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terça-feira, 5 de abril de 2016

Até emagrecer é questão de foco de organização

Como a bagunça do armário pode interferir na dieta? Diferentemente do que se pensa, a desorganização à nossa volta também pode influenciar diretamente na saúde. Para conquistar uma qualidade de vida, o primeiro passo é o gerenciamento do tempo, que tem relação direta na maneira como se lida com o corpo. Uma limpeza geral , por exemplo, para eliminar a bagunça, não se trata apenas de jogar coisas fora, mas da busca pela vida que você quer -  e merece - desfrutar. Veja esse artigo do canal OZ que trago para vocês.

Confira cinco situações que mostram como a desorganização pessoal reflete diretamente na balança:

1 – Organize seu tempo: Pular refeições? Engorda! Comer de forma apressada também. Comer na frente da TV, adivinha? Também faz você engordar!  Comer “junk food” por “falta de tempo”, pedir pizza à noite porque não se organizou para o supermercado, manter a despensa desorganizada e até manter roupas “largas” no armário são situações que resultam no ganho de peso.  Então, o passo número um é gerenciar o tempo dedicado a essas ações.

2 - Motive-se pela ordem: A desorganização também pode dificultar a respiração, a locomoção e a forma como você enxerga seu foco. Organizar ajuda a se manter motivado.

3 – Foque na qualidade: Quando você se dispõe a uma nova dieta, não adianta colocar nela todas as expectativas com a balança. Não são as dietas que nunca dão certo, talvez seja o modo como você às organiza e se prepara – física e mentalmente – para elas e como a qualidade daquilo que se come dá sentido às suas refeições.

4 - Abandone as desculpas: É preciso estar consciente quanto à forma que quer viver e o corpo que deseja para tomar decisões coerentes. Dizer que não tem tempo de fazer exercícios, mas passar diariamente 2 horas na frente da TV ou navegando nas redes sociais não é uma atitude coerente.

5 - Mantenha mente e corpo leves: A relação existente entre consumo, bagunça e quilinhos a mais vai além. Quando consumimos (e gastamos) demais, acumulamos coisas e comemos - também - demais. Assim como quando mesmo com falta de espaço nos armários a pessoa continua a comprar itens, acontece com a comida. Organizar a mente para organizar o corpo é a principal lição para fazer as pazes com a balança.

Conteúdo retirado de "OZ! Organize Sua Vida", um canal de conteúdo sobre organização pessoal e profissional e conta com cursos e treinamentos voltados para a formação de Personal Organizers, além de uma loja virtual de produtos organizadores.

terça-feira, 22 de março de 2016

10 atitudes para enfrentar o desemprego

Na hora em que as pessoas estão desempregadas, bate o desespero e a sensação de que não há mais nenhuma opção na sua vida. É necessário serenidade e tranquilidade nesse momento para enxergar as oportunidades, e criar alternativas para enfrentar a má fase (às vezes nem é má, é apenas nova), e partir para ações objetivas e práticas. Confira dez dicas valiosas do educador financeiro Reinaldo Domingos:

Pagar dívidas imediatamente? – caso perca o emprego, qual deve ser a primeira ação? Se estiver endividado, por mais que pareça correto querer quitá-las com o dinheiro do fundo de garantia, isso pode ser um erro, pois, se usar muito deste dinheiro, estará sob o risco de ficar sem receitas para cobrir gastos à frente. Então, planeje-se melhor em relação a esses valores antes de qualquer medida.

Crie uma reserva emergencial – o desempregado tem de ter dinheiro guardado, para as despesas, mas, eventualmente, para investir também num curso e retomar a carreira. A primeira medida a ser tomada é reter os valores ganhos de fundo de garantia, seguro desemprego e férias vencidas. Esse dinheiro só deverá ser mexido após ser estabelecida uma estratégia.

Analise sua realidade – é fundamental que tenha total domínio de seus números nesse momento, portanto, se deve saber o valor que possui guardado e somar com o que será ganho. Também deverá fazer um levantamento de todos os gastos mensais, minuciosamente, desde cafezinho até parcela da casa própria, nada deve passar despercebido. Em caso de dívidas e parcelamentos, esses devem ser também somados.

