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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Participe da palestra LUZ, CÂMERA, AÇÃO em Porto Alegre

O jornalista, palestrante e professor Renato Martins vai ministrar mais uma vez a sua palestra LUZ, CÂMERA, AÇÃO, numa especial ação para convidados, na próxima terça, dia 16 de maio, em Porto Alegre. A apresentação que une conceitos de gestão, liderança, comunicação e inovação ilustrada por cenas de filmes vem sendo trabalhada por Renato desde 2014, mas é atualizada constantemente pelo jornalista e essa é mais uma oportunidade para assistir a nova versão. O público-alvo são gestores, comunicadores, publicitários, profissionais de marketing, agências de eventos, área de RH, líderes em geral e estudantes das áreas de comunicação e gestão.

"Estou trabalhando cada vez mais o conceito da gestão positiva e da comunicação positiva, levando esta mensagem para empresas, instituições e equipes em geral na hora da crise", afirma Renato. "Penso que a imprensa tem um papel fundamental de virar a espiral negativa em que vivemos, redesenhando a linha editorial de seus veículos para privilegiar as boas notícias". Conforme o jornalista, o empresariado também pode contribuir com sua parcela, gerando seus fatos positivos - e Renato provoca isso com seu conteúdo. Para ilustrar e dinamizar os encontros, o palestrante usa sua paixão de 40 anos pela sétima arte, com cenas de filme que retratam as lições de liderança repassadas. "Nossa sociedade está doente, deprimida por causa de uma crise econômica, política e ética. Precisamos enxergar horizontes, senão vamos remar eternamente", lembra Renato,

A palestra LUZ, CÂMERA, AÇÃO já foi apresentada em entidades como Federasul, Farsul, SESCON, CICs e prefeituras do interior, além de empresas privadas. Renato Martins também desenvolve cursos de comunicação em instituições como UNIRITER e ESPM.

Quem quiser participar do evento da próxima terça-feira, pode enviar um email com nome completo, RG e telefone para o endereço renatomartinspalestras@gmail.com. As vagas gratuitas são limitadas.

      

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Por um 2017 sem procrastinação! É agora ou nunca!

Achei por bem abrir o ano deste blog com este post, com um artigo do José Roberto Marques que só de ler dá vontade de se mexer e fazer o que é necessário para as coisas começarem a acontecer. Como eu costumo dizer, para que 2017 seja melhor, #sódependedenós. Aproveite:

Já se passaram alguns dias de 2017, e eu quero saber: o que você já fez até aqui? Quais daqueles sonhos e planos que você colocou na lista de desejos para 2017 já estão saindo do papel? O que você tem feito para transformar estes sonhos em realidade? Muitos reclamaram de 2016, mas eu te pergunto: quem é você em 2017? Você é alguém novo para este ano novo ou é o mesmo do ano passado?

Estamos chegando ao final do primeiro mês de 2017. Você já parou para pensar no tempo que você já viveu neste período? Foi um tempo bem vivido, bem aproveitado? E antes que você pense em sair por aí fazendo algo pelo calor da emoção, quero te dizer que aproveitar o tempo que temos não é agir sem cautela ou sem planejamento.

Como fazer valer cada instante de nossas vidas? Aproveitar o tempo que temos significa ter atitude, perseverança, determinação. Significa ainda ter sonhos, ter fé em si próprio, acreditar no poder da luz que você tem dentro de si. A falta de fé é amiga íntima da procrastinação.

Talvez ao ler este texto, você pense que é exagero falar em procrastinação em pleno começo de ano. As energias estão renovadas, o astral está alto, a procrastinação passa bem longe. O problema é que, muitas vezes, estes objetivos se perdem com o passar dos meses. Boa parte desse astral que começa em janeiro não chega em dezembro.

Pensando nisso, quero compartilhar com você algumas dicas para te ajudar a fugir do desânimo e da procrastinação.

1- Liste as suas metas
Coloque aqui tudo o que você quer realizar em 2017. Se você não fez isso na virada do ano, não tem problema. Aproveite e faça agora!

2- Defina o grau de prioridade de cada meta
Isso te ajudará a identificar o que é mais importante e necessário para você.

3- Divida a meta em etapas
Metas definidas, o próximo passo é estabelecer as ações que deverão ser feitas para cumprir estes objetivos.

4- Se parabenize pelas conquistas ao longo do ano
Quem disse que é preciso chegar em dezembro para celebrar as vitórias do ano? A cada passo dado, a cada superação alcançada, a cada meta cumprida, parabenize a pessoa responsável por cada conquista: você!

Mantenha o foco em seus objetivos, acredite no seu potencial e não desanime. Tenho certeza que 2017 será um ano extraordinário para você e para quem te cerca.

Artigo de José Roberto Marques - Master Coach Senior e Presidente da maior escola de coaching do Brasil, o IBC.

terça-feira, 22 de março de 2016

10 atitudes para enfrentar o desemprego

Na hora em que as pessoas estão desempregadas, bate o desespero e a sensação de que não há mais nenhuma opção na sua vida. É necessário serenidade e tranquilidade nesse momento para enxergar as oportunidades, e criar alternativas para enfrentar a má fase (às vezes nem é má, é apenas nova), e partir para ações objetivas e práticas. Confira dez dicas valiosas do educador financeiro Reinaldo Domingos:

Pagar dívidas imediatamente? – caso perca o emprego, qual deve ser a primeira ação? Se estiver endividado, por mais que pareça correto querer quitá-las com o dinheiro do fundo de garantia, isso pode ser um erro, pois, se usar muito deste dinheiro, estará sob o risco de ficar sem receitas para cobrir gastos à frente. Então, planeje-se melhor em relação a esses valores antes de qualquer medida.

Crie uma reserva emergencial – o desempregado tem de ter dinheiro guardado, para as despesas, mas, eventualmente, para investir também num curso e retomar a carreira. A primeira medida a ser tomada é reter os valores ganhos de fundo de garantia, seguro desemprego e férias vencidas. Esse dinheiro só deverá ser mexido após ser estabelecida uma estratégia.

Analise sua realidade – é fundamental que tenha total domínio de seus números nesse momento, portanto, se deve saber o valor que possui guardado e somar com o que será ganho. Também deverá fazer um levantamento de todos os gastos mensais, minuciosamente, desde cafezinho até parcela da casa própria, nada deve passar despercebido. Em caso de dívidas e parcelamentos, esses devem ser também somados.

Congele ferramentas de crédito – cartões de crédito, cheque especial, cartão de lojas e outras ferramentas de crédito fácil devem ser prioritariamente esquecidas de sua vida; evite mesmo em caso de emergência, pois, caso não consiga pagar esses valores, os juros serão exorbitantes, criando um caminho de difícil volta.

Faça uma faxina financeira – o que realmente é prioridade para a sua vida? Pense muito bem nessa questão, pois chegou a hora de cortar muitos gastos que não agregam à vida. Gastos que devem ser repensados pode ser de TV a cabo, celulares e smartphones, balada e ida a restaurantes, água e energia e outros pequenos gastos. Priorize o que é realmente é fundamental nesse período.

Mude seu padrão de vida – sei que pode parecer difícil, pois já se acostumou com um monte de regalias, mas é hora de reestruturação, e não de manter a pose. Nos momentos de dificuldade, a humildade é um diferencial. Então, o primeiro passo para mudar sua realidade é aceitar que seu padrão de vida mudou, e não viver de aparências.

Negocie as dívidas – ainda falando de humildade, chegou a hora de buscar os credores e ser o mais franco possível, mostrar que não quer se tornar inadimplente, mas que também não possui condições de pagamento, buscando assim diminuir os juros e esticar os débitos. Lembrando sempre de priorizar dívidas com juros mais altos e com bens de valor como garantia.

Fuja dos exploradores – infelizmente, por mais que seu momento seja de desespero, existem pessoas mal-intencionadas prontas para se aproveitarem dos seus temores. Não permita abusos; muitos tentarão tirar proveito de sua fraqueza para tentar obter vantagens. Evite promessas e garantias descabidas. Às vezes, é melhor estar com o nome sujo do que ser explorado pelas pessoas.

Busque fazer bicos – por mais que não seja em sua área de atuação, busque fontes alternativas de ganhos. Chegou a hora de deixar o orgulho de lado e buscar garantir um mínimo de renda, por mais que não seja em sua área de atuação.

Levanta e sacode a poeira – agora é hora de buscar o mais rápido possível a recolocação profissional. Use seu network, se posicione como alguém que está à espera de oportunidades no mercado. Lembre-se, as oportunidades geralmente aparecem para quem está atrás dela. Esqueça o desânimo, levante a cabeça e olhe para o futuro.

Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor do best-seller Terapia Financeira, do lançamento Mesada não é só dinheiro, e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil.

terça-feira, 15 de março de 2016

Os Sete erros mais comuns no CV


Você sabe o que pode e o que não pode ter no seu currículo? Pode colocar foto? Quantas páginas o CV deve ter? Eu devo ser detalhista na descrição de todas as minhas atividades? reproduzo aqui algumas questões levantadas pelo diretor de recrutamento da STATO, Paulo Dias, que listou os erros mais comuns de quem faz e apresenta seus currículos e nos passa dicas sobre como evitá-los. Confira:

1. Falta ou excesso de dados pessoais
Um entrevistador perde muito tempo e consequentemente o interesse quando recebe um currículo e não encontra de primeira, informações importantes como idade, contatos e endereço residencial. “Um bom currículo sempre tem essas informações claras e logo no início”. Agora, o que realmente deve ser evitado é colocar fotos e o número do CPF ou RG, por exemplo. “Esses dados são totalmente desnecessários, a não ser que seja solicitado pelo recrutador”, avalia Dias.

