Mostrando postagens com marcador Negócios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Negócios. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Por um 2017 sem procrastinação! É agora ou nunca!

Achei por bem abrir o ano deste blog com este post, com um artigo do José Roberto Marques que só de ler dá vontade de se mexer e fazer o que é necessário para as coisas começarem a acontecer. Como eu costumo dizer, para que 2017 seja melhor, #sódependedenós. Aproveite:

Já se passaram alguns dias de 2017, e eu quero saber: o que você já fez até aqui? Quais daqueles sonhos e planos que você colocou na lista de desejos para 2017 já estão saindo do papel? O que você tem feito para transformar estes sonhos em realidade? Muitos reclamaram de 2016, mas eu te pergunto: quem é você em 2017? Você é alguém novo para este ano novo ou é o mesmo do ano passado?

Estamos chegando ao final do primeiro mês de 2017. Você já parou para pensar no tempo que você já viveu neste período? Foi um tempo bem vivido, bem aproveitado? E antes que você pense em sair por aí fazendo algo pelo calor da emoção, quero te dizer que aproveitar o tempo que temos não é agir sem cautela ou sem planejamento.

Como fazer valer cada instante de nossas vidas? Aproveitar o tempo que temos significa ter atitude, perseverança, determinação. Significa ainda ter sonhos, ter fé em si próprio, acreditar no poder da luz que você tem dentro de si. A falta de fé é amiga íntima da procrastinação.

Talvez ao ler este texto, você pense que é exagero falar em procrastinação em pleno começo de ano. As energias estão renovadas, o astral está alto, a procrastinação passa bem longe. O problema é que, muitas vezes, estes objetivos se perdem com o passar dos meses. Boa parte desse astral que começa em janeiro não chega em dezembro.

Pensando nisso, quero compartilhar com você algumas dicas para te ajudar a fugir do desânimo e da procrastinação.

1- Liste as suas metas
Coloque aqui tudo o que você quer realizar em 2017. Se você não fez isso na virada do ano, não tem problema. Aproveite e faça agora!

2- Defina o grau de prioridade de cada meta
Isso te ajudará a identificar o que é mais importante e necessário para você.

3- Divida a meta em etapas
Metas definidas, o próximo passo é estabelecer as ações que deverão ser feitas para cumprir estes objetivos.

4- Se parabenize pelas conquistas ao longo do ano
Quem disse que é preciso chegar em dezembro para celebrar as vitórias do ano? A cada passo dado, a cada superação alcançada, a cada meta cumprida, parabenize a pessoa responsável por cada conquista: você!

Mantenha o foco em seus objetivos, acredite no seu potencial e não desanime. Tenho certeza que 2017 será um ano extraordinário para você e para quem te cerca.

Artigo de José Roberto Marques - Master Coach Senior e Presidente da maior escola de coaching do Brasil, o IBC.

terça-feira, 15 de março de 2016

Os Sete erros mais comuns no CV


Você sabe o que pode e o que não pode ter no seu currículo? Pode colocar foto? Quantas páginas o CV deve ter? Eu devo ser detalhista na descrição de todas as minhas atividades? reproduzo aqui algumas questões levantadas pelo diretor de recrutamento da STATO, Paulo Dias, que listou os erros mais comuns de quem faz e apresenta seus currículos e nos passa dicas sobre como evitá-los. Confira:

1. Falta ou excesso de dados pessoais
Um entrevistador perde muito tempo e consequentemente o interesse quando recebe um currículo e não encontra de primeira, informações importantes como idade, contatos e endereço residencial. “Um bom currículo sempre tem essas informações claras e logo no início”. Agora, o que realmente deve ser evitado é colocar fotos e o número do CPF ou RG, por exemplo. “Esses dados são totalmente desnecessários, a não ser que seja solicitado pelo recrutador”, avalia Dias.

2 Mentir? Nunca!
Mentir no currículo é a pior coisa a ser feita. Se você não fala inglês fluentemente, não escreva isso. Seja transparente, pois se seu currículo for selecionado, a mentira pode cair por terra na entrevista. E será muito pior, acredite.

3 Atenção à gramática
Todo cuidado é pouco. O currículo será a primeira impressão que ficará sobre você. Passar o corretor ortográfico é fundamental, mas fique atento ao que você escreve. “Evite passar a imagem de descuidado, revisando seu currículo antes de enviá-lo”. Pedir ajuda a um colega nesse momento também é válido. “Outra pessoa pode perceber erros e te dar dicas de coisas que você não havia se atentado”.

4 Formatação – Não exagere
Formatações criativas e extravagantes podem confundir o recrutador. Opte pelas fontes clássicas como Times New Roman e Arial, em tamanho legível e na cor preta. “Usar negrito, itálico ou sublinhado também é permitido, principalmente para destacar títulos, empresas e cargos ocupados”.

5 Informações claras e objetivas
Deixe claro o objetivo profissional, o nível de experiência e a área em que deseja atuar. Não se esqueça de inserir uma breve descrição de suas experiências e de mencionar todos os cargos ocupados em cada passagem profissional. No entanto, não se prolongue demais para descrever suas funções exercidas. “O entrevistador avaliará sua capacidade de sintetizar sua experiência em poucas linhas”.

6 Discutir remuneração na hora certa
Incluir a pretensão salarial no currículo também não pega bem. A remuneração é assunto para ser discutido em entrevista e não para ser estampado no currículo. Coloque apenas se for solicitado pelo recrutador. Ainda assim, procure colocar sua última remuneração (caso tenha) como referência.

7 Tamanho exagerado
O currículo com uma página é o suficiente para um candidato em início de carreira. No caso de profissionais mais experientes, o ideal seria entre duas a três páginas. Currículos muito longos e prolixos dificultam a localização de informações importantes.

                                                         
Sobre a STATO

A STATO  é uma consultoria especializada em recrutamento de executivos, desenvolvimento organizacional e transição de carreira/outplacement. A STATO atua em todas as etapas do ciclo dos profissionais nas empresas identificando, desenvolvendo e apoiando pessoas para o sucesso dos profissionais e das organizações. A empresa conta com especialistas em assuntos relacionados à carreira, seja do ponto de vista das organizações ou dos indivíduos. 
Mais informações: http://www.statobr.com/ 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Filmes que dão lições aos administradores

Sexta-feira chegou e é tempo de se divertir e de ver filmes.  Todos sabem que nas minhas atividades de gestão, comunicação e apresentação de trabalhos, gosto sempre de unir as lições da sétima arte. Esse post faz uma seleção de alguns filmes interessantes que trabalham esse conteúdo e nos dão belos exemplos de ações e decisões que podem ser tomadas no mundo da gestão. Seleção originalmente feita pelo site administradores.com.br. Curta! E bom cinema!

Assistir a um filme é, para muitos, um momento de lazer e diversão. Contudo, o cinema pode oferecer, além do entretenimento, importantes lições para a carreira profissional. O presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Sebastião Luiz de Mello, lista 10 filmes que, segundo ele, todo profissional de administração deveria ver para aprender sobre gestão, superação, liderança, trabalho em equipe, entre outros temas.

Confira, abaixo, a lista preparada por Sebastião Mello.

Invictus
Direção: Clint Eastwood

O filme conta a história a partir da eleição de Nelson Mandela (Morgan Freeman) para presidente da África do Sul, quando o país ainda mantinha resquícios do apartheid. Para contornar a grave situação social e econômica, Mandela se une ao time nacional de rúgbi. “Este filme é interessante para os Administradores, pois o presidente Mandela terá uma relação próxima com o capitão do time, atuando como coach não para dar respostas, mas para fazer o atleta refletir sobre as situações e mudar seus comportamentos”, diz o presidente.

Amor sem Escalas
Direção: Jason Reitman

Ryan Bingham (George Clooney) tem por função demitir pessoas. Por estar acostumado com o desespero e a angústia alheiros, ele mesmo se tornou uma pessoa fria. Ele viaja para todas as cidades dos Estados Unidos demitindo pessoas. Mas seu chefe decide contratar Natalei Keener (Anna Kendrick), profissional que desenvolveu um sistema de demissão por videoconferência e, caso o sistema seja implementado, Ryan corre o risco de ficar sem emprego.  O filme mostra para os Administradores o conflito de gerência tradicional e gerência nova, que salta das escolas de negócios transformando as relações.

Um Sonho Possível
Direção: John Lee Hancock

“Este é um filme muito emocionante, baseado em um fato verídico”, opina Sebastião Mello. O jovem negro Michal Oher (Quinton Aaron) cresceu em lares adotivos. Sua vida muda quando ele conhece, no meio da rua, Leigh Ann (Sandra Bullock) que, sensibilizada pela situação do rapaz, decide leva-lo para dormir em sua casa. Ela e sua família decidem apostar no potencial de Michael, dando-lhe uma família, uma escola e a chance de jogar no time de futebol. O filme aborda temas como superação, esperança e como é importante a pessoa acreditar nela mesma. “Além disso, nos faz perceber que existem muitos talentos escondidos na empresa, esperando apenas uma oportunidade para fazer a diferença”, defende.

O homem que mudou o jogo
Direção: Bennett Miller

Esse é mais um filme que usa o esporte para nos ensinar importantes lições que valem para a vida pessoal e profissional. A película conta a história de um time de baseball com orçamento modesto que vem perdendo importantes atletas. O gerente do time, Billy Beane (Brad Pit) tenta conter os problemas, mas sem sucesso até conhecer Peter Brand (Jonha Hll). Beane adota as ideias de Brand e decide abrir mão de velhos conceitos de administração e passa a contratar jogadores pelo método defendido por Brand. A metodologia dá certo e o time vence vários jogos. O filme mostra como lidar com mudança, aborda princípios, obstinação, perseverança, além de deixar a mensagem da possibilidade de mudar o rumo das nossas vidas a partir da crença e da defesa inabalável de um princípio.

