Mostrando postagens com marcador Empreendedorismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Empreendedorismo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Por um 2017 sem procrastinação! É agora ou nunca!

Achei por bem abrir o ano deste blog com este post, com um artigo do José Roberto Marques que só de ler dá vontade de se mexer e fazer o que é necessário para as coisas começarem a acontecer. Como eu costumo dizer, para que 2017 seja melhor, #sódependedenós. Aproveite:

Já se passaram alguns dias de 2017, e eu quero saber: o que você já fez até aqui? Quais daqueles sonhos e planos que você colocou na lista de desejos para 2017 já estão saindo do papel? O que você tem feito para transformar estes sonhos em realidade? Muitos reclamaram de 2016, mas eu te pergunto: quem é você em 2017? Você é alguém novo para este ano novo ou é o mesmo do ano passado?

Estamos chegando ao final do primeiro mês de 2017. Você já parou para pensar no tempo que você já viveu neste período? Foi um tempo bem vivido, bem aproveitado? E antes que você pense em sair por aí fazendo algo pelo calor da emoção, quero te dizer que aproveitar o tempo que temos não é agir sem cautela ou sem planejamento.

Como fazer valer cada instante de nossas vidas? Aproveitar o tempo que temos significa ter atitude, perseverança, determinação. Significa ainda ter sonhos, ter fé em si próprio, acreditar no poder da luz que você tem dentro de si. A falta de fé é amiga íntima da procrastinação.

Talvez ao ler este texto, você pense que é exagero falar em procrastinação em pleno começo de ano. As energias estão renovadas, o astral está alto, a procrastinação passa bem longe. O problema é que, muitas vezes, estes objetivos se perdem com o passar dos meses. Boa parte desse astral que começa em janeiro não chega em dezembro.

Pensando nisso, quero compartilhar com você algumas dicas para te ajudar a fugir do desânimo e da procrastinação.

1- Liste as suas metas
Coloque aqui tudo o que você quer realizar em 2017. Se você não fez isso na virada do ano, não tem problema. Aproveite e faça agora!

2- Defina o grau de prioridade de cada meta
Isso te ajudará a identificar o que é mais importante e necessário para você.

3- Divida a meta em etapas
Metas definidas, o próximo passo é estabelecer as ações que deverão ser feitas para cumprir estes objetivos.

4- Se parabenize pelas conquistas ao longo do ano
Quem disse que é preciso chegar em dezembro para celebrar as vitórias do ano? A cada passo dado, a cada superação alcançada, a cada meta cumprida, parabenize a pessoa responsável por cada conquista: você!

Mantenha o foco em seus objetivos, acredite no seu potencial e não desanime. Tenho certeza que 2017 será um ano extraordinário para você e para quem te cerca.

Artigo de José Roberto Marques - Master Coach Senior e Presidente da maior escola de coaching do Brasil, o IBC.

terça-feira, 22 de março de 2016

10 atitudes para enfrentar o desemprego

Na hora em que as pessoas estão desempregadas, bate o desespero e a sensação de que não há mais nenhuma opção na sua vida. É necessário serenidade e tranquilidade nesse momento para enxergar as oportunidades, e criar alternativas para enfrentar a má fase (às vezes nem é má, é apenas nova), e partir para ações objetivas e práticas. Confira dez dicas valiosas do educador financeiro Reinaldo Domingos:

Pagar dívidas imediatamente? – caso perca o emprego, qual deve ser a primeira ação? Se estiver endividado, por mais que pareça correto querer quitá-las com o dinheiro do fundo de garantia, isso pode ser um erro, pois, se usar muito deste dinheiro, estará sob o risco de ficar sem receitas para cobrir gastos à frente. Então, planeje-se melhor em relação a esses valores antes de qualquer medida.

Crie uma reserva emergencial – o desempregado tem de ter dinheiro guardado, para as despesas, mas, eventualmente, para investir também num curso e retomar a carreira. A primeira medida a ser tomada é reter os valores ganhos de fundo de garantia, seguro desemprego e férias vencidas. Esse dinheiro só deverá ser mexido após ser estabelecida uma estratégia.

Analise sua realidade – é fundamental que tenha total domínio de seus números nesse momento, portanto, se deve saber o valor que possui guardado e somar com o que será ganho. Também deverá fazer um levantamento de todos os gastos mensais, minuciosamente, desde cafezinho até parcela da casa própria, nada deve passar despercebido. Em caso de dívidas e parcelamentos, esses devem ser também somados.