2 Mentir? Nunca!
Mentir no currículo é a pior coisa a ser feita. Se você não fala inglês fluentemente, não escreva isso. Seja transparente, pois se seu currículo for selecionado, a mentira pode cair por terra na entrevista. E será muito pior, acredite.

3 Atenção à gramática
Todo cuidado é pouco. O currículo será a primeira impressão que ficará sobre você. Passar o corretor ortográfico é fundamental, mas fique atento ao que você escreve. “Evite passar a imagem de descuidado, revisando seu currículo antes de enviá-lo”. Pedir ajuda a um colega nesse momento também é válido. “Outra pessoa pode perceber erros e te dar dicas de coisas que você não havia se atentado”.

4 Formatação – Não exagere
Formatações criativas e extravagantes podem confundir o recrutador. Opte pelas fontes clássicas como Times New Roman e Arial, em tamanho legível e na cor preta. “Usar negrito, itálico ou sublinhado também é permitido, principalmente para destacar títulos, empresas e cargos ocupados”.

5 Informações claras e objetivas
Deixe claro o objetivo profissional, o nível de experiência e a área em que deseja atuar. Não se esqueça de inserir uma breve descrição de suas experiências e de mencionar todos os cargos ocupados em cada passagem profissional. No entanto, não se prolongue demais para descrever suas funções exercidas. “O entrevistador avaliará sua capacidade de sintetizar sua experiência em poucas linhas”.

6 Discutir remuneração na hora certa
Incluir a pretensão salarial no currículo também não pega bem. A remuneração é assunto para ser discutido em entrevista e não para ser estampado no currículo. Coloque apenas se for solicitado pelo recrutador. Ainda assim, procure colocar sua última remuneração (caso tenha) como referência.

7 Tamanho exagerado
O currículo com uma página é o suficiente para um candidato em início de carreira. No caso de profissionais mais experientes, o ideal seria entre duas a três páginas. Currículos muito longos e prolixos dificultam a localização de informações importantes.

                                                         
Sobre a STATO

A STATO  é uma consultoria especializada em recrutamento de executivos, desenvolvimento organizacional e transição de carreira/outplacement. A STATO atua em todas as etapas do ciclo dos profissionais nas empresas identificando, desenvolvendo e apoiando pessoas para o sucesso dos profissionais e das organizações. A empresa conta com especialistas em assuntos relacionados à carreira, seja do ponto de vista das organizações ou dos indivíduos. 
Mais informações: http://www.statobr.com/ 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Filmes que dão lições aos administradores

Sexta-feira chegou e é tempo de se divertir e de ver filmes.  Todos sabem que nas minhas atividades de gestão, comunicação e apresentação de trabalhos, gosto sempre de unir as lições da sétima arte. Esse post faz uma seleção de alguns filmes interessantes que trabalham esse conteúdo e nos dão belos exemplos de ações e decisões que podem ser tomadas no mundo da gestão. Seleção originalmente feita pelo site administradores.com.br. Curta! E bom cinema!

Assistir a um filme é, para muitos, um momento de lazer e diversão. Contudo, o cinema pode oferecer, além do entretenimento, importantes lições para a carreira profissional. O presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Sebastião Luiz de Mello, lista 10 filmes que, segundo ele, todo profissional de administração deveria ver para aprender sobre gestão, superação, liderança, trabalho em equipe, entre outros temas.

Confira, abaixo, a lista preparada por Sebastião Mello.

Invictus
Direção: Clint Eastwood

O filme conta a história a partir da eleição de Nelson Mandela (Morgan Freeman) para presidente da África do Sul, quando o país ainda mantinha resquícios do apartheid. Para contornar a grave situação social e econômica, Mandela se une ao time nacional de rúgbi. “Este filme é interessante para os Administradores, pois o presidente Mandela terá uma relação próxima com o capitão do time, atuando como coach não para dar respostas, mas para fazer o atleta refletir sobre as situações e mudar seus comportamentos”, diz o presidente.

Amor sem Escalas
Direção: Jason Reitman

Ryan Bingham (George Clooney) tem por função demitir pessoas. Por estar acostumado com o desespero e a angústia alheiros, ele mesmo se tornou uma pessoa fria. Ele viaja para todas as cidades dos Estados Unidos demitindo pessoas. Mas seu chefe decide contratar Natalei Keener (Anna Kendrick), profissional que desenvolveu um sistema de demissão por videoconferência e, caso o sistema seja implementado, Ryan corre o risco de ficar sem emprego.  O filme mostra para os Administradores o conflito de gerência tradicional e gerência nova, que salta das escolas de negócios transformando as relações.

Um Sonho Possível
Direção: John Lee Hancock

“Este é um filme muito emocionante, baseado em um fato verídico”, opina Sebastião Mello. O jovem negro Michal Oher (Quinton Aaron) cresceu em lares adotivos. Sua vida muda quando ele conhece, no meio da rua, Leigh Ann (Sandra Bullock) que, sensibilizada pela situação do rapaz, decide leva-lo para dormir em sua casa. Ela e sua família decidem apostar no potencial de Michael, dando-lhe uma família, uma escola e a chance de jogar no time de futebol. O filme aborda temas como superação, esperança e como é importante a pessoa acreditar nela mesma. “Além disso, nos faz perceber que existem muitos talentos escondidos na empresa, esperando apenas uma oportunidade para fazer a diferença”, defende.

O homem que mudou o jogo
Direção: Bennett Miller

Esse é mais um filme que usa o esporte para nos ensinar importantes lições que valem para a vida pessoal e profissional. A película conta a história de um time de baseball com orçamento modesto que vem perdendo importantes atletas. O gerente do time, Billy Beane (Brad Pit) tenta conter os problemas, mas sem sucesso até conhecer Peter Brand (Jonha Hll). Beane adota as ideias de Brand e decide abrir mão de velhos conceitos de administração e passa a contratar jogadores pelo método defendido por Brand. A metodologia dá certo e o time vence vários jogos. O filme mostra como lidar com mudança, aborda princípios, obstinação, perseverança, além de deixar a mensagem da possibilidade de mudar o rumo das nossas vidas a partir da crença e da defesa inabalável de um princípio.

De pernas pro ar
Direção: Roberto Santucci 

Segundo Sebastião Mello, este é um filme muito divertido. Ele mostra a vida de Alice (Ingrid Guimarães), uma mulher workaholic que perde o emprego e o marido no mesmo dia. Mas tudo muda quando ela conhece a vizinha, que é dona de um sex shop em decadência. Alice percebe que o negócio está de mal a pior por falta gestão e decide, então, virar sócia da amiga. Para o presidente, como Alice tem amplo conhecimento na área de administração, ela consegue alavancar as vendas do sex shop e descobre que é possível dar a volta por cima, ser uma profissional de sucesso e ainda ter tempo para a família.

A fuga das galinhas
Direção: Peter Lord e Nick Park

Esta é uma animação britânica que conta a história de uma galinha que decide fugir do galinheiro após descobrir que seu futuro é virar comida. Ela e seus amigos vão viver várias aventuras para conseguirem alcançar seus objetivos. “O filme é interessante para os Administradores, pois traz lições como trabalho em equipe, estratégia e criatividade”, conta.

Monstros SA
Direção: Pete Docter

Neste filme, Mike e Sulley são monstros empregados da empresa Monstros S/A. A energia que a empresa gera provém dos gritos das crianças, mas como elas já não se assustam mais, o lucro da empresa começa a cair. Mas Sulley conhece uma garotinha e descobre que o riso dela também é capaz de gerar energia. O filme fala de reorganização na empresa, além de mostrar como é possível superar dificuldades se soubermos enxergar oportunidades, mesmo diante da crise.

Coach Carter - Treino Para a Vida
Direção: Thomas Carter

“Inspirado em uma história real, este filme é muito motivador”, fala Sebastião Mello. Ele conta a história de Ken Carter (Samuel L. Jackson), técnico de basquete que aceita treinar a equipe de um colégio da periferia. No local, ele precisa enfrentar a desmotivação de pais e alunos. Mesmo assim, ele consegue impor um rígido regime que, além de ajudar a melhorar as notas dos alunos, leva o time da escola a ganhar vários títulos. Para o presidente, o filme fala sobre liderança e do papel do líder para o bom trabalho em equipe.

Wall Street – O dinheiro nunca dorme
Direção: Oliver Stone

Gordon Gekko (Michael Douglas) sai da prisão após cumprir pena por fraude financeira e, impossibilitado de operar no mercado financeiro, ele passa parte do tempo palestrando e escrevendo livros. Até conhecer Jacob Moore (Shia LaBeouf), um operador idealista do mercado de Wall Street.  “O filme nos faz questionar até onde podemos ir para garantir sucesso e fama no mundo corporativo. Além disso, ensina a trabalhar com riscos”, afirma.

