O primeiro trimestre de 2012 foi marcado pelo expressivo crescimento das vendas em 25,7%, finalização do processo de integração das Lojas do Baú, continuidade do processo de integração da Lojas Maia e racionalização dos custos e despesas operacionais.
Os principais destaques no período findo em 31 de março de 2012 foram os seguintes:
Crescimento Expressivo em Vendas: A receita bruta consolidada do Magazine Luiza no 1T12 foi de R$ 2,1 bilhões, crescendo 25,7% em relação ao 1o trimestre de 2011. O crescimento no conceito mesmas lojas foi de 15,9%, o que representou ganhos relevantes de market-share. As vendas pela internet cresceram 42,8%, totalizando R$ 248,5 milhões no 1T12. Nas lojas físicas, as vendas no conceito mesmas lojas foram influenciadas pelo sucesso da Liquidação Fantástica, realizada na primeira semana de 2012, simultaneamente em todas as lojas, e pelo processo de maturação das lojas.
Crescimento Sustentável: A Companhia apresentou um crescimento sustentável no primeiro trimestre de 2012, mantendo uma política conservadora na aprovação de crédito pela Luizacred. A margem bruta consolidada se manteve nos patamares projetados para o trimestre, que consideravam uma melhora na margem da Luizacred e uma redução na margem do varejo, impactada pelo processo de integração da Lojas Maia e do Baú, além da participação significativa da Liquidação Fantástica. A Companhia também manteve sua disciplina financeira, limitando as vendas sem juros.
Finalização do Processo de Integração das Lojas do Baú: A integração sistêmica das Lojas do Baú, última etapa do processo de integração, foi concluída no final de fevereiro de 2012. Todas as lojas já estão integradas aos sistemas do Magazine Luiza desde março, possibilitando a captura de sinergias por meio da redução de despesas administrativas e de logística, com o encerramento dos contratos de locação dos centros de distribuição do Grupo Sílvio Santos. Concluída a integração, pode-se dizer que as lojas iniciaram seu processo de maturação, que deve ser completado em 3 anos. As vendas devem crescer consistentemente, em função de um melhor abastecimento das lojas, dos benefícios da política comercial da Companhia e do treinamento das equipes de vendas.
Continuidade do Processo de Integração da Lojas Maia: A Companhia, dando continuidade ao processo de integração das lojas do Nordeste, realizou a incorporação societária da Lojas Maia no dia 30 de abril de 2012. A próxima fase do processo corresponde à integração sistêmica de todas as lojas, programada para iniciar-se no 2T12. Vale ressaltar que a Companhia já concluiu diversas etapas do processo, incluindo vendas, marketing e treinamento, que possibilitaram o crescimento expressivo do faturamento. A próxima fase possibilitará melhor gestão comercial e redução de despesas.
Racionalização dos Custos e Despesas: A racionalização dos custos e despesas é o foco principal da Companhia a partir de janeiro de 2012, incluindo a revisão dos quadros administrativos e de lojas e de todas as demais despesas operacionais.
Investimentos em Infraestrutura e Expansão: O Magazine Luiza inaugurou 7 lojas no 1T12 e fechou 5 lojas do Baú, passando de 728 lojas em dezembro de 2011 para 730 lojas em março de 2012. Dessa forma, a Companhia mantém o seu plano em relação à abertura orgânica de lojas novas. Vale lembrar que, nos últimos 12 meses, a Companhia incorporou 126 lojas novas à sua base total. Além disso, no 1T12, a Companhia realizou importantes investimentos em infraestrutura, notadamente em logística, referentes, principalmente, às obras de expansão do centro de distribuição de Louveira.
Luizacred: A Luizacred manteve o conservadorismo durante o primeiro trimestre de 2012, com robustas provisões para perdas em crédito de liquidação duvidosa e taxas de aprovação de crédito menores quando comparadas com o 4T11. Os indicadores de atraso da carteira continuam melhorando em relação ao ano anterior, de forma que as provisões devem ser menores proporcionalmente no segundo semestre de 2012. A Luizacred também está participando do projeto de racionalização de custos e despesas, implementando uma série de ações que devem diluir suas despesas operacionais nos próximos trimestres.
Resultados: Os resultados do Magazine Luiza ficaram em linha com o projetado para o 1T12, fruto do crescimento das vendas, do sucesso no processo de integração do Baú e da racionalização de custos e despesas. A maioria das despesas extraordinárias previstas para 2012 já foi realizada no primeiro trimestre, principalmente em janeiro e fevereiro, totalizando R$ 33,5 milhões (sendo R$ 20,3 milhões no Magazine Luiza e Baú, e R$ 13,2 milhões na Lojas Maia). No mês de março, as despesas operacionais já foram significativamente menores e ficaram abaixo do previsto, de forma que a Companhia obteve novamente resultados positivos, tanto no varejo (incluindo Lojas Maia) como no consolidado.
