberg, Encantos da Terra e Spa Don Ramon recebem o certificado da Norma ABNT NBR 15.401, que engloba as ISOs 9001, 14.001 e 18.001 tratando de sustentabilidade, aliando atividades em prol do meio ambiente, qualidade de gestão e atividades sócio culturais, pelo Instituto Falcão Bauer, neste dia 2 de agosto, durante o primeiro Seminário Estadual para Meios de Hospedagem - Tendências para a Sustentabilidade, promovido pelo SEBRAE.

As pousadas Blumenberg, Encantos da Terra e Spa Dom Ramon receberão os certificados, pois, depois de cinco anos trabalhando e adequando seus empreendimentos, já estão em conformidade com a Norma. “Este diferencial favoreceu que os três estabelecimentos fossem selecionadas pela FIFA para receber turistas durante a Copa”, ressalta a gestora do projeto Sebrae 2014, Amanda Paim.

O trabalho desenvolvido em prol da certificação já rendeu resultados para as pousadas de Canela: no  que diz respeito à gestão, a facilidade para gerenciar é muito maior, já que hoje é possível conhecer exatamente o negócio e saber que caminhos seguir, aumentando, cada vez mais, a qualidade, com envolvimento e comprometimento dos colaboradores, reduzindo custos e, consequentemente, melhorando os resultados; as ações em prol do meio ambiente reduz custos, compromete mais os colaboradores e envolvem até mesmo os hóspedes, com economia de água e luz, redução da geração de lixo e separação, eliminação de agrotóxicos na jardinagem, prioridade para produtos biodegradáveis, entre outros; com a busca de resultados socioculturais, as pousadas passaram a apoiar eventos da região, priorizando fornecedores locais, treinando funcionários e pessoas da comunidade em "Conscientização Turística", em parceria com o Fundo de Turismo; todas estas ações trouxeram resultados positivos também financeiramente. Houve aumento da taxa de ocupação, faturamento e lucratividade, com satisfação dos clientes, contabilizados por um sistema de avaliação dos serviços e produtos oferecidos.

Durante todo o processo de certificação, as pousadas Blumenberg, Encantos da Terra e Spa Don Ramon trabalharam em parceria, apoiando e prestando consultoria para ajudar outros meios de hospedagem a conseguir a certificação e ainda projetam a criação de uma rede de pousadas, hoteis, agências e restaurantes sustentáveis no Brasil. Segundo os diretores das três pousadas canelenses, o apoio do SEBRAE durante todo o trabalho em busca da certificação foi imprescindível.

No Brasil, até então, apenas quatro meios de hospedagem contam com a certificação da Norma NBR 15.401: Hotel Canto das Águas na Chapada Diamantina/BA, Pousada Ville La Plage, Búzios/RJ, Pousada Lagoa do Cassange, Itacaré/BA e Hotel Lençóis em Lençois/BA. As três pousadas canelenses serão as primeiras da Região Sul do País a terem o selo desta certificação.

Para saber mais a respeito das pousadas certificadas, acesse www.hotelblumenberg.com.br, www.pousadaencantosdaterra.com.br, e www.donramon.com.br

1º Seminário Estadual para Meios de Hospedagem - Tendências para a Sustentabilidade 

O evento, que tem promoção e realização do SEBRAE,  será realizado, das 14h às 19h30min, no auditório da UCS – Núcleo Universitário de Canela, rua Rodolfo Schilieper, 222.

Na programação constam palestras sobre temas como Copa do Mundo de 2014; atendimento ao turista; sustentabilidade no turismo e nos meios de hospedagem; e sobre a Norma ABNT NBR 15.401, que engloba as ISOs 9001, 14.001 e 18.001.

O Sebrae/RS também lançará o edital de chamada pública para selecionar dez meios de hospedagem de até 50 unidades habitacionais que receberão apoio da entidade no processo de  implantação da NBR 15.401, assim como aconteceu com as pousadas Blumenberg, Encantos da Terra e Spa Don Ramon.

Conforme o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/RS Vitor Augusto Koch, o trabalho no sentido de preparar estes empreendimentos para os negócios que surgirão em virtude da Copa do Mundo de 2014 tem sido intenso. “O edital que lançaremos durante o evento é uma das iniciativas do programa Sebrae 2014, que está sendo desenvolvido com MPEs de diversos setores da economia”, explica Koch. No caso de hotéis e pousadas, mais do que oferecer boa estrutura, atendimento e preço justo, as empresas precisam adotar ações e iniciativas com foco em sustentabilidade, um dos pré-requisitos da NBR 15.401.

Os interessados em participar devem entrar em contato com a Central de Relacionamento Sebrae: 0800.570.0800.

Programação:
14h: abertura Diretoria do Sebrae/RS
14h30min: Palestra Copa do Mundo e Tendências para Meios de Hospedagem - Eduardo Faraco, consultor do Sebrae e do Senac
15h30min: Palestra atendimento ao turista estrangeiro – Sara Albrecht, jornalista e analista em RI
16h30min: Intervalo
16h50min: Palestra Sustentabilidade no Turismo e nos Meios de Hospedagem - Alexandre Garrido, consultor do Sebrae e ABNT
18h: Lançamento do Edital de Implementação da ABNT NBR 15.401
19h: Cerimônia de Entrega do Certificado da ABNT NBR 15.401
19h30min: Encerramento

Instituto Falcão Bauer da Qualidade

O IFBQ - Instituto Falcão Bauer da Qualidade é um organismo brasileiro sem fins lucrativos, que atua na área de certificação de Produtos e Sistemas de Gestão, com base e parcerias comerciais com organismos internacionais e acreditado pelo Inmetro para diversas certificações de produtos e sistemas.
O IFBQ é uma das primeiras certificadoras de produtos no Brasil, com clientes em todo território nacional, assim como no exterior, em países da Ásia, Europa, Américas do Norte, Central e Sul.
A marca IFBQ está presente no dia a dia dos consumidores brasileiros, garantindo a qualidade dos produtos e serviços, principalmente no que se refere a segurança, a saúde e a preservação do meio ambiente. Fonte: www.ifbauer.org.br