Congele ferramentas de crédito – cartões de crédito, cheque especial, cartão de lojas e outras ferramentas de crédito fácil devem ser prioritariamente esquecidas de sua vida; evite mesmo em caso de emergência, pois, caso não consiga pagar esses valores, os juros serão exorbitantes, criando um caminho de difícil volta.

Faça uma faxina financeira – o que realmente é prioridade para a sua vida? Pense muito bem nessa questão, pois chegou a hora de cortar muitos gastos que não agregam à vida. Gastos que devem ser repensados pode ser de TV a cabo, celulares e smartphones, balada e ida a restaurantes, água e energia e outros pequenos gastos. Priorize o que é realmente é fundamental nesse período.

Mude seu padrão de vida – sei que pode parecer difícil, pois já se acostumou com um monte de regalias, mas é hora de reestruturação, e não de manter a pose. Nos momentos de dificuldade, a humildade é um diferencial. Então, o primeiro passo para mudar sua realidade é aceitar que seu padrão de vida mudou, e não viver de aparências.

Negocie as dívidas – ainda falando de humildade, chegou a hora de buscar os credores e ser o mais franco possível, mostrar que não quer se tornar inadimplente, mas que também não possui condições de pagamento, buscando assim diminuir os juros e esticar os débitos. Lembrando sempre de priorizar dívidas com juros mais altos e com bens de valor como garantia.

Fuja dos exploradores – infelizmente, por mais que seu momento seja de desespero, existem pessoas mal-intencionadas prontas para se aproveitarem dos seus temores. Não permita abusos; muitos tentarão tirar proveito de sua fraqueza para tentar obter vantagens. Evite promessas e garantias descabidas. Às vezes, é melhor estar com o nome sujo do que ser explorado pelas pessoas.

Busque fazer bicos – por mais que não seja em sua área de atuação, busque fontes alternativas de ganhos. Chegou a hora de deixar o orgulho de lado e buscar garantir um mínimo de renda, por mais que não seja em sua área de atuação.

Levanta e sacode a poeira – agora é hora de buscar o mais rápido possível a recolocação profissional. Use seu network, se posicione como alguém que está à espera de oportunidades no mercado. Lembre-se, as oportunidades geralmente aparecem para quem está atrás dela. Esqueça o desânimo, levante a cabeça e olhe para o futuro.

Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor do best-seller Terapia Financeira, do lançamento Mesada não é só dinheiro, e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Setor de tecnologia da informação e comunicação enxerga oportunidades na crise

O balanço de 2015 para o setor brasileiro de tecnologia da informação e comunicação pode ser dividido em duas etapas, avaliou hoje (28) o vice-presidente de Comunicação e Marketing da Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro Nacional), Gerino Xavier. “O primeiro semestre foi bom. Todas as empresas ficaram com seus indicadores em um patamar confortável. No segundo semestre, começou o sentimento da crise que, eu acho, é até muito mais grave que a própria crise”, avaliou.

Segundo o vice-presidente da Assespro Nacional, no segundo semestre de 2015, os indicadores das empresas brasileiras de tecnologia da informação e comunicação passaram por um período de maior observação. “O fato é que o sentimento de crise atrapalhou alguns negócios de algumas empresas”. A crise em si afetou de forma mais direta as companhias que trabalham com o setor público. “Tem estados que estão sem pagar seus fornecedores há alguns meses”.

Xavier observou, porém, que a crise apresenta, por outro lado, um aspecto bom. Como a tecnologia é transversal aos vários setores da economia, crises sempre acabam trazendo oportunidades. “Crise precisa de mais controle, de racionalizar custos, precisa aumentar a produtividade e isso só se torna exponencial com o uso de tecnologias”. Para Xavier, o lado ruim disso é que o ciclo de vendas aumenta e a dificuldade  para se vender é muito maior.

Além do setor de compras públicas, o vice-presidente da Assespro Nacional citou a construção civil e petróleo e gás entre os setores mais prejudicados pela crise na área de tecnologia da informação e comunicação. O setor da construção civil devido à paralisação das obras públicas associadas ao escândalo decorrente da Operação Lava Jato, já o setor de petróleo e gás, não só pela queda de preço no mercado internacional, mas também pela crise em torno da Petrobras.