De pernas pro ar
Direção: Roberto Santucci 

Segundo Sebastião Mello, este é um filme muito divertido. Ele mostra a vida de Alice (Ingrid Guimarães), uma mulher workaholic que perde o emprego e o marido no mesmo dia. Mas tudo muda quando ela conhece a vizinha, que é dona de um sex shop em decadência. Alice percebe que o negócio está de mal a pior por falta gestão e decide, então, virar sócia da amiga. Para o presidente, como Alice tem amplo conhecimento na área de administração, ela consegue alavancar as vendas do sex shop e descobre que é possível dar a volta por cima, ser uma profissional de sucesso e ainda ter tempo para a família.

A fuga das galinhas
Direção: Peter Lord e Nick Park

Esta é uma animação britânica que conta a história de uma galinha que decide fugir do galinheiro após descobrir que seu futuro é virar comida. Ela e seus amigos vão viver várias aventuras para conseguirem alcançar seus objetivos. “O filme é interessante para os Administradores, pois traz lições como trabalho em equipe, estratégia e criatividade”, conta.

Monstros SA
Direção: Pete Docter

Neste filme, Mike e Sulley são monstros empregados da empresa Monstros S/A. A energia que a empresa gera provém dos gritos das crianças, mas como elas já não se assustam mais, o lucro da empresa começa a cair. Mas Sulley conhece uma garotinha e descobre que o riso dela também é capaz de gerar energia. O filme fala de reorganização na empresa, além de mostrar como é possível superar dificuldades se soubermos enxergar oportunidades, mesmo diante da crise.

Coach Carter - Treino Para a Vida
Direção: Thomas Carter

“Inspirado em uma história real, este filme é muito motivador”, fala Sebastião Mello. Ele conta a história de Ken Carter (Samuel L. Jackson), técnico de basquete que aceita treinar a equipe de um colégio da periferia. No local, ele precisa enfrentar a desmotivação de pais e alunos. Mesmo assim, ele consegue impor um rígido regime que, além de ajudar a melhorar as notas dos alunos, leva o time da escola a ganhar vários títulos. Para o presidente, o filme fala sobre liderança e do papel do líder para o bom trabalho em equipe.

Wall Street – O dinheiro nunca dorme
Direção: Oliver Stone

Gordon Gekko (Michael Douglas) sai da prisão após cumprir pena por fraude financeira e, impossibilitado de operar no mercado financeiro, ele passa parte do tempo palestrando e escrevendo livros. Até conhecer Jacob Moore (Shia LaBeouf), um operador idealista do mercado de Wall Street.  “O filme nos faz questionar até onde podemos ir para garantir sucesso e fama no mundo corporativo. Além disso, ensina a trabalhar com riscos”, afirma.

O discurso do Rei
Direção: Tom Hooper

Este é um filme que conta a história real de o rei da Inglaterra George VI, pai da atual rainha Elizabeth II. Ele sofria de uma gagueira que o impedia de discursar para grandes públicos, até conhecer o terapeuta Lionel Logue. Para Sebastião, esta relação entre os dois traz grandes ensinamentos para a Administração. “Uma delas é a importância dos líderes saberes se comunicar com eficiência e eficácia. Outra lição deste filme é a de que servir não significa dizer ‘sim’ a tudo. Apesar de estar atendendo ao Rei, Lionel mantém uma postura firme e exigente. Muitas vezes, diante de uma situação, um gestor precisa ser tão firme quanto Lionel, mas sem perder a delicadeza e o bom humor”, finaliza o presidente do CFA. Sebastião Mello.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Setor de tecnologia da informação e comunicação enxerga oportunidades na crise

O balanço de 2015 para o setor brasileiro de tecnologia da informação e comunicação pode ser dividido em duas etapas, avaliou hoje (28) o vice-presidente de Comunicação e Marketing da Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro Nacional), Gerino Xavier. “O primeiro semestre foi bom. Todas as empresas ficaram com seus indicadores em um patamar confortável. No segundo semestre, começou o sentimento da crise que, eu acho, é até muito mais grave que a própria crise”, avaliou.

Segundo o vice-presidente da Assespro Nacional, no segundo semestre de 2015, os indicadores das empresas brasileiras de tecnologia da informação e comunicação passaram por um período de maior observação. “O fato é que o sentimento de crise atrapalhou alguns negócios de algumas empresas”. A crise em si afetou de forma mais direta as companhias que trabalham com o setor público. “Tem estados que estão sem pagar seus fornecedores há alguns meses”.

Xavier observou, porém, que a crise apresenta, por outro lado, um aspecto bom. Como a tecnologia é transversal aos vários setores da economia, crises sempre acabam trazendo oportunidades. “Crise precisa de mais controle, de racionalizar custos, precisa aumentar a produtividade e isso só se torna exponencial com o uso de tecnologias”. Para Xavier, o lado ruim disso é que o ciclo de vendas aumenta e a dificuldade  para se vender é muito maior.

Além do setor de compras públicas, o vice-presidente da Assespro Nacional citou a construção civil e petróleo e gás entre os setores mais prejudicados pela crise na área de tecnologia da informação e comunicação. O setor da construção civil devido à paralisação das obras públicas associadas ao escândalo decorrente da Operação Lava Jato, já o setor de petróleo e gás, não só pela queda de preço no mercado internacional, mas também pela crise em torno da Petrobras.

Para Xavier, a tecnologia da informação e comunicação é indutora do crescimento econômico. “Essa é uma afirmação de caráter global”, destacou. Isso significa que para qualquer país crescer, ele precisa usar tecnologias modernas e inovadoras. Xavier lembrou que os países da América Latina que têm feito grandes investimentos no setor para melhorar a qualificação de sua mão de obra, para ampliar as exportações e tornar as empresas mais eficientes e competitivas apresentam resultados melhores que os do Brasil, que adotou medidas que foram na “contramão” dos avanços. Mencionou que a desoneração da folha, por exemplo, tornou o Brasil menos competitivo que seus vizinhos no continente. “Isso afeta a cadeia produtiva toda e leva um tempo para a gente se estabilizar”.

Ano de reflexão

Para o presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação Regional Rio de Janeiro (Assespro-RJ), Márcio Lacs, o ano de 2015 foi um ano “de reflexão” para o setor de tecnologia da informação e comunicação.

Apesar do cenário de dificuldades e indefinições políticas e econômicas no país, Lacs destacou que o Rio de Janeiro apresenta vetores importantes como a Olimpíada, que ocorrerá na capital fluminense em 2016, e o setor de petróleo e gás. “Foi um ano bem movimentado. Por um lado, algumas coisas andaram, outras não andaram tanto. Mas sempre, para a informática, quando algumas coisas não andam, não quer dizer que não seja bom para as empresas”.

Lacs observou que a otimização depende sempre da tecnologia. Ele diz que os contratos são revistos, mas a oportunidade de inovação se faz mais presente ainda para otimizar e melhorar. “A gente vê processos sendo repensados e isso traz muita oportunidade para o nosso setor”.

O presidente do Sindicato das Empresas de Informática do Rio de Janeiro (TI Rio), Benito Paret, avaliou que o estado “não foi muito bem sucedido” em tecnologia da informação este ano. “Entre os estados do Sudeste, o Rio de Janeiro teve o desempenho pior”, apontou. A quebra da cadeia produtiva de petróleo e gás gerou um baque grande para muitas empresas. Outros setores da atividade econômica, porém, tiveram desempenho positivo.

“Não temos ainda uma crise no setor de tecnologia da informação e comunicação instalada no Rio de Janeiro”, assegurou Paret, embora a situação aponte para uma estagnação, principalmente nas empresas que estavam focadas na área de petróleo e gás, incluindo as áreas naval e de logística. As outras empresas “estão levando o barco”, disse o presidente do TI Rio. O ambiente de incerteza macro no país impede que o setor arrisque fazer projeções para o próximo ano.

Márcio Lacs reconheceu que para as grandes empresas, 2015 não foi um ano positivo, porque a maior contratante, que é a Petrobras, enfrentou sérias dificuldades. Já os programas destartups (empresas inovadoras de base tecnológica) se consolidaram no Rio de Janeiro. As médias empresas, que são empresas de escala, estão se beneficiando mais das oportunidades que aparecem, sinalizou o presidente da Assespro-RJ.

Perspectivas

Como o principal congresso mundial de tecnologia da informação e comunicação ocorrerá no Brasil, em outubro do próximo ano, o vice-presidente da Assespro Nacional, Gerino Xavier, analisou que isso trará muita visibilidade para o setor. “Algumas cadeias produtivas internacionais passam a enxergar o Brasil de forma diferente e nós apostamos que no cenário da internacionalização, teremos melhores indicadores”. No plano nacional, disse que ainda fica difícil fazer prognósticos. “A ordem do dia é cautela”, sinalizou.

Embora seja considerado o sétimo maior mercado de tecnologia do mundo, Gerino Xavier disse que o governo devia apoiar mais o setor, porque garante emprego de qualidade que gera riqueza para o país. Ele salientou que o Brasil ainda exporta pouco software (programa de computador). “E quando alguém compra software, está comprando inteligência. Inteligência é a melhor coisa para se produzir, porque nós qualificamos o nosso povo. Quando a gente compra inteligência, estamos penalizando nosso povo, nossos pesquisadores, nossos profissionais”.

Na avaliação de Gerino Xavier, o Brasil precisa ter políticas públicas que estimulem a criação de soluções de softwares nacionais para diversas áreas, como saúde e segurança, por exemplo. Falta uma política pública que aproxime a academia, o mercado fornecedor e o mercado comprador. “E o ator indutor de tudo isso é o governo”.

