segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Fórum de Líderes Empresarias acontece em SP

O governador eleito pelo Estado de São Paulo nas últimas eleições, Geraldo Alckmin, confirmou na última quarta-feira sua presença na cerimônia de premiação do 35º Prêmio Fórum de Líderes Empresariais, que será realizado na próxima terça-feira, 27 de novembro, a partir das 19h, no Clube A Hebraica, na capital paulista.

Reafirmando a capilaridade das ações desenvolvidas pelo Fórum de Líderes, presidido por Ozires Silva, esta edição também será comtemplada com a presença do governador da Província de Córdoba, José Manuel De la Sota, e do presidente da Câmara de Comércio Argentino Brasileira de São Paulo, Alberto Alzueta. Ao lado de outras autoridades argentinas, De la Sota acredita na importância deste evento, para se aproximar do empresariado brasileiro, de maneira louvável e providencial, tendo em vista as deficientes relações entre os países.

Durante a 35ª edição do Prêmio Fórum de Líderes, o documento Agenda Brasil será entregue a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, diante de cerca de mil dos maiores empresários do país, convidados para ocasião. Este ato simbolizará o pacto entre o empresariado nacional e o Governo Federal, em busca de um ambiente favorável ao florescimento de empresas inovadoras, que por sua vez, vão demandar dos empreendedores a capacitação e a inclusão dos trabalhadores brasileiros, criando um círculo virtuoso de crescimento do país.

"A visão do Fórum de Líderes Empresariais, seus parceiros, apoiadores e de seus membros é criar um plano de desenvolvimento de longo prazo as empresas, devidamente regulamentadas, para poder gerar uma transformação social de grande impacto, fruto da implantação de inovações, que irão assegurar, em longo prazo, o protagonismo do Brasil", conclui o superintendente do Fórum de Líderes, Finho Levy.

35º Prêmio Fórum de Líderes Empresariais
Local| Clube - A Hebraica
Salão| Salão Nobre Marc Chagall
Endereço| Rua Dr. Alberto Cardoso de Mello Neto, 115 - Pinheiros - SP
Data| 27 de Novembro de 2012
Horário| das 19h às 23h
RSVP (Imprensa)| MKT House Comunicação Integrada
Marcela Baptista: (11) 3071-1615 / (11) 96078-9996 / marcela@mkthouse.com

Sobre o Fórum de Líderes Empresariais:

Hoje presidido por Ozires Silva, o Fórum de Líderes nasceu a partir da iniciativa de mobilizar a sociedade civil organizada, através dos empresários, frente à ditadura de estado e ao subdesenvolvimento. Formou-se, então, um grupo de líderes empresariais, a partir da eleição direta por seus pares, que agiria de forma incisiva nas questões estruturais da vida nacional. Jorge Gerdau, Antonio Ermírio de Moraes, Olavo Setúbal, Abílio Diniz, José Mindlin, Paulo Velhinho, Cláudio Bardella, Severo Gomes, assinaram aquele que é chamado Documento dos Oito (pela redemocratização do País), elaborado pela organização ao lado dos economistas Luiz Gonzaga Belluzo e João Manoel Cardoso de Melo, inaugurando o Fórum e assumindo uma posição de pressão democrática, contribuindo, assim, para o processo de abertura política, impugnada em 1986.  A partir daí a competitividade do negócio brasileiro se torna o foco estratégico do Fórum de Líderes para alcançar a evolução social, econômica e democrática do país.

Mais informações em www.lideres.org.br

Facebook: http://www.facebook.com/ForumdeLideresEmpresariais
Twitter: https://twitter.com/forumdelideres

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Artigo: Obama, uma Vitória Emblemática

Oportuno artigo do professor Alcides Leite, que é economista e professor da Trevisan Escola de Negócios, sobre a reeleição do presidente americano Barack Obama. Segue:

A primeira vitória de Obama, em 2008, por uma margem mais dilatada do que a obtida na atual eleição, foi conseqüência, sobretudo, da rejeição da população americana ao governo Bush. A pior crise econômica desde a década de 1930 e o envolvimento em duas guerras inúteis foram motivos suficientes para esta rejeição. O aparecimento de um senador jovem, brilhante orador, portador de um discurso otimista, sem radicalismo, preencheu o desejo de mudança dos eleitores.