Congele ferramentas de crédito – cartões de crédito, cheque especial, cartão de lojas e outras ferramentas de crédito fácil devem ser prioritariamente esquecidas de sua vida; evite mesmo em caso de emergência, pois, caso não consiga pagar esses valores, os juros serão exorbitantes, criando um caminho de difícil volta.

Faça uma faxina financeira – o que realmente é prioridade para a sua vida? Pense muito bem nessa questão, pois chegou a hora de cortar muitos gastos que não agregam à vida. Gastos que devem ser repensados pode ser de TV a cabo, celulares e smartphones, balada e ida a restaurantes, água e energia e outros pequenos gastos. Priorize o que é realmente é fundamental nesse período.

Mude seu padrão de vida – sei que pode parecer difícil, pois já se acostumou com um monte de regalias, mas é hora de reestruturação, e não de manter a pose. Nos momentos de dificuldade, a humildade é um diferencial. Então, o primeiro passo para mudar sua realidade é aceitar que seu padrão de vida mudou, e não viver de aparências.

Negocie as dívidas – ainda falando de humildade, chegou a hora de buscar os credores e ser o mais franco possível, mostrar que não quer se tornar inadimplente, mas que também não possui condições de pagamento, buscando assim diminuir os juros e esticar os débitos. Lembrando sempre de priorizar dívidas com juros mais altos e com bens de valor como garantia.

Fuja dos exploradores – infelizmente, por mais que seu momento seja de desespero, existem pessoas mal-intencionadas prontas para se aproveitarem dos seus temores. Não permita abusos; muitos tentarão tirar proveito de sua fraqueza para tentar obter vantagens. Evite promessas e garantias descabidas. Às vezes, é melhor estar com o nome sujo do que ser explorado pelas pessoas.

Busque fazer bicos – por mais que não seja em sua área de atuação, busque fontes alternativas de ganhos. Chegou a hora de deixar o orgulho de lado e buscar garantir um mínimo de renda, por mais que não seja em sua área de atuação.

Levanta e sacode a poeira – agora é hora de buscar o mais rápido possível a recolocação profissional. Use seu network, se posicione como alguém que está à espera de oportunidades no mercado. Lembre-se, as oportunidades geralmente aparecem para quem está atrás dela. Esqueça o desânimo, levante a cabeça e olhe para o futuro.

Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor do best-seller Terapia Financeira, do lançamento Mesada não é só dinheiro, e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Entenda o que a baixa auto estima pode fazer com você

Baixa autoestima é muito mais do que insatisfação com você mesmo. É na verdade um sentimento
mais profundo que vai além de não estar bem com seu peso ou sua imagem em algum momento.
BuzzFeed Brasil entrevistou o psiquiatra Fernando Fernandes, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP que afirmou que “a baixa autoestima é um sentimento de menos valia” e que está sempre associada ao sentimento de insegurança. “Quem sofre de baixa autoestima tende a interpretar fatos e sinais de uma maneira ruim e tem uma visão extremamente negativa de si mesmo o tempo todo”, diz.

Baixa autoestima não é uma doença e sim um sentimento, por isso não existe um diagnóstico específico.

Existem indícios de que uma pessoa sofra de baixa autoestima e é muito importante que se fique atento a eles. “É possível identificar por algumas características como atitudes autodepreciativas, comportamentos inseguros, ações que denotem insegurança, principalmente nos relacionamentos interpessoais”, afirma Fernando.

Resumindo, a pessoa que sofre de baixa autoestima dá sinais disso, principalmente quando se vê em meio a outras pessoas, como em um relacionamento afetivo ou trabalho.

A baixa autoestima se torna um problema quando impede qualquer pessoa de fazer algo.

O sentimento passa a ser um problema quando o indivíduo deixar de sair, socializar, namorar e até trabalhar. Para Roberto Rosas Fernandes, da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica, a questão da baixa autoestima é muito mais importante do que as pessoas pensam.