O presidente da Assespro-RJ, Márcio Lacs, concordou que apesar da crise, o cenário para 2016 é de expectativa otimista para o setor de tecnologia da informação e comunicação do Brasil. “Nós vamos trabalhar para que cada um encontre o seu espaço. A gente tem a sorte de trabalhar com algo que está vinculado à inovação, à otimização. Acho que vai ser um bom momento para a gente. Pelo menos, oportunidades vão existir”, concluiu.

Fonte: Correio do Estado

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Latino-americano deve gastar em média R$ 815 com presentes de Natal em 2015

Entre os dias 8 e 12 de novembro, o Groupon realizou uma pesquisa com 6.800 pessoas dentro de sua base de usuários, na Argentina, no Brasil, no Chile, na Colômbia e no México, com o intuito de compreender quais são as expectativas para o próximo Natal e os gostos dos latino-americanos quando o assunto é dar e receber presentes.

“No Brasil e na América Latina, o e-commerce vem crescendo como uma alternativa de compras, especialmente em datas movimentadas, já que o usuário pode comprar online com facilidade evitando filas e deslocamentos. Por isso, com esse estudo, nosso objetivo foi entender um pouco mais sobre o hábito de presentear em toda a região para oferecer promoções assertivas para nossos usuários”, explicou João Pedro Serra, vice-presidente do Groupon no Brasil.

Em média, o latino-americano deve gastar R$ 815* em presentes neste natal e dar cerca de dez presentes. Para 60% dos entrevistados, o presente mais desejado é uma viagem - um final de semana em um hotel bacana - seguido por roupas (45%) e uma experiência diferenciada com amigos e/ou familiares (41%). Os presentes mais marcantes são aqueles em que o presenteado ganhou exatamente aquilo que queria, para 75%; mas, por outro lado, 85% dos entrevistados afirmam que não compartilham nenhuma lista com o que gostariam de ganhar. Os presentes tidos como os mais memoráveis são aqueles dados pelo parceiro(a), com 85% dos votos.

Os brasileiros pretendem gastar em média R$ 58 em cada presente e, no total, planejam desembolsar algo em torno de R$ 462, comprando cerca de oito presentes neste Natal. No Brasil, assim com nos outros países pesquisados, um Natal perfeito é composto por atividades familiares, para 75% do total de entrevistados, e também por uma grande ceia, afirmam 72% das pessoas que participaram do estudo.

* A pesquisa completa conduzida pelo Groupon envolveu 19.262 pessoas em 16 países, realizada entre os dias 8 e 12 de novembro. Para fins de comparação, foram utilizados aqui apenas dados referentes à América Latina. No Brasil, a amostra compreendeu 1.025 pessoas, com idade entre 18 e 65 anos. 

** Cotação do dia 17/11. US$ 214 e US$ 22. 

Sobre o Groupon:

Groupon é líder global em comércio local e o primeiro lugar onde o consumidor procura quando quer comprar qualquer coisa, a qualquer hora e em qualquer lugar. Com escala global, o Groupon consegue oferecer aos consumidores um vasto marketplace de ofertas imbatíveis em todo o mundo. Nele, os consumidores descobrem tanto pela web como pelo celular o melhor que sua cidade tem a oferecer, desfrutam de ótimas opções de férias com Groupon Viagens e encontram uma seleção de ofertas de qualidade relacionadas à moda, artigos de decoração e muito mais com o Groupon Shopping. O Groupon está reinventado o modo como pequenas empresas atraem, retêm e interagem com seus clientes, fornecendo um pacote de produtos e serviços digitais que incluem campanhas de negócio personalizadas, opções de pagamentos com cartão de crédito e débito e soluções de ponto de venda que ajudam empresas a crescer e operar de forma mais eficaz. Para saber mais, visite www.groupon.com.br. 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Confiança dos empresários do comércio gaúcho completa 11 meses consecutivos em queda

Com queda de 27,8% em novembro, a confiança dos empresários do comércio gaúcho encerrou
novembro em campo pessimista e alcançou o 11º recuo consecutivo. Aos 76,2 pontos, e em queda generalizada, o resultado  indica um agravamento das percepções do empresariado do setor em relação à economia brasileira como um todo. Os dados são da pesquisa Índice de Confiança do Empresário do Comércio do Rio Grande do Sul (ICEC-RS), realizada pela Fecomércio-RS e divulgada nesta quinta-feira (3).

A redução da confiança está disseminada em todos os componentes que formam a pesquisa. Os fatores determinantes para o comportamento  do indicador são os mesmos observados ao longo dos últimos meses: inflação alta, aumento dos juros, atividade econômica em queda, resultados negativos das contas públicas e forte depreciação cambial.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destaca, no entanto, um aspecto interessante da pesquisa de novembro. Segundo ele, apesar do crescimento do pessimismo no ambiente empresarial, as expectativas em relação ao futuro resistem no campo positivo. “A expectativa positiva quanto ao futuro está basicamente associada ao desempenho da empresa. O empresariado está entendendo que a economia não vai ajudar ninguém a crescer: agora, mais do que nunca, o esforço de cada empresa é que vai fazer a diferença”, explica Bohn. O indicador de expectativas dos empresários em relação ao futuro (IEEC), está em patamar otimista, aos 107,6 pontos, mas caiu 21,2% em relação ao mesmo mês do ano passado

O dirigente destaca que, assim como no mês passado, a melhora no indicador que mede a adequação do nível de estoques é também um sinal positivo do ICEC de novembro, tendo em vista o cenário de juros elevados que tornam o acúmulo de mercadorias mais caro para as empresas.

Os dados de novembro sobre as condições atuais (ICAEC) que refletem a percepção do empresário quanto ao momento econômico presente, ao setor e à própria empresa atingiram 37,9 pontos, queda de 48,8% na comparação com o mesmo período de 2014.   O componente referente à economia brasileira, atingiu 17,9 pontos, e registrou queda de 68,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os outros componentes desse mesmo indicador – percepção quanto ao comércio e à própria empresa – apresentaram quedas intensas em relação a novembro/2014, com recuo de 49,8% e de 36,2%, respectivamente.

No que se refere aos investimentos do empresário do comércio (IIEC), houve redução de 21,5% na comparação com novembro do ano passado, com o indicador aos 83,0 pontos. Segundo o presidente da Fecomércio-RS, foram determinantes para esse comportamento negativo as reduções das perspectivas de contratação de funcionários (-33,3%) e de realização de investimentos (-30,0%), que permanecem em nível pessimista desde agosto de 2014.

- Veja os resultados completos em http://links.fecomercio-rs.org.br/ascom/analiseICECnov15.pdf

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

A economia colaborativa do Uber e tantos outros

Como funcionam aplicativos como Uber, Airbnb e MonkeyParking? Quais são as suas vantagens? Esse interessante artigo do blog SOFTONIC esclarece um pouco mais sobre a economia colaborativa, confira:

Você tem uma entrevista de emprego, mas o despertador não tocou e você está atrasado. O ônibus não passa, não há táxis ao redor e é preciso economizar 40 reais porque este mês você não tem dinheiro. Por que não descolar um carro com o Uber?

Ou ainda: você trabalha como freelancer e está numa fase de vacas magras. As contas e o aluguel, no entanto, continuam o mesmo. Em casa, você tem um quarto disponível com uma cama agradável que você nunca usa, a não ser quando recebe convidados.

Gostaria de alugá-lo por um fim de semana para voltar a ter uma graninha? Você já pensou em usar o Airbnb?

Uber, Airbnb, MonkeyParking, BlaBlaCar, TaskRabbit, EatWith e muitos outros constituem um novo sistema chamado sharing economy (economia colaborativa), baseado em dividir os bens e serviços entre os usuários.

Mas vamos começar direito. Vejamos como estes serviços funcionam, quais são as vantagens e os riscos que você corre.

A roda do consumo colaborativo

Além das definições que podem ser encontradas no Wikipedia, a sharing economy, ou consumo colaborativo em português, é um sistema de troca de bens ou serviços.

Há muitos jeitos diferentes e estruturas, que podem ser com ou sem fins lucrativos, mas os serviços que fazem parte disso têm em comum a troca entre pessoas, por isso falamos em economia peer-to-peer.

Embora seja um fenômeno recente, a coluna de Schumpeter na revista da The Economist remete ao famoso programa de compartilhamento de arquivos, Napster, que inspirou a economia colaborativa, onde um sistema intermedia o contato entre estranhos para partilhar e trocar as coisas.

Como funcionam os apps de economia colaborativa?

Os serviços que compõem a sharing economy são muitos. Os mais famosos são, provavelmente, Uber [Android | iPhone], que com o serviço UberPOP permite aos proprietários de um carro improvisarem como taxistas, e Airbnb [Android | iPhone], que conecta os donos de apartamentos ou locatários com turistas interessados em estadias curtas.

Na verdade, existem muitos outros. Somente para dividir o carro, nós selecionamos oito deles, apenas os mais famosos. Você provavelmente já ouviu falar de BlaBlaCar [Android | iPhone], o aplicativo para viajar em um carro com outras pessoas e dividir as despesas.

O MobyPark serve para alugar o seu estacionamento enquanto você não está usando. O MonkeyParking, no entanto, é um app para vender aquele estacionamento na rua no centro que você lutou para encontrar ou para comprar um debaixo de casa ao voltar do trabalho.

Mas estes serviços não estão limitados à circulação. O TaskRabbit [Android | iPhone] é uma espécie de classificados, que permite colocar seu conhecimento à disposição ou comprar pequenos serviços de seus vizinhos. O Couchsurfing [Android | iPhone] não possui fins lucrativos e serve para oferecer o seu sofá a viajantes de todo o mundo para dormir.

O Fon [Android | iPhone] é uma plataforma para compartilhar sua rede Wi-Fi com os assinantes do serviço e para usar a conexão deles quando, por exemplo, você está viajando e não tem 3G. Com o EatWith você pode acomodar as pessoas em casa para jantar ou sair para comer na casa deles, enquanto no Yerdle você pode se livrar de coisas desnecessárias.