O discurso do Rei
Direção: Tom Hooper

Este é um filme que conta a história real de o rei da Inglaterra George VI, pai da atual rainha Elizabeth II. Ele sofria de uma gagueira que o impedia de discursar para grandes públicos, até conhecer o terapeuta Lionel Logue. Para Sebastião, esta relação entre os dois traz grandes ensinamentos para a Administração. “Uma delas é a importância dos líderes saberes se comunicar com eficiência e eficácia. Outra lição deste filme é a de que servir não significa dizer ‘sim’ a tudo. Apesar de estar atendendo ao Rei, Lionel mantém uma postura firme e exigente. Muitas vezes, diante de uma situação, um gestor precisa ser tão firme quanto Lionel, mas sem perder a delicadeza e o bom humor”, finaliza o presidente do CFA. Sebastião Mello.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Adaptar-se às pessoas é chave de sucesso para motivar

Um dos aspectos essenciais para se alcançar o sucesso é a motivação. Esse termo, que se aplica em diversas esferas, necessita ser compreendido para tornar-se um trunfo nas relações sociais e profissionais. Mas, afinal, como realmente motivar pessoas dentro das organizações?

A resposta não é tão simples quanto parece, mas o que posso afirmar é que por trás de uma equipe motivada existe um líder adaptágil. A Liderança AdaptÁgil consiste em compreender os diferentes perfis dos membros da equipe, conseguindo se adequar e extraindo a melhor performance de cada um deles. Além disso, esse tipo de liderança entende que o mundo e o ambiente estão em constante transformação, por isso, é tão importante adaptar a visão e a comunicação de acordo com a personalidade de cada pessoa.

A motivação (motivo + ação) tem um combustível próprio e ele se chama “emoções”. Em alguns casos, o que sentimos em relação a determinado fato, nos move ou nos paralisa. Devido estar diante de pessoas com perfis comportamentais diferentes, necessita-se saber como emocionar os funcionários para transformar os sentimentos em ação, o que levaria a mobilizá-los. Um líder mais próximo de sua equipe pode despertar um conhecimento maior sobre seus liderados, permitindo identificar qual a melhor forma de motivar cada um.

O colaborar com perfil de dominância, por exemplo, é estimulado por: ter controle dos projetos, receber instruções gerais (sem muitas explicações), encarar atividades desafiadoras e por ter autoridade sobre o time quando se é delegado alguma demanda em grupo.

Já aquele mais influente é motivado quando o líder o permite trabalhar em seu próprio ritmo ou quando ouve frases motivadoras. Além disso, proporcionar ocasiões em que ele possa utilizar suas habilidades verbais é uma ótima maneira de agradá-lo, assim como concedendo incentivos financeiros.

O perfil de “estabilidade” requer uma posição mais cautelosa. Para motivá-lo, seja gentil, dê instruções claras sobre o que precisa ser feito e elogie a sua forma de trabalho. Proporcione bastante tempo para que ele cumpra suas tarefas e o coloque para trabalhar em pequenos times.
Existem também pessoas mais regradas, na qual chamo de perfil de “conformidade”. São várias as maneiras de motivar esse perfil como: falando de forma mais moderada e ressaltando a importância de suas habilidades na realização de projetos bem-sucedidos. Mostre a esse tipo de personalidade o que se espera dele e, sempre que puder, envie instruções antecipadas e detalhadas sobre atividades a serem desempenhadas.

A motivação é peça chave para a gestão do líder ou, até mesmo, de quem almeja atingir essa posição. No livro “Flaps! 6 passos para acelerar resultados e decolar sua carreira com a Liderança AdaptÁgil”, eu ensino muito mais sobre aspectos motivacionais e sobre o desafio de motivar pessoas com diferentes perfis, histórias e sonhos.

Ter pessoas motivadas ao seu lado significa ter um time produtivo e um ambiente harmônico. Portanto, motivar o time a partir da Liderança Adaptágil não é uma escolha, mas sim uma regra para líderes de sucesso, que desejam garantir o equilíbrio e a alta performance da sua equipe.

João Marcelo Furlan é presidente da Enora Leaders, empresa de educação corporativa especializada em aceleração de resultados e diretor de regionais da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). Autor do livro Flaps! 6 passos para acelerar resultados e decolar sua  carreira com a Liderança AdaptÁgil, da DVS Editora, Furlan já formou mais de 3 mil líderes ao longo dos últimos anos.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Entenda o que a baixa auto estima pode fazer com você

Baixa autoestima é muito mais do que insatisfação com você mesmo. É na verdade um sentimento
mais profundo que vai além de não estar bem com seu peso ou sua imagem em algum momento.
BuzzFeed Brasil entrevistou o psiquiatra Fernando Fernandes, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP que afirmou que “a baixa autoestima é um sentimento de menos valia” e que está sempre associada ao sentimento de insegurança. “Quem sofre de baixa autoestima tende a interpretar fatos e sinais de uma maneira ruim e tem uma visão extremamente negativa de si mesmo o tempo todo”, diz.

Baixa autoestima não é uma doença e sim um sentimento, por isso não existe um diagnóstico específico.

Existem indícios de que uma pessoa sofra de baixa autoestima e é muito importante que se fique atento a eles. “É possível identificar por algumas características como atitudes autodepreciativas, comportamentos inseguros, ações que denotem insegurança, principalmente nos relacionamentos interpessoais”, afirma Fernando.

Resumindo, a pessoa que sofre de baixa autoestima dá sinais disso, principalmente quando se vê em meio a outras pessoas, como em um relacionamento afetivo ou trabalho.

A baixa autoestima se torna um problema quando impede qualquer pessoa de fazer algo.

O sentimento passa a ser um problema quando o indivíduo deixar de sair, socializar, namorar e até trabalhar. Para Roberto Rosas Fernandes, da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica, a questão da baixa autoestima é muito mais importante do que as pessoas pensam.

“Em geral usam o termo para falar sobre mudanças físicas, como alterações de peso ou um corte de cabelo”, como se a autoestima fosse uma questão apenas externa. “Mas a pessoa que sofre de baixa autoestima se sente insegura em embarcar em projetos emocionais e profissionais, se tornando incapaz de se lançar para vida”, diz Roberto, em entrevista ao BuzzFeed Brasil.
Segundo ele, evitar ir a uma festa ou não conseguir se aproximar de alguém que te interessa são problemas recorrentes na vida de quem sofre com a baixa autoestima.

Problemas de baixa autoestima podem começar já na infância.

Isso é estudado pela Psicologia do Narcisismo, a área que observa a autoestima, e que conta com diversos estudos. “Alguns deles apontam que uma criança que foi ouvida, teve exemplos positivos e contou com pais que foram empáticos e que entenderam as necessidades dessa criança, provavelmente não se tornou um adulto com questões de baixa autoestima, ou como chamamos, feridas narcísicas”, diz Roberto.

Essa é uma das possibilidades de origem de problemas de baixa autoestima e pode ser resolvida em acompanhamento com psicólogos e psicanalistas.

A baixa autoestima também pode surgir na adolescência e até na vida adulta por conta de padrões inalcançáveis de vida.

Segundo a professora do Instituto de Psicologia da USP, Leila Tardivo, “a autoestima é sim algo que se constrói desde cedo, porém não se pode culpar apenas os pais”. “Durante a adolescência é muito característica a necessidade de pertencimento e na vida adulta também temos que entender que não adianta você tentar seguir padrões estéticos e sociais inalcançáveis”, diz Leila, em entrevista ao BuzzFeed Brasil.

Como um bola de neve de problemas, ela pode virar um quadro de depressão.

Nem todo mundo que sofre de baixa autoestima tem depressão, porém ela pode ser um dos componentes da doença e deve ser observada independente de qual seja o caso.

“As pessoas confundem baixa autoestima com um sentimento de insatisfação. Quando esse descontentamento não está associado a uma coisa específica, como um nariz que incomoda, ou um pequeno sobrepeso, passa a ser um problema grave e pode ser sinal de um quadro depressivo”, diz Fernando.

Leila completa afirmando que “é possível entender a baixa autoestima como um sintoma de depressão quando a pessoa se sente constantemente derrotada, infeliz, e insatisfeita. Esses sentimentos vão piorando a situação porque favorecem ainda mais o fracasso individual”.
Nestes casos, os três profissionais ouvidos pelo BuzzFeed Brasil indicam a busca de auxílio profissional como psicólogos e psiquiatras.

O primeiro passo para melhorar a autoestima é buscar o autoconhecimento.

“Todo investimento que a pessoa fizer em si é muito importante. O indivíduo pode criar sua própria autoestima através de investimentos como o cuidado com corpo, com a alimentação, investimento em educação e bons trabalhos”, aponta Roberto.
É preciso lembrar porém que a baixa autoestima é também uma questão interna. “Não é só uma questão de aparência. Se mudanças como peso e maquiagem ajudarem você a se organizar internamente, ótimo, do contrário só as transformações físicas não vão ajudar”, diz Leila.

Pequenas metas são ideias para melhorar a autoestima.