Para Xavier, a tecnologia da informação e comunicação é indutora do crescimento econômico. “Essa é uma afirmação de caráter global”, destacou. Isso significa que para qualquer país crescer, ele precisa usar tecnologias modernas e inovadoras. Xavier lembrou que os países da América Latina que têm feito grandes investimentos no setor para melhorar a qualificação de sua mão de obra, para ampliar as exportações e tornar as empresas mais eficientes e competitivas apresentam resultados melhores que os do Brasil, que adotou medidas que foram na “contramão” dos avanços. Mencionou que a desoneração da folha, por exemplo, tornou o Brasil menos competitivo que seus vizinhos no continente. “Isso afeta a cadeia produtiva toda e leva um tempo para a gente se estabilizar”.

Ano de reflexão

Para o presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação Regional Rio de Janeiro (Assespro-RJ), Márcio Lacs, o ano de 2015 foi um ano “de reflexão” para o setor de tecnologia da informação e comunicação.

Apesar do cenário de dificuldades e indefinições políticas e econômicas no país, Lacs destacou que o Rio de Janeiro apresenta vetores importantes como a Olimpíada, que ocorrerá na capital fluminense em 2016, e o setor de petróleo e gás. “Foi um ano bem movimentado. Por um lado, algumas coisas andaram, outras não andaram tanto. Mas sempre, para a informática, quando algumas coisas não andam, não quer dizer que não seja bom para as empresas”.

Lacs observou que a otimização depende sempre da tecnologia. Ele diz que os contratos são revistos, mas a oportunidade de inovação se faz mais presente ainda para otimizar e melhorar. “A gente vê processos sendo repensados e isso traz muita oportunidade para o nosso setor”.

O presidente do Sindicato das Empresas de Informática do Rio de Janeiro (TI Rio), Benito Paret, avaliou que o estado “não foi muito bem sucedido” em tecnologia da informação este ano. “Entre os estados do Sudeste, o Rio de Janeiro teve o desempenho pior”, apontou. A quebra da cadeia produtiva de petróleo e gás gerou um baque grande para muitas empresas. Outros setores da atividade econômica, porém, tiveram desempenho positivo.

“Não temos ainda uma crise no setor de tecnologia da informação e comunicação instalada no Rio de Janeiro”, assegurou Paret, embora a situação aponte para uma estagnação, principalmente nas empresas que estavam focadas na área de petróleo e gás, incluindo as áreas naval e de logística. As outras empresas “estão levando o barco”, disse o presidente do TI Rio. O ambiente de incerteza macro no país impede que o setor arrisque fazer projeções para o próximo ano.

Márcio Lacs reconheceu que para as grandes empresas, 2015 não foi um ano positivo, porque a maior contratante, que é a Petrobras, enfrentou sérias dificuldades. Já os programas destartups (empresas inovadoras de base tecnológica) se consolidaram no Rio de Janeiro. As médias empresas, que são empresas de escala, estão se beneficiando mais das oportunidades que aparecem, sinalizou o presidente da Assespro-RJ.

Perspectivas

Como o principal congresso mundial de tecnologia da informação e comunicação ocorrerá no Brasil, em outubro do próximo ano, o vice-presidente da Assespro Nacional, Gerino Xavier, analisou que isso trará muita visibilidade para o setor. “Algumas cadeias produtivas internacionais passam a enxergar o Brasil de forma diferente e nós apostamos que no cenário da internacionalização, teremos melhores indicadores”. No plano nacional, disse que ainda fica difícil fazer prognósticos. “A ordem do dia é cautela”, sinalizou.

Embora seja considerado o sétimo maior mercado de tecnologia do mundo, Gerino Xavier disse que o governo devia apoiar mais o setor, porque garante emprego de qualidade que gera riqueza para o país. Ele salientou que o Brasil ainda exporta pouco software (programa de computador). “E quando alguém compra software, está comprando inteligência. Inteligência é a melhor coisa para se produzir, porque nós qualificamos o nosso povo. Quando a gente compra inteligência, estamos penalizando nosso povo, nossos pesquisadores, nossos profissionais”.