Estes serviços continuam proliferando e a lista pode ser muito longa e atualizada a cada semana. Mas o mais interessante é saber se você deve usá-los e por quê.

Vantagens e desvantagens dos serviços

A essência dos serviços da economia colaborativa é a possibilidade do cidadão comum poupar dinheiro por meio da divisão de gastos e ganhar dinheiro adicional investindo um pouco do tempo ou algumas propriedades.

Como sugere o Country Manager para a Itália do Airbnb, Matteo Stiffanelli, se você tem uma casa que fica vazia por muitos meses, o melhor negócio é alugá-la aos turistas para cobrir os seus custos. E para quem aluga, a vantagem é dormir em outra cidade, a um preço mais barato que um hotel ou uma residência.

Airbnb é uma saída para aumentar a rendaTela do serviço Airbnb

Mas os benefícios não se limitam a uma carteira mais cheia. Segundo Stiffinelli, a economia colaborativa é melhora a eficiência do acesso a bens e serviços, diminui desperdícios e possui valor social. Viajar com Airbnb aumenta a chance de visitar lugares únicos que talvez você não pudesse pagar.

Além de ganhar ou poupar em termos puramente econômicos, você pode até fazer novos amigos em uma viagem no carro com BlaBlaCar, conhecer o seu futuro parceiro enquanto dorme no sofá de uma casa no Couchsurfing, ser introduzido na vida local de Istambul com o Airbnb ou aumentar o seu conhecimento nos cursos da Coursera.

Mas há também os riscos legais que dependem da legislação local. Por exemplo, usar UberPOP como motorista em Milão, Barcelona e outras cidades é ilegal, mas não há problema se você for o passageiro.

Alugar uma casa para menos de 30 dias sem que o proprietário esteja presente é ilegal em Nova Iorque e São Francisco, tanto como não pagar os impostos sobre a propriedade alugada em outros lugares. Mas também com o Airbnb não existem problemas para os consumidores do serviço.

Em alguns casos, a lei se adaptou as novas necessidades criadas pelo consumo colaborativo, como aconteceu em Amsterdã e Hamburgo, onde o aluguel de curto prazo era ilegal, mas agora não é mais.

Você não pode nem subestimar os riscos de fraude inerentes à economia colaborativa. "Um dos problemas fundamentais da sharing economy é a segurança e também é um dos desafios para nós, mas trabalhamos duro para isso", diz Matteo Stiffanelli.

O Airbnb, por exemplo, não tira fotos se a casa é desordenada e, se você receber feedback negativo dos usuários, o serviço dá dicas para melhorar. Mas também existem métodos para se proteger de fraudes.

"As avaliações dos usuários são o fator mais importante", diz Matthew Stiffanelli, "Eu mesmo sou muito seletivo e não reservo se o anfitrião não ter pelo menos 4 estrelas (de 5 estrelas disponíveis)". O mesmo se aplica a todos os serviços da sharing economy.

No entanto, estes serviços têm uma segurança maior que, por exemplo, os clandestinos. "Com o EatWith - diz o Ravi, usuário em San Francisco - existem garantias para os anfitriões que os clientes realmente pagarão quando eles vêm para o jantar, e que o hóspede pode esperar uma refeição de qualidade, já que chef passou pela seleção de candidatos".

Economia alternativa e interativa

Uma das principais diferenças com o consumismo clássico é o fato destes serviços serem baseados em comunidades onlines que interagem e trocam opiniões. O Airbnb não é um site de anúncios e não é um supermercado, é uma comunidade em que a conversa entre as pessoas é essencial, e esta é a sua força.

Assim, além de buscar informações sobre o serviço na rede e sobre as leis do país a respeito dele, o melhor conselho a ter em mente quando você está usando esses aplicativos é de interagir com os membros desta comunidade e criar uma ideia do que você vai encontrar. O resto depende de você também!

Fonte: site SOFTONIC (veja post original aqui)

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Três dicas para manter seu ciclo de caixa no azul

Se eu não consigo receber antes de gastar para produzir, como posso manter um bom ciclo de caixa?
A gestão do ciclo de caixa é fundamental para que as empresas sejam competitivas e garantam a sua sobrevivência. Para que os negócios continuem produzindo e vendendo, é necessário realizar compras de insumos, pagamentos de custos envolvidos nas atividades de produção e prestação de serviços e despesas operacionais e gerais do negócio. Logo, é preciso gerir o fluxo de caixa de forma que sempre haja recursos para que a empresa realize esses pagamentos e garanta a continuidade da operação, isto é, a entrega dos produtos e serviços ofertados aos seus clientes. No mundo de hoje, em que as empresas estão inseridas em um cenário altamente competitivo e que os clientes têm acesso a diversas opções de fornecedores, se torna cada vez mais necessário, para não perder vendas ou para aumentar as suas vendas, que as empresas ofereçam prazo de pagamentos ao mercado. Caso contrário, o cliente irá comprar de seus concorrentes.

Diante deste cenário surge a questão “Como financiar a minha produção e  manter um bom ciclo de caixa se o cliente me paga a prazo?”

O primeiro passo é realizar o planejamento das contas a pagar e das contas a receber com base em projeções dos volumes de vendas, compras, custos de produção, despesas operacionais e, principalmente, os prazos de recebimentos e pagamentos. Após essa etapa, será possível ter conhecimento da necessidade de capital de giro gerada pelo ciclo de caixa do negócio.

A necessidade do capital de giro gerada pelo ciclo de caixa será definida pelo tempo decorrido entre o pagamento aos fornecedores e o recebimento das vendas. Com isso, uma das metas principais será reduzir a diferença entre as datas do ciclo de caixa ou até mesmo receber de seus clientes, mesmo com vendas a prazo, antes de pagar os seus fornecedores. Como conseguir isso?

1) Reduza o prazo do seu estoque

As iniciativas de otimização do ciclo de caixa devem começar com a redução do prazo médio de estoque. Para tal, é necessário realizar melhorias nos processos de compras e produção, com objetivos de determinar volumes adequados fazendo uma melhor previsão de demanda e, consequentemente, reduzir o nível de estoque. Com isso, é possível reduzir o volume de pagamentos dos fornecedores e escoar mais rápido o que foi produzido, de modo antecipar o fluxo de recebimentos.

2) Negocie com fornecedores

Aumentar o prazo médio de pagamento junto aos fornecedores também é de extrema importância para viabilizar prazos mais dilatados nas vendas. Isso será obtido com negociações de prazos de pagamentos com seus fornecedores, por isso é fundamental ter processos bem estruturados e eficiente de cotações e tomada de decisões de compras. Entre as principais práticas para aumentar o poder de barganha, destaco:

– Ter mais um fornecedor para cada insumo com planejamento de volumes por fornecedor, que possibilite condicionar as compras em cada fornecedor com a maiores prazos de pagamento

– Ter equilíbrio na negociação das condições comerciais entre preços e prazos, já que um maior prazo poderá ser mais vantajoso do que um desconto

– Treinamento da equipe de compras de técnicas de negociações e relacionamento com fornecedores.

3) Antecipe seus ganhos

A terceira frente de ação é reduzir o prazo médio de recebimento através de antecipação de recebíveis. Nesse caso, é importante considerar o impacto das despesas financeiras na rentabilidade do negócio e a gestão de relacionamentos junto as instituições financeiras para disponibilidade e aprovação das operações de crédito.

Outras ações recomendadas para de reduzir o prazo de recebimento são: realizar de forma eficiente as atividades de cobranças com o objetivo de diminuir atrasos de pagamentos por parte de clientes e análise de crédito eficiente para evitar perdas por inadimplência.

É muito importante destacar que as ações necessárias para administrar o ciclo de caixa não são de responsabilidade somente da área financeira. As soluções envolverão praticamente todas as áreas da empresa, entre elas Compras, Logística, Produção, Comercial, Recursos Humanos e o Financeiro. Em resumo, para que a sua empresa possa oferecer prazo aos seus clientes sem colocar em risco a sua sobrevivência, destaco as seguintes ações: Planejamento de compras e produção, planejamento de vendas, negociação de prazo com fornecedores, acesso a linhas de antecipação de recebíveis e política de crédito e cobrança.

Fonte: Linkedin

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

História: Inflação no Brasil

Para muitos estudantes que hoje ingressam nos ensinos fundamental e médio, a discussão sobre a questão inflacionária no Brasil parece um tema distante ou, até mesmo, estranho. Entretanto, a economia do nosso país, ao adentrar os ditames do capitalismo industrial e financeiro, passou a conviver com as contradições de um país economicamente dependente que deveria encontrar soluções para valorizar sua moeda e desenvolver sua economia.

No entanto, promover esse desenvolvimento exigia dos nossos governos a contração de empréstimos a serem empregados na contratação de funcionários e no financiamento de obras que, muitas vezes, acabavam deixando nosso país completamente endividado. Uma solução usual adotada pelo Estado para sanar este problema era fabricar o dinheiro necessário para que tivesse condições de honrar uma considerável parte de seus compromissos financeiros.

A solução parecia ser prática e viável, mas, infelizmente, a circulação de papel-moeda em uma economia que não tem riquezas correspondentes àquele total de dinheiro disponível acaba desvalorizando a moeda. Conseqüentemente, o preço das mercadorias sobe e os trabalhadores – que tem sua renda fixada em uma determinada faixa salarial – têm o seu poder de compra reduzido, o que acaba aumentando o já tão penoso custo de vida.

Até aqui, podemos perceber que um dos fatores responsáveis pela crise inflacionária está intimamente ligado à contração de dívidas. No Brasil essa contração de dívidas tem longa data e veio se desenhando desde o período colonial, quando diversos exploradores requeriam da Coroa Portuguesa empréstimos para financiar suas atividades. Passando para a monarquia, temos o governo de Dom Pedro I inaugurado por uma dívida de dois milhões de libras esterlinas, usadas na “compra” efetiva de nossa independência.