Para os próximos trimestres de 2012, a Companhia reforça o seu foco principal na maturação das lojas novas, integração da Lojas Maia, redução e diluição de despesas e no aumento consistente da rentabilidade:
• Crescimento expressivo em vendas: a Companhia está confiante em continuar crescendo substancialmente as vendas por meio da maturação das novas lojas, da internet e pelas boas perspectivas do mercado brasileiro, com destaque para a probabilidade de diminuição dos juros básicos da economia para o menor patamar histórico;
• Continuidade do processo de integração da Lojas Maia: a integração sistêmica da Lojas Maia deverá ser realizada até o final do 3T12. A partir do 4T12, a Companhia deve se beneficiar de uma gestão totalmente integrada, com diluição de despesas administrativas e de logística. Além disso, a unificação de sistemas deverá trazer benefícios na gestão de capital de giro e de preços, possibilitando um aumento na margem bruta da Lojas Maia;
• Melhoria de rentabilidade na Luizacred: a Companhia espera uma melhora na rentabilidade da Luizacred a partir do segundo semestre do ano devido à maturação da carteira de cartão de crédito e das lojas inauguradas em 2011, diluição das despesas operacionais e redução proporcional das provisões como consequência da melhoria na qualidade da carteira em atraso;
• Resultados: dando continuidade ao projeto de racionalização de custos e despesas, a Companhia planeja implementar novas oportunidades ao longo de 2012, garantindo uma melhoria de rentabilidade nos próximos trimestres. A Administração da Companhia continua confiante na obtenção de melhores indicadores de produtividade e de resultados significativamente positivos para o exercício de 2012.
Magazine Luiza
O Magazine Luiza, fundado em 1957, é uma das maiores redes varejistas com foco em bens duráveis com grande presença nas classes populares do Brasil. Em 2001, com o objetivo de aumentar o relacionamento com os clientes, o Magazine Luiza foi pioneiro ao formar uma parceria com o Itaú Unibanco, criando a Luizacred. Em 2005, o Magazine Luiza também inovou ao se tornar o primeiro varejista a controlar uma empresa de seguros, a Luizaseg, em conjunto com a Cardif, do grupo BNP Paribas. Em 2010, o Magazine Luiza adquiriu a Lojas Maia, umas das maiores redes de varejo com presença em todos os Estados do Nordeste, a região que mais cresce no Brasil. No ano passado, o Magazine Luiza adquiriu 121 pontos de venda das Lojas do Baú. Atualmente, a rede opera 730 lojas e 9 centros de distribuição estrategicamente localizados em 16 Estados brasileiros, cujas economias correspondem a cerca de 75% do PIB nacional.
Textos, notícias, artigos, reflexões e reportagens interessantes sobre o mundo corporativo. Aqui você vai encontrar ideias inteligentes, alternativas interessantes e debates irresistíveis sobre gestão, negócios, jornalismo, marketing, tecnologia e tendências. Colabore comentando os posts e enviando textos e links colaborativos.
terça-feira, 15 de maio de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
De onde saiu "O Quinto dos Infernos"?
O texto não é meu, é daqueles que saem na internet e são divulgados nas redes sociais. Achei pertinente publicá-lo neste feriado de Tiradentes. A sabedoria popular nos surpreende muitas vezes, esclarecendo algumas coisas interessantes.
Durante o Século 18, o Brasil-Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal.
Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso País e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto".
Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro.
O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam
"O Quinto dos Infernos".
E isso virou sinônimo de tudo que é ruim.
A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama".
Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes
De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final do ano de 2011 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção.
Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente "dois quintos dos infernos" de impostos...
Bom, aí vem uma parte deste texto, espalhada pela web, bastante forte e até mesmo chula. Repito, a autoria não é minha, mas concordo com o teor, com a essência deste protesto contra a atual carga tributária brasileira. Diz mais ou menos assim:
"Para quê? Para sustentar a corrupção? Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "quinto dos infernos" para sustentar essa corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa!
E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente...!"
Durante o Século 18, o Brasil-Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal.
Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso País e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto".
Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro.
O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam
"O Quinto dos Infernos".
E isso virou sinônimo de tudo que é ruim.
A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama".
Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes
De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final do ano de 2011 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção.
Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente "dois quintos dos infernos" de impostos...
Bom, aí vem uma parte deste texto, espalhada pela web, bastante forte e até mesmo chula. Repito, a autoria não é minha, mas concordo com o teor, com a essência deste protesto contra a atual carga tributária brasileira. Diz mais ou menos assim:
"Para quê? Para sustentar a corrupção? Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "quinto dos infernos" para sustentar essa corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa!
E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente...!"
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quinta-feira, 12 de abril de 2012
Necessidade de Crescimento
Confiram o artigo sobre a demora do Brasil a acordar para seu próprio crescimento. Estamos com a faca e o queijo na mão, mas ainda muito atrás das cinco primeiras economias mundiais. O texto é de Roni de Oliveira Franco, sócio da Trevisan Gestão & Consultoria e professor da Trevisan Escola de Negócios. Boa leitura!