“Em geral usam o termo para falar sobre mudanças físicas, como alterações de peso ou um corte de cabelo”, como se a autoestima fosse uma questão apenas externa. “Mas a pessoa que sofre de baixa autoestima se sente insegura em embarcar em projetos emocionais e profissionais, se tornando incapaz de se lançar para vida”, diz Roberto, em entrevista ao BuzzFeed Brasil.
Segundo ele, evitar ir a uma festa ou não conseguir se aproximar de alguém que te interessa são problemas recorrentes na vida de quem sofre com a baixa autoestima.

Problemas de baixa autoestima podem começar já na infância.

Isso é estudado pela Psicologia do Narcisismo, a área que observa a autoestima, e que conta com diversos estudos. “Alguns deles apontam que uma criança que foi ouvida, teve exemplos positivos e contou com pais que foram empáticos e que entenderam as necessidades dessa criança, provavelmente não se tornou um adulto com questões de baixa autoestima, ou como chamamos, feridas narcísicas”, diz Roberto.

Essa é uma das possibilidades de origem de problemas de baixa autoestima e pode ser resolvida em acompanhamento com psicólogos e psicanalistas.

A baixa autoestima também pode surgir na adolescência e até na vida adulta por conta de padrões inalcançáveis de vida.

Segundo a professora do Instituto de Psicologia da USP, Leila Tardivo, “a autoestima é sim algo que se constrói desde cedo, porém não se pode culpar apenas os pais”. “Durante a adolescência é muito característica a necessidade de pertencimento e na vida adulta também temos que entender que não adianta você tentar seguir padrões estéticos e sociais inalcançáveis”, diz Leila, em entrevista ao BuzzFeed Brasil.

Como um bola de neve de problemas, ela pode virar um quadro de depressão.

Nem todo mundo que sofre de baixa autoestima tem depressão, porém ela pode ser um dos componentes da doença e deve ser observada independente de qual seja o caso.

“As pessoas confundem baixa autoestima com um sentimento de insatisfação. Quando esse descontentamento não está associado a uma coisa específica, como um nariz que incomoda, ou um pequeno sobrepeso, passa a ser um problema grave e pode ser sinal de um quadro depressivo”, diz Fernando.

Leila completa afirmando que “é possível entender a baixa autoestima como um sintoma de depressão quando a pessoa se sente constantemente derrotada, infeliz, e insatisfeita. Esses sentimentos vão piorando a situação porque favorecem ainda mais o fracasso individual”.
Nestes casos, os três profissionais ouvidos pelo BuzzFeed Brasil indicam a busca de auxílio profissional como psicólogos e psiquiatras.

O primeiro passo para melhorar a autoestima é buscar o autoconhecimento.

“Todo investimento que a pessoa fizer em si é muito importante. O indivíduo pode criar sua própria autoestima através de investimentos como o cuidado com corpo, com a alimentação, investimento em educação e bons trabalhos”, aponta Roberto.
É preciso lembrar porém que a baixa autoestima é também uma questão interna. “Não é só uma questão de aparência. Se mudanças como peso e maquiagem ajudarem você a se organizar internamente, ótimo, do contrário só as transformações físicas não vão ajudar”, diz Leila.

Pequenas metas são ideias para melhorar a autoestima.

“Estabelecendo pequenas metas a pessoa passa a desenvolver segurança a medida que consegue ver o desenvolvimento delas. Se por exemplo alguém quer fazer exercícios físicos, pode começar andando uma quadra, na semana seguinte duas, depois de alguns meses começar a correr e assim vai. Cumprir pequenas metas vai gerando um ciclo virtuoso”, afirma Fernando.

Não tem problema se afastar de quem não está te ajudando (ou te puxa para baixo).

Fernando diz ainda que “se cercar de pessoas positivas que veem o lado bom das situações e da sua personalidade é essencial para a melhora da autoestima. E não tem problema bloquear quem te deprecia, que te coloca pra baixo”. E o mesmo vale para ambientes. “Isso não quer dizer ficar recluso, mas sim escolher quem ajuda e não quem critica”, diz.

Caso você conheça alguém que aparenta sofrer de baixa autoestima, seja companheiro e compreensivo.

