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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Latino-americano deve gastar em média R$ 815 com presentes de Natal em 2015

Entre os dias 8 e 12 de novembro, o Groupon realizou uma pesquisa com 6.800 pessoas dentro de sua base de usuários, na Argentina, no Brasil, no Chile, na Colômbia e no México, com o intuito de compreender quais são as expectativas para o próximo Natal e os gostos dos latino-americanos quando o assunto é dar e receber presentes.

“No Brasil e na América Latina, o e-commerce vem crescendo como uma alternativa de compras, especialmente em datas movimentadas, já que o usuário pode comprar online com facilidade evitando filas e deslocamentos. Por isso, com esse estudo, nosso objetivo foi entender um pouco mais sobre o hábito de presentear em toda a região para oferecer promoções assertivas para nossos usuários”, explicou João Pedro Serra, vice-presidente do Groupon no Brasil.

Em média, o latino-americano deve gastar R$ 815* em presentes neste natal e dar cerca de dez presentes. Para 60% dos entrevistados, o presente mais desejado é uma viagem - um final de semana em um hotel bacana - seguido por roupas (45%) e uma experiência diferenciada com amigos e/ou familiares (41%). Os presentes mais marcantes são aqueles em que o presenteado ganhou exatamente aquilo que queria, para 75%; mas, por outro lado, 85% dos entrevistados afirmam que não compartilham nenhuma lista com o que gostariam de ganhar. Os presentes tidos como os mais memoráveis são aqueles dados pelo parceiro(a), com 85% dos votos.

Os brasileiros pretendem gastar em média R$ 58 em cada presente e, no total, planejam desembolsar algo em torno de R$ 462, comprando cerca de oito presentes neste Natal. No Brasil, assim com nos outros países pesquisados, um Natal perfeito é composto por atividades familiares, para 75% do total de entrevistados, e também por uma grande ceia, afirmam 72% das pessoas que participaram do estudo.

* A pesquisa completa conduzida pelo Groupon envolveu 19.262 pessoas em 16 países, realizada entre os dias 8 e 12 de novembro. Para fins de comparação, foram utilizados aqui apenas dados referentes à América Latina. No Brasil, a amostra compreendeu 1.025 pessoas, com idade entre 18 e 65 anos. 

** Cotação do dia 17/11. US$ 214 e US$ 22. 

Sobre o Groupon:

Groupon é líder global em comércio local e o primeiro lugar onde o consumidor procura quando quer comprar qualquer coisa, a qualquer hora e em qualquer lugar. Com escala global, o Groupon consegue oferecer aos consumidores um vasto marketplace de ofertas imbatíveis em todo o mundo. Nele, os consumidores descobrem tanto pela web como pelo celular o melhor que sua cidade tem a oferecer, desfrutam de ótimas opções de férias com Groupon Viagens e encontram uma seleção de ofertas de qualidade relacionadas à moda, artigos de decoração e muito mais com o Groupon Shopping. O Groupon está reinventado o modo como pequenas empresas atraem, retêm e interagem com seus clientes, fornecendo um pacote de produtos e serviços digitais que incluem campanhas de negócio personalizadas, opções de pagamentos com cartão de crédito e débito e soluções de ponto de venda que ajudam empresas a crescer e operar de forma mais eficaz. Para saber mais, visite www.groupon.com.br. 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Confiança dos empresários do comércio gaúcho completa 11 meses consecutivos em queda

Com queda de 27,8% em novembro, a confiança dos empresários do comércio gaúcho encerrou
novembro em campo pessimista e alcançou o 11º recuo consecutivo. Aos 76,2 pontos, e em queda generalizada, o resultado  indica um agravamento das percepções do empresariado do setor em relação à economia brasileira como um todo. Os dados são da pesquisa Índice de Confiança do Empresário do Comércio do Rio Grande do Sul (ICEC-RS), realizada pela Fecomércio-RS e divulgada nesta quinta-feira (3).

A redução da confiança está disseminada em todos os componentes que formam a pesquisa. Os fatores determinantes para o comportamento  do indicador são os mesmos observados ao longo dos últimos meses: inflação alta, aumento dos juros, atividade econômica em queda, resultados negativos das contas públicas e forte depreciação cambial.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destaca, no entanto, um aspecto interessante da pesquisa de novembro. Segundo ele, apesar do crescimento do pessimismo no ambiente empresarial, as expectativas em relação ao futuro resistem no campo positivo. “A expectativa positiva quanto ao futuro está basicamente associada ao desempenho da empresa. O empresariado está entendendo que a economia não vai ajudar ninguém a crescer: agora, mais do que nunca, o esforço de cada empresa é que vai fazer a diferença”, explica Bohn. O indicador de expectativas dos empresários em relação ao futuro (IEEC), está em patamar otimista, aos 107,6 pontos, mas caiu 21,2% em relação ao mesmo mês do ano passado

O dirigente destaca que, assim como no mês passado, a melhora no indicador que mede a adequação do nível de estoques é também um sinal positivo do ICEC de novembro, tendo em vista o cenário de juros elevados que tornam o acúmulo de mercadorias mais caro para as empresas.