A lua de mel dos eleitores com Obama durou pouco. A dificuldade de superação da crise e a forte reação dos setores conservadores da sociedade colocaram o presidente na defensiva. Erros políticos também foram cometidos pelo governo. O maior deles foi ter utilizado os primeiros dois anos, quando tinha maioria no Congresso, na desgastante aprovação da reforma do sistema público de saúde. Embora fosse necessária, esta reforma poderia esperar um pouco mais. A urgência do momento era a redução do desemprego e o equacionamento do déficit público. Se Obama tivesse aproveitado seu capital político para aprovar uma reforma tributária, aumentando os impostos para os mais ricos, ele teria conseguido aumentar a arrecadação do setor público e acelerar o processo de recuperação da economia.

Na segunda metade do mandato, os ânimos acirraram. O partido republicano, com maioria na Câmara dos Deputados, declarou guerra ao Presidente da República. Seus líderes declararam que a prioridade número um do partido seria fazer de Barack Obama presidente de um só mandato. Eles contavam com a lentidão da recuperação econômica, uma vez que, historicamente, jamais um presidente americano havia conseguido se reeleger numa situação em que a taxa de desemprego estivesse próxima aos 8%.

A vitória de Obama, na atual eleição, foi emblemática. Ele ganhou em estados que sofreram muito com a desindustrialização, sobretudo nos setores automobilístico e siderúrgico. O plano de ajuda que Obama implantou no início de seu governo, para salvar estes setores industriais, impediu o agravamento do desemprego em estados como Ohio e Pennsylvania. A vitória na Flórida, por margem mínima, foi garantida pelos votos dos imigrantes latinos. A vitória por larga margem nas costas leste e nordeste americanas foi garantida pelo voto liberal cosmopolita. Os setores que apoiaram Obama, que hoje já são maioria nos Estados Unidos, são aqueles que entendem que o mundo mudou. Eles entendem que não é mais possível ao país se comportar como o Xerife do mundo. Não é mais possível sustentar uma mentalidade conservadora, que se recusa a aceitar as diversidades raciais, políticas e culturais.

A vitória de Obama foi a constatação de que a velha América saudosista ficou para trás. Com a eleição de terça-feira passada os Estados Unidos conseguiram virar mais uma página de sua história. O país conseguiu mostrar que ainda é dinâmico e sabe se adaptar às mudanças históricas.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A Pira Olímpica

Agora que a euforia da Olimpíada de Londres se foi, o negócio é pensar no que ficou de herança. E de compromisso para o Brasil. Acompanhem esse interessante artigo do Fernando Trevisan, que é pesquisador e consultor da Trevisan Gestão do Esporte.

Em 2005, quando a cidade de Londres venceu a disputa para sediar a Olimpíada de 2012, os europeus não imaginavam que o Velho Continente e o mundo mergulhariam numa das mais graves e duradouras crises do capitalismo. Esta, contudo, não impediu que, mesmo sob as limitações de orçamentos mais apertados, os investimentos alcançassem o equivalente a 30 bilhões de reais e as obras fossem entregues com britânicapontualidade. Para efeito de comparação, os custos de instalações e infraestrutura para a competição de 2016 são de R$ 23,2 bilhões, segundo o site oficial do Comitê Organizador do Rio de Janeiro.