Na avaliação de Gerino Xavier, o Brasil precisa ter políticas públicas que estimulem a criação de soluções de softwares nacionais para diversas áreas, como saúde e segurança, por exemplo. Falta uma política pública que aproxime a academia, o mercado fornecedor e o mercado comprador. “E o ator indutor de tudo isso é o governo”.

O presidente da Assespro-RJ, Márcio Lacs, concordou que apesar da crise, o cenário para 2016 é de expectativa otimista para o setor de tecnologia da informação e comunicação do Brasil. “Nós vamos trabalhar para que cada um encontre o seu espaço. A gente tem a sorte de trabalhar com algo que está vinculado à inovação, à otimização. Acho que vai ser um bom momento para a gente. Pelo menos, oportunidades vão existir”, concluiu.

Fonte: Correio do Estado

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Três dicas para manter seu ciclo de caixa no azul

Se eu não consigo receber antes de gastar para produzir, como posso manter um bom ciclo de caixa?
A gestão do ciclo de caixa é fundamental para que as empresas sejam competitivas e garantam a sua sobrevivência. Para que os negócios continuem produzindo e vendendo, é necessário realizar compras de insumos, pagamentos de custos envolvidos nas atividades de produção e prestação de serviços e despesas operacionais e gerais do negócio. Logo, é preciso gerir o fluxo de caixa de forma que sempre haja recursos para que a empresa realize esses pagamentos e garanta a continuidade da operação, isto é, a entrega dos produtos e serviços ofertados aos seus clientes. No mundo de hoje, em que as empresas estão inseridas em um cenário altamente competitivo e que os clientes têm acesso a diversas opções de fornecedores, se torna cada vez mais necessário, para não perder vendas ou para aumentar as suas vendas, que as empresas ofereçam prazo de pagamentos ao mercado. Caso contrário, o cliente irá comprar de seus concorrentes.

Diante deste cenário surge a questão “Como financiar a minha produção e  manter um bom ciclo de caixa se o cliente me paga a prazo?”

O primeiro passo é realizar o planejamento das contas a pagar e das contas a receber com base em projeções dos volumes de vendas, compras, custos de produção, despesas operacionais e, principalmente, os prazos de recebimentos e pagamentos. Após essa etapa, será possível ter conhecimento da necessidade de capital de giro gerada pelo ciclo de caixa do negócio.

A necessidade do capital de giro gerada pelo ciclo de caixa será definida pelo tempo decorrido entre o pagamento aos fornecedores e o recebimento das vendas. Com isso, uma das metas principais será reduzir a diferença entre as datas do ciclo de caixa ou até mesmo receber de seus clientes, mesmo com vendas a prazo, antes de pagar os seus fornecedores. Como conseguir isso?

1) Reduza o prazo do seu estoque

As iniciativas de otimização do ciclo de caixa devem começar com a redução do prazo médio de estoque. Para tal, é necessário realizar melhorias nos processos de compras e produção, com objetivos de determinar volumes adequados fazendo uma melhor previsão de demanda e, consequentemente, reduzir o nível de estoque. Com isso, é possível reduzir o volume de pagamentos dos fornecedores e escoar mais rápido o que foi produzido, de modo antecipar o fluxo de recebimentos.

2) Negocie com fornecedores

Aumentar o prazo médio de pagamento junto aos fornecedores também é de extrema importância para viabilizar prazos mais dilatados nas vendas. Isso será obtido com negociações de prazos de pagamentos com seus fornecedores, por isso é fundamental ter processos bem estruturados e eficiente de cotações e tomada de decisões de compras. Entre as principais práticas para aumentar o poder de barganha, destaco:

– Ter mais um fornecedor para cada insumo com planejamento de volumes por fornecedor, que possibilite condicionar as compras em cada fornecedor com a maiores prazos de pagamento

– Ter equilíbrio na negociação das condições comerciais entre preços e prazos, já que um maior prazo poderá ser mais vantajoso do que um desconto

– Treinamento da equipe de compras de técnicas de negociações e relacionamento com fornecedores.

3) Antecipe seus ganhos

A terceira frente de ação é reduzir o prazo médio de recebimento através de antecipação de recebíveis. Nesse caso, é importante considerar o impacto das despesas financeiras na rentabilidade do negócio e a gestão de relacionamentos junto as instituições financeiras para disponibilidade e aprovação das operações de crédito.