Sexta economia mundial. Quem diria que chegaríamos a esse patamar – e na velocidade com que o alcançamos. A previsão é que, até 2016, superemos a França, ficando entre as cinco maiores potências econômicas. Só que isso acarretará responsabilidades para o País. Para manter o crescimento sustentável, precisamos urgentemente de uma melhoria na educação, para formarmos profissionais mais qualificados.
Também necessitamos de empresas mais expressivas no mercado brasileiro. Não adianta ficarmos na mesmice. Se o Brasil não é mais o mesmo, por que temos de manter as organizações nos mesmos padrões?
Já faz um tempo que podemos reparar que as necessidades das empresas situadas no Brasil – e aqui digo nacionais e multinacionais – tiveram uma alteração no perfil. Com isso, as organizações que prestam serviços especializados começaram a se adaptar, principalmente ampliando o seu leque de serviços.
Um estudo realizado pela Global Approach Consulting (GAC) mostrou que 76% das 30 maiores empresas que atuam no Brasil querem investir em inovação em 2012. Pode ter certeza que dentro das novas ações dessas organizações estão, inclusive, atacar os mercados que ainda estão deficitários no País. Inovar é crescer!
O desenvolvimento rápido do Brasil e a falta, principalmente, de preparo, de base, fez com que tenhamos uma grande defasagem em comparação aos cinco países que possuem, ainda, uma economia melhor do que a nossa. E podemos afirmar que muitas que estão atrás de nós nesse ranking também são superiores. É claro que o Brasil ainda está engatinhando perto de nações europeias. Temos pouco mais de 500 anos e, mesmo assim, já somos superiores a muitas delas.
Além disso, inovação é um dos fatores principais para nos mantermos por um longo tempo no mercado. No Brasil, por exemplo, 60% das empresas são fechadas em menos de quatro anos de atuação, de acordo com o Sebrae. Ou seja, o percentual de continuidade e de perenidade do negócio é muito baixo. Normalmente, isso acontece com as micro e pequenas (MPEs), que representam 98% de todas as organizações – no País há mais de cinco milhões.
Temos de lembrar que essas firmas são as que mais empregam no País. Então, com um pensamento rápido e prático, podemos entender que: se a empresa não inova, ela provavelmente não passará dos seus primeiros cinco anos de vida; se ela fechar, muitos profissionais vão ficar desempregados, o que não favorece a economia nacional. Resumindo: precisamos sempre inovar. As empresas necessitam disso para crescer e expandir os seus negócios.
Sexta economia mundial. Quem diria que chegaríamos a esse patamar – e na velocidade com que o alcançamos. A previsão é que, até 2016, superemos a França, ficando entre as cinco maiores potências econômicas. Só que isso acarretará responsabilidades para o País. Para manter o crescimento sustentável, precisamos urgentemente de uma melhoria na educação, para formarmos profissionais mais qualificados.
Também necessitamos de empresas mais expressivas no mercado brasileiro. Não adianta ficarmos na mesmice. Se o Brasil não é mais o mesmo, por que temos de manter as organizações nos mesmos padrões?
Já faz um tempo que podemos reparar que as necessidades das empresas situadas no Brasil – e aqui digo nacionais e multinacionais – tiveram uma alteração no perfil. Com isso, as organizações que prestam serviços especializados começaram a se adaptar, principalmente ampliando o seu leque de serviços.
Um estudo realizado pela Global Approach Consulting (GAC) mostrou que 76% das 30 maiores empresas que atuam no Brasil querem investir em inovação em 2012. Pode ter certeza que dentro das novas ações dessas organizações estão, inclusive, atacar os mercados que ainda estão deficitários no País. Inovar é crescer!
O desenvolvimento rápido do Brasil e a falta, principalmente, de preparo, de base, fez com que tenhamos uma grande defasagem em comparação aos cinco países que possuem, ainda, uma economia melhor do que a nossa. E podemos afirmar que muitas que estão atrás de nós nesse ranking também são superiores. É claro que o Brasil ainda está engatinhando perto de nações europeias. Temos pouco mais de 500 anos e, mesmo assim, já somos superiores a muitas delas.
Além disso, inovação é um dos fatores principais para nos mantermos por um longo tempo no mercado. No Brasil, por exemplo, 60% das empresas são fechadas em menos de quatro anos de atuação, de acordo com o Sebrae. Ou seja, o percentual de continuidade e de perenidade do negócio é muito baixo. Normalmente, isso acontece com as micro e pequenas (MPEs), que representam 98% de todas as organizações – no País há mais de cinco milhões.
Temos de lembrar que essas firmas são as que mais empregam no País. Então, com um pensamento rápido e prático, podemos entender que: se a empresa não inova, ela provavelmente não passará dos seus primeiros cinco anos de vida; se ela fechar, muitos profissionais vão ficar desempregados, o que não favorece a economia nacional. Resumindo: precisamos sempre inovar. As empresas necessitam disso para crescer e expandir os seus negócios.