“Estabelecendo pequenas metas a pessoa passa a desenvolver segurança a medida que consegue ver o desenvolvimento delas. Se por exemplo alguém quer fazer exercícios físicos, pode começar andando uma quadra, na semana seguinte duas, depois de alguns meses começar a correr e assim vai. Cumprir pequenas metas vai gerando um ciclo virtuoso”, afirma Fernando.

Não tem problema se afastar de quem não está te ajudando (ou te puxa para baixo).

Fernando diz ainda que “se cercar de pessoas positivas que veem o lado bom das situações e da sua personalidade é essencial para a melhora da autoestima. E não tem problema bloquear quem te deprecia, que te coloca pra baixo”. E o mesmo vale para ambientes. “Isso não quer dizer ficar recluso, mas sim escolher quem ajuda e não quem critica”, diz.

Caso você conheça alguém que aparenta sofrer de baixa autoestima, seja companheiro e compreensivo.

Leila diz que “não adianta ficar apontando as falhas e defeitos em quem tem baixa autoestima”. Roberto complementa que “um bom vínculo, seja namoro, casamento ou amizade, é essencial para promover o ser humano, portanto é interessante que quem sofra de baixa autoestima tenha suporte de quem está próximo”.

Fernando indica que esse suporte pode ser feito por meio de conselhos e convites. “Se você percebe que um amigo sofre de baixa auto-estima, convide ele para fazer atividades. Se ele quer emagrecer, proponha caminhadas divertidas, se ele quer ganhar mais conhecimento, proponha cursos”, diz. Não pressione, vá junto e dê apoio de forma objetiva. “As pessoas precisam de um estímulo amigo e de um exemplo, muito mais do que falar, é legal ir junto!”, diz Fernando.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Todo profissional precisa vender seu peixe. Mas com limite!

Em um cenário de constantes mudanças no mercado de trabalho, adquirir visibilidade e,
consequentemente, uma oportunidade não é tarefa fácil. Muitos profissionais se acomodam em suas tarefas e esquecem que para serem vistos e lembrados pelos seus chefes é preciso ousar e se utilizar da autopromoção. Mas até onde essa prática pode chegar sem se tornar irritante?

Para Dan Schawbel, colunista das revistas Forbes e Time e autor do livro "Promova-se", existe uma clara distinção entre autopromoção e fanfarronice no ambiente de trabalho. "Autopromoção significa fazer estrategicamente com que as pessoas saibam o que você pode fazer, quais são suas habilidades e o que você já realizou - de uma maneira que mantenha o foco no modo como tudo isso favorece sua equipe e sua empresa. Já a fanfarronice é quando você se vangloria e diz respeito ao que é interno: você, você, você - como você é magnífico e como você é melhor do que todo mundo", explica.

Para você não se tornar apenas mais uma pessoa irritante dentro da empresa, separamos algumas dicas de Schawbel para realizar sua autopromoção e não parecer um idiota enquanto isso. Confira:

1. Faça com que as pessoas entendam que vale a pena falar ao seu respeito. Para isso, execute seu trabalho com precisão e se torne conhecido por uma coisa ou área em específico. "Se você for especialista em alguma coisa e executar um trabalho de alta qualidade, se você se der bem com os outros e trabalhar bem em equipe, as pessoas naturalmente falarão a seu respeito e das coisas que você faz", diz Schawbel.

2. Faça com que os outros tenham uma boa imagem, especialmente o seu gerente. Esteja sempre ao lado do seu gerente e colegas, sempre disposto a ajudar. "Quando seu gerente for promovido e começar a montar sua nova equipe, ele naturalmente escolherá pessoas que se revelaram leais e com quem ele pode contar para continuar a promover uma boa imagem", sugere o autor.

3. Consiga pessoas que divulguem seu trabalho. "No local de trabalho, um elogio do seu supervisor ou de um colega de trabalho que se destaque tem um peso maior do que se você dissesse a mesma coisa", aconselha Dan.

4. Demonstre estar entusiasmado com o trabalho e o progresso que está fazendo no seu mais recente projeto.

5. Elogie seus colegas de trabalho que estão fazendo coisas excelentes. Dessa forma, os outros também vão querer aclamá-lo quando você for bem sucedido.

O livro de Schawbel está disponível na Amazon.

Originalmente publicado no site www.administradores.com.br


terça-feira, 6 de outubro de 2015

Conhecer as Próprias Habilidades

Uma recente pesquisa realizada pela ETALENT com apoio da Catho mostrou que 43% dos profissionais brasileiros já conhecem o seu principal talento. De acordo com os dados, 93% acredita que ter o conhecimento das principais habilidades é um fator decisivo para a carreira. Ter noção dos talentos pode gerar duas grandes oportunidades:

1– Autodesenvolvimento: A partir do momento em que se exerce o conhecer próprio, aumentam as chances de identificar os pontos fortes e fracos de cada perfil. A partir daí, os pontos fracos podem ser aperfeiçoados e os fortes aprimorados.

2 – Desenvolver uma carreira: Quando se adquire ciência sobre o talento, se pode não apenas potencializá-lo como também correlacioná-lo com algum cargo, tanto no que desempenha atualmente quanto no desejado. Assim, é possível aproveitar a oportunidade para se desenvolver e alcançar a profissão esperada.

Em 2012, a ETALENT lançou o MyEtalent, uma plataforma completa para autoconhecimento e autodesenvolvimento que auxilia pessoas e empresas em suas jornadas.

“A proposta do MyEtalent é principalmente aproximar as pessoas do exercício do autoconhecimento e autodesenvolvimento, para que elas possam alcançar os seus principais objetivos”, afirma Jorge Matos, presidente da Etalent.

Ainda de acordo com a pesquisa da Etalent/Catho, a crença de que conhecer o seu verdadeiro talento é algo importante para ter sucesso tanto na vida pessoal como na profissional é praticamente unânime.

“Muitas pessoas se dizem infelizes em sua trajetória profissional, mas ao mesmo tempo confessam que não conhecem seu principal talento. Saber sobre seu talento é fundamental para a felicidade na carreira, pois quando o indivíduo sabe qual cargo está mais de acordo com o seu perfil, mas perto ele está do sucesso”, conclui Matos.

Sobre a ETALENT

A ETALENT é uma empresa de tecnologia especializada na gestão da mudança pessoal e na educação do comportamento. Desde 1987 vem desenvolvendo um conjunto de soluções inovadoras para potencializar o talento das pessoas e os resultados de organizações de pequeno, médio e grande porte. A empresa conta com uma equipe de 60 colaboradores e um universo de 2 mil clientes, dentre eles Petrobrás, Magazine Luiza, Coca-Cola, Vivo, Oi, Embratel e Rede Globo. Ao longo dos últimos anos, a ETALENT se consolidou como uma das líderes no desenvolvimento de projetos de atração, educação, gestão e manutenção de pessoas.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Coaching, Mentoring, Counseling - quais as diferenças?

Muitos se perguntam quais as diferenças entre o coaching e as suas ramificações. Há atividades bem semelhantes, por muitas vezes com os mesmos objetivos, mas que são indicados para casos diferentes. O mentoring e o counseling são os mais conhecidos, mas há ainda a consultoria e a terapia, adequadas também para determinadas oportunidades. Separei este artigo do coach
Carlos Alberto Alves e Silva que ajuda discernir bem essas modalidades. Aproveite:

Coaching é a atividade exercida por um profissional certificado (coach) que utiliza de técnicas, ferramentas e metodologia de forma contundente para apoiar seu cliente (coachee) a atingir resultados, metas ou tomada de decisão. O coaching pode ser utilizado para estabelecer estratégias e alcançar resultados na vida pessoal (saúde, lazer, relacionamentos e espiritualidade) ou profissional (desenvolvimento da carreira, finanças, competências, etc). Quando o coaching é contratado diretamente por seu cliente, a atividade acontece no âmbito do Life & Professional Coaching; quando contratado pela empresa para desenvolvimento de competências de seus executivos, é chamado de Executive Coaching.

Mentoring ou mentoria é a atividade exercida por um profissional experiente, que usa seus conhecimentos e vivências em uma determinada área para partilhar experiências com seu protegido ou mentorando. O mentor pode ajudar um profissional em começo de carreira a lidar, por exemplo, com situações difíceis e de estresse, compartilhando experiências sobre situações passadas já vividos pelo mentor e agora enfrentadas pelo protegido ou mentorando. O mentor tem sempre muita experiência na área de seu mentorando.

Counseling ou Aconselhamento é uma atividade pontual exercida por um conselheiro contratado para ajudar a mapear uma situação ou problema para que quem precisa tomar uma decisão importante e impactante na vida pessoal e profissional.

Consultoria é o processo através do qual um especialista é contratado para avaliar, diagnosticar, obter informações e orientar seu cliente em uma determinada área de expertise. Consultores atuam desde a constituição de uma empresa, desenvolvimento de plano de negócio, estratégia, negociação, gestão de pessoal até avaliação econômico-contábil-financeira, vendas, fusão e aquisição. Além da atuação no mundo corporativo, temos visto consultores pessoais atuando também em aspectos da vida privada, tais como na organização pessoal, estilo, boas maneiras, etc.