Os dados de novembro sobre as condições atuais (ICAEC) que refletem a percepção do empresário quanto ao momento econômico presente, ao setor e à própria empresa atingiram 37,9 pontos, queda de 48,8% na comparação com o mesmo período de 2014.   O componente referente à economia brasileira, atingiu 17,9 pontos, e registrou queda de 68,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os outros componentes desse mesmo indicador – percepção quanto ao comércio e à própria empresa – apresentaram quedas intensas em relação a novembro/2014, com recuo de 49,8% e de 36,2%, respectivamente.

No que se refere aos investimentos do empresário do comércio (IIEC), houve redução de 21,5% na comparação com novembro do ano passado, com o indicador aos 83,0 pontos. Segundo o presidente da Fecomércio-RS, foram determinantes para esse comportamento negativo as reduções das perspectivas de contratação de funcionários (-33,3%) e de realização de investimentos (-30,0%), que permanecem em nível pessimista desde agosto de 2014.

- Veja os resultados completos em http://links.fecomercio-rs.org.br/ascom/analiseICECnov15.pdf

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Pesquisa Fecomércio: Pessimismo entre os empresários do comércio gaúcho se mantém há nove meses

Os empresários do comércio gaúcho mantêm a expectativa pessimista em relação à economia
brasileira como um todo. A pesquisa Índice de Confiança do Empresário do Comércio do Rio Grande do Sul (ICEC-RS), realizada pela Fecomércio-RS, registrou em setembro uma queda de 24,4% em relação ao mesmo período do ano passado, aos 80,9 pontos. Na média de 12 meses, o indicador caiu de 92,5 pontos em agosto/2015 para 90,3 pontos em setembro/2015. Com o resultado, o ICEC permanece nove meses consecutivos com dados negativos.

Os dados evidenciam um agravamento na tendência de redução da confiança dos empresários do comércio em relação ao cenário econômico do Brasil. O pessimismo está disseminado em todos os componentes que dizem respeito às condições atuais e investimentos, mas se mostra mais acentuado quando se refere à percepção dos empresários em relação à economia, especialmente em função da combinação de fatores como inflação alta, aumento de juros, atividade econômica em tendência de queda, resultados negativos das contas públicas e forte depreciação cambial.

Os dados de setembro que medem as condições atuais (ICAEC) e refletem a percepção do empresário quanto ao momento econômico presente, ao setor e à própria empresa registrou em setembro/2015 queda de 43,0% na comparação com o mesmo período de 2014. “É interessante notar que, apesar da percepção extremamente pessimista dos empresários em relação às condições atuais, as expectativas em relação ao futuro persistem no campo otimista”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. Segundo o dirigente, o que sustenta esse otimismo é a expectativa do empresariado em relação a sua própria empresa e, em menor medida, ao comércio como um todo.

Os outros componentes desse mesmo indicador – percepção quanto ao comércio e à própria empresa – apresentaram quedas intensas em relação a setembro/2014, com recuo de 39,9% e de 32,0%, respectivamente.

O índice de expectativas quanto ao futuro (IEEC) atingiu 114,6 pontos em setembro, registrando uma redução de 18,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nesse caso, contribuiu fortemente no comportamento do indicador a deterioração das expectativas em relação à economia brasileira, cujo índice caiu de 26,9%, atingindo 91,7 pontos.
No que se refere aos investimentos do empresário do comércio (IIEC), o indicador atingiu 84,5 pontos em setembro/2015, redução de 19,0% na comparação com o mesmo mês de 2014. Em relação a 2014, foram determinantes para a queda do indicador as reduções das perspectivas de contratação de funcionários (-28,2%) e de realização de investimentos (-25,2), que permanece em nível pessimista deste agosto do ano passado.

O indicador de percepção em relação à adequação do nível de estoques, por sua vez, teve recuo de 2,5%, em patamar pessimista. “Permanece em destaque nesta pesquisa o comportamento do índice que contratação de funcionários, que desde o mês de março ingressou, pela primeira vez desde 2011, no patamar pessimista”, destacou Luiz Carlos Bohn, que mantém a previsão de cenário de redução da força de trabalho nos próximos meses.