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sexta-feira, 30 de março de 2012
Dicas do que fazer em Porto Alegre aos domingos
Vejam que interessante. Muita gente não sabe o que fazer nos domingos. Outros, têm dicas de sobra. Alguém lembrou de criar um serviço que reúne as duas coisas, trocando informações entre as duas tribos, os que precisam, e os que querem oferecer dicas. E o bom é que os domingos em Porto Alegre têm inúmeras opções de diversão, lazer e gastronomia, mas muitas são desconhecidas. Pensando nisso, a Rotta Ely Construções e Incorporações lança um movimento colaborativo na internet que convidará os portoalegrenses a darem dicas do que se fazer na capital dos gaúchos aos domingos.
Por meio do site www.domingoempoa.com.br, os internautas podem postar suas sugestões e concorrer aos prêmios que serão entregues aos autores das 53 melhores dicas: duas bicicletas Caloi Urbe (que possui quadro dobrável de alumínio), para o primeiro lugar, e um city tour por Porto Alegre, um happy hour e ingressos para o cinema para os demais contemplados.
A iniciativa, realizada em parceria com a agência digital 3YZ, é lançada durante a 53ª Semana de Porto Alegre e abre um espaço para os portoalegrenses compartilharem suas formas de aproveitar o domingo. “Tomar chimarrão no brique ou ver o pôr-do-sol no Guaíba são programas clássicos de um domingo em Porto Alegre. Nossa ideia é criar um guia colaborativo no qual as pessoas podem contar suas experiências e compartilhar programas que podem ser feitos nos mesmos lugares, mas de formas diferentes”, destaca Pedro Rotta Ely, diretor da Rotta Ely Construções e Incorporações.
O movimento cultural se estende até o final de abril e “embaixadores” da capital gaúcha como O Bairrista, Perestroika e os blogs Mycool e Destemperados, já aderiram à ideia e deram suas sugestões. Ao final, os 53 autores das melhores dicas farão parte de um pocket book, que será distribuído gratuitamente e estará também disponível para download na internet.
Por meio do site www.domingoempoa.com.br, os internautas podem postar suas sugestões e concorrer aos prêmios que serão entregues aos autores das 53 melhores dicas: duas bicicletas Caloi Urbe (que possui quadro dobrável de alumínio), para o primeiro lugar, e um city tour por Porto Alegre, um happy hour e ingressos para o cinema para os demais contemplados.
A iniciativa, realizada em parceria com a agência digital 3YZ, é lançada durante a 53ª Semana de Porto Alegre e abre um espaço para os portoalegrenses compartilharem suas formas de aproveitar o domingo. “Tomar chimarrão no brique ou ver o pôr-do-sol no Guaíba são programas clássicos de um domingo em Porto Alegre. Nossa ideia é criar um guia colaborativo no qual as pessoas podem contar suas experiências e compartilhar programas que podem ser feitos nos mesmos lugares, mas de formas diferentes”, destaca Pedro Rotta Ely, diretor da Rotta Ely Construções e Incorporações.
O movimento cultural se estende até o final de abril e “embaixadores” da capital gaúcha como O Bairrista, Perestroika e os blogs Mycool e Destemperados, já aderiram à ideia e deram suas sugestões. Ao final, os 53 autores das melhores dicas farão parte de um pocket book, que será distribuído gratuitamente e estará também disponível para download na internet.
quinta-feira, 29 de março de 2012
Por que ficou tão caro produzir no Brasil?
Reproduzo artigo interessante a respeito dos custos de produção e a perda da concorrência no Brasil.Quem perde é sempre o consumidor. Escrito por José Ricardo Roriz Coelho, Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Plástico (Abiplast)
e da Vitopel e diretor titular do Departamento de Competitividade e
Tecnologia da FIESP. Confira:
Caminhamos para ser a quinta economia global, mas até quando poderemos sustentar tal posição com tantas fragilidades no sistema produtivo, elevadas taxas de juros, alta carga tributária, infraestrutura precária e cara? Como queremos ostentar a condição de nação desenvolvida se os brasileiros pagam quase 40% de impostos e se deparam com um dos custos de vida mais elevados do mundo? Os graves efeitos do “Custo Brasil” na produção manufatureira são evidenciados em estudos de respeitados organismos nacionais e internacionais. O setor é o que mais sofre com os persistentes ônus.
Em 2011, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), os impostos pagos pelos brasileiros atingiram 33,99% do PIB, superando os 32,72% de 2010. Isso está muito acima da média de 25,5% nos países com os quais competimos. Para a indústria de transformação o problema é mais grave. Embora responda por 16,6% do PIB, ela contribui com 37,6% dos impostos. O estudo “A Carga Tributária no Brasil: Repercussões na Indústria de Transformação”, do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp, mostra que os tributos representam 40,3% dos preços dos produtos industriais, considerando-se toda a cadeia, à montante e à jusante.
Há, ainda, custos relativos ao pagamento dos impostos. A complexidade do sistema obriga a contratação de serviços não necessários em outros países. Segundo o estudo “Carga Extra na Indústria Brasileira”, também do Decomtec/Fiesp, 1,16% do faturamento das empresas é gasto apenas para se manterem em acordo com a legislação, o que significa R$ 19,7 bilhões ao ano. Considerado o pagamento de tributos embutidos nos insumos, o índice sobe para 2,6%.