Leila diz que “não adianta ficar apontando as falhas e defeitos em quem tem baixa autoestima”. Roberto complementa que “um bom vínculo, seja namoro, casamento ou amizade, é essencial para promover o ser humano, portanto é interessante que quem sofra de baixa autoestima tenha suporte de quem está próximo”.

Fernando indica que esse suporte pode ser feito por meio de conselhos e convites. “Se você percebe que um amigo sofre de baixa auto-estima, convide ele para fazer atividades. Se ele quer emagrecer, proponha caminhadas divertidas, se ele quer ganhar mais conhecimento, proponha cursos”, diz. Não pressione, vá junto e dê apoio de forma objetiva. “As pessoas precisam de um estímulo amigo e de um exemplo, muito mais do que falar, é legal ir junto!”, diz Fernando.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O valor de silenciar uma notificação

Aviso aos amigos - especialmente aqueles que notaram e estão estranhando - que já não estou tão rápido no Whats App: descobri que aumentei minha qualidade de vida em 24,6% e reduzi minha ansiedade em 38,4% ao desativar o som da notificação do aplicativo no meu smartphone. As novas mensagens são igualmente visualizadas na tela, mas sem sinetas e campainhas. Já fazia isso com o messenger do Facebook (aliás os dois únicos aplicativos que tenho notificação), agora com o Whats também. De vez em quando olho a tela de início e lá está a bolinha vermelha com o número de mensagens novas. Ou seja, peço perdão por não responder tão mais imediatamente vossos chamados e alertas. Já não sou tão escravo do whats e sei que isso tem causado estranheza a alguns. Muitos se preocupam, já acham que passei mal, estou sem bateria ou viajei para a Rússia.

Fico lembrando do tempo em que procurávamos no guia telefônico o número fixos das casas das pessoas conhecidas e ligávamos, sem saber o que ou quem encontraríamos. Deixávamos recados. Se o sinal era de ocupado, ligávamos mais tarde ou no outro dia. Ou uma hora a gente acabava se encontrando. E quando inventaram o BIP, quando a gente ligava para uma central de recados, avisava o fulano para trazer carne para o churrasco, e essa moça mandava um sinal para o aparelhinho que estava na cintura do fulano, e este tinha que ligar de algum lugar para a central pegar o recado com a mesma mulher. Era o supra-sumo da modernidade. A palavra "supra-sumo" também era modernidade. E depois veio o pager, que recebia o recado escrito no aparelho, dispensando falar com a moça que anotava os recados - uma revolução. E assim vai. Quanto mudou em tão pouco tempo.

Esta medida do whats app (que é uma coisa simples e eu nem devia estar me justificando, mas levo medo que esteja cometendo uma heresia digital) foi necessária ao me dar conta que o tal efeito sonoro não parava, todos os dias, todas as horas, até altas horas da noite e já antes do amanhecer. Sábados e domingos, sem descanso. Isso deve-se também ao fato de ter atingido o número de 32 grupos de whats, entre trabalho, cinema, amigos, confrarias, pais do colégio, eventos, etc. Desculpem, mas com a mesma energia que tenho vontade de receber todas as informações possíveis, tenho tentado viver melhor. Já dizia aquela sábia máxima: "a tecnologia veio resolver problemas que não existiam antes". Boa semana a todos!

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Ouvindo Tadany

Tadany: esse é o cara
Era pra ser apenas mais um workshop na tarde do último sábado. Mas foi muito mais do que isso. Não só em quantidade de horas, mas em qualidade do conhecimento que absorvi - e troquei. No coletivo Bororó 25, uma linda casa na zona sul de Porto Alegre, voltada para a cura e para o equilíbrio emocional - comandada pelas queridas terapeutas Christiane Ganzo e Denise Aerts -, tive o prazer de auxiliar na divulgação do evento e depois de ouvir o escritor, pensador, poeta e executivo Tadany Cargnin dos Santos, nosso convidado especial. Ele saiu de São Borja, na fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina, para o mundo. Já morou em mais de 20 países e hoje é gerente de globalização da IBM residindo em Pune, no oeste na Índia. Dono de uma fala mansa, com ideias brotando a cada respiração, já nos colocou a meditar nos primeiros minutos, o que foi uma prova de fogo para os mais estressadinhos. Em seguida, dissecou a mente humana de forma magistral, repassando ensinamentos ao público com um jeito agradável, compreensível e magnífico. Tadany foi do comum ao raro, mas sempre colocando na mesa uma série de reflexões que fizeram todos os presentes pensarem profundamente. Alguns devem estar revendo conceitos até agora, como eu. O workshop iniciou às 15h30 e deveria encerrar pelas 18h, mas foi até quase oito da noite, sem ninguém esbravejar. No final, virou uma grande conversa, numa roda de pensadores, onde todos tinham sua contribuição de valor, a partir das provocações de Tadany. Me lembrou aqueles filmes franceses reflexivos, onde cada personagem sai de trás de um pilar, ou vem de outra peça da casa, já entoando a sua fala. Christiane e Denise engrandeceram ainda mais o encontro com sua experiência e suas aduções no tema.