A análise completa pode ser acessada em: http://links.fecomercio-rs.org.br/ascom/analiseICECset15.pdf

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Conhecer as Próprias Habilidades

Uma recente pesquisa realizada pela ETALENT com apoio da Catho mostrou que 43% dos profissionais brasileiros já conhecem o seu principal talento. De acordo com os dados, 93% acredita que ter o conhecimento das principais habilidades é um fator decisivo para a carreira. Ter noção dos talentos pode gerar duas grandes oportunidades:

1– Autodesenvolvimento: A partir do momento em que se exerce o conhecer próprio, aumentam as chances de identificar os pontos fortes e fracos de cada perfil. A partir daí, os pontos fracos podem ser aperfeiçoados e os fortes aprimorados.

2 – Desenvolver uma carreira: Quando se adquire ciência sobre o talento, se pode não apenas potencializá-lo como também correlacioná-lo com algum cargo, tanto no que desempenha atualmente quanto no desejado. Assim, é possível aproveitar a oportunidade para se desenvolver e alcançar a profissão esperada.

Em 2012, a ETALENT lançou o MyEtalent, uma plataforma completa para autoconhecimento e autodesenvolvimento que auxilia pessoas e empresas em suas jornadas.

“A proposta do MyEtalent é principalmente aproximar as pessoas do exercício do autoconhecimento e autodesenvolvimento, para que elas possam alcançar os seus principais objetivos”, afirma Jorge Matos, presidente da Etalent.

Ainda de acordo com a pesquisa da Etalent/Catho, a crença de que conhecer o seu verdadeiro talento é algo importante para ter sucesso tanto na vida pessoal como na profissional é praticamente unânime.

“Muitas pessoas se dizem infelizes em sua trajetória profissional, mas ao mesmo tempo confessam que não conhecem seu principal talento. Saber sobre seu talento é fundamental para a felicidade na carreira, pois quando o indivíduo sabe qual cargo está mais de acordo com o seu perfil, mas perto ele está do sucesso”, conclui Matos.

Sobre a ETALENT

A ETALENT é uma empresa de tecnologia especializada na gestão da mudança pessoal e na educação do comportamento. Desde 1987 vem desenvolvendo um conjunto de soluções inovadoras para potencializar o talento das pessoas e os resultados de organizações de pequeno, médio e grande porte. A empresa conta com uma equipe de 60 colaboradores e um universo de 2 mil clientes, dentre eles Petrobrás, Magazine Luiza, Coca-Cola, Vivo, Oi, Embratel e Rede Globo. Ao longo dos últimos anos, a ETALENT se consolidou como uma das líderes no desenvolvimento de projetos de atração, educação, gestão e manutenção de pessoas.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Gestão ruim, Funcionário ruim

Pesquisa realizada pela Michael Page no início de julho mostra os principais motivos que causam insatisfação nos profissionais de grandes organizações. Entre eles, a má gestão está em primeiro lugar (21%), seguida de falta de reconhecimento e de feedback, cada um com 12%. Para o CEO do Grupo Kronberg - empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais da linha de frente, assessment e coaching -, Carlos Aldan, os três fatores de maior insatisfação citados estão diretamente ligados à liderança das empresas.

“Um líder que somente foque metas, prazos e lucro, sem mostrar o real valor do funcionário, dificilmente terá equipes motivadas e com alta performance. Quando sentimos que não somos necessários para o desenvolvimento da empresa, acabamos transformando a experiência de trabalhar em algo maçante e desagradável”, afirma o CEO.

Uma empresa que possui líderes despreparados e colaboradores desmotivados provavelmente não terá sucesso. Aldan explica que a junção de técnicas avançadas de gerenciamento e de habilidades comportamentais e relacionais é o caminho para evitar essa insatisfação, que gera êxodo de profissionais: “Técnicas de gerenciamento de tempo, projetos e processos devem ser implementadas para que o líder organize a equipe de forma produtiva. Entretanto, não se deve esquecer o desenvolvimento de relacionamentos fortes com a equipe, criando uma visão de futuro em comum e propiciando um clima agradável. Só então o líder e a equipe terão uma alta performance. ”.

O líder que entende as técnicas de gerenciamento mas possui um perfil coercivo, aquele que usa a ferramenta do ‘manda e controla’, provavelmente terá uma equipe de rendimento baixo na organização. Assim como, o líder que tem a equipe motivada, mas desorganizada, não terá uma ótima performance. “Motivação é a resposta, é importante oferecer retornos assertivos e deixar claro o real valor de cada um. Assim, garante-se o sucesso de uma equipe”, finaliza o CEO da Kronberg.