terça-feira, 9 de junho de 2015

O Futuro do Marketing Digital

Você sabe o futuro do marketing digital? As notícias sobre o assunto podem passar despercebidas
pelas marcas que procuram inovação e resultados em curto prazo.

Confira alguns fatos e curiosidades separados pela Serasa Experian Marketing Services e que podem ajudar no desenvolvimento de ações criativas e funcionais:

1 - Cada vez mais mobile

De acordo com uma pesquisa da Duke University com 288 diretores de marketing, as empresas destinarão quase 12% de seus orçamentos para análises na Internet até 2018. O mesmo estudo constatou que a publicidade móvel corresponde a 3,2% dos investimentos de marketing atualmente, mas deve alcançar os 9% nos próximos anos.

2 - Me segue no Instagram

Por conta de atributos visuais em vídeo e imagem, a Nike ultrapassou a marca de 12 milhões de seguidores nas redes sociais – dez meses antes, eles contabilizavam um terço desse total. A tendência é que mais marcas invistam em canais digitais como o Instagram – a plataforma deve gerar uma receita de US$ 5,8 bilhões em 2020.

3 - Eu sei o que você procura

Ultimamente, o Facebook passou a investir mais em anúncios baseados em compras. De acordo com a pesquisa do Adobe Digital Index, 20% dos links de busca do Google para varejistas estavam no Shopping Ads.

4 - Não basta baixar, é preciso usar

As pessoas deletam seus apps com frequência. Mas a Ibotta reverteu esse quadro dando recompensas em dinheiro aos usuários – uma espécie de sistema de cashback. Mais da metade de seus 25 milhões de usuários mensais abriram o app 25 vezes em janeiro.

5 - A nova geração é mais flexível

Uma pesquisa da MindBodyGreen com 6 mil pessoas constatou que 83% dos millennials estão abertos a recomendações de marcas sobre cultura ou conscientização, comparados a 74% dos baby boomers. Já 84% dos representantes da geração Y afirmaram que se sentem ‘inundados’ pelas mídias sociais.

Fonte: administradores.com.br

terça-feira, 14 de abril de 2015

Gestão de pessoas: a chave contra a crise

Os executivos brasileiros demonstram-se preocupados com o atual momento econômico. O ano de
2014 foi extremamente desafiador e 2015 segue a mesma circunstância, atenuado pelas incertezas dos setores de infraestrutura e energia, que são fundamentais para sustentar o crescimento a médio e longo prazos.

Diante desse cenário, muitas empresas têm repensando suas estratégias de mercado e estão focando em rentabilidade, por meio de boas práticas de gestão e contratação de executivos mais preparados para esses desafios. Cada vez mais têm sido demandados gestores com capacidade de agrupar pessoas com interesses em comum, que consigam expressar visão e engajar os funcionários dentro dos valores da empresa.

Uma das grandes falhas nas contratações das empresas é o fato de se observar apenas a educação e as conquistas que o executivo teve durante a carreira, o que acaba não retratando como o líder realmente é e se ele é oportuno à organização. Nos processos seletivos que tenho liderado, percebo que o perfil de liderança exigido pelas organizações também mudou. Hoje, o gestor precisa apresentar, além dos resultados, a forma como eles são alcançados.

A perspectiva de crescimento tímido da economia é apenas um dos causadores dessa movimentação. O executivo brasileiro passou a entender que sua empresa precisará se preparar para essa realidade desafiadora, pois a economia poderá continuar se contraindo nos próximos trimestres. Contudo, a competição não diminuirá, sendo que outras empresas chegarão para concorrer no mercado interno em busca de maiores fatias.

O Grupo Fesap, especializado em executive search, realizou pesquisa em 2013 com CEOs (Chief Executive Officer, Diretor Executivo, na tradução livre) de grandes empresas para entender quais seriam as suas prioridades nos próximos cinco anos e como iriam se preparar frente ao contexto econômico mundial. Revelou-se que a preocupação com o capital humano faz parte da maioria das agendas, mostrando que muitos fatores que eram importantes até pouco tempo agora dão espaço à gestão de pessoas, que possui impacto direto nos negócios e no faturamento das empresas.