Outras ações recomendadas para de reduzir o prazo de recebimento são: realizar de forma eficiente as atividades de cobranças com o objetivo de diminuir atrasos de pagamentos por parte de clientes e análise de crédito eficiente para evitar perdas por inadimplência.

É muito importante destacar que as ações necessárias para administrar o ciclo de caixa não são de responsabilidade somente da área financeira. As soluções envolverão praticamente todas as áreas da empresa, entre elas Compras, Logística, Produção, Comercial, Recursos Humanos e o Financeiro. Em resumo, para que a sua empresa possa oferecer prazo aos seus clientes sem colocar em risco a sua sobrevivência, destaco as seguintes ações: Planejamento de compras e produção, planejamento de vendas, negociação de prazo com fornecedores, acesso a linhas de antecipação de recebíveis e política de crédito e cobrança.

Fonte: Linkedin

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Cinco grandes tendências do Marketing Digital

Uma pesquisa realizada pelo IAB Brasil, com a colaboração das principais empresas que compõem o
mercado digital, concluiu que a publicidade online no país deverá crescer 14% e o marketing digital movimentará cerca de R$ 9,5 bilhões este ano.

O que podemos perceber é que mesmo com a economia em crise, com falta de investimento e receita, esse crescimento fortalece ainda mais as empresas pioneiras do setor. Por outro lado, aquelas que ainda buscam investir nessa área acabam enfrentando dificuldades em encontrar o melhor caminho para ter sucesso. Pensando nisso, elaborei esse artigo com cinco tendências do marketing digital que irão fazer com que seu negócio decole:

Humanização do branding: com a ascensão das mídias sociais, as empresas irão perceber que seus clientes desejam interagir com outras pessoas e não com marcas ou empresas. Portanto, aquelas que investirem na humanização de seu atendimento, tendem a desfrutar de maiores taxas de conversão, fidelização, rápido crescimento da audiência e a garantia de clientes mais satisfeitos.

Inbound Marketing: a cada ano esse conceito se torna cada vez mais significativo para as empresas que atuam no segmento online. Este ano, em especial, a tendência é investir ainda mais no inbound marketing pois é uma vertente que permite a personalização, posicionamento e fidelização de forma eficaz. Os blogs corporativos, por exemplo, tendem a elevar sua produção de conteúdo, buscando ser representativos em relação à necessidade de seus consumidores e o reflexo de seus concorrentes.

Links patrocinados: apesar do aumento do inbound e da execução de SEO para o tráfego orgânico, a publicidade paga continuará tendo grande atuação no marketing digital. Os links patrocinados servirão cada vez mais como suporte para a divulgação dos conteúdos publicados nas plataformas, tendo menos expressão como formas principais, mas grande significado quando aplicados paralelos ao marketing de conteúdo.

Vídeos online: considerado uma grande tendência nesses últimos anos, utilizar os vídeos online pode ser uma das melhores estratégias para ter resultados de conversão. Segundo pesquisa da Accenture, o Brasil é o segundo país do mundo com o maior número de visualizações em plataformas de vídeos, com mais de 11 bilhões de views mensais e cerca de 96% de usuários na web que consomem conteúdo em vídeo.

E-mail Marketing: é uma das formas mais tradicionais e eficazes de marketing online. Pesquisa feita pela Forrester Research afirma que usuários que compram produtos por e-mail, gastam 138% a mais do que as pessoas que não recebem esse tipo de oferta. O e-mail marketing é uma das grandes tendências de investimento em formação de listas, construção de páginas e produção de iscas, garantindo altas taxas de conversão de vendas, leads e propects.

Essas foram apenas algumas dicas de como aproveitar as principais tendências do marketing digital de forma eficiente para gerar engajamento e, consequentemente, aumentar a identidade da sua marca. Procure investir e aplicar essas estratégias em seu negócio e aumentar a conversão de vendas.

Artigo de Eric Hayashi, Head of Marketing da SambaAds, empresa focada em publicidade e na disseminação de conteúdo em vídeos online.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Case de Sucesso: Rock in Rio

Antes mesmo do Rock in Rio 2015 começar, a organização do evento e a Prefeitura já haviam
garantido as próximas duas edições - 2017 e 2019. No último dia do evento, o presidente Roberto Medina, acompanhado da vice-presidente, Roberta Medina, anunciaram, em coletiva de imprensa realizada na área VIP da Cidade do Rock, os patrocinadores já confirmados para 2017: Itaú, Ipiranga, Rede Globo e Multishow.