Terapia visa a ajudar a superar questões de ordem física, psíquica e emocional que impedem o sujeito de amar, trabalhar e se relacionar. A dificuldade de uma vida fruída pode não ser resultado de algo aparente e fácil de diagnosticar, exigindo cuidados especiais independente da orientação e arcabouço teórico seguido. Muitas questões subjetivas e inconscientes impedem pessoas de se expressarem, conviverem com a diversidade, serem tolerantes a frustrações impossibilitando a qualquer um de nós utilizar nossas potencialidades no exercício de atividades e profissão; consequentemente dificultam nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Algumas patologias sérias podem também nos acometer ao longo de nossa vida pessoal e profissional fazendo-nos interromper ou suspender nossa vida pessoal e/ou profissional temporariamente ou por um longo tempo. Na área da saúde mental encontramos uma pluralidade de terapias e psicoterapias: Psicanálise, Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicologia Analítica Junguiana, Terapias bio-energéticas, arte-terapia, terapia ocupacional, entre outras.

Fonte: Carlos Alberto Alves e Silva

Carlos é psicanalista e coach. MBA em Gestão Internacional pela Thunderbird – The American School of Global Management, Arizona – EUA, pós-graduado em Administração (FEA/USP) e Marketing (ESPM) e graduado em economia e psicologia. Atuou por 30 anos no mercado financeiro, em posições executivas nos bancos Deutsche Bank (Diretor), The Bank of New York Mellon, JPMorgan Chase, ABN AMRO Bank, Bank Boston, e experiência em Vendas, Marketing, Planejamento Estratégico e Desenvolvimento de Novos Negócios no Brasil e América Latina.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Onde começa o Turn Over?

Interessante esta reflexão: grande número das demissões nas empresas está ligado a falhas no método de recrutamento e seleção de funcionários, e não necessariamente na necessidade no corte na hora da crise. Obviamente que os tempos atuais estão levando muitas organizações a reduzirem custos e cortarem pessoal, mas quando você precisa trocar pessoas, é porque a raiz pode ser realmente a falta ou a falha na hora da contratação. Vejam esse report do grupo CAPC:
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Demissões em massa dentro das corporações já estão ficando comuns nos dias de hoje. Com a justificativa pronta da crise econômica, um dos motivos mais apontados é redução do quadro de funcionários da empresa para retenção de custos. Contudo, o presidente do Grupo CAPC, Cesar Pancinha, que possui um núcleo focado para recrutamento e seleção explica que o erro muitas vezes está no momento da contratação do funcionário.

Segundo Cesar, cada vez aumenta mais a rotatividade de pessoal, ou seja, trocas de colaboradores em determinado período de tempo: “O turnover começa na contratação, é ali o ponto de partida, se a empresa não contratar o profissional alinhado com as suas diretrizes, com os seus princípios e valores, essa renovação de pessoal não vai parar”. O presidente afirma ainda que essa rotação de profissionais acaba saindo caro para as empresas, fazendo das demissões um dos grandes problemas do mercado.

De acordo com Pancinha, a falha não está somente na escolha do profissional errado, ele afirma que os métodos de recrutamento e seleção geralmente são feitos de modo mais econômico, uma indicação, um anúncio no jornal, um informativo na vitrine, entre outras formas. Contudo, o presidente alerta que o barato acaba saindo caro: “Existem técnicas muito valiosas que devem ser aplicadas na hora da contratação de um profissional, e isso tem que ser feito por pessoas competentes, que saibam identificar se o profissional tem o perfil da vaga e da empresa, reduzindo assim o número de demissões e admissões” - explica.

O presidente explica que após a contratação do profissional adequado, o desafio é conseguir reter o talento e a empresa também deve oferecer um ambiente adequado de trabalho ao novo funcionário “a empresa tem que ser atrativa, ter plano de carreira, investir no seu profissional, os profissionais de hoje querem ter mais liberdade para exporem suas ideias e opiniões”. Cesar afirma ainda que as empresas precisam se preparar mais para essa realidade, onde os colaboradores também desejam contribuir para o planejamento da empresa, ajudar nas definições de metas e sentirem-se realmente parte do time, com boas perspectivas no futuro.

Fonte: Grupo CAPC

O Grupo CAPC é uma holding brasileira especializada há 25 anos em gerar conhecimento e resultados satisfatórios ao mercado corporativo. Tem como princípio a Inteligência de Gestão para o desenvolvimento de metas. Implementa programas de Planejamento Estratégico, Recursos Humanos, Produtividade, Marketing e Vendas nas empresas que atende. Ainda, utiliza e aplica conhecimentos de Neuromaketing. Em 2010, ingressou no mercado internacional com atendimentos em Portugal e países do Mercosul. Entre os clientes estão TW, Copagra , Brasília Guaíba, Sicredi, Sesc, Senac. Ainda, uma diversidade de empresários e executivos foi atendida pelos programas de coaching da empresa.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Gestão ruim, Funcionário ruim

Pesquisa realizada pela Michael Page no início de julho mostra os principais motivos que causam insatisfação nos profissionais de grandes organizações. Entre eles, a má gestão está em primeiro lugar (21%), seguida de falta de reconhecimento e de feedback, cada um com 12%. Para o CEO do Grupo Kronberg - empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais da linha de frente, assessment e coaching -, Carlos Aldan, os três fatores de maior insatisfação citados estão diretamente ligados à liderança das empresas.

“Um líder que somente foque metas, prazos e lucro, sem mostrar o real valor do funcionário, dificilmente terá equipes motivadas e com alta performance. Quando sentimos que não somos necessários para o desenvolvimento da empresa, acabamos transformando a experiência de trabalhar em algo maçante e desagradável”, afirma o CEO.

Uma empresa que possui líderes despreparados e colaboradores desmotivados provavelmente não terá sucesso. Aldan explica que a junção de técnicas avançadas de gerenciamento e de habilidades comportamentais e relacionais é o caminho para evitar essa insatisfação, que gera êxodo de profissionais: “Técnicas de gerenciamento de tempo, projetos e processos devem ser implementadas para que o líder organize a equipe de forma produtiva. Entretanto, não se deve esquecer o desenvolvimento de relacionamentos fortes com a equipe, criando uma visão de futuro em comum e propiciando um clima agradável. Só então o líder e a equipe terão uma alta performance. ”.

O líder que entende as técnicas de gerenciamento mas possui um perfil coercivo, aquele que usa a ferramenta do ‘manda e controla’, provavelmente terá uma equipe de rendimento baixo na organização. Assim como, o líder que tem a equipe motivada, mas desorganizada, não terá uma ótima performance. “Motivação é a resposta, é importante oferecer retornos assertivos e deixar claro o real valor de cada um. Assim, garante-se o sucesso de uma equipe”, finaliza o CEO da Kronberg.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Desemprego: 7 orientações para o reposicionamento no mercado

O IAEmp (Indicador Antecedente de Emprego) recuou 2,6% em agosto ante julho, na série com Segundo a instituição, o resultado sinaliza que a tendência negativa para o nível de emprego nos próximos três a seis meses permanece. "O IAEmp confirma que a indústria deve continuar demitindo devido à recessão econômica atual. O setor de serviços também preocupa, em função da piora acentuada da situação de negócios, indicando continuidade de demissões no setor nos próximos meses", avaliou o economista Rodrigo Leandro de Moura, pesquisador da FGV, em nota.O crescimento do desemprego e, também, da insatisfação dos profissionais por motivos variados cria uma crescente busca por um reposicionamento no mercado no trabalho. Para se ter ideia, o índice de pessoas sem emprego foi a 6,9% em junho (o maior para junho desde 2010), crescendo 2,1 pontos em 12 meses.

Por isso, nosso blog posta hoje algumas dicas de recolocação no mercado. Se é o caso de trocar de emprego ou carreira, ou para quem foi desligado. No primeiro caso, alguns cuidados devem ser tomados antes de qualquer ação de mudança de emprego. É importante ter claro que, em momentos de incertezas na economia e nos resultados das empresas, o surgimento de novas oportunidades fica comprometido, com isso, buscar uma recolocação no mercado de trabalho tende a ser mais dificultoso. Mas, isso não torna impossível uma boa recolocação para quem está empregado ou desempregado.
ajuste sazonal, informou nesta terça 8 a FGV (Fundação Getulio Vargas). Com isso, o índice atingiu 64,2 pontos, o menor nível desde janeiro de 2009, quando estava em 62,8 pontos. Em julho, o IAEmp havia subido 0,3%.

Estou empregado, mas insatisfeito!

O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades. Porém, aconselho que primeiramente se busque quais os motivos que estão levando a condição de desmotivação, criando oportunidades de mudança do ambiente e tornando-o mais atraente.

Após essas ações e análises, concluindo-se que realmente é momento, recomendo que busque novas oportunidades, contudo, antes de deixar a colocação atual, aguarde o melhor momento e uma boa proposta para tomar a decisão em definitivo.

Enquanto isso não ocorrer, busque motivação para contribuir com a empresa, atitude que considero no mínimo profissional e que dará respeito e consideração futura. Lembrando que deixar um legado positivo em resultados e em atitudes pode consolidar sua imagem em seu campo profissional.

Desemprego é motivo de desespero?