No período republicano a questão inflacionária ganhou uma importância ainda maior, tendo em vista as novas condições da economia mundial. O Brasil, em pleno auge de desenvolvimento do capitalismo industrial, se via diante o dilema de preservar o traço agro-exportador da economia nacional ou promover a modernização da economia. No primeiro governo republicano surgiu a figura de um proeminente intelectual chamado Rui Barbosa, que ocupou o cargo de Ministro da Fazenda.

Em sua gestão, Rui Barbosa procurou modernizar a economia nacional permitindo que os bancos fabricassem papel-moeda e facilitando a contração de empréstimos para a criação de empresas. A medida, apesar de bem intencionada, gerou uma enorme crise especulativa que promoveu uma onda de empréstimos seguida pela injeção massiva de papel-moeda na economia. Com isso, o país não conseguiu remodelar sua política de desenvolvimento econômico e, ainda por cima, causou uma grande crise inflacionária.

Apesar desse episódio de dimensões trágicas, nas primeiras décadas do século XX, o Brasil teve uma considerável reação econômica causada pela crise do mercado europeu. A partir de 1914, o Velho Continente tornou-se palco de uma série de conflitos civis e grandes guerras que desestabilizaram sua própria economia. Nesse momento, o Brasil, tão dependente dos produtos industrializados europeus, iniciou a arrancada de sua indústria e a diversificação de sua economia.

Esse primeiro fôlego dado à economia gerou uma contenção do problema inflacionário no Brasil. Contudo, o país inaugurava sua industrialização em um momento que diversas potências industriais já estavam plenamente consolidadas no mercado internacional. Por isso, o país necessitava de contrair empréstimos para que fosse possível tornar nossa economia consideravelmente competitiva em relação aos seus concorrentes comerciais.

Nos governos de Vargas e JK, o dilema do desenvolvimento foi sensivelmente marcado entre a opção de proteger a economia e promover um desenvolvimento autônomo e gradual, ou permitir que investidores estrangeiros pudessem injetar seus recursos para que o país pudesse recuperar os anos de atraso da economia. Ambas as opções requeriam projetos econômicos muito bem elaborados que, apesar de demandarem de empréstimos, deveriam ter o cuidado de não desvalorizar a moeda nacional.

Todavia, as oscilações do mercado internacional, a corrupção política e nosso atraso econômico acabavam possibilitando a deflagração de diversos processos inflacionários. No governo militar, principalmente entre os anos de 1969 e 1973, a economia experimentou uma onda de crescimento propiciado pelo chamado “milagre econômico”. Esse teve curto período de vida, principalmente em razão da crise que se abateu sobre a economia mundial e o modelo de desenvolvimento artificial gerado do tal “milagre”.

Na década de 1980, o problema da recessão econômica acabou transformando a inflação em um companheiro presente na mesa de todos os brasileiros. A desvalorização da moeda chegou a tal ponto que os produtos do supermercado, por exemplo, eram reajustados mais de uma vez ao dia. Nessa mesma época, a criação de diferentes moedas era tentada para se conter o caos da inflação e diversos planos econômicos tentavam dar uma solução definitiva para a questão.

No ano de 1994, o “Plano Real” propôs um projeto de reestruturação da economia nacional baseado em uma nova moeda que levava o mesmo nome do plano. A partir de então, os níveis inflacionários de nossa economia, excetuado alguns momentos de crise momentânea, passaram a alcançar níveis suportáveis ao desenvolvimento e o custo de vida de uma considerável parcela dos trabalhadores. Desde então, a economia nacional deu sinas de amadurecimento, a inflação se transformou em uma fera domável e o Brasil hoje busca a condição de “nação emergente”.
Histórico realizado por Rainer Sousa, Graduado em História - Equipe Brasil Escola

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Cinco grandes tendências do Marketing Digital

Uma pesquisa realizada pelo IAB Brasil, com a colaboração das principais empresas que compõem o
mercado digital, concluiu que a publicidade online no país deverá crescer 14% e o marketing digital movimentará cerca de R$ 9,5 bilhões este ano.

O que podemos perceber é que mesmo com a economia em crise, com falta de investimento e receita, esse crescimento fortalece ainda mais as empresas pioneiras do setor. Por outro lado, aquelas que ainda buscam investir nessa área acabam enfrentando dificuldades em encontrar o melhor caminho para ter sucesso. Pensando nisso, elaborei esse artigo com cinco tendências do marketing digital que irão fazer com que seu negócio decole:

Humanização do branding: com a ascensão das mídias sociais, as empresas irão perceber que seus clientes desejam interagir com outras pessoas e não com marcas ou empresas. Portanto, aquelas que investirem na humanização de seu atendimento, tendem a desfrutar de maiores taxas de conversão, fidelização, rápido crescimento da audiência e a garantia de clientes mais satisfeitos.

Inbound Marketing: a cada ano esse conceito se torna cada vez mais significativo para as empresas que atuam no segmento online. Este ano, em especial, a tendência é investir ainda mais no inbound marketing pois é uma vertente que permite a personalização, posicionamento e fidelização de forma eficaz. Os blogs corporativos, por exemplo, tendem a elevar sua produção de conteúdo, buscando ser representativos em relação à necessidade de seus consumidores e o reflexo de seus concorrentes.

Links patrocinados: apesar do aumento do inbound e da execução de SEO para o tráfego orgânico, a publicidade paga continuará tendo grande atuação no marketing digital. Os links patrocinados servirão cada vez mais como suporte para a divulgação dos conteúdos publicados nas plataformas, tendo menos expressão como formas principais, mas grande significado quando aplicados paralelos ao marketing de conteúdo.

Vídeos online: considerado uma grande tendência nesses últimos anos, utilizar os vídeos online pode ser uma das melhores estratégias para ter resultados de conversão. Segundo pesquisa da Accenture, o Brasil é o segundo país do mundo com o maior número de visualizações em plataformas de vídeos, com mais de 11 bilhões de views mensais e cerca de 96% de usuários na web que consomem conteúdo em vídeo.

E-mail Marketing: é uma das formas mais tradicionais e eficazes de marketing online. Pesquisa feita pela Forrester Research afirma que usuários que compram produtos por e-mail, gastam 138% a mais do que as pessoas que não recebem esse tipo de oferta. O e-mail marketing é uma das grandes tendências de investimento em formação de listas, construção de páginas e produção de iscas, garantindo altas taxas de conversão de vendas, leads e propects.

Essas foram apenas algumas dicas de como aproveitar as principais tendências do marketing digital de forma eficiente para gerar engajamento e, consequentemente, aumentar a identidade da sua marca. Procure investir e aplicar essas estratégias em seu negócio e aumentar a conversão de vendas.

Artigo de Eric Hayashi, Head of Marketing da SambaAds, empresa focada em publicidade e na disseminação de conteúdo em vídeos online.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Pesquisa Fecomércio: Pessimismo entre os empresários do comércio gaúcho se mantém há nove meses

Os empresários do comércio gaúcho mantêm a expectativa pessimista em relação à economia
brasileira como um todo. A pesquisa Índice de Confiança do Empresário do Comércio do Rio Grande do Sul (ICEC-RS), realizada pela Fecomércio-RS, registrou em setembro uma queda de 24,4% em relação ao mesmo período do ano passado, aos 80,9 pontos. Na média de 12 meses, o indicador caiu de 92,5 pontos em agosto/2015 para 90,3 pontos em setembro/2015. Com o resultado, o ICEC permanece nove meses consecutivos com dados negativos.

Os dados evidenciam um agravamento na tendência de redução da confiança dos empresários do comércio em relação ao cenário econômico do Brasil. O pessimismo está disseminado em todos os componentes que dizem respeito às condições atuais e investimentos, mas se mostra mais acentuado quando se refere à percepção dos empresários em relação à economia, especialmente em função da combinação de fatores como inflação alta, aumento de juros, atividade econômica em tendência de queda, resultados negativos das contas públicas e forte depreciação cambial.

Os dados de setembro que medem as condições atuais (ICAEC) e refletem a percepção do empresário quanto ao momento econômico presente, ao setor e à própria empresa registrou em setembro/2015 queda de 43,0% na comparação com o mesmo período de 2014. “É interessante notar que, apesar da percepção extremamente pessimista dos empresários em relação às condições atuais, as expectativas em relação ao futuro persistem no campo otimista”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. Segundo o dirigente, o que sustenta esse otimismo é a expectativa do empresariado em relação a sua própria empresa e, em menor medida, ao comércio como um todo.

Os outros componentes desse mesmo indicador – percepção quanto ao comércio e à própria empresa – apresentaram quedas intensas em relação a setembro/2014, com recuo de 39,9% e de 32,0%, respectivamente.

O índice de expectativas quanto ao futuro (IEEC) atingiu 114,6 pontos em setembro, registrando uma redução de 18,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nesse caso, contribuiu fortemente no comportamento do indicador a deterioração das expectativas em relação à economia brasileira, cujo índice caiu de 26,9%, atingindo 91,7 pontos.
No que se refere aos investimentos do empresário do comércio (IIEC), o indicador atingiu 84,5 pontos em setembro/2015, redução de 19,0% na comparação com o mesmo mês de 2014. Em relação a 2014, foram determinantes para a queda do indicador as reduções das perspectivas de contratação de funcionários (-28,2%) e de realização de investimentos (-25,2), que permanece em nível pessimista deste agosto do ano passado.

O indicador de percepção em relação à adequação do nível de estoques, por sua vez, teve recuo de 2,5%, em patamar pessimista. “Permanece em destaque nesta pesquisa o comportamento do índice que contratação de funcionários, que desde o mês de março ingressou, pela primeira vez desde 2011, no patamar pessimista”, destacou Luiz Carlos Bohn, que mantém a previsão de cenário de redução da força de trabalho nos próximos meses.