Trazendo para 2015, nunca vimos guerra tão latente entre as empresas, na qual o fator central da disputa não são mais maquinários ou tecnologias avançadas, mas sim os talentos humanos. Entre os principais perfis identificados, a busca por liderança voltada a fomentar inovação e criatividade tem ganhado destaque. Isso nos mostra a importância de contratar certo nos momentos de crise.

(Artigo do Diário do Grande ABC, de autoria de Leonardo Massuda, que é diretor da consultoria de busca e seleção de executivos Asap Recruiters)

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Com economia instável, tesouro direto e as letras de crédito são saída para investidor mais conservador

Em tempos de mercado conturbado e com investidor correndo para aplicações mais seguras, a Elite
Corretora está otimista. Com mais de 1 bilhão de investimentos de pessoas físicas e com 50% de sua base de clientes com mais de dez anos, a empresa pretende ter crescimento justamente com aquele investidor que procura um suporte para elaboração de um plano de investimento, sendo boa parte na chamada renda fixa.

Segundo Rilton Brum, sócio da Elite Corretora, o objetivo é expandir o modelo de sucesso no atendimento de investidores pessoa física na intermediação de operações em bolsa para um serviço mais completo, dando todo o suporte para os planos de investimentos dos clientes, contemplando a renda variável e a renda fixa, aproveitando a oportunidade que produtos de baixo risco com boa rentabilidade têm apresentado.

O crescimento dos valores em custódia e da base de clientes está diretamente ligado em oferecer aos clientes suporte a um plano de investimento que contemple renda variável (ações) e renda fixa com taxas atrativas e baixo risco. As grandes oportunidades de rentabilidade com risco baixo na renda fixa, hoje, estão, de acordo com Aquino, nas LCIs (Letras de Crédito Imobiliário), LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) e Tesouro Direto.

“A verdade é que as pessoas investem sem um plano, sem um planejamento. Quando uma pessoa deseja investir ela vai logo no seu gerente do banco. E o gerente do banco não irá, necessariamente, oferecer a melhor opção de investimento”, destaca.

A Elite Corretora, que tem mais de 30 anos de mercado, com sede no Rio de Janeiro e filial em São Paulo, iniciou um processo de expansão em 2014, inaugurando dois novos escritórios, um no Rio, na Barra da Tijuca (além do escritório matriz no Centro) e outro em Porto Alegre.

Também em 2014 reativou sua área de Câmbio e conquistou junto a BMF&Bovespa os selos de qualificação Execution Broker e Retail Broker, além dos selos Home Broker e CETIP Certifica que já possuía

Investimento

De acordo com Brum, aqueles que têm dinheiro guardado na poupança, devido a segurança que este investimento proporciona, devem saber que há opções bem interessantes e até melhores. Para quem, por exemplo, não dispõe inicialmente de grandes quantias, os títulos do Tesouro Direto são uma ótima opção, principalmente as que remuneram a inflação mais um percentual de juros, que são os pós-fixados. Como parte destes títulos é indexada pela inflação, destaca, o investidor mantém o poder de compra de seu dinheiro e ainda recebe juros. E são garantidos pelo Tesouro Nacional, isto é, são ativos quase livres de risco.

Conforme Rilton Brum, para valores um pouco maiores, há a opção das Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). A grande vantagem deles, atualmente, é que são isentos de Imposto de Renda, tornando-se bastante competitivos. E são garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até o valor de R$ 250 mil.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Levy: "Não podemos errar agora"

“O ajuste econômico-fiscal prevê forte redução das despesas do governo. Nossa programação
financeira é chegarmos aos níveis de 2003, com uma redução de 30% nos gastos. É forte. Precisamos ter muita disciplina fiscal”, declarou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, durante Almoço-Debate promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais. Liderado pelo empresário João Doria Jr., o evento aconteceu no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, e contou com a presença histórica de 622 pessoas.