Com o desemprego crescente, como deve agir quem perdeu o emprego? É hora de desespero? Lógico que não. Pode parecer difícil, mas, nesse momento manter a tranquilidade e equilíbrio torna-se um fator essencial para seu reposicionamento.

Considero uma das melhores ações de um profissional, pois a ansiedade e o desespero tende a dificultar ainda mais o raciocínio e apresentação de suas habilidades técnicas e comportamentais, além de induzi-lo a decidir por uma oportunidade qualquer, que não agregará em sua vida profissional, criando novo ciclo de desmotivação e ai o problema será o profissional.  

Passos para se reposicionar

A busca por reposicionamento não é tão simples, porém também não é impossível, sendo necessário planejamento e preparo em suas ações e construções de novas oportunidades. Cito sete passos que julgo importantes para que essa busca tenha êxito:

1.    Amplie sua rede de relacionamentos a cada momento, isto é trabalhe o seu network, lembrando que esse não deve ser utilizado somente nas necessidades. Assim, esteja pronto também para ajudar e nunca deixar de ser lembrado;

2.    Defina a estratégia para que possa desenvolver sua autoapresentação, de forma transparente, segura e que demonstre preparo;

3.    Crie interesse por parte do entrevistador, através de um Curriculum Vitae bem elaborado, com ordem e clareza na apresentação descrita e verbal, apresentando quais seus objetivos e seu potencial;

4.    Cuidar da imagem pessoal é tão importante quantos os demais itens, demonstram autoestima e amor próprio, pois, primeiro temos que gostar de nós mesmos para depois gostar do que fazemos;

5.    Busque conhecimento e informações além de sua formação, a fim de manter-se atualizado diante das mudanças de mercado;

6.    Conheça as empresas que tem interessem em buscar oportunidades, analisando seus produtos ou serviços, estrutura e sua colocação de mercado.

7.    Tenha transparência e autenticidade, esses pontos que atraem as empresas, portanto, não queira construir um personagem, seja você mesmo, demonstre o quanto tem valor nas competências técnicas e comportamentais.

Fonte: Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZEstratégia e Operação de RH.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Contra crise, pequenos negócios apostam em marketing

Saiu no jornal O Estado de São Paulo: Sete em cada dez pequenos negócios apostam em propaganda
, variedade de produtos e redução de preços para driblar a crise. Os dados são de pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com cerca de 6 mil empresários, incluindo microempreendedores individuais.

A principal estratégia deles para não naufragar nesse momento em que a economia passa por uma “ressaca” - nas palavras do próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy - é investir em propaganda e marketing, opção de 38% dos entrevistados. Aumento na variedade dos produtos e redução nos preços são as escolhas de 16% e 14%, respectivamente. Também estão na lista realização de treinamentos e ampliação do prazo de vendas.

Dono de uma agência de turismo em Brasília, Yoshihiro Karashima, diz que apelou para todas as alternativas. A principal arma da empresa, no entanto, é conquistar os consumidores por meio de uma reformulação no site para permitir compras pela internet. É uma mudança no público-alvo da empresa que só tem como clientes operadores estrangeiros. Agora, quer atrair o viajante independente para tentar faturar mais.

Karashima também aumentou a variedade de produtos e congelou os preços dos serviços há dois anos, só repassando o aumento do dólar. “Meus custos aumentaram significativamente nesse período: transporte, energia, mão de obra, impostos, tudo não para de subir”, afirma.

A expectativa da empresa é fechar com faturamento neste ano em torno de R$ 1,5 milhão, patamar semelhante ao do ano passado, retirando o lucro obtido com a Copa do Mundo.

Embora menos do que o esperado, a vinda dos estrangeiros para os jogos aumentou em meio milhão o faturamento da empresa em 2014.

Divulgação

Para o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, os pequenos negócios precisam ampliar o mix de produtos e melhorar a forma de divulgá-los. “É preciso estar atento ao que o mercado está disposto a comprar e intensificar o esforço de comunicação com o cliente, buscando formas cada vez mais criativas de divulgação”, afirma. Ele aposta, por exemplo, no baixo custo de fazer isso pelas redes sociais.

O Sebrae oferece uma ferramenta para ajudar a micro e pequena empresa a montar um plano de marketing. O roteiro inclui nove passos para a elaboração do plano, que depois pode ser analisado por um tutor, também responsável pela execução da estratégia.

Como forma de ajudar o segmento a superar o momento adverso, o Sebrae lançou uma campanha para estimular a compra de produtos e serviços fornecidos por micro e pequenas empresas.

Comércio local

A campanha “Compre do Pequeno Negócio” lista cinco razões para os consumidores optarem por comprar dessas empresas: é perto da sua casa, o dinheiro fica no seu bairro, é responsável por 52% dos empregos formais, o pequeno negócio desenvolve a comunidade, é um ato “transformador”.

De acordo com o Sebrae, as mais de 10 milhões de empresas brasileiras que faturam até R$ 3,6 milhões por ano respondem por 27% do Produto Interno Bruto (PIB) e por mais da metade do total de empregos com carteira assinada (17 milhões de postos de trabalho).

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Ouvindo Tadany

Tadany: esse é o cara
Era pra ser apenas mais um workshop na tarde do último sábado. Mas foi muito mais do que isso. Não só em quantidade de horas, mas em qualidade do conhecimento que absorvi - e troquei. No coletivo Bororó 25, uma linda casa na zona sul de Porto Alegre, voltada para a cura e para o equilíbrio emocional - comandada pelas queridas terapeutas Christiane Ganzo e Denise Aerts -, tive o prazer de auxiliar na divulgação do evento e depois de ouvir o escritor, pensador, poeta e executivo Tadany Cargnin dos Santos, nosso convidado especial. Ele saiu de São Borja, na fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina, para o mundo. Já morou em mais de 20 países e hoje é gerente de globalização da IBM residindo em Pune, no oeste na Índia. Dono de uma fala mansa, com ideias brotando a cada respiração, já nos colocou a meditar nos primeiros minutos, o que foi uma prova de fogo para os mais estressadinhos. Em seguida, dissecou a mente humana de forma magistral, repassando ensinamentos ao público com um jeito agradável, compreensível e magnífico. Tadany foi do comum ao raro, mas sempre colocando na mesa uma série de reflexões que fizeram todos os presentes pensarem profundamente. Alguns devem estar revendo conceitos até agora, como eu. O workshop iniciou às 15h30 e deveria encerrar pelas 18h, mas foi até quase oito da noite, sem ninguém esbravejar. No final, virou uma grande conversa, numa roda de pensadores, onde todos tinham sua contribuição de valor, a partir das provocações de Tadany. Me lembrou aqueles filmes franceses reflexivos, onde cada personagem sai de trás de um pilar, ou vem de outra peça da casa, já entoando a sua fala. Christiane e Denise engrandeceram ainda mais o encontro com sua experiência e suas aduções no tema.

Auto-conhecimento

Mas, tratando do conteúdo em si, aceitei a provocação do palestrante, que fez mergulhar em nós mesmos para revermos nossos talentos e lembrarmos de qual a nossa missão aqui. A partir dessas palpitações filosóficas - nenhuma delas erudita e inalcançável, tudo muito simples e direto -, Tadany falou do amor e suas facetas: amor próprio, condicional ou incondicional, material, espiritual, o construtivo e o destrutivo. Desnudou o ser humano e seus vícios, que normalmente prefere as tempestades do que os dias ensolarados. "A mesma força inserida na crítica pode ser usada para elogiar, entender, valorizar", diz ele, que parece estar preocupado de como as pessoas hoje estão "mendigando o amor", pois sem a conhecer a si mesmas, seus próprios dons e capacidades, estão perdidos e extremamente carentes. E isso se reflete nas relações amorosas, familiares e no trabalho. "A responsabilidade dos pais é incentivar a auto-estima, confiança, respeito e orgulho nos seus filhos, para criarem indivíduos seguros e sólidos - e com capacidade de amar", completa Tadany.

Mundo corporativo

Também tiramos ótimas lições para o mundo que convivo, da gestão e do mundo do trabalho, e que exploro neste blog. Para o convidado da Bororó, o desafio dos novos líderes começa justamente na raiz de ser contestado: "as pessoas têm uma aversão natural à autoridade. Não é pessoal, é o papel que muda quando alguém passa a ser chefe de alguém". Por outro lado, há uma mudança de comportamento dos liderados com estas novas gerações, imediatistas, tecnológicas e por vezes superficiais. Para Tadany, o ser humano "está perdendo aquela resiliência de insistir, de fazer as coisas darem certo. Na dificuldade, desiste e muda de ideia. Ou de emprego. Ou de atividade". Com flechadas certeiras, o pensador gaúcho radicado no exterior deu um show de ensinamentos, com pensamentos blocados, objetivos, mas interligados entre si, dentro da lógica de uma análise - e uma consequente compreensão - da mente humana.

Escola

Ao repensar nossas missões, fatalmente revisamos também as instituições. Começamos pelo eu, potencializando nossas capacidades intelectuais, emoções, memória e o ego, passando pela família, vida profissional e chegando, claro, na escola. "Nossos educadores não estão preparados para a as crianças de hoje, que nascem dentro de um mundo tecnológico", alerta Tadany, que obviamente nos faz olhar para as salas de aula de nossos filhos e enxergar um abismo entre a didática estabelecida, os conteúdos propostos e a realidade em que vivem os alunos. Fato.