A análise completa pode ser acessada em: http://links.fecomercio-rs.org.br/ascom/analiseICECset15.pdf

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Planejamento e Comunicação em tempos de recessão

Não deixe o dia-a-dia engolir você, principalmente neste momento de crise. Atividades operacionais
são importantes, pois garantem o resultado no final do dia. Mas quando dedicamos 100% de nossos dias a atividades operacionais, estamos deixando escapar oportunidades e, pior, deixamos de ver as ameaças que começam a tomar vulto logo à frente.

Muitas empresas se encontram em meio a uma violenta competição baseada apenas em preço, ou seja, só conseguem vender aviltando seu preço cada vez mais. Se olharmos apenas o operacional, o dia-a-dia, a ação mais imediata vai ser reduzir custos, reduzir preço, reduzir pessoal, reduzir, reduzir e reduzir, até o ponto em que a própria produção se torna inviável.

Parar, respirar, olhar ao redor, analisar e planejar pode mostrar que modificações no produto ou ações de inovação permitirão restabelecer a lucratividade anterior. Mas, para fazer isso, é importante conhecer o cenário todo, suas forças e fraquezas, as virtudes e defeitos dos concorrentes e, finalmente, as oportunidades de crescimento e ganho.

Mas um ótimo planejamento de marketing é apenas o ponto de partida. Além de aspectos importantes relativos à produção ou prestação de serviço, você vai precisar informar o mercado sobre suas atividades através de técnicas de comunicação inovadoras, que não representem riscos ao seu orçamento.

Planejar e comunicar são ainda partes de uma equação maior que leva ao sucesso, pois você precisará ter uma estrutura tecnológica simples, prática, eficiente, que permita colher os resultados que você está articulando através de um bom plano de marketing e de uma comunicação mais efetiva.

Como você vê, o sucesso se sustenta em diferentes iniciativas que estão ao alcance até mesmo de pequenas e médias empresas, desde que articuladas em conjunto e com inteligência. Saiba que não é pecado nenhum se sua empresa não detém esse conhecimento, pois esse é um aprendizado que pode ser conseguido no mercado. E, nesse sentido, o primeiro passo a dar é reconhecer que precisamos de ajuda e buscar esse apoio.

Menos guerra de preço, mais diferenciação.

Você não diferencia sua empresa fazendo exatamente o mesmo que seus concorrentes. Quer diferenciar seu negócio e sair da guerra de preço? Pense de modo diferente e para de fazer as mesmas coisas. Há três pilares importantes para diferenciar seu negócio: planejamento estratégico de marketing, comunicação e tecnologia.

O ponto de partida para o planejamento estratégico de marketing é o autoconhecimento empresarial. Você precisa conhecer seu mercado, seus clientes, as forças e fraquezas de seu negócio, bem como o potencial de produtos e serviços em operação ou ainda em gestação.

Concluída essa etapa, você precisa definir as tecnologias de informação e comunicação que podem ajudar sua empresa a implementar o planejamento estratégico com sucesso, avaliando, inclusive, aspectos como a terceirização da área de TI em função da constante dinâmica de mudança desse segmento.

Por fim, você precisará planejar a comunicação com seus públicos de interesse, lembrando-se de que comunicação não é apenas site, folders, anúncios ou catálogos, mas também interagir com seus clientes através das redes sociais, ouvindo-os, relacionando-se e usando os inputs dos clientes para melhorar produtos e serviços.

Bons negócios.

Publicado originalmente em https://www.mundodomarketing.com.br/blogs/marketing-para-pme/34530/planejamento-e-comunicacao-em-tempos-de-recessao.html

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Case de Sucesso: Rock in Rio

Antes mesmo do Rock in Rio 2015 começar, a organização do evento e a Prefeitura já haviam
garantido as próximas duas edições - 2017 e 2019. No último dia do evento, o presidente Roberto Medina, acompanhado da vice-presidente, Roberta Medina, anunciaram, em coletiva de imprensa realizada na área VIP da Cidade do Rock, os patrocinadores já confirmados para 2017: Itaú, Ipiranga, Rede Globo e Multishow.

"Ao longo desses nossos 30 anos de história, o Rock in Rio ganhou o mundo e conquistou as pessoas. Crescemos, nos internacionalizamos e somos reconhecidos como o maior evento de música e entretenimento do mundo. Nos consolidamos como um espaço de alegria e como uma megaplataforma de relacionamento com o consumidor, gerando oportunidades de negócios e exposição de marcas. Os patrocinadores são essenciais para viabilizar o Rock in Rio na qualidade de entrega de infraestrutura e de serviços, da grande variedade de atrações e do line-up com tantas estrelas de peso nacional e internacional por causa do investimento das marcas que, no evento, se materializam não como vendedoras de produtos, mas como entretenimento, enriquecendo a experiência do consumidor", detalha Roberto Medina.

"Estamos muito felizes com a renovação de mais uma edição da parceria Itaú-Rock in Rio para 2017. Além de ser uma marca mundialmente admirada, o festival tem se mostrado uma plataforma espetacular de ativação para a marca Itaú. Estamos prontos para mais uma edição de experiências únicas e exclusivas para clientes e fãs do Itaú", afirma Andrea Pinotti, do Itaú.

Nas 16 edições do Rock in Rio já realizadas, no Brasil, Lisboa, Espanha e Estados Unidos, o festival já contabiliza mais de 8,2 milhões de pessoas de público. Em 2015, ano em que o evento completou 30 anos, o Rock in Rio chegou aos Estado Unidos, o maior mercado do showbizz mundial, o consagrando, definitivamente, como o maior evento de música e entretenimento do mundo.

Nesta edição, a sexta no Brasil, realizada entre 18 e 20 e 24 e 27 de setembro, na Cidade do Rock, o público aproveitou 91 horas de festa durante os sete dias de festival, com apresentações de grandes artistas nacionais e internacionais no Palco Mundo, encontros especiais no Palco Sunset, arte, cultura e música na Rock Street, que nesta edição foi dedicada ao Brasil, DJ’s consagrados na Eletrônica e apresentações de dança urbana no Palco Street Dance. Além de todos os shows, o ingresso dava direito ainda à utilização dos brinquedos montados no local: montanha-russa, roda gigante, tirolesa e x-treme e a inúmeras experiências proporcionadas pelas marcas presentes.

Leilão de guitarras - mais de 110 mil arvores serão plantadas

Desde o dia 3 de setembro, Rock in Rio, a Conservação Internacional e o Instituto E, associação voltada para o desenvolvimento sustentável, promovem um leilão de guitarras autografadas por artistas nacionais e internacionais que já compuseram o line-up do festival. Até agora, o dinheiro arrecadado garante o plantio demais 110 mil árvores nas margens do Rio Guandu. "Todo dinheiro arrecadado no leilão será revertido para ampliar a quantidade de mudas plantadas. Nomes como Rod Stewart, Queen, Metallica, A-Ha, Katy Perry e System of a Down são alguns dos mais de 30 artistas que doaram guitarras assinadas e Elton John assinará um teclado para a causa", explica Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio.

Após ter fechado parceria com o Rock in Rio e o Instituto E, associação voltada para o desenvolvimento sustentável, a Conservação Internacional (CI-Brasil), organização ambiental responsável pelo projeto de restauração florestal da região, conquistou outros aliados de peso. As empresas Taco e Submarino, o Governo Estadual, por meio da Secretaria do Ambiente (SEA) e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a Prefeitura do Rio e a organização Onda Verde também se juntaram à iniciativa para angariar mais recursos para o Guandu.

Sobre o Rock in Rio 

Com 30 anos de história, o Rock in Rio é o maior evento de música e entretenimento do mundo por uma série de razões. Das quinze edições anteriores, cinco ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013 e 2015), seis em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012 e 2014), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).

Combinando todas as edições já realizadas, mais de 8,2 milhões de pessoas já participaram do evento. Outro número que não para de crescer é o das redes sociais, nas quais o Rock in Rio está quebrando recordes com mais de 11 milhões de seguidores. Em termos de atrações, somando-se as edições brasileiras, portuguesas, espanholas e americana, mais de 1.359 atrações musicais se apresentaram nos palcos do Rock in Rio, com um total de 1.200 horas de música, com transmissão para mais de 1 bilhão de telespectadores em todo o mundo, pela TV e Internet.

Ao longo dos anos, mais de US$ 530 milhões foram investidos na marca. Além disso, mais de US$ 23,2 milhões foram investidos em projetos sociais e ambientais. Mais do que os índices de audiência e de investimentos significativos, o Rock in Rio tem ajudado na economia dos lugares visitados: mais de 148 mil postos de trabalho foram gerados ao longo dos últimos 29 anos. Na Espanha, o festival é top of mind, superando a concorrência da Fórmula 1. Na edição de 2013, 46% da plateia do Rock in Rio era de fora do estado do Rio de Janeiro. O impacto econômico da edição de 2013 na cidade, publicado pela Riotur, foi de R$ 1 bilhão, e as taxas de ocupação de hotéis eram de cerca de 90% no período.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Coaching, Mentoring, Counseling - quais as diferenças?

Muitos se perguntam quais as diferenças entre o coaching e as suas ramificações. Há atividades bem semelhantes, por muitas vezes com os mesmos objetivos, mas que são indicados para casos diferentes. O mentoring e o counseling são os mais conhecidos, mas há ainda a consultoria e a terapia, adequadas também para determinadas oportunidades. Separei este artigo do coach
Carlos Alberto Alves e Silva que ajuda discernir bem essas modalidades. Aproveite:

Coaching é a atividade exercida por um profissional certificado (coach) que utiliza de técnicas, ferramentas e metodologia de forma contundente para apoiar seu cliente (coachee) a atingir resultados, metas ou tomada de decisão. O coaching pode ser utilizado para estabelecer estratégias e alcançar resultados na vida pessoal (saúde, lazer, relacionamentos e espiritualidade) ou profissional (desenvolvimento da carreira, finanças, competências, etc). Quando o coaching é contratado diretamente por seu cliente, a atividade acontece no âmbito do Life & Professional Coaching; quando contratado pela empresa para desenvolvimento de competências de seus executivos, é chamado de Executive Coaching.