Desde janeiro no cargo, um dos desafios do ministro é promover os ajustes necessários na economia brasileira para que o País volte a crescer. Em sua palestra “Um Programa Econômico para o Brasil”, Levy salientou a importância de estarmos juntos “toda a sociedade e os poderes legislativo, executivo e judiciário precisam se empenhar num esforço único para alcançar uma trajetória de sustentabilidade econômica”.

“É preciso reverter a deterioração fiscal e das contas externas, descontinuar as políticas anticíclicas entre o Brasil, a China e os EUA – reconhecendo que o cenário desses parceiros mudou -, proteger ganhos sociais, fortalecer a nova classe média com a inclusão por oportunidades, além de garantir a segurança e competitividade da nossa economia”, disse.

Levy destaca que o governo está se empenhando na diminuição de gastos, na redução das renúncias, com foco na retomada da produção industrial, não esquecendo da demanda interna. “Precisamos dar os sinais corretos para a volta dos investimentos e é fundamental evitarmos riscos. Os ajustes precisam ser feitos para não perdermos ‘investment grade’, não podemos criar novas despesas sem ter novas receitas e não devemos fazer restrições à livre concorrência. Enfim, não podemos errar agora”, reforça.

"O resultado do PIB mostrou que estamos em uma transição. Começa a haver recuperação das exportações. No ano passado a contribuição foi neutra. Esse ano esperamos que ela possa ajudar o setor externo", disse. “Cortar na carne é importante. Mas não tendo muita carne, não é fácil. No período à frente, temos que estar muito atentos para não aumentar despesas e gastos. Isso é essencial para garantir o equilíbrio e a sustentabilidade fiscal”, recomenda.

Algumas medidas são estruturais, como as regras que alteram o seguro-desemprego. Tais mudanças são a favor de desestimular a rotatividade nas empresas e melhorar a qualidade da oferta de trabalho, na avaliação de Levy. “Queremos aumentar a capacidade da empresa em investir no seu trabalhador. A gente precisa agir rapidamente para voltar a crescer”, recomenda o ministro.

A economia brasileira cresceu 0,1% em 2014. Esse é o pior resultado desde 2009, ano da crise internacional, quando a economia recuou 0,2%. Ao longo de seu discurso, o ministro da Fazenda afirmou que o resultado do PIB de 2014 já era esperado e as ações do governo para este ano a serem colocadas em prática requerem uma agenda de crescimento: na produção, infraestrutura, logística, ajustes fiscais, energia, convergência da inflação para a meta de 4,5%, queda dos juros, entre outros.

O ministro finalizou afirmando confiar no empresário, no seu poder de inovar, de ganhar novos mercados para nos tornarmos mais competitivos. Disse que a presidente Dilma Rousseff tem um genuíno interesse em endireitar as coisas. “Mas trabalhamos com pressões e nem tudo dá resultado conforme planejado. Esse é um caminho que pode dar certo. O ajuste vai ser muito duro, vai ser rápido e exigirá esforços de todos.”

Segundo João Doria Jr., presidente do LIDE, abrir a agenda dos almoços de 2015 com a presença do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, reforça a relevância dos encontros. “Não tenho dúvida que o evento de hoje aumentou a confiança do empresariado nas ações do ministro, que tem um cenário extremamente desafiador – frente a uma crise institucional e política –, e será necessário refazer os processos e fazer com que a economia volte a crescer”.

PESQUISA

Ao final do evento foi apresentada a 102ª edição da Pesquisa Clima Empresarial LIDE-FGV, realizada com os 622 empresários presentes ao Almoço-Debate, que revelou resultados bastante preocupantes. “Os índices apontaram as piores notas em todas as esferas, do Municipal ao Federal”, avaliou Fernando Meirelles, responsável pela pesquisa e presidente do LIDE CONTEÚDO. O índice, calculado pela Fundação Getúlio Vargas, é uma nota de 0 a 10, resultante de três componentes com o mesmo peso: governo, negócios e empregos.