Além disso, o Bureau of Labor Statistics (BLS), responsável pelas estatísticas trabalhistas nos Estados Unidos, aponta que os encargos sobre a folha de pagamentos no Brasil, os mais altos dentre 34 países analisados, representam 32,4% dos custos com mão de obra na indústria de transformação. São 11 pontos percentuais acima da média das nações avaliadas (21,4%), ou 7,4 à frente da média europeia (25%). Mais grave é a diferença em relação aos emergentes: México (27%); Argentina e Coréia do Sul (17%).
O Brasil encontra-se em desvantagem também no custo da eletricidade. Nossa tarifa industrial foi estimada pelo Energy Information Administration (EIA), dos EUA, em US$ 138,00/MWh, a segunda mais alta do mundo. Um bom parâmetro para comparação é o Canadá, onde, como aqui, a matriz energética é baseada na hidroeletricidade. Mesmo assim, a tarifa brasileira é 182% maior. Os encargos e tributos contribuem para isso, mas, mesmo os eliminando, a energia brasileira ainda seria 108,3% mais cara. Resultado: a última Pesquisa Industrial Anual do IBGE mostra ser de 2,6% a participação da energia elétrica e consumo de combustíveis para aquecimento e operação de maquinaria nos custos totais da indústria brasileira de transformação. Ressalte-se:o cálculo não considera a cumulatividade na cadeia de valor.
Também são graves, conforme o Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), do Ministério da Defesa, os custos nessa área, que representam 20% do PIB. Outro estudo (“Custos Logísticos no Brasil - 2006/2008”, da Universidade Federal do Rio de Janeiro), mostra que o percentual da receita líquida das empresas comprometido com transporte, estoque e armazenagem foi de 7,5%.
Defrontamo-nos, ainda, com um dos mais elevados custos de capital do mundo, que se deve a dois fatores: taxa básica de juro real entre as mais elevadas do mundo e spreads bancários, que aumentaram significativamente após 2008, apesar da redução da Selic. Em função desses fatores, nosso custo financeiro é o mais alto do mundo, sendo 11,5 vezes maior do que o dos países que calculam os juros como o Brasil (Chile, Itália, Japão e Malásia).
Em outro estudo do Decomtec/Fiesp (“Juros em cascata sobre o capital de giro: o impacto sobre a indústria brasileira”), foi estimado que, em 2007, o custo do capital de giro para as indústrias equivaleu a 6,7% do preço dos produtos industrializados, contra 1,97% no conjunto de países incluídos no Índice de Competitividade da Fiesp. Em 2011, o impacto do custo de capital de giro aumentou para 7,5% do preço dos produtos industrializados, uma vez que cresce a taxa de juros para as empresas.
Os juros altos estão intimamente ligados à valorização cambial, cujo mercado é majoritariamente composto por fluxos financeiros, e os capitais são atraídos principalmente pelos juros elevados em comparação com as taxas baixíssimas dos países desenvolvidos. Tendo em vista o câmbio médio do ano e descontando a inflação do Brasil e dos Estados Unidos, o real valorizou-se 49,9% em relação ao dólar, entre 2006 e 2011. Isso é assustador frente a um aumento de produtividade física da indústria de transformação de apenas 9,2%, no mesmo período.
Devido a todas essas razões, e deprimida pela combinação da barata produção chinesa com a demanda combalida dos países ricos, a indústria defende a contínua e rápida redução da Selic e o equilíbrio do câmbio. A bomba que está estourando agora, atingindo primeiramente a manufatura, resulta de termos insistido muito tempo na combinação explosiva de câmbio livre com a maior taxa de juros do mundo. Por isso, o real teve valorização de 74,6%, de junho de 2004 a dezembro de 2011, sem que tivéssemos a mínima possibilidade de melhorar a nossa produtividade, devido ao brutal aumento de custos. Defendemos, sobretudo, a retomada das reformas estruturais, em especial a tributária e trabalhista. São medidas dependentes de políticas públicas, essenciais para conter a desindustrialização e resgatar a competitividade.
Caminhamos para ser a quinta economia global, mas até quando poderemos sustentar tal posição com tantas fragilidades no sistema produtivo, elevadas taxas de juros, alta carga tributária, infraestrutura precária e cara? Como queremos ostentar a condição de nação desenvolvida se os brasileiros pagam quase 40% de impostos e se deparam com um dos custos de vida mais elevados do mundo? Os graves efeitos do “Custo Brasil” na produção manufatureira são evidenciados em estudos de respeitados organismos nacionais e internacionais. O setor é o que mais sofre com os persistentes ônus.