Auto-conhecimento

Mas, tratando do conteúdo em si, aceitei a provocação do palestrante, que fez mergulhar em nós mesmos para revermos nossos talentos e lembrarmos de qual a nossa missão aqui. A partir dessas palpitações filosóficas - nenhuma delas erudita e inalcançável, tudo muito simples e direto -, Tadany falou do amor e suas facetas: amor próprio, condicional ou incondicional, material, espiritual, o construtivo e o destrutivo. Desnudou o ser humano e seus vícios, que normalmente prefere as tempestades do que os dias ensolarados. "A mesma força inserida na crítica pode ser usada para elogiar, entender, valorizar", diz ele, que parece estar preocupado de como as pessoas hoje estão "mendigando o amor", pois sem a conhecer a si mesmas, seus próprios dons e capacidades, estão perdidos e extremamente carentes. E isso se reflete nas relações amorosas, familiares e no trabalho. "A responsabilidade dos pais é incentivar a auto-estima, confiança, respeito e orgulho nos seus filhos, para criarem indivíduos seguros e sólidos - e com capacidade de amar", completa Tadany.

Mundo corporativo

Também tiramos ótimas lições para o mundo que convivo, da gestão e do mundo do trabalho, e que exploro neste blog. Para o convidado da Bororó, o desafio dos novos líderes começa justamente na raiz de ser contestado: "as pessoas têm uma aversão natural à autoridade. Não é pessoal, é o papel que muda quando alguém passa a ser chefe de alguém". Por outro lado, há uma mudança de comportamento dos liderados com estas novas gerações, imediatistas, tecnológicas e por vezes superficiais. Para Tadany, o ser humano "está perdendo aquela resiliência de insistir, de fazer as coisas darem certo. Na dificuldade, desiste e muda de ideia. Ou de emprego. Ou de atividade". Com flechadas certeiras, o pensador gaúcho radicado no exterior deu um show de ensinamentos, com pensamentos blocados, objetivos, mas interligados entre si, dentro da lógica de uma análise - e uma consequente compreensão - da mente humana.

Escola

Ao repensar nossas missões, fatalmente revisamos também as instituições. Começamos pelo eu, potencializando nossas capacidades intelectuais, emoções, memória e o ego, passando pela família, vida profissional e chegando, claro, na escola. "Nossos educadores não estão preparados para a as crianças de hoje, que nascem dentro de um mundo tecnológico", alerta Tadany, que obviamente nos faz olhar para as salas de aula de nossos filhos e enxergar um abismo entre a didática estabelecida, os conteúdos propostos e a realidade em que vivem os alunos. Fato.

Tive o prazer de almoçar com o Tadany, antes do evento. Por isso nossas conversas já começaram às 13h do sábado. Emendamos com evento, passamos pelo pôr-do-sol - que é uma dádiva em qualquer lugar da cidade, mas no Bororó é um espetáculo à parte - e acabamos eu e minha esposa por ainda ir jantar à noite, com o Tadany e a Christiane, que praticamente valeu por outro workshop de vivências até quase meia-noite! Simplesmente abundante! Muito mais ouvi do que falei. Aprendi e repensei. Mudo já na prática para melhorar minha vida, enquanto espero novos ensinamentos, novos eventos no Bororó e novos encontros com o mestre Tadany. Esse é o cara! Aqueles que compareceram sabem disso.