Mentoring ou mentoria é a atividade exercida por um profissional experiente, que usa seus conhecimentos e vivências em uma determinada área para partilhar experiências com seu protegido ou mentorando. O mentor pode ajudar um profissional em começo de carreira a lidar, por exemplo, com situações difíceis e de estresse, compartilhando experiências sobre situações passadas já vividos pelo mentor e agora enfrentadas pelo protegido ou mentorando. O mentor tem sempre muita experiência na área de seu mentorando.

Counseling ou Aconselhamento é uma atividade pontual exercida por um conselheiro contratado para ajudar a mapear uma situação ou problema para que quem precisa tomar uma decisão importante e impactante na vida pessoal e profissional.

Consultoria é o processo através do qual um especialista é contratado para avaliar, diagnosticar, obter informações e orientar seu cliente em uma determinada área de expertise. Consultores atuam desde a constituição de uma empresa, desenvolvimento de plano de negócio, estratégia, negociação, gestão de pessoal até avaliação econômico-contábil-financeira, vendas, fusão e aquisição. Além da atuação no mundo corporativo, temos visto consultores pessoais atuando também em aspectos da vida privada, tais como na organização pessoal, estilo, boas maneiras, etc.

Terapia visa a ajudar a superar questões de ordem física, psíquica e emocional que impedem o sujeito de amar, trabalhar e se relacionar. A dificuldade de uma vida fruída pode não ser resultado de algo aparente e fácil de diagnosticar, exigindo cuidados especiais independente da orientação e arcabouço teórico seguido. Muitas questões subjetivas e inconscientes impedem pessoas de se expressarem, conviverem com a diversidade, serem tolerantes a frustrações impossibilitando a qualquer um de nós utilizar nossas potencialidades no exercício de atividades e profissão; consequentemente dificultam nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Algumas patologias sérias podem também nos acometer ao longo de nossa vida pessoal e profissional fazendo-nos interromper ou suspender nossa vida pessoal e/ou profissional temporariamente ou por um longo tempo. Na área da saúde mental encontramos uma pluralidade de terapias e psicoterapias: Psicanálise, Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicologia Analítica Junguiana, Terapias bio-energéticas, arte-terapia, terapia ocupacional, entre outras.

Fonte: Carlos Alberto Alves e Silva

Carlos é psicanalista e coach. MBA em Gestão Internacional pela Thunderbird – The American School of Global Management, Arizona – EUA, pós-graduado em Administração (FEA/USP) e Marketing (ESPM) e graduado em economia e psicologia. Atuou por 30 anos no mercado financeiro, em posições executivas nos bancos Deutsche Bank (Diretor), The Bank of New York Mellon, JPMorgan Chase, ABN AMRO Bank, Bank Boston, e experiência em Vendas, Marketing, Planejamento Estratégico e Desenvolvimento de Novos Negócios no Brasil e América Latina.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Onde começa o Turn Over?

Interessante esta reflexão: grande número das demissões nas empresas está ligado a falhas no método de recrutamento e seleção de funcionários, e não necessariamente na necessidade no corte na hora da crise. Obviamente que os tempos atuais estão levando muitas organizações a reduzirem custos e cortarem pessoal, mas quando você precisa trocar pessoas, é porque a raiz pode ser realmente a falta ou a falha na hora da contratação. Vejam esse report do grupo CAPC:
.
Demissões em massa dentro das corporações já estão ficando comuns nos dias de hoje. Com a justificativa pronta da crise econômica, um dos motivos mais apontados é redução do quadro de funcionários da empresa para retenção de custos. Contudo, o presidente do Grupo CAPC, Cesar Pancinha, que possui um núcleo focado para recrutamento e seleção explica que o erro muitas vezes está no momento da contratação do funcionário.

Segundo Cesar, cada vez aumenta mais a rotatividade de pessoal, ou seja, trocas de colaboradores em determinado período de tempo: “O turnover começa na contratação, é ali o ponto de partida, se a empresa não contratar o profissional alinhado com as suas diretrizes, com os seus princípios e valores, essa renovação de pessoal não vai parar”. O presidente afirma ainda que essa rotação de profissionais acaba saindo caro para as empresas, fazendo das demissões um dos grandes problemas do mercado.

De acordo com Pancinha, a falha não está somente na escolha do profissional errado, ele afirma que os métodos de recrutamento e seleção geralmente são feitos de modo mais econômico, uma indicação, um anúncio no jornal, um informativo na vitrine, entre outras formas. Contudo, o presidente alerta que o barato acaba saindo caro: “Existem técnicas muito valiosas que devem ser aplicadas na hora da contratação de um profissional, e isso tem que ser feito por pessoas competentes, que saibam identificar se o profissional tem o perfil da vaga e da empresa, reduzindo assim o número de demissões e admissões” - explica.

O presidente explica que após a contratação do profissional adequado, o desafio é conseguir reter o talento e a empresa também deve oferecer um ambiente adequado de trabalho ao novo funcionário “a empresa tem que ser atrativa, ter plano de carreira, investir no seu profissional, os profissionais de hoje querem ter mais liberdade para exporem suas ideias e opiniões”. Cesar afirma ainda que as empresas precisam se preparar mais para essa realidade, onde os colaboradores também desejam contribuir para o planejamento da empresa, ajudar nas definições de metas e sentirem-se realmente parte do time, com boas perspectivas no futuro.

Fonte: Grupo CAPC

O Grupo CAPC é uma holding brasileira especializada há 25 anos em gerar conhecimento e resultados satisfatórios ao mercado corporativo. Tem como princípio a Inteligência de Gestão para o desenvolvimento de metas. Implementa programas de Planejamento Estratégico, Recursos Humanos, Produtividade, Marketing e Vendas nas empresas que atende. Ainda, utiliza e aplica conhecimentos de Neuromaketing. Em 2010, ingressou no mercado internacional com atendimentos em Portugal e países do Mercosul. Entre os clientes estão TW, Copagra , Brasília Guaíba, Sicredi, Sesc, Senac. Ainda, uma diversidade de empresários e executivos foi atendida pelos programas de coaching da empresa.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Gestão ruim, Funcionário ruim

Pesquisa realizada pela Michael Page no início de julho mostra os principais motivos que causam insatisfação nos profissionais de grandes organizações. Entre eles, a má gestão está em primeiro lugar (21%), seguida de falta de reconhecimento e de feedback, cada um com 12%. Para o CEO do Grupo Kronberg - empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais da linha de frente, assessment e coaching -, Carlos Aldan, os três fatores de maior insatisfação citados estão diretamente ligados à liderança das empresas.

“Um líder que somente foque metas, prazos e lucro, sem mostrar o real valor do funcionário, dificilmente terá equipes motivadas e com alta performance. Quando sentimos que não somos necessários para o desenvolvimento da empresa, acabamos transformando a experiência de trabalhar em algo maçante e desagradável”, afirma o CEO.

Uma empresa que possui líderes despreparados e colaboradores desmotivados provavelmente não terá sucesso. Aldan explica que a junção de técnicas avançadas de gerenciamento e de habilidades comportamentais e relacionais é o caminho para evitar essa insatisfação, que gera êxodo de profissionais: “Técnicas de gerenciamento de tempo, projetos e processos devem ser implementadas para que o líder organize a equipe de forma produtiva. Entretanto, não se deve esquecer o desenvolvimento de relacionamentos fortes com a equipe, criando uma visão de futuro em comum e propiciando um clima agradável. Só então o líder e a equipe terão uma alta performance. ”.

O líder que entende as técnicas de gerenciamento mas possui um perfil coercivo, aquele que usa a ferramenta do ‘manda e controla’, provavelmente terá uma equipe de rendimento baixo na organização. Assim como, o líder que tem a equipe motivada, mas desorganizada, não terá uma ótima performance. “Motivação é a resposta, é importante oferecer retornos assertivos e deixar claro o real valor de cada um. Assim, garante-se o sucesso de uma equipe”, finaliza o CEO da Kronberg.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Como usar o Whats App nos negócios


Recebi este artigo no Linkedin, muito interessante. Nunca tinha parado para pensar detidamente em como utilizar o Whatsapp como ferramenta nos negócios. O que a Bia Quadros, especialista em presença online e marketing de pequenos negócios escreve, é muito objetivo e prático. Ela também faz curadoria e criação de conteúdo, e mais abaixo estão seus contatos. Aproveitem:

O Whatsapp não é uma novidade. O aplicativo de mensagens há muito é o queridinho do público e mudou a forma como nos comunicamos. As operadoras de telefonia podem confirmar!

Muitos usam o app para trocar mensagens com amigos, fazem grupos e fazem circular muitos vídeos e imagens.

Eu já tinha visto o Whatsapp sendo usado para gerar negócios - principalmente junto com as contas de Instagram: a pessoa posta uma foto do produto e usa a ferramenta para trocar informações sobre preço, formas de pagamento e entrega.

Até os veículos de comunicação estão usando o aplicativo para receber notícias em tempo real.

Por tudo isso, o app já está incorporado no nosso dia a dia, seja ele pessoa física ou jurídica!

Por que usar o Whatsapp como ferramenta de negócios?
Porque ele facilita sua aproximação com o cliente e favorece a proximidade
Porque o relacionamento é fundamental para criar sinergia e fidelizar o cliente
A interatividade que ele proporciona é muito maior e flexível
A ferramenta proporciona um baixo tempo de resposta
Algumas pessoas sugerem que se crie grupos no aplicativo. Eu, como usuária, digo para evitar! É chato, nem todas as pessoas do grupo estão no mesmo nível de relacionamento com sua empresa ou o seu negócio, e as mensagens se tornam irritantes! A não ser que você crie grupos com objetivos e regras bem definitos - e faça a moderação com rigor: fugiu das regras, expulsão!