Em 2011, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), os impostos pagos pelos brasileiros atingiram 33,99% do PIB, superando os 32,72% de 2010. Isso está muito acima da média de 25,5% nos países com os quais competimos. Para a indústria de transformação o problema é mais grave. Embora responda por 16,6% do PIB, ela contribui com 37,6% dos impostos. O estudo “A Carga Tributária no Brasil: Repercussões na Indústria de Transformação”, do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp, mostra que os tributos representam 40,3% dos preços dos produtos industriais, considerando-se toda a cadeia, à montante e à jusante.
Há, ainda, custos relativos ao pagamento dos impostos. A complexidade do sistema obriga a contratação de serviços não necessários em outros países. Segundo o estudo “Carga Extra na Indústria Brasileira”, também do Decomtec/Fiesp, 1,16% do faturamento das empresas é gasto apenas para se manterem em acordo com a legislação, o que significa R$ 19,7 bilhões ao ano. Considerado o pagamento de tributos embutidos nos insumos, o índice sobe para 2,6%.
Além disso, o Bureau of Labor Statistics (BLS), responsável pelas estatísticas trabalhistas nos Estados Unidos, aponta que os encargos sobre a folha de pagamentos no Brasil, os mais altos dentre 34 países analisados, representam 32,4% dos custos com mão de obra na indústria de transformação. São 11 pontos percentuais acima da média das nações avaliadas (21,4%), ou 7,4 à frente da média europeia (25%). Mais grave é a diferença em relação aos emergentes: México (27%); Argentina e Coréia do Sul (17%).
O Brasil encontra-se em desvantagem também no custo da eletricidade. Nossa tarifa industrial foi estimada pelo Energy Information Administration (EIA), dos EUA, em US$ 138,00/MWh, a segunda mais alta do mundo. Um bom parâmetro para comparação é o Canadá, onde, como aqui, a matriz energética é baseada na hidroeletricidade. Mesmo assim, a tarifa brasileira é 182% maior. Os encargos e tributos contribuem para isso, mas, mesmo os eliminando, a energia brasileira ainda seria 108,3% mais cara. Resultado: a última Pesquisa Industrial Anual do IBGE mostra ser de 2,6% a participação da energia elétrica e consumo de combustíveis para aquecimento e operação de maquinaria nos custos totais da indústria brasileira de transformação. Ressalte-se:o cálculo não considera a cumulatividade na cadeia de valor.
Também são graves, conforme o Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), do Ministério da Defesa, os custos nessa área, que representam 20% do PIB. Outro estudo (“Custos Logísticos no Brasil - 2006/2008”, da Universidade Federal do Rio de Janeiro), mostra que o percentual da receita líquida das empresas comprometido com transporte, estoque e armazenagem foi de 7,5%.
Defrontamo-nos, ainda, com um dos mais elevados custos de capital do mundo, que se deve a dois fatores: taxa básica de juro real entre as mais elevadas do mundo e spreads bancários, que aumentaram significativamente após 2008, apesar da redução da Selic. Em função desses fatores, nosso custo financeiro é o mais alto do mundo, sendo 11,5 vezes maior do que o dos países que calculam os juros como o Brasil (Chile, Itália, Japão e Malásia).
Em outro estudo do Decomtec/Fiesp (“Juros em cascata sobre o capital de giro: o impacto sobre a indústria brasileira”), foi estimado que, em 2007, o custo do capital de giro para as indústrias equivaleu a 6,7% do preço dos produtos industrializados, contra 1,97% no conjunto de países incluídos no Índice de Competitividade da Fiesp. Em 2011, o impacto do custo de capital de giro aumentou para 7,5% do preço dos produtos industrializados, uma vez que cresce a taxa de juros para as empresas.
Os juros altos estão intimamente ligados à valorização cambial, cujo mercado é majoritariamente composto por fluxos financeiros, e os capitais são atraídos principalmente pelos juros elevados em comparação com as taxas baixíssimas dos países desenvolvidos. Tendo em vista o câmbio médio do ano e descontando a inflação do Brasil e dos Estados Unidos, o real valorizou-se 49,9% em relação ao dólar, entre 2006 e 2011. Isso é assustador frente a um aumento de produtividade física da indústria de transformação de apenas 9,2%, no mesmo período.
Devido a todas essas razões, e deprimida pela combinação da barata produção chinesa com a demanda combalida dos países ricos, a indústria defende a contínua e rápida redução da Selic e o equilíbrio do câmbio. A bomba que está estourando agora, atingindo primeiramente a manufatura, resulta de termos insistido muito tempo na combinação explosiva de câmbio livre com a maior taxa de juros do mundo. Por isso, o real teve valorização de 74,6%, de junho de 2004 a dezembro de 2011, sem que tivéssemos a mínima possibilidade de melhorar a nossa produtividade, devido ao brutal aumento de custos. Defendemos, sobretudo, a retomada das reformas estruturais, em especial a tributária e trabalhista. São medidas dependentes de políticas públicas, essenciais para conter a desindustrialização e resgatar a competitividade.
terça-feira, 27 de março de 2012
Presidente do Banco Central prevê inflação menor para 2012
Durante reunião com os varejistas associados do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), realizada em São Paulo, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse que a inflação será a menor dos últimos anos. De acordo com ele, o ritmo da atividade econômica irá se acelerar ao longo de 2012, sustentado pela demanda interna, a redução dos estoques industriais, que estão atualmente em seu menor nível, e os juros mais baixos, além da flexibilização das condições monetárias. A economia brasileira continuará gerando empregos, e o incremento foi de 1.400.000 novos postos de trabalho nos últimos 12 meses. “Nosso objetivo é cumprir a meta de inflação de 4,5%. Esse cenário proporcionará uma retomada da atividade econômica, que deve se acelerar no segundo semestre”, diz.