Alguns números relativos aos jogos deste ano desafiam as adversidades fiscais, a estagnação e as dificuldades enfrentadas pelas nações da Zona do Euro: 11 milhões de ingressos emitidos,sendo 75% vendidos no próprio Reino Unido; R$ 1,753 bilhão apenas para a produção das cerimônias de abertura (esta encantou o mundo!) e encerramento; um milhão de equipamentos esportivos, incluindo 26.400 bolas de tênis, 2.700 bolas de futebol, 600 alvos de tiro com arco e 376 pares de luvas de boxe; dois milhões de visitantes; 14 milhões de refeições servidas no Parque Olímpico; a construção deste gerou empregos para 46 mil trabalhadores, e 200 mil pessoas trabalham durante a competição.

Tais estatísticas, em pleno cenário macroeconômico turbulento e preocupante do Velho Continente, mostram que o esporte, como negócio, é análogo à têmpera dos próprios atletas quanto à infinita capacidade de superar metas e obstáculos. Não é sem razão, portanto, que o setor atrai cada vez mais publicidade e investimentos. Por isso mesmo, conforme ficou evidente na exemplar organização dos londrinos, é indispensável a profissionalização de sua gestão, incluindo a formação acadêmica de profissionais competentes, a constituição de todo um acervo deconhecimento e sua aplicação prática nos clubes, seleções, administração dearenas, captação de patrocínios, licenciamento de marcas, comercialização de cotas de TV e negociação dos direitos federativos dos atletas, dentre outras atividades.
  
É importante multiplicar ações capazes de fomentar o setor, como promover congressos, seminários e feiras voltados às áreas de gestão e marketing esportivo, pois as demandas serão imensas no Brasil nos próximos anos, em decorrência da Copa das Confederações, em 2013, Copa do Mundo da FIFA, em 2014, em 12 cidades de nosso país, e a Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro. Também ocorrem um incremento do Campeonato Brasileiro de Futebol, inclusive da série B, a crescente predominância de nossos clubes na conquista de títulos de campeões da Copa Libertadores da América, com sua maior internacionalização, e a diversificação do interesse do público por distintas modalidades, conforme é possível observar nos Jogos Olímpicos de Londres.

Nesse contexto, profissionalismo, competência, conhecimento e experiência são elementos fundamentais. Trata-se de fatores decisivos para que, a exemplo da Pira Olímpica, a chama dos bons negócios ligados ao esporte jamais se apague!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Pesquisa mostra mais pessimismo no varejo

Apesar de ainda otimistas em relação ao futuro, os empresários do comércio no Rio Grande do Sul estão mais pessimistas em relação ao momento atual, tanto no que diz respeito à economia brasileira, à dinâmica do setor ou ao seu próprio negócio. Esses são os principais resultados da edição de julho da pesquisa promovida pela Fecomércio-RS, divulgada nesta segunda-feira (16), e que apura o Índice de Confiança do Empresário do Comércio – Icec – no Rio Grande do Sul.

Em julho, o Icec-RS apresentou uma queda de 12,1% frente a junho e de 13,6% em relação ao mesmo mês de 2011. Todos os indicadores que compõem o Icec-RS - condições atuais, expectativas e investimentos - apresentaram queda tanto na comparação mensal quanto interanual.apresentaram queda tanto na comparação mensal quanto interanual.

O indicador referente à situação atual, contudo, registrou a retração mais acentuada, atingindo o índice negativo de 20,7%, enquanto os aspectos referentes às expectativas para o futuro e aos investimentos do empresário do comércio apresentaram queda de 12,4% e 3,6% em relação ao mês anterior, respectivamente. “Quanto às expectativas, ainda que menos otimistas do que as manifestadas no mês de junho, os empresários permanecem otimistas em relação a pontos como contratação de funcionários e realização de investimentos”, ressalta Zildo De Marchi, presidente do Sistema Fecomércio-RS.

Na análise por porte, a queda do Índice de Confiança do Empresário do Comércio foi mais acentuada para as empresas com até 50 funcionários (-12,1%). Para as empresas com mais de 50 funcionários, o índice registrou queda de 6,1% em julho.