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Jornada de Trabalho Pelo Mundo

Você acha que trabalha demais? Você gostaria de ter um fim-de-semana mais longo? Toparia trabalhar mais em horas diárias para ter um dia a mais de folga? Diversos países estão rediscutindo suas jornadas de trabalho pelo mundo, com uma queda de braço entre empresariado, trabalhadores, sindicatos e justiça. No Brasil, que tem uma jornada elevada, não é diferente, Olhamos para a grama do vizinho de alguns países com certa inveja., Em alguns deles, por exemplo, ainda há o costume da "siesta", aquela dormidinha depois do almoço que todo médico diz que faz muito bem. Nos EUA, o "9 to 5" é realidade e ainda se sai para almoçar.

No México, um dos homens mais ricos do mundo, Carlos Slim, acredita que os serviços públicos e particulares devem trabalhar as 24 horas, mas as pessoas não. Ele propõe, num dos países que mais se trabalha no mundo, que a jornada seja de 11 horas em apenas três dias por semana, e se descanse nos outros quatro. Há quem diga que esta é a tendência nas relações trabalhistas, mas Slim parece querer defender o aumento de empregos ni mundo e com isso combater a pobreza. O problema é que ningu´-em sabe o que aconteceria com os salários.

Enquanto a polêmica corre pelo planeta, segue um levantamento dos dez países com as jornadas trabalhistas mais reduzidas do mundo, baseado no estudo Society at Glance, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Veja e sonhe:

Itália. A média trabalhista é de 36 horas por semana, ainda que a jornada máxima legal marque 40 hora/semana. Os rendimentos dos trabalhadores na Itália é de 2.900 dólares em média, e contam com quatro semanas de férias ao ano.

Austrália. Quem trabalha na iniciativa privada tem jornada de 36 horas semanais, no entanto, os trabalhadores públicos trabalham 38 horas. A média salarial anual é de 3.750 dólares por mês.

Suécia. Em média trabalham 36 horas semanais, com uma percepção mensal média de 3.200 dólares ao mês.

Bélgica. Trabalham em média 35 horas por semana, e a média salarial chega aos 3.700 dólares mensais.

Suíça. A média de horas trabalhistas por semana é de 35, com uma média salarial mensal de 4.200 dólares.

Alemanha. Tem uma média de 35 horas trabalhistas por pessoa a cada semana com um rendimento mensal de 4.200 dólares.

Irlanda. Entre 1983 e 2012 a média de horas trabalhadas por pessoa na Irlanda passou de 44 a 34, com uma percepção mensal média de 4.300 dólares.

Noruega. Assim como na Dinamarca, a média de horas trabalhadas por semana é de 33; os trabalhadores contam com um mínimo de 21 dias de férias e as licenças por maternidade chegam às 43 semanas, com salários que em média somam 3.800 dólares.

Dinamarca. Em média trabalham 33 horas semanais, sua cultura trabalhista é muito flexível pois contam com seguro desemprego que pode ser estendido até por dois anos. O salário mensal atinge os 3.800 dólares.

Holanda. Com uma média salarial mensal de 3.900 dólares por pessoa, a jornada trabalhista por semana é de 29 horas, com notáveis prerrogativas para as mães trabalhadora, quem chegam a ter jornadas trabalhistas de quatro dias por semana.

Com base em informações do blog Metamorfose Digital http://www.mdig.com.br

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Artigo: Seu Dia com 30 Horas

Confiram este texto sobre a gestão do tempo da advogada Gabriela Meinert Vitniski:

Há alguns anos, um banco popular brasileiro criou um slogan de publicidade dando a entender que o banco seria tão eficaz ao cliente, a ponto de estar à disposição durante 30 horas diárias. Ainda que saibamos que tal situação é impossível, pois o dia possui apenas 24 horas, em tempos de rotina acelerada, realmente, gostaríamos que muitos dos nossos dias fossem estendidos por algumas horas extras a fim de poder cumprir todos os compromissos. Matematicamente é impossível, mas existem algumas medidas que podem ser tomadas a fim de transformar oito horas de trabalho, bem planejadas, em equivalentes a 10 horas de trabalho comum.