O primeiro relatório trimestral do ano será divulgado nesta quinta-feira. “Até o momento, a previsão é de que a taxa de inflação fique no centro da meta (4,5%) para 2012”, comentou Tombini. De acordo com ele, o Brasil possui a terceira menor taxa de desemprego entre os países do G-20, perdendo apenas para China e Japão.
Tombini comentou ainda que os Bancos Centrais (BCs) de economias avançadas adotaram políticas monetárias expansionistas, que contribuíram para a redução da aversão ao risco no início de 2012. Dados recentes, segundo o presidente do BC, indicam que a retomada da economia norte-americana está em curso, e a perspectiva de crescimento da China foi ajustada para baixo, com metas de crescimento de 7,5%, ante os 10% dos últimos anos. “A China está desacelerando, mas de forma responsável, sem grandes riscos”, explicou.
Os associados do IDV comentaram sobre a necessidade de redução da taxa de juros na ponta do consumo, uma vez que as reduções das taxas referenciais de juros não têm chegado com a mesma intensidade ao consumidor. Também argumentaram sobre os altos custos financeiros das empresas de varejo, principalmente as pequenas e médias, e pediram melhorias neste sistema. Tombini disse que há uma agenda para estes assuntos e colocou o tema como prioridade. “Ainda há muito a fazer, mas certamente o IDV pode nos ajudar com esta questão. Inclusive, marcarei uma reunião entre uma comissão do IDV e membros da nossa diretoria”.
O presidente do IDV, Fernando de Castro, reforçou que o varejo pode ajudar o governo na redução dos juros na ponta do consumo, pois as redes varejistas são grandes financiadores de seus clientes. “Atender ao consumidor final é a nossa missão, e o varejo é o grande aliado do governo no controle da inflação e na redução dos juros”.
O varejo é o segmento que mais gera empregos no Brasil. “Apenas em 2011, o comércio criou 460 mil novos postos de trabalho. Além de ser gerador de empregos, o varejo forma e treina pessoas, muitas delas em seu primeiro emprego. Além disso, as empresas expandiram sua rede de atendimento e fizeram grandes investimentos em novas lojas, equipamentos, estoques de produtos, inovação e tecnologia”, conclui Castro.
O primeiro relatório trimestral do ano será divulgado nesta quinta-feira. “Até o momento, a previsão é de que a taxa de inflação fique no centro da meta (4,5%) para 2012”, comentou Tombini. De acordo com ele, o Brasil possui a terceira menor taxa de desemprego entre os países do G-20, perdendo apenas para China e Japão.
Tombini comentou ainda que os Bancos Centrais (BCs) de economias avançadas adotaram políticas monetárias expansionistas, que contribuíram para a redução da aversão ao risco no início de 2012. Dados recentes, segundo o presidente do BC, indicam que a retomada da economia norte-americana está em curso, e a perspectiva de crescimento da China foi ajustada para baixo, com metas de crescimento de 7,5%, ante os 10% dos últimos anos. “A China está desacelerando, mas de forma responsável, sem grandes riscos”, explicou.
Os associados do IDV comentaram sobre a necessidade de redução da taxa de juros na ponta do consumo, uma vez que as reduções das taxas referenciais de juros não têm chegado com a mesma intensidade ao consumidor. Também argumentaram sobre os altos custos financeiros das empresas de varejo, principalmente as pequenas e médias, e pediram melhorias neste sistema. Tombini disse que há uma agenda para estes assuntos e colocou o tema como prioridade. “Ainda há muito a fazer, mas certamente o IDV pode nos ajudar com esta questão. Inclusive, marcarei uma reunião entre uma comissão do IDV e membros da nossa diretoria”.
O presidente do IDV, Fernando de Castro, reforçou que o varejo pode ajudar o governo na redução dos juros na ponta do consumo, pois as redes varejistas são grandes financiadores de seus clientes. “Atender ao consumidor final é a nossa missão, e o varejo é o grande aliado do governo no controle da inflação e na redução dos juros”.