Tive o prazer de almoçar com o Tadany, antes do evento. Por isso nossas conversas já começaram às 13h do sábado. Emendamos com evento, passamos pelo pôr-do-sol - que é uma dádiva em qualquer lugar da cidade, mas no Bororó é um espetáculo à parte - e acabamos eu e minha esposa por ainda ir jantar à noite, com o Tadany e a Christiane, que praticamente valeu por outro workshop de vivências até quase meia-noite! Simplesmente abundante! Muito mais ouvi do que falei. Aprendi e repensei. Mudo já na prática para melhorar minha vida, enquanto espero novos ensinamentos, novos eventos no Bororó e novos encontros com o mestre Tadany. Esse é o cara! Aqueles que compareceram sabem disso.


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Jornada de Trabalho Pelo Mundo

Você acha que trabalha demais? Você gostaria de ter um fim-de-semana mais longo? Toparia trabalhar mais em horas diárias para ter um dia a mais de folga? Diversos países estão rediscutindo suas jornadas de trabalho pelo mundo, com uma queda de braço entre empresariado, trabalhadores, sindicatos e justiça. No Brasil, que tem uma jornada elevada, não é diferente, Olhamos para a grama do vizinho de alguns países com certa inveja., Em alguns deles, por exemplo, ainda há o costume da "siesta", aquela dormidinha depois do almoço que todo médico diz que faz muito bem. Nos EUA, o "9 to 5" é realidade e ainda se sai para almoçar.

No México, um dos homens mais ricos do mundo, Carlos Slim, acredita que os serviços públicos e particulares devem trabalhar as 24 horas, mas as pessoas não. Ele propõe, num dos países que mais se trabalha no mundo, que a jornada seja de 11 horas em apenas três dias por semana, e se descanse nos outros quatro. Há quem diga que esta é a tendência nas relações trabalhistas, mas Slim parece querer defender o aumento de empregos ni mundo e com isso combater a pobreza. O problema é que ningu´-em sabe o que aconteceria com os salários.

Enquanto a polêmica corre pelo planeta, segue um levantamento dos dez países com as jornadas trabalhistas mais reduzidas do mundo, baseado no estudo Society at Glance, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Veja e sonhe:

Itália. A média trabalhista é de 36 horas por semana, ainda que a jornada máxima legal marque 40 hora/semana. Os rendimentos dos trabalhadores na Itália é de 2.900 dólares em média, e contam com quatro semanas de férias ao ano.

Austrália. Quem trabalha na iniciativa privada tem jornada de 36 horas semanais, no entanto, os trabalhadores públicos trabalham 38 horas. A média salarial anual é de 3.750 dólares por mês.

Suécia. Em média trabalham 36 horas semanais, com uma percepção mensal média de 3.200 dólares ao mês.

Bélgica. Trabalham em média 35 horas por semana, e a média salarial chega aos 3.700 dólares mensais.

Suíça. A média de horas trabalhistas por semana é de 35, com uma média salarial mensal de 4.200 dólares.

Alemanha. Tem uma média de 35 horas trabalhistas por pessoa a cada semana com um rendimento mensal de 4.200 dólares.

Irlanda. Entre 1983 e 2012 a média de horas trabalhadas por pessoa na Irlanda passou de 44 a 34, com uma percepção mensal média de 4.300 dólares.

Noruega. Assim como na Dinamarca, a média de horas trabalhadas por semana é de 33; os trabalhadores contam com um mínimo de 21 dias de férias e as licenças por maternidade chegam às 43 semanas, com salários que em média somam 3.800 dólares.

Dinamarca. Em média trabalham 33 horas semanais, sua cultura trabalhista é muito flexível pois contam com seguro desemprego que pode ser estendido até por dois anos. O salário mensal atinge os 3.800 dólares.

Holanda. Com uma média salarial mensal de 3.900 dólares por pessoa, a jornada trabalhista por semana é de 29 horas, com notáveis prerrogativas para as mães trabalhadora, quem chegam a ter jornadas trabalhistas de quatro dias por semana.

Com base em informações do blog Metamorfose Digital http://www.mdig.com.br

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Artigo: Você sabia que a imagem pessoal interfere na vida profissional?

Para ter sucesso não basta ter uma boa formação ou posição, é necessário também ter uma apresentação adequada - infelizmente, talvez. Mas é uma imposição do mercado corporativo, acomo aborda a Consultora de Imagem e Carreira Nara Lyon, a seguir:

Quando se fala em sucesso, para muitos a ideia que vem é de astros de cinema, televisão ou música. Porém, ter sucesso vai além, e acontece em diferentes ramos de atividade profissional e até mesmo na área pessoal e material. Está muito relacionado com bem-estar, felicidade e o ser bem-sucedido em algo ou alguma coisa. Seu significado pode variar, conforme cada meta ou alvo a ser alcançado. Para alguns pode ser algo simples, como ter uma vida financeiramente resolvida, para outros exige alguns graus a mais de conquistas, como uma posição profissional ou empresarial destacada e ter além do que necessitam. Independente do tamanho do sucesso, o fato é que todos de alguma forma desejam ser bem- sucedidos.

Para ter sucesso nas áreas profissionais, negócios e até nos relacionamentos interpessoais, não basta ter boas estratégia, é necessário também investir em uma boa aparência. A máxima muito repetida em frases como “imagem é tudo” ou “a primeira impressão é a que fica”, possuem sim um fundo de verdade! É claro que um bom aspecto não exclui histórico e conteúdo, porém não há como negar que uma imagem reafirma uma posição ou teor. Se não fosse assim, a indústria em geral não se preocuparia tanto com as embalagens dos produtos oferecidos aos consumidores.  

O homem é muito visual e já está cientificamente comprovado que basta cerca de trinta segundos para uma pessoa formar a primeira impressão sobre algo ou alguém. É impressionante, mas em um espaço de tempo mais curto que uma piscadela, o cérebro humano constrói imagens difíceis de serem desmontadas posteriormente. Recentemente pesquisas apresentadas no congresso anual da Sociedade de Psicologia Social e Personalidade dos Estados Unidos, indicaram que o poder das ideias moldadas no momento em que se bate o olho sobre uma pessoa é tão forte que nem mesmo os fatos são capazes de desmenti-las facilmente.

Por isso, para ser bem-sucedido, não é “bobagem” cuidar da aparência, buscar um estilo, escolher roupas adequadas, que combinem com você e também com ocasiões diversas, e também tomar cuidado para não chamar mais atenção do que devia ou ser notado pelo excesso. Em reuniões e ambientes de trabalho ou negócio, o ideal são vestimentas adequadas ao tipo da ocasião ou empresa, nada muito grande ou muito pequeno. Para as mulheres a sugestão é para que não use transparências exageradas, roupas muito justa ou decotada demais, maquiagens ou acessórios exageradas, entre outras extravagâncias. Para os homens, nada de sapatos sem meia, calças curtas ou justas demais, roupas mal passadas, sujas ou gastas pelo uso. Também é necessário cuidado com as cores e estampas, o excesso pode ficar pesado para determinados ambientes corporativos.

E, como para muitos, cuidar da aparência nem sempre é uma tarefa fácil, o ideal é procurar ajuda, como uma consultoria de imagem ou se inteirar em palestras sobre o assunto. Muitas empresas que reconhecem os talentos dos seus profissionais estão apostando neste tipo de treinamento e workshops, que instrua qual deva ser o comportamento assertivo de seus colaborados quanto à aparência, pois a imagem deles representa a imagem da companhia.

Sempre lembrando que a aparência deve reafirmar o conteúdo, pois somente um exterior bem cuidado, sem teor, também não levará a lugar algum! Não basta ser, é necessário parecer.

Nara Lyon - Consultora de Imagem e Carreira pela FIDM (Fashion Institute of Design & Merchandising de New York) e membro pela AICI (Association of Image Consultants International.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Artigo: Seu Dia com 30 Horas

Confiram este texto sobre a gestão do tempo da advogada Gabriela Meinert Vitniski:

Há alguns anos, um banco popular brasileiro criou um slogan de publicidade dando a entender que o banco seria tão eficaz ao cliente, a ponto de estar à disposição durante 30 horas diárias. Ainda que saibamos que tal situação é impossível, pois o dia possui apenas 24 horas, em tempos de rotina acelerada, realmente, gostaríamos que muitos dos nossos dias fossem estendidos por algumas horas extras a fim de poder cumprir todos os compromissos. Matematicamente é impossível, mas existem algumas medidas que podem ser tomadas a fim de transformar oito horas de trabalho, bem planejadas, em equivalentes a 10 horas de trabalho comum.


1. Anote seus compromissos
Tenha uma agenda, seja ela física ou virtual, eu, por exemplo, uso o google calendar para as atividades pessoais, e o próprio sistema do meu trabalho para as atividades profissionais, o google calendar ou ferramentas similares é vantajoso pois além de poder ser acessado em um computador é sincronizado automaticamente com aplicativos em celulares e Ipads/tablets. Mas a agenda física funciona muito bem também, desde que sempre esteja a sua disposição.
Coloque suas tarefas em uma agenda, tenha noção da extensão prática do seu dia, semana e mês. A visualização o ajuda ser racional com as atividades que deve realizar durante o dia.