Na avaliação por segmentos, todos os grupos analisados apresentaram queda tanto na comparação mensal quanto na interanual. Na comparação mensal, a maior queda foi verificada no grupamento de semiduráveis (-13,2%). Já, a maior queda interanual foi a dos bens duráveis (-18,3%). “Esse último resultado de certa forma surpreende, dado que atualmente permanecem os cortes de IPI para a linha branca, o que não existia no mesmo período do ano passado”, pondera Zildo De Marchi.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

As Profissões do Futuro

Esta informação saiu no site do Jornal da Tarde, sem crédito. A Chamada nas redes sociais prometia algo que o texto em si não traz - de que tuiteiros profissionais ar até 45 mil Reais mensais. Na verdade não é bem assim, mas de qualquer forma o post traz detalhes importantes sobre o mercado crescente das redes sociais, que está cada vez mais profissional e dinâmico. Segue a notícia:

"Trabalhar com treinamento de funcionários, redes sociais, relações com a comunidade, com o governo, com novos projetos. Profissionais competentes para atuar nesses setores estão em alta no Brasil e no mundo, de acordo com pesquisa feita pela empresa de consultoria em Recursos Humanos Michael Page. E os salários podem chegar a R$ 45 mil por mês.

As sete novas carreiras apontadas pela consultoria já são realidade e terão cada vez mais demanda, segundo o diretor Augusto Puliti. As profissões são: gerente de treinamento em varejo, gerente de identidade visual, gerente de comunidade, gestor de restruturação, gerente de projetos, gerente de relações governamentais e gerente de marketing on-line.

“São profissionais de formação específica, que não tem um longo histórico de atuação no mercado de trabalho. Por isso há poucos bons profissionais nessas áreas”, explica Puliti.

Há demanda para quem está na área de comunicação, recursos humanos, informática, direito, ciências sociais e relações internacionais. “São novas oportunidades que se abrem para profissionais que já têm formação para atuar no mercado de trabalho mais tradicional”, diz o diretor.

A professora de liderança da BBS Business School, Irene Azevedo, explica que esses profissionais tem perfil muito específico para atuar nesses setores. “Ele precisa saber trabalhar em equipe, comandar e supervisionar, ter visão generalista para isso, mas conhecimentos aplicados para conseguir se desenvolver nesses segmentos”, comenta. “Eles precisam estar preparados para trabalhar em ambientes multiculturais, já que são profissionais que acabam precisando de conhecimento em mais de uma área”, completa."


AFINAL, QUE PROFISSÕES SÃO ESSAS?

Procurando na web, não achei as tais sete profissões, mas encontrei várias outras tendências e num dos posts, do site "Trabalhar Online", tem essa relação (muitas delas nada a ver com redes sociais):

Lista de Profissões do Futuro

Aqui fica uma listagem de algumas profissões com potencial no futuro sem critério de ordenação:

- Tecnologias de Informação
-  Sector da Saúde, especialmente, na área de cuidados à terceira idade
-  Biotecnologia
-  Nanotecnologia
-  Sector da Energia
-  Educação e Desenvolvimento Pessoal
- Terapias alternativas
- Tarefas Domésticas
- Trabalho a Partir de Casa
- Marketing de Rede, Internet Marketing e Marketing Online
- Coaching
- Área do Bem-Estar (Ginásio, Estética, Treinador Pessoal,…)
- Recursos Humanos
- Agências de Viagens

#ficaadica !!!!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

84% dos brasileiros têm medo comprar pela internet

O e-commerce brasileiro deve movimentar até 2017 o equivalente a 25 bilhões de dólares, mais que o dobro da projeção para este ano, de 12,2 bilhões de dólares, feita pela Forrester Research. Este crescimento mostra que os brasileiros aderiram de vez às compras online e têm como grande aliado o cartão de crédito. No entanto, uma pesquisa global realizada pela F-Secure com usuários de banda larga em 14 países revelou que 84% dos internautas brasileiros se preocupam com a segurança ao efetuar compras pela web utilizando o cartão, com receio de sofrer algum tipo de ataque hacker e ter os dados roubados. Apenas 5% das pessoas não têm essa preocupação e outros 2% afirmaram que nunca fizeram compras pela web com o cartão de crédito.