1. Anote seus compromissos
Tenha uma agenda, seja ela física ou virtual, eu, por exemplo, uso o google calendar para as atividades pessoais, e o próprio sistema do meu trabalho para as atividades profissionais, o google calendar ou ferramentas similares é vantajoso pois além de poder ser acessado em um computador é sincronizado automaticamente com aplicativos em celulares e Ipads/tablets. Mas a agenda física funciona muito bem também, desde que sempre esteja a sua disposição.
Coloque suas tarefas em uma agenda, tenha noção da extensão prática do seu dia, semana e mês. A visualização o ajuda ser racional com as atividades que deve realizar durante o dia.

2. Evite perder tempo com distrações
Evite aquelas "coisinhas" que tiram o foco, às vezes é o celular, whatsapp, redes sociais, até a própria conversa com os colegas de trabalho. Saiba dizer não, afinal você já sabe muito bem todas as atividades que tem a finalizar (já estão na sua agenda), se você procrastinar ou se distrair demais durante o dia, certamente o tempo não “renderá”. Você precisa de tempo, seja para o trabalho, família, lazer, para aquele projeto que você está iniciando e etc.

3. Coloque alarmes para as suas atividades
Não precisa ser para absolutamente tudo, mas é importante cronometrar aquela atividade que você precisa realizar a qualquer custo, então se utilize do seu smartphone, cronometro e etc. para aperfeiçoar suas atividades. Às vezes você precisará ser um pouco mais metódico para alcançar os resultados almejados para aquele dia em específico.
A contagem do tempo também ajuda a estimar o tempo gasto em alguma atividade específica. Digamos que todo dia você precise fazer a atividade "x", se você já sabe a média de tempo gasto para realizá-la, será muito mais fácil otimizar o seu tempo em outras atividades.

4.  Deixe o celular em modo "silencioso"
Se o seu trabalho não exige atender ao telefone instantaneamente, procure deixá-lo no modo silencioso para evitar que ele seja uma distração. Seja através de uma notificação do whatsapp, ou de redes sociais, até mesmo um sms ou uma ligação, se você puder evitar, deixe para visualizar após o encerramento de determinada atividade.

5. Não cheque seu e-mail a toda hora
Na rotina agitada o e-mail é uma das ferramentas de trabalho mais utilizadas, mas lembre-se e-mail não é chat, portanto nem você encaminha um e-mail esperando resposta instantânea, e nem a pessoa que te encaminhou espera isso.
Portanto, não interrompa sua atividade concentrada para responder um e-mail, espere finalizá-la, ou realizar uma pausa estratégica para dar a devida atenção à sua caixa de entrada. Eu particularmente gosto de dividir meu dia em blocos, no primeiro período checo todos os e-mails e os categorizo, atendendo as prioridades e os demais no decorrer do dia.

Então, parece tranquilo, certo? Mas a prática exige grande disciplina. Após listar suas atividades, saber o tempo médio gasto em cada uma delas, evitar distrações, certamente você aumentará o nível de produtividade e alcançará melhores resultados. Essas medidas irão te proporcionar sensação de que seu dia foi prolongado, sensação de controle e dever cumprido. E, certamente, restará mais tempo para outras atividades que você sempre quis praticar, no entanto não o faz pela "falta" de tempo.

Gabriela Meinert Vitniski é advogada do escritório Giovani Duarte Oliveira Advogados Associados, na área do Direito Empresarial, inscrita na OAB/PE 32.104 e OAB/SC 41.545A, graduada no curso de Direito pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) e pós-graduanda em Direito Civil e Empresarial pela Damásio Educacional.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Portfólio de Palestras 2015

Foto Antares Martins
Neste post detalho o meu portfólio de apresentações que faço para o mercado. É algo que já faço há algum tempo, mas agora estou intensificando, no ano em que completo 30 anos dedicados à comunicação. Há diferentes tipos de palestras, dinâmicas, workshops e treinamentos, como vocês vão ver abaixo. Tenho certeza que pode interessar aos seus contatos, empresas e equipes com quem vocês atuam. Também crio projetos customizados conforme a necessidade. Qualquer coisa é só me contatar:

Email renatomartinsprofissional@gmail.com
Fone (51) 9232-4995
twitter.com/renatomartins
facebook.com/renatomartins1967
instagram.com/renatomartins1967
Linkedin: Renato Martins


CENA DE CINEMA
Uma palestra diferente, recheada de referências cinematográficas que dão lições de vida sobre gestão, liderança, trabalho em equipe, motivação e inovação.
Cenas de filmes conhecidos são mostradas e analisadas com interatividade, bom humor e sensibilidade.
A palestra ideal para motivar na hora na crise, despertando novas ideias e foco na busca de metas.

NÃO TENHA MEDO DO MICROFONE
Uma dinâmica para quem precisa se comunicar com seu público, interno ou externo. Como aprender a se expressar melhor e dar entrevistas, convivendo com jornalistas, especialistas, críticos e imprensa em geral.
Conteúdo objetivo, dicas práticas e testes ao vivo para simular as entrevistas.
A dinâmica ideal para empresários, autoridades, políticos, administradores, líderes em geral, que querem se destacar no competitivo mundo da mídia.


NÃO ME ODEIE, SOU CHEFE
Uma palestra que desvenda as agruras da liderança, diagnosticando as necessidades da gestão em função da eficiência das metas.
Relatos de cases que exemplificam a dinâmica da chefia e de seus colaboradores, buscando a libertação da consciência pesada em ambos os lados.
A palestra ideal para harmonizar disputas internas nas empresas, aproximando os líderes de suas equipes e integrando mais ainda os grupos de trabalho.

COMO SER GESTOR SEM PERDER A ALMA
Uma vivência diferente, misturando palestra com dinâmica, baseada principalmente na busca da qualidade de vida.
Relatos e práticas que objetivam o gestor buscar a melhoria da estabilidade emocional, controle do stress e harmonização de seu pensamento.
A vivência ideal para executivos estressados, confusos, desfocados e à procura de estabilidade emocional. Ajuda a desfazer o mito do gestor carrasco, buscando a humanização na liderança moderna. 

GESTÃO DA COMUNICAÇÃO
Uma palestra técnica, objetiva e completa com muitas referências de mercado e dinâmicas práticas. Ferramentas para aliar liderança, planejamento, organização e processo criativo da informação.
Análises de processos de cross-media, gerenciamento e imagem e de crise baseado em cases famosos do mercado.
A palestra ideal para quem quer liderar redações, emissoras de rádio e TV, jornais, assessoria de imprensa, ou simplesmente quer se dedicar a este novo ramo da comunicação.  

O COMUNICADOR DO FUTURO
Um workshop para analisar o mercado da comunicação e o papel do jornalismo, no atual estágio de nossa sociedade, onde a informação brota de todos os lugares.
A curadoria da notícia, as novas mídias, cross-media, transmídia, o perfil do profissional moderno na área de comunicação e os novos mercados.
Uma atividade ideal para jornalistas, professores de comunicação, alunos, RPs, publicitários, especialistas em comunicação e marketing colocados ou que querem se colocar no mercado.

RENATO MARTINS, jornalista, radialista, professor e palestrante com 30 anos de carreira. Diretor de Jornalismo do Grupo Bandeirantes de Comunicação no RS. Formado com Comunicação Social pela PUC RS e com MBA em Gestão Estratégica de Negócios pela ESPM SUL. Já passou por diversas empresas de comunicação, como RBS, Jornal do Comércio, Rádio Eldorado, FEPLAM e TVE, entre outras. Amante da música e do cinema, trabalha com essas referências artísticas para aulas e palestras. Já foi baterista profissional por 15 anos, atua ocasionalmente como DJ e como hobby é comentarista de cinema nas rádios da Band. 

Se sua empresa ou grupo de trabalho precisa de motivação, informação, reflexão, organização e novas ideias, leve o RENATO MARTINS para conversar com estas pessoas. São vários formatos de palestras, dinâmicas, treinamentos e workshops. Apresentações modernas, criativas e bem-humoradas para incentivar a mudança e a mobilização de sua equipe.