2. Evite perder tempo com distrações
Evite aquelas "coisinhas" que tiram o foco, às vezes é o celular, whatsapp, redes sociais, até a própria conversa com os colegas de trabalho. Saiba dizer não, afinal você já sabe muito bem todas as atividades que tem a finalizar (já estão na sua agenda), se você procrastinar ou se distrair demais durante o dia, certamente o tempo não “renderá”. Você precisa de tempo, seja para o trabalho, família, lazer, para aquele projeto que você está iniciando e etc.

3. Coloque alarmes para as suas atividades
Não precisa ser para absolutamente tudo, mas é importante cronometrar aquela atividade que você precisa realizar a qualquer custo, então se utilize do seu smartphone, cronometro e etc. para aperfeiçoar suas atividades. Às vezes você precisará ser um pouco mais metódico para alcançar os resultados almejados para aquele dia em específico.
A contagem do tempo também ajuda a estimar o tempo gasto em alguma atividade específica. Digamos que todo dia você precise fazer a atividade "x", se você já sabe a média de tempo gasto para realizá-la, será muito mais fácil otimizar o seu tempo em outras atividades.

4.  Deixe o celular em modo "silencioso"
Se o seu trabalho não exige atender ao telefone instantaneamente, procure deixá-lo no modo silencioso para evitar que ele seja uma distração. Seja através de uma notificação do whatsapp, ou de redes sociais, até mesmo um sms ou uma ligação, se você puder evitar, deixe para visualizar após o encerramento de determinada atividade.

5. Não cheque seu e-mail a toda hora
Na rotina agitada o e-mail é uma das ferramentas de trabalho mais utilizadas, mas lembre-se e-mail não é chat, portanto nem você encaminha um e-mail esperando resposta instantânea, e nem a pessoa que te encaminhou espera isso.
Portanto, não interrompa sua atividade concentrada para responder um e-mail, espere finalizá-la, ou realizar uma pausa estratégica para dar a devida atenção à sua caixa de entrada. Eu particularmente gosto de dividir meu dia em blocos, no primeiro período checo todos os e-mails e os categorizo, atendendo as prioridades e os demais no decorrer do dia.

Então, parece tranquilo, certo? Mas a prática exige grande disciplina. Após listar suas atividades, saber o tempo médio gasto em cada uma delas, evitar distrações, certamente você aumentará o nível de produtividade e alcançará melhores resultados. Essas medidas irão te proporcionar sensação de que seu dia foi prolongado, sensação de controle e dever cumprido. E, certamente, restará mais tempo para outras atividades que você sempre quis praticar, no entanto não o faz pela "falta" de tempo.

Gabriela Meinert Vitniski é advogada do escritório Giovani Duarte Oliveira Advogados Associados, na área do Direito Empresarial, inscrita na OAB/PE 32.104 e OAB/SC 41.545A, graduada no curso de Direito pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) e pós-graduanda em Direito Civil e Empresarial pela Damásio Educacional.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Gestão de pessoas: a chave contra a crise

Os executivos brasileiros demonstram-se preocupados com o atual momento econômico. O ano de
2014 foi extremamente desafiador e 2015 segue a mesma circunstância, atenuado pelas incertezas dos setores de infraestrutura e energia, que são fundamentais para sustentar o crescimento a médio e longo prazos.

Diante desse cenário, muitas empresas têm repensando suas estratégias de mercado e estão focando em rentabilidade, por meio de boas práticas de gestão e contratação de executivos mais preparados para esses desafios. Cada vez mais têm sido demandados gestores com capacidade de agrupar pessoas com interesses em comum, que consigam expressar visão e engajar os funcionários dentro dos valores da empresa.

Uma das grandes falhas nas contratações das empresas é o fato de se observar apenas a educação e as conquistas que o executivo teve durante a carreira, o que acaba não retratando como o líder realmente é e se ele é oportuno à organização. Nos processos seletivos que tenho liderado, percebo que o perfil de liderança exigido pelas organizações também mudou. Hoje, o gestor precisa apresentar, além dos resultados, a forma como eles são alcançados.

A perspectiva de crescimento tímido da economia é apenas um dos causadores dessa movimentação. O executivo brasileiro passou a entender que sua empresa precisará se preparar para essa realidade desafiadora, pois a economia poderá continuar se contraindo nos próximos trimestres. Contudo, a competição não diminuirá, sendo que outras empresas chegarão para concorrer no mercado interno em busca de maiores fatias.

O Grupo Fesap, especializado em executive search, realizou pesquisa em 2013 com CEOs (Chief Executive Officer, Diretor Executivo, na tradução livre) de grandes empresas para entender quais seriam as suas prioridades nos próximos cinco anos e como iriam se preparar frente ao contexto econômico mundial. Revelou-se que a preocupação com o capital humano faz parte da maioria das agendas, mostrando que muitos fatores que eram importantes até pouco tempo agora dão espaço à gestão de pessoas, que possui impacto direto nos negócios e no faturamento das empresas.

Trazendo para 2015, nunca vimos guerra tão latente entre as empresas, na qual o fator central da disputa não são mais maquinários ou tecnologias avançadas, mas sim os talentos humanos. Entre os principais perfis identificados, a busca por liderança voltada a fomentar inovação e criatividade tem ganhado destaque. Isso nos mostra a importância de contratar certo nos momentos de crise.

(Artigo do Diário do Grande ABC, de autoria de Leonardo Massuda, que é diretor da consultoria de busca e seleção de executivos Asap Recruiters)

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Características imprescindíveis e como desenvolver a resiliência no campo profissional

Existem características que com o passar do tempo se tornam imprescindíveis para qualquer profissional do mercado. Atualmente, tem um grande destaque para os contratantes a necessidade de resiliência perante mudanças e adversidades. Mas o que é e como conquistar essa qualidade?

Segundo Lucienne Baldez, especialista em treinamento e desenvolvimento da Innovia Training e Consulting, o termo resiliência, foi emprestado da física; que utiliza esta palavra para avaliar a capacidade de um material retornar ao seu estado normal, após sofrer pressão. Para as ciências humanas, este termo tem sido utilizado para avaliar a capacidade das pessoas agirem positivamente frente às adversidades.

“As pessoas resilientes, são capazes de lidar com problemas, conflitos ou situações estressantes, sem se abalar emocionalmente. Elas conseguem manter otimismo, confiança e autocontrole nas situações mais inesperadas e conflitantes”, explica Baldez. Contudo, diferente do que a maioria das pessoas imagina, a capacidade de resiliência não nasce com as pessoas e sim pode e deve ser desenvolvida.

Assim, a especialista da Innovia pontuou os três passos para quem deseja desenvolver essa qualidade:
1. O primeiro passo é ter consciência do que é resiliência, de sua importância para o profissional e para a organização.
2. O segundo passo é conhecer métodos e ferramentas eficazes, para adquirir atitudes resilientes.
3. O terceiro passo é colocar em prática estas ferramentas e tornar estas práticas um hábito.
“Nenhuma mudança comportamental é adquirida sem conhecimento, prática e treino. No começo não é tão simples, mas com empenho, perseverança e ferramentas adequadas, se conseguirá descobrir que ser resiliente é a ferramenta mais importante e a mais utilizada pelos profissionais de sucesso”, conta Baldez.

Algumas características são marcantes em uma pessoa resiliente, dentre as quais podem ser destacadas:
Não ter medo de encarar novidades e mudanças, vendo essas como oportunidades – o profissional que se mostra motivado perante as mudanças no ambiente de trabalho geralmente são as primeiras a serem chamadas para debates de novos caminhos e projetos das empresas;
Autoestima elevada no ambiente de trabalho – uma pessoa com autoconfiança terá menos dificuldade ao ver mudanças no seu ambiente de trabalho, e o mais importante se sentirá preparado para novos desafios;
Estar emocionalmente estável – uma característica da pessoa resiliente é saber que sempre ocorrerão altos e baixos no ambiente de trabalho, contudo, mesmo perante dificuldades é imprescindível que se mantenha as emoções estáveis, respondendo adequadamente as demandas;
Possuir valores e princípios positivos – pessoas com valores e princípios morais bons, em sua maioria tem uma maior facilidade de ouvir e entender, pois sabe respeitar o espaço do outro e isso é fundamental em horas de mudanças;
Ser sociável e ter uma boa rede de network – Quanto mais a pessoa tiver empatia com os demais profissionais, mais fácil será para lidar com condições de crises e mudanças e maior será o auxílio que conquistará no processo de mudança.

Enfim, além desses, vários outros pontos também devem ser desenvolvidos para as pessoas que querem desenvolver a capacidade de resiliência, como otimismo e bom humor. Contudo, nenhuma é impossível de se desenvolver, mas é necessária uma reflexão e a vontade de realmente querer mudar. No mercado se observa muitos profissionais que se dizem resilientes contudo são na realidades os mais resistentes a mudanças neles mesmos, que é o primeiro passa para aceitar as mudanças.

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