A Espanha é o segundo país no qual a preocupação com as compras pela internet também é grande, isso para 79% dos entrevistados, seguido da Índia (77%), EUA (63%) e Inglaterra (62%). Por outro lado, os usuários de cartão de crédito que mais confiam nas compras online são os finlandeses (38%), acompanhados pelos suecos (34%) e os franceses (32%).

“A insegurança aumenta na medida em que as pessoas estão cada vez mais realizando pagamentos por meio de dispositivos móveis mas, ao mesmo tempo, não possuem em seu tablet ou smartphone o mesmo nível de proteção que mantêm em seu PC”, explica Ascold Szymanskyj, vice-presidente de vendas e operações da F-Secure para a América Latina.

Sobre a F-Secure

A F-Secure desenvolve soluções de segurança em software e serviços com o objetivo de proteger conteúdos que trafegam em computadores e dispositivos móveis de empresas e usuários finais. Comercializadas no modelo SaaS, as soluções da F-Secure são utilizadas por mais de 200 operadoras de telefonia em 40 países, totalizando um mercado potencial de 250 milhões de clientes de banda larga fixa e móvel. Fundada em 1988 e com sede em Helsinque, na Finlândia, a F-Secure conta com mais de 990 profissionais espalhados em 20 países, incluindo o Brasil. A empresa está listada na NASDAQ OMX Helsinki Ltd. Website: www.f-secure.com.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Para as empresas aéreas, espaço é luxo pra quem paga

Não é um absurdo? As empresas aéreas estão oferecendo lugares e corredores cada vez mais apertados, pouco espaço para as pernas (apesar do ex-Ministro Jobim ter feito um escarcel e reclamar que ele mesmo tinha pernas compridas, mas não adiantou nada), os obesos são obrigados a comprar duas poltronas, e mais recentemente começaram a oferecer um lugar "conforto" bem na frente (aquele que as pernas podem se esticar mais), por dez Reais a mais na passagem. Como se não bastasse, a GOL lança mais essa "promoção" que reproduzo abaixo. Como são bonzinhos, não é? Aliás, sabem porque temos que subir e travar as mesinhas quando o avião aterrisa e decola? Não é somente por segurança, é porque o espaço é tão apertado que se ocorrer alguma emergência a mesinha tem que estar fechada para as pessoas do meio e da janela saírem rapidamente. Se houvesse mais espaço, tudo seria diferente. Bom, tiraram serviço de bordo e ofereceram comida paga através de um cardápio caríssimo, então é de se esperar qualquer coisa mesmo.

A promoção:

Clientes GOL da Ponte Aérea poderão comprar Assentos Especiais

Companhia irá bloquear poltronas do meio para oferecer maior conforto e privacidade

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes, maior companhia aérea de baixo custo e baixa tarifa da América Latina, está lançando os Assentos Especiais nos voos entre Congonhas/São Paulo e Santos Dumont/Rio de Janeiro.  Clientes da companhia poderão adquirir, a partir de R$ 25, os assentos da janela e do corredor localizados entre as fileiras 2 e 7 do lado direito da aeronave, e 3 e 7 do lado esquerdo. Nessas fileiras, as poltronas do meio estarão bloqueadas, garantindo assim mais espaço para viajar.

Recentemente a companhia iniciou também a comercialização dos assentos localizados nas saídas de emergência. Para ocupar esses lugares, os passageiros devem estar aptos a seguir as instruções de segurança, ler as regras, que estão divulgadas no website da empresa, e concordar com elas. 

Para quem voa com Tarifa Flexível ou Smiles Any Day os novos produtos estão disponíveis sem custos adicionais. É a GOL oferecendo mais opções de conforto para a sua viagem.