A eficiência gerencial e o desempenho dos governos obteve a menor nota ao longo dos 12 anos nos quais a pesquisa é realizada: 0,7% para a esfera federal; 4,7% para estadual; e 1,3% para municipal. Poucos empresários - apenas 11% -, vão empregar em 2015, 39% pretendem mater o quadro atual e 33% vão demitir. A previsão de receita é alarmante, segundo os resultados do levantamento: 38% acreditam que o faturamento será pior este ano em comparação a 2014. “Pela primeira vez, o saldo dos empregos é negativo e muito preocupante”, diz o professor. Entre os fatores que impedem o crescimento das empresas, o cenário político chegou a 77%, ultrapassando a inflação (12%) e o câmbio(10%). Entre a área que precisa melhorar e o tema mais preocupante para o cenário econômico de 2014, os números apontam política, com 39%. Segundo a pesquisa, o clima empresarial despencou para 2,2%, que segundo o professor Meirelles, na linguagem acadêmica “não pega nem segunda época”.

SOBRE O LIDE - Fundado em junho de 2003, o LIDE - Grupo de Líderes Empresariais possui dez anos de atuação. Atualmente tem 1.700 empresas filiadas (com as unidades regionais e internacionais), que representam 52% do PIB privado brasileiro. O objetivo do Grupo é difundir e fortalecer os princípios éticos de governança corporativa no Brasil, promover e incentivar as relações empresariais e sensibilizar o apoio privado para educação, sustentabilidade e programas comunitários. Para isso, são realizados inúmeros eventos ao longo do ano, promovendo a integração entre empresas, organizações, entidades privadas e representantes do poder público, por meio de debates, seminários e fóruns de negócios.

Fonte: assessoria LIDE


quinta-feira, 5 de março de 2015

O segredo para economizar pode estar em ações dentro de casa

Em tempos de crise, o negócio é economizar. E ao invés de depender do governo, dos especialistas, das autoridades e do comércio em geral, os cortes podem começar em casa. Leiam esse artigo bem interessante e prático de Reinaldo Domingos, educador financeiro, autor do best seller Terapia Financeira e dos livros como Eu mereço ter dinheiro, Livre-se das Dívidas e Ter Dinheiro Não Tem Segredo, todos lançados pela Editora DSOP: 

A história é a mesma, quem não conseguem poupar sempre afirmam que isso acontece porque não tem mais de onde cortar os gastos, que já estão no limite do orçamento. Contudo, sabia que existem pesquisas apontando que, nos gastos domésticos, 25% em média são desperdícios? Assim, faço um desafio a você leitor: comece a colocar em prática pequenas ações de economia e veja quanto conseguirá poupar ao fim de um ano.

Em casa, é preciso que todos estejam envolvidos e motivados a realizarem seus sonhos, assim, todos terão estímulos para reduzirem os gastos mensais. É preciso fazer um diagnóstico financeiro e descobrir para onde está indo cada centavo do dinheiro. Com esse número em mão é hora de sentar com a família para inserir a educação financeira no cotidiano, lembrando que não se trata de matemática, planilhas e cálculos, mas sim hábitos e costumes.

Assim, não deve ser uma reunião de corte de gastos, mas sim de projeções de ganhos e objetivos realizados. Também é importante que se mostre que na maioria das vezes a economia se dá em pequenos gastos, que na maioria das vezes nem se percebe que existe excessos. Veja exemplos de como é possível economizar:
 
Na compra de alimentos, evite excessos e otimize a utilização do que se comprou. Prefira comprar no horário final das feiras ou varejões. É possível encontrar produtos bons. Com isso, se pode reduzir em média por mês, no mínimo, R$108,00;
Ao levar as crianças para escola, busque revezamento de pais; se associe com pais de colegas de seus filhos que moram próximos a sua casa. Um responsável leva uma semana, na outra, outro busca e assim por diante, o que pode gerar uma economia, por mês, de R$ 150,00;
Em relação a planos de telefonia celular, fixo e internet ou TV por assinatura, veja se tudo o que possui é necessário. Além disso, negocie com operadoras por descontos. Com isso, se pode garantir uma economia de até R$ 150,00 por mês;
Economia na energia elétrica, gás e água podem garantir bons retornos financeiros. São gestos simples como desligar os aparelhos quando não estão sendo utilizados, apagar as luzes, banhos mais curtos, não deixar a torneira aberta para lavar louça e evitar torneira de água quente, podem gerar economia de mais de R$66,00 mensais;
Nos passeios de fim de semana, pode trocar passeios caros por mais baratos, como trocar shopping, cinema e restaurantes, por passeios no parque, visitas a museus e refeições em casa. Isso pode garantir uma economia mensal de até R$200,00.