"Ao longo desses nossos 30 anos de história, o Rock in Rio ganhou o mundo e conquistou as pessoas. Crescemos, nos internacionalizamos e somos reconhecidos como o maior evento de música e entretenimento do mundo. Nos consolidamos como um espaço de alegria e como uma megaplataforma de relacionamento com o consumidor, gerando oportunidades de negócios e exposição de marcas. Os patrocinadores são essenciais para viabilizar o Rock in Rio na qualidade de entrega de infraestrutura e de serviços, da grande variedade de atrações e do line-up com tantas estrelas de peso nacional e internacional por causa do investimento das marcas que, no evento, se materializam não como vendedoras de produtos, mas como entretenimento, enriquecendo a experiência do consumidor", detalha Roberto Medina.

"Estamos muito felizes com a renovação de mais uma edição da parceria Itaú-Rock in Rio para 2017. Além de ser uma marca mundialmente admirada, o festival tem se mostrado uma plataforma espetacular de ativação para a marca Itaú. Estamos prontos para mais uma edição de experiências únicas e exclusivas para clientes e fãs do Itaú", afirma Andrea Pinotti, do Itaú.

Nas 16 edições do Rock in Rio já realizadas, no Brasil, Lisboa, Espanha e Estados Unidos, o festival já contabiliza mais de 8,2 milhões de pessoas de público. Em 2015, ano em que o evento completou 30 anos, o Rock in Rio chegou aos Estado Unidos, o maior mercado do showbizz mundial, o consagrando, definitivamente, como o maior evento de música e entretenimento do mundo.

Nesta edição, a sexta no Brasil, realizada entre 18 e 20 e 24 e 27 de setembro, na Cidade do Rock, o público aproveitou 91 horas de festa durante os sete dias de festival, com apresentações de grandes artistas nacionais e internacionais no Palco Mundo, encontros especiais no Palco Sunset, arte, cultura e música na Rock Street, que nesta edição foi dedicada ao Brasil, DJ’s consagrados na Eletrônica e apresentações de dança urbana no Palco Street Dance. Além de todos os shows, o ingresso dava direito ainda à utilização dos brinquedos montados no local: montanha-russa, roda gigante, tirolesa e x-treme e a inúmeras experiências proporcionadas pelas marcas presentes.

Leilão de guitarras - mais de 110 mil arvores serão plantadas

Desde o dia 3 de setembro, Rock in Rio, a Conservação Internacional e o Instituto E, associação voltada para o desenvolvimento sustentável, promovem um leilão de guitarras autografadas por artistas nacionais e internacionais que já compuseram o line-up do festival. Até agora, o dinheiro arrecadado garante o plantio demais 110 mil árvores nas margens do Rio Guandu. "Todo dinheiro arrecadado no leilão será revertido para ampliar a quantidade de mudas plantadas. Nomes como Rod Stewart, Queen, Metallica, A-Ha, Katy Perry e System of a Down são alguns dos mais de 30 artistas que doaram guitarras assinadas e Elton John assinará um teclado para a causa", explica Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio.

Após ter fechado parceria com o Rock in Rio e o Instituto E, associação voltada para o desenvolvimento sustentável, a Conservação Internacional (CI-Brasil), organização ambiental responsável pelo projeto de restauração florestal da região, conquistou outros aliados de peso. As empresas Taco e Submarino, o Governo Estadual, por meio da Secretaria do Ambiente (SEA) e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a Prefeitura do Rio e a organização Onda Verde também se juntaram à iniciativa para angariar mais recursos para o Guandu.

Sobre o Rock in Rio 

Com 30 anos de história, o Rock in Rio é o maior evento de música e entretenimento do mundo por uma série de razões. Das quinze edições anteriores, cinco ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013 e 2015), seis em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012 e 2014), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).

Combinando todas as edições já realizadas, mais de 8,2 milhões de pessoas já participaram do evento. Outro número que não para de crescer é o das redes sociais, nas quais o Rock in Rio está quebrando recordes com mais de 11 milhões de seguidores. Em termos de atrações, somando-se as edições brasileiras, portuguesas, espanholas e americana, mais de 1.359 atrações musicais se apresentaram nos palcos do Rock in Rio, com um total de 1.200 horas de música, com transmissão para mais de 1 bilhão de telespectadores em todo o mundo, pela TV e Internet.