Um recurso que você pode e deve usar são as listas de transmissão. Você cadastra os usuários por tipos (afinidades, produto ou serviço preferidos, por exemplo) e envia, de uma vez só, o conteúdo para todos da lista. Cada um o recebe como uma mensagem individual. Mas, atenção! Para isso, a pessoa tem que cadastrar o seu telefone na agenda de contatos dela.

Agora, como a minha praia é mesmo o conteúdo, o que me chamou a atenção para o uso do Whatsapp nos negócios foi a dentista do meu filho. Ela me pediu para criar imagens-mensagens para que pudesse dar o recado com certa classe. ;)

Montei então pacotes de imagens, com as mensagens que ela precisava. O resultado foi bem legal! Agora, outros clientes também querem seus pacotinhos para o Whatsapp...



Se você curtiu e quer um pacotinho de imagens-mensagens, me manda um Whatsapp: 21.997506247 ;)

Também vou gostar bastante de saber como você usa o app no seu dia a dia de trabalho. E quais dicas tem para compartilhar...

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

#SerraRS: Gramado e Canela contam com novo Guia Turístico

Um novo Guia Turístico Gramado e Canela em tantas fotos foi oficialmente lançado, no Grande Hotel Canela, na noite da última terça-feira (18). Idealizado por Pedro Muller Coelho de Souza, Antônio Olmiro dos Reis e Daniel dos Reis, o Guia apresenta os atrativos turísticos das duas cidades, com imagens que encantam, e um mapa promocional, que indica a localização das atrações das duas cidades.

O grande diferencial deste Guia é que, em função das lindas fotos, clicadas por Rafael Cavalli e Cibele Peccin,  os visitantes irão levar para suas casas, lembrando sempre da nossa região e fazendo propaganda boca a boca da mesma.

Importante também salientar o mapa ilustrado que une as duas cidades, talvez o único que apresente os dois municípios em um único mapa.

Os idealizadores do Guia irão repassar uma parcela dos recursos da venda do mesmo para o Hospital de Caridade de Canela e ao Lar de Idosos Maria de Nazaré, de Gramado. No lançamento, representando o Hospital de Canela Angela Tomasini assinou o termo de doação. Por motivos de força maior a Vó Lacy Bertoja não pode estar presente e assinará o termo nos próximos dias.

A venda do Guia Canela Gramado em tantas fotos ocorrerá em atrativos turísticos, parques e pontos comerciais de Gramado e Canela.

Pedro Muller Coelho de Souza falou em nome dos idealizadores e ressaltou que o Guia, recém lançado, busca apresentar as mais importantes atrações das duas cidades, em uma única publicação, com mais de 40 fotos, num formato fácil de carregar durante o passeio.

O Guia está sendo comercializado nos atrativos turísticos e pontos comerciais das duas cidades, no valor de 19,90.


Na foto, Olmiro, Pedro e Daniel. Crédito: Diego Santos/Estrategia

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Contra crise, pequenos negócios apostam em marketing

Saiu no jornal O Estado de São Paulo: Sete em cada dez pequenos negócios apostam em propaganda
, variedade de produtos e redução de preços para driblar a crise. Os dados são de pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com cerca de 6 mil empresários, incluindo microempreendedores individuais.

A principal estratégia deles para não naufragar nesse momento em que a economia passa por uma “ressaca” - nas palavras do próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy - é investir em propaganda e marketing, opção de 38% dos entrevistados. Aumento na variedade dos produtos e redução nos preços são as escolhas de 16% e 14%, respectivamente. Também estão na lista realização de treinamentos e ampliação do prazo de vendas.

Dono de uma agência de turismo em Brasília, Yoshihiro Karashima, diz que apelou para todas as alternativas. A principal arma da empresa, no entanto, é conquistar os consumidores por meio de uma reformulação no site para permitir compras pela internet. É uma mudança no público-alvo da empresa que só tem como clientes operadores estrangeiros. Agora, quer atrair o viajante independente para tentar faturar mais.

Karashima também aumentou a variedade de produtos e congelou os preços dos serviços há dois anos, só repassando o aumento do dólar. “Meus custos aumentaram significativamente nesse período: transporte, energia, mão de obra, impostos, tudo não para de subir”, afirma.

A expectativa da empresa é fechar com faturamento neste ano em torno de R$ 1,5 milhão, patamar semelhante ao do ano passado, retirando o lucro obtido com a Copa do Mundo.

Embora menos do que o esperado, a vinda dos estrangeiros para os jogos aumentou em meio milhão o faturamento da empresa em 2014.

Divulgação

Para o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, os pequenos negócios precisam ampliar o mix de produtos e melhorar a forma de divulgá-los. “É preciso estar atento ao que o mercado está disposto a comprar e intensificar o esforço de comunicação com o cliente, buscando formas cada vez mais criativas de divulgação”, afirma. Ele aposta, por exemplo, no baixo custo de fazer isso pelas redes sociais.

O Sebrae oferece uma ferramenta para ajudar a micro e pequena empresa a montar um plano de marketing. O roteiro inclui nove passos para a elaboração do plano, que depois pode ser analisado por um tutor, também responsável pela execução da estratégia.

Como forma de ajudar o segmento a superar o momento adverso, o Sebrae lançou uma campanha para estimular a compra de produtos e serviços fornecidos por micro e pequenas empresas.

Comércio local

A campanha “Compre do Pequeno Negócio” lista cinco razões para os consumidores optarem por comprar dessas empresas: é perto da sua casa, o dinheiro fica no seu bairro, é responsável por 52% dos empregos formais, o pequeno negócio desenvolve a comunidade, é um ato “transformador”.

De acordo com o Sebrae, as mais de 10 milhões de empresas brasileiras que faturam até R$ 3,6 milhões por ano respondem por 27% do Produto Interno Bruto (PIB) e por mais da metade do total de empregos com carteira assinada (17 milhões de postos de trabalho).

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Artigo: Você sabia que a imagem pessoal interfere na vida profissional?

Para ter sucesso não basta ter uma boa formação ou posição, é necessário também ter uma apresentação adequada - infelizmente, talvez. Mas é uma imposição do mercado corporativo, acomo aborda a Consultora de Imagem e Carreira Nara Lyon, a seguir:

Quando se fala em sucesso, para muitos a ideia que vem é de astros de cinema, televisão ou música. Porém, ter sucesso vai além, e acontece em diferentes ramos de atividade profissional e até mesmo na área pessoal e material. Está muito relacionado com bem-estar, felicidade e o ser bem-sucedido em algo ou alguma coisa. Seu significado pode variar, conforme cada meta ou alvo a ser alcançado. Para alguns pode ser algo simples, como ter uma vida financeiramente resolvida, para outros exige alguns graus a mais de conquistas, como uma posição profissional ou empresarial destacada e ter além do que necessitam. Independente do tamanho do sucesso, o fato é que todos de alguma forma desejam ser bem- sucedidos.

Para ter sucesso nas áreas profissionais, negócios e até nos relacionamentos interpessoais, não basta ter boas estratégia, é necessário também investir em uma boa aparência. A máxima muito repetida em frases como “imagem é tudo” ou “a primeira impressão é a que fica”, possuem sim um fundo de verdade! É claro que um bom aspecto não exclui histórico e conteúdo, porém não há como negar que uma imagem reafirma uma posição ou teor. Se não fosse assim, a indústria em geral não se preocuparia tanto com as embalagens dos produtos oferecidos aos consumidores.  

O homem é muito visual e já está cientificamente comprovado que basta cerca de trinta segundos para uma pessoa formar a primeira impressão sobre algo ou alguém. É impressionante, mas em um espaço de tempo mais curto que uma piscadela, o cérebro humano constrói imagens difíceis de serem desmontadas posteriormente. Recentemente pesquisas apresentadas no congresso anual da Sociedade de Psicologia Social e Personalidade dos Estados Unidos, indicaram que o poder das ideias moldadas no momento em que se bate o olho sobre uma pessoa é tão forte que nem mesmo os fatos são capazes de desmenti-las facilmente.

Por isso, para ser bem-sucedido, não é “bobagem” cuidar da aparência, buscar um estilo, escolher roupas adequadas, que combinem com você e também com ocasiões diversas, e também tomar cuidado para não chamar mais atenção do que devia ou ser notado pelo excesso. Em reuniões e ambientes de trabalho ou negócio, o ideal são vestimentas adequadas ao tipo da ocasião ou empresa, nada muito grande ou muito pequeno. Para as mulheres a sugestão é para que não use transparências exageradas, roupas muito justa ou decotada demais, maquiagens ou acessórios exageradas, entre outras extravagâncias. Para os homens, nada de sapatos sem meia, calças curtas ou justas demais, roupas mal passadas, sujas ou gastas pelo uso. Também é necessário cuidado com as cores e estampas, o excesso pode ficar pesado para determinados ambientes corporativos.

E, como para muitos, cuidar da aparência nem sempre é uma tarefa fácil, o ideal é procurar ajuda, como uma consultoria de imagem ou se inteirar em palestras sobre o assunto. Muitas empresas que reconhecem os talentos dos seus profissionais estão apostando neste tipo de treinamento e workshops, que instrua qual deva ser o comportamento assertivo de seus colaborados quanto à aparência, pois a imagem deles representa a imagem da companhia.

Sempre lembrando que a aparência deve reafirmar o conteúdo, pois somente um exterior bem cuidado, sem teor, também não levará a lugar algum! Não basta ser, é necessário parecer.

Nara Lyon - Consultora de Imagem e Carreira pela FIDM (Fashion Institute of Design & Merchandising de New York) e membro pela AICI (Association of Image Consultants International.