O varejo é o segmento que mais gera empregos no Brasil. “Apenas em 2011, o comércio criou 460 mil novos postos de trabalho. Além de ser gerador de empregos, o varejo forma e treina pessoas, muitas delas em seu primeiro emprego. Além disso, as empresas expandiram sua rede de atendimento e fizeram grandes investimentos em novas lojas, equipamentos, estoques de produtos, inovação e tecnologia”, conclui Castro.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Diferenças entre Chefia e Liderança
Interessante artigo da profissional de Recursos Humanos Tatiani Nunes que conheci através do Linkedin. Ela é responsável pela área na Interlink Transportes Internacionais. Neste texto, ela fala um pouco de liderança e gestão, algumas qualidades interessantes que todos nós devemos ter e assimilar. Curta:
Hoje, no mundo globalizado, momentos em que muito corremos e pouco andamos, todos, estamos sempre à procura de bons líderes, para as equipes, quando não se encontra o líder tão procurado, então, pensamos em treinamento, desenvolvimento, formadores de opinião, mensagens motivacionais... enfim, recorremos a todos os recursos prováveis e até aos improváveis! Mas você, gestor, já parou e analisou se és um bom líder, um líder capaz de reunir o bom líder, o grande líder e o líder supremo? Se você não possui tal habilidade, como podes planejar um treinamento para seus grupos, ou ainda, como podes decidir se um candidato é perfil indicado para liderança? Antes de tudo você precisa ser um bom líder para depois poder escolher, para poder gerir. Veja a seguir alguns itens importantes para ser praticados por todos os gestores/líderes:
• Saiba explicar seus ensinamentos, como um bom professor que deseja que seus educandos cresçam e se tornem educadores também;
• Assim que todo mundo concordar com uma idéia, um líder deve começar a trabalhar na próxima;
• Demonstre, pelos próprios atos, o que seus seguidores precisa fazer para chegar aonde chegastes;
• Os que mandam e querem ser obedecidos: são os líderes medíocres, não seja um desses;
• Em qualquer posição que você esteja, lembre-se de que o que importa não é mandar e ser obedecido ou temido, mas ser, acima de tudo, querido e respeitado;
• A liderança é a arte de conseguir que alguém faça alguma coisa que você quer feita, porque ele quer fazê-la, por isso, só peça que seus liderados façam porque é possível, façam porque você já fez e sabe que pode ser feito;
• O falso líder grita antes que alguém questione a sua liderança. Por falta de argumentos, ele bate na mesa e se impõe pela força, espalhando temor e ódio entre seus subordinados... Não é bom ser odiado, se você for odiado não terás seguidores e não existirão líderes, se não existir seguidores;
• O verdadeiro líder sabe que é e não precisa impor isso a ninguém. Por essa razão ele é calmo, seguro e confiante. Quando chega, sua presença acalma e asserena os ânimos. Seus liderados têm-no como alguém que lhes inspira segurança.
PRINCIPAMENTE saiba que: A diferença entre um chefe e um líder é que: um chefe diz, 'Vá!' - um líder diz, 'Vamos!'
PENSE NISSO. (Tatiani Nunes)
Hoje, no mundo globalizado, momentos em que muito corremos e pouco andamos, todos, estamos sempre à procura de bons líderes, para as equipes, quando não se encontra o líder tão procurado, então, pensamos em treinamento, desenvolvimento, formadores de opinião, mensagens motivacionais... enfim, recorremos a todos os recursos prováveis e até aos improváveis! Mas você, gestor, já parou e analisou se és um bom líder, um líder capaz de reunir o bom líder, o grande líder e o líder supremo? Se você não possui tal habilidade, como podes planejar um treinamento para seus grupos, ou ainda, como podes decidir se um candidato é perfil indicado para liderança? Antes de tudo você precisa ser um bom líder para depois poder escolher, para poder gerir. Veja a seguir alguns itens importantes para ser praticados por todos os gestores/líderes:
• Saiba explicar seus ensinamentos, como um bom professor que deseja que seus educandos cresçam e se tornem educadores também;
• Assim que todo mundo concordar com uma idéia, um líder deve começar a trabalhar na próxima;
• Demonstre, pelos próprios atos, o que seus seguidores precisa fazer para chegar aonde chegastes;
• Os que mandam e querem ser obedecidos: são os líderes medíocres, não seja um desses;
• Em qualquer posição que você esteja, lembre-se de que o que importa não é mandar e ser obedecido ou temido, mas ser, acima de tudo, querido e respeitado;
• A liderança é a arte de conseguir que alguém faça alguma coisa que você quer feita, porque ele quer fazê-la, por isso, só peça que seus liderados façam porque é possível, façam porque você já fez e sabe que pode ser feito;
• O falso líder grita antes que alguém questione a sua liderança. Por falta de argumentos, ele bate na mesa e se impõe pela força, espalhando temor e ódio entre seus subordinados... Não é bom ser odiado, se você for odiado não terás seguidores e não existirão líderes, se não existir seguidores;
• O verdadeiro líder sabe que é e não precisa impor isso a ninguém. Por essa razão ele é calmo, seguro e confiante. Quando chega, sua presença acalma e asserena os ânimos. Seus liderados têm-no como alguém que lhes inspira segurança.
PRINCIPAMENTE saiba que: A diferença entre um chefe e um líder é que: um chefe diz, 'Vá!' - um líder diz, 'Vamos!'
PENSE NISSO. (Tatiani Nunes)
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