Ao longo dos anos, mais de US$ 530 milhões foram investidos na marca. Além disso, mais de US$ 23,2 milhões foram investidos em projetos sociais e ambientais. Mais do que os índices de audiência e de investimentos significativos, o Rock in Rio tem ajudado na economia dos lugares visitados: mais de 148 mil postos de trabalho foram gerados ao longo dos últimos 29 anos. Na Espanha, o festival é top of mind, superando a concorrência da Fórmula 1. Na edição de 2013, 46% da plateia do Rock in Rio era de fora do estado do Rio de Janeiro. O impacto econômico da edição de 2013 na cidade, publicado pela Riotur, foi de R$ 1 bilhão, e as taxas de ocupação de hotéis eram de cerca de 90% no período.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Desemprego: 7 orientações para o reposicionamento no mercado

O IAEmp (Indicador Antecedente de Emprego) recuou 2,6% em agosto ante julho, na série com Segundo a instituição, o resultado sinaliza que a tendência negativa para o nível de emprego nos próximos três a seis meses permanece. "O IAEmp confirma que a indústria deve continuar demitindo devido à recessão econômica atual. O setor de serviços também preocupa, em função da piora acentuada da situação de negócios, indicando continuidade de demissões no setor nos próximos meses", avaliou o economista Rodrigo Leandro de Moura, pesquisador da FGV, em nota.O crescimento do desemprego e, também, da insatisfação dos profissionais por motivos variados cria uma crescente busca por um reposicionamento no mercado no trabalho. Para se ter ideia, o índice de pessoas sem emprego foi a 6,9% em junho (o maior para junho desde 2010), crescendo 2,1 pontos em 12 meses.

Por isso, nosso blog posta hoje algumas dicas de recolocação no mercado. Se é o caso de trocar de emprego ou carreira, ou para quem foi desligado. No primeiro caso, alguns cuidados devem ser tomados antes de qualquer ação de mudança de emprego. É importante ter claro que, em momentos de incertezas na economia e nos resultados das empresas, o surgimento de novas oportunidades fica comprometido, com isso, buscar uma recolocação no mercado de trabalho tende a ser mais dificultoso. Mas, isso não torna impossível uma boa recolocação para quem está empregado ou desempregado.
ajuste sazonal, informou nesta terça 8 a FGV (Fundação Getulio Vargas). Com isso, o índice atingiu 64,2 pontos, o menor nível desde janeiro de 2009, quando estava em 62,8 pontos. Em julho, o IAEmp havia subido 0,3%.

Estou empregado, mas insatisfeito!

O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades. Porém, aconselho que primeiramente se busque quais os motivos que estão levando a condição de desmotivação, criando oportunidades de mudança do ambiente e tornando-o mais atraente.

Após essas ações e análises, concluindo-se que realmente é momento, recomendo que busque novas oportunidades, contudo, antes de deixar a colocação atual, aguarde o melhor momento e uma boa proposta para tomar a decisão em definitivo.

Enquanto isso não ocorrer, busque motivação para contribuir com a empresa, atitude que considero no mínimo profissional e que dará respeito e consideração futura. Lembrando que deixar um legado positivo em resultados e em atitudes pode consolidar sua imagem em seu campo profissional.

Desemprego é motivo de desespero?

Com o desemprego crescente, como deve agir quem perdeu o emprego? É hora de desespero? Lógico que não. Pode parecer difícil, mas, nesse momento manter a tranquilidade e equilíbrio torna-se um fator essencial para seu reposicionamento.

Considero uma das melhores ações de um profissional, pois a ansiedade e o desespero tende a dificultar ainda mais o raciocínio e apresentação de suas habilidades técnicas e comportamentais, além de induzi-lo a decidir por uma oportunidade qualquer, que não agregará em sua vida profissional, criando novo ciclo de desmotivação e ai o problema será o profissional.  