Esses são apenas alguns exemplos, mas, com essas simples ações, consegue-se fazer uma economia de, aproximadamente, R$ 671,00 por mês, o que em um ano resulta em uma economia de R$ 8.052,00 sem investimento. Agora, se aplicar esse dinheiro em uma aplicação a 0,6% ao mês, em cinco anos, se terá um total de R$ 48.288,34. Vale a pena ou não tentar?

terça-feira, 3 de março de 2015

Pare de arrumar desculpas e supere suas metas

Confira esse oportuno artigo de Erik Penna, profissional especialista em vendas, consultor, www.erikpenna.com.br
palestrante e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender” e “Motivação Nota 10”. Site:

"Você não consegue escapar da responsabilidade de amanhã esquivando-se dela hoje" (Abraham Lincoln)

Foi só começar o ano para nos depararmos com uma enxurrada de matérias, discursos e previsões pessimistas quanto ao crescimento da economia e o futuro do país.

A pergunta é: será que no final do ano ouviremos que todas as empresas do Brasil tiveram péssimos resultados ou que algumas vão triunfar, enquanto outras ficarão se lamentando?

Digo isso porque tenho ministrado diversos treinamentos em empresas por todo país e percebo que muitos vendedores querem o mérito pela vitória, mas não assumem a responsabilidade quando o objetivo não é alcançado.

Ao conversar com profissionais de vendas escuto 2 tipos de histórias, sendo uma bem diferente da outra na forma de encarar a realidade. Confira:

- O primeiro grupo é aquele formado por vendedores excelentes, que normalmente atingem e até ultrapassam as metas. Quando perguntamos sobre o motivo do êxito, atribuem rapidamente o sucesso à sua performance, ou seja, um fator próprio e interno. Desta forma, desejam reconhecimento e esperam pelo aplauso.

- O segundo grupo é aquele formado por colaboradores que não atingem as metas. Quando são questionados sobre o motivo do insucesso, rapidamente atribuem a fatores externos, como crise no país, incertezas da economia, ajustes do governo, problemas com clientes. Enfim, as desculpas são muito variadas, mas repare que sempre ligadas a um motivo externo que os eximem da culpa pelo baixo resultado.

Chego à conclusão que tem profissional que só quer ser o pai se o filho for bonito, pois se ele for feio, logo transfere para outro a responsabilidade.

Aprecio o livro 4 Hábitos dos Vencedores. Nele, Dick Lyles apresenta 4 atitudes das pessoas de sucesso e um deles é “não troque resultados por desculpas”.

É evidente que fatores externos influenciam os resultados, mas na medida em que você os coloca na mesa para justificar o insucesso, você passa a ter postura de perdedor.

Estude a trajetória dos campeões e dos profissionais de sucesso e perceberá que eles são sempre os responsáveis pela vitória, mas também não fogem nem apresentam justificativas externas quando não conseguem o esperado. Afinal, o segredo é olhar sempre para dentro de si.

Quem deseja ser reconhecido como um vencedor, um verdadeiro campeão, não deve transferir a culpa do insucesso para os agentes externos. Quem é grande sabe que é preciso ter a humildade de reconhecer as falhas para só assim encontrar novos e melhores caminhos.

Certa vez, acompanhei uma entrevista da Luiza Helena Trajano, mega empresária do varejo brasileiro. Quando perguntaram sobre uma crise, ela respondeu:

- Que crise? Crise só se for para a concorrência, aqui não tem crise, aqui tem trabalho, criatividade e inovação.