Passos para se reposicionar

A busca por reposicionamento não é tão simples, porém também não é impossível, sendo necessário planejamento e preparo em suas ações e construções de novas oportunidades. Cito sete passos que julgo importantes para que essa busca tenha êxito:

1.    Amplie sua rede de relacionamentos a cada momento, isto é trabalhe o seu network, lembrando que esse não deve ser utilizado somente nas necessidades. Assim, esteja pronto também para ajudar e nunca deixar de ser lembrado;

2.    Defina a estratégia para que possa desenvolver sua autoapresentação, de forma transparente, segura e que demonstre preparo;

3.    Crie interesse por parte do entrevistador, através de um Curriculum Vitae bem elaborado, com ordem e clareza na apresentação descrita e verbal, apresentando quais seus objetivos e seu potencial;

4.    Cuidar da imagem pessoal é tão importante quantos os demais itens, demonstram autoestima e amor próprio, pois, primeiro temos que gostar de nós mesmos para depois gostar do que fazemos;

5.    Busque conhecimento e informações além de sua formação, a fim de manter-se atualizado diante das mudanças de mercado;

6.    Conheça as empresas que tem interessem em buscar oportunidades, analisando seus produtos ou serviços, estrutura e sua colocação de mercado.

7.    Tenha transparência e autenticidade, esses pontos que atraem as empresas, portanto, não queira construir um personagem, seja você mesmo, demonstre o quanto tem valor nas competências técnicas e comportamentais.

Fonte: Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZEstratégia e Operação de RH.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Contra crise, pequenos negócios apostam em marketing

Saiu no jornal O Estado de São Paulo: Sete em cada dez pequenos negócios apostam em propaganda
, variedade de produtos e redução de preços para driblar a crise. Os dados são de pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com cerca de 6 mil empresários, incluindo microempreendedores individuais.

A principal estratégia deles para não naufragar nesse momento em que a economia passa por uma “ressaca” - nas palavras do próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy - é investir em propaganda e marketing, opção de 38% dos entrevistados. Aumento na variedade dos produtos e redução nos preços são as escolhas de 16% e 14%, respectivamente. Também estão na lista realização de treinamentos e ampliação do prazo de vendas.

Dono de uma agência de turismo em Brasília, Yoshihiro Karashima, diz que apelou para todas as alternativas. A principal arma da empresa, no entanto, é conquistar os consumidores por meio de uma reformulação no site para permitir compras pela internet. É uma mudança no público-alvo da empresa que só tem como clientes operadores estrangeiros. Agora, quer atrair o viajante independente para tentar faturar mais.

Karashima também aumentou a variedade de produtos e congelou os preços dos serviços há dois anos, só repassando o aumento do dólar. “Meus custos aumentaram significativamente nesse período: transporte, energia, mão de obra, impostos, tudo não para de subir”, afirma.

A expectativa da empresa é fechar com faturamento neste ano em torno de R$ 1,5 milhão, patamar semelhante ao do ano passado, retirando o lucro obtido com a Copa do Mundo.

Embora menos do que o esperado, a vinda dos estrangeiros para os jogos aumentou em meio milhão o faturamento da empresa em 2014.

Divulgação

Para o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, os pequenos negócios precisam ampliar o mix de produtos e melhorar a forma de divulgá-los. “É preciso estar atento ao que o mercado está disposto a comprar e intensificar o esforço de comunicação com o cliente, buscando formas cada vez mais criativas de divulgação”, afirma. Ele aposta, por exemplo, no baixo custo de fazer isso pelas redes sociais.

O Sebrae oferece uma ferramenta para ajudar a micro e pequena empresa a montar um plano de marketing. O roteiro inclui nove passos para a elaboração do plano, que depois pode ser analisado por um tutor, também responsável pela execução da estratégia.

Como forma de ajudar o segmento a superar o momento adverso, o Sebrae lançou uma campanha para estimular a compra de produtos e serviços fornecidos por micro e pequenas empresas.

Comércio local

A campanha “Compre do Pequeno Negócio” lista cinco razões para os consumidores optarem por comprar dessas empresas: é perto da sua casa, o dinheiro fica no seu bairro, é responsável por 52% dos empregos formais, o pequeno negócio desenvolve a comunidade, é um ato “transformador”.

De acordo com o Sebrae, as mais de 10 milhões de empresas brasileiras que faturam até R$ 3,6 milhões por ano respondem por 27% do Produto Interno Bruto (PIB) e por mais da metade do total de empregos com carteira assinada (17 milhões de postos de trabalho).