Portanto, se os números não estiverem a contento, pare de procurar culpados, olhe para dentro de si, mexa-se, inove e maximize sua performance. Somente dessa forma você aperfeiçoará seu desempenho, ampliará seus resultados e, assim, poderá se apropriar dos louros da vitória quando ela chegar.

E lembre-se que os elogios e o reconhecimento dos outros são muito bem vindos, no entanto, saiba que o mais importante são os aplausos que vem do nosso interior.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Características imprescindíveis e como desenvolver a resiliência no campo profissional

Existem características que com o passar do tempo se tornam imprescindíveis para qualquer profissional do mercado. Atualmente, tem um grande destaque para os contratantes a necessidade de resiliência perante mudanças e adversidades. Mas o que é e como conquistar essa qualidade?

Segundo Lucienne Baldez, especialista em treinamento e desenvolvimento da Innovia Training e Consulting, o termo resiliência, foi emprestado da física; que utiliza esta palavra para avaliar a capacidade de um material retornar ao seu estado normal, após sofrer pressão. Para as ciências humanas, este termo tem sido utilizado para avaliar a capacidade das pessoas agirem positivamente frente às adversidades.

“As pessoas resilientes, são capazes de lidar com problemas, conflitos ou situações estressantes, sem se abalar emocionalmente. Elas conseguem manter otimismo, confiança e autocontrole nas situações mais inesperadas e conflitantes”, explica Baldez. Contudo, diferente do que a maioria das pessoas imagina, a capacidade de resiliência não nasce com as pessoas e sim pode e deve ser desenvolvida.

Assim, a especialista da Innovia pontuou os três passos para quem deseja desenvolver essa qualidade:
1. O primeiro passo é ter consciência do que é resiliência, de sua importância para o profissional e para a organização.
2. O segundo passo é conhecer métodos e ferramentas eficazes, para adquirir atitudes resilientes.
3. O terceiro passo é colocar em prática estas ferramentas e tornar estas práticas um hábito.
“Nenhuma mudança comportamental é adquirida sem conhecimento, prática e treino. No começo não é tão simples, mas com empenho, perseverança e ferramentas adequadas, se conseguirá descobrir que ser resiliente é a ferramenta mais importante e a mais utilizada pelos profissionais de sucesso”, conta Baldez.

Algumas características são marcantes em uma pessoa resiliente, dentre as quais podem ser destacadas:
Não ter medo de encarar novidades e mudanças, vendo essas como oportunidades – o profissional que se mostra motivado perante as mudanças no ambiente de trabalho geralmente são as primeiras a serem chamadas para debates de novos caminhos e projetos das empresas;
Autoestima elevada no ambiente de trabalho – uma pessoa com autoconfiança terá menos dificuldade ao ver mudanças no seu ambiente de trabalho, e o mais importante se sentirá preparado para novos desafios;
Estar emocionalmente estável – uma característica da pessoa resiliente é saber que sempre ocorrerão altos e baixos no ambiente de trabalho, contudo, mesmo perante dificuldades é imprescindível que se mantenha as emoções estáveis, respondendo adequadamente as demandas;
Possuir valores e princípios positivos – pessoas com valores e princípios morais bons, em sua maioria tem uma maior facilidade de ouvir e entender, pois sabe respeitar o espaço do outro e isso é fundamental em horas de mudanças;
Ser sociável e ter uma boa rede de network – Quanto mais a pessoa tiver empatia com os demais profissionais, mais fácil será para lidar com condições de crises e mudanças e maior será o auxílio que conquistará no processo de mudança.

Enfim, além desses, vários outros pontos também devem ser desenvolvidos para as pessoas que querem desenvolver a capacidade de resiliência, como otimismo e bom humor. Contudo, nenhuma é impossível de se desenvolver, mas é necessária uma reflexão e a vontade de realmente querer mudar. No mercado se observa muitos profissionais que se dizem resilientes contudo são na realidades os mais resistentes a mudanças neles mesmos, que é o primeiro passa para aceitar as